link: https://www.observatorioderemocoes.fau.usp.br/mapeamento-participativo/map.html
tela inicial:
órgão responsável: O Observatório de Remoções é um grupo de pesquisa-ação da FAU/USP e da UFABC que tem por objetivo monitorar e desenvolver ações colaborativas com territórios ameaçados de remoções que desrespeitam as condições de moradia digna nos municípios de São Paulo e do ABC.
Navegação:
Sistemas de Informações Geográficas (GIS) de Ongs, Empresas Privadas e do Governo relacionados a Saneamento, Meio Ambiente, Mapa Urbano Básico, Infra-Estrutura Urbana, Hidrografia, Demografia, etc...
Todos os dados já estão compartilhados publicamente em outros canais, de modo que este espaço não contém nenhuma informação com restrições de confidencialidade.
Mostrando postagens com marcador CAT 1. Mostrar todas as postagens
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terça-feira, 20 de fevereiro de 2018
quarta-feira, 20 de dezembro de 2017
Centro de Sismologia - USP
link: http://moho.iag.usp.br/
tela inicial:
Órgão Responsável: O Centro de Sismologia
O Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo é um centro composto pela união dos esforços de dois grupos da universidade: O Laboratório de Sismologia do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas e de parte do grupo de Tecnologia de Petróleo, Gás Natural e Bioenergia do Instituto de Energia e Ambiente, ambos da Universidade de São Paulo.
Missão
-Monitorar a atividade sísmica de todo o Brasil com localização de epicentros e determinação de magnitudes em tempo real, utilizando os dados da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) para emissão de alertas e boletins para esclarecimento da população e para pesquisas científicas.
-Instalação, manutenção e operação das estações sismográficas de banda larga da rede BL, integrante da Rede Sismográfica Brasileira assim como o processamento, armazenamento e distribuição dos dados dessas estações.
-Manter e gerenciar um banco de dados sismológicos, emitindo boletins sísmicos em tempo real com os sismos ocorridos no Brasil e regiões vizinhas, em conjunto com a Rede Sismográfica Brasileira.
-Integrar, cooperar e colaborar com outras instituições de pesquisa em sismologia nacional e internacional, para estudos da sismicidade e da Terra, além de incentivar a formação de novos grupos de pesquisa em sismologia no Brasil e mesmo, na América Latina.
tela inicial:
Órgão Responsável: O Centro de Sismologia
O Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo é um centro composto pela união dos esforços de dois grupos da universidade: O Laboratório de Sismologia do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas e de parte do grupo de Tecnologia de Petróleo, Gás Natural e Bioenergia do Instituto de Energia e Ambiente, ambos da Universidade de São Paulo.
Missão
-Monitorar a atividade sísmica de todo o Brasil com localização de epicentros e determinação de magnitudes em tempo real, utilizando os dados da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) para emissão de alertas e boletins para esclarecimento da população e para pesquisas científicas.
-Instalação, manutenção e operação das estações sismográficas de banda larga da rede BL, integrante da Rede Sismográfica Brasileira assim como o processamento, armazenamento e distribuição dos dados dessas estações.
-Manter e gerenciar um banco de dados sismológicos, emitindo boletins sísmicos em tempo real com os sismos ocorridos no Brasil e regiões vizinhas, em conjunto com a Rede Sismográfica Brasileira.
-Integrar, cooperar e colaborar com outras instituições de pesquisa em sismologia nacional e internacional, para estudos da sismicidade e da Terra, além de incentivar a formação de novos grupos de pesquisa em sismologia no Brasil e mesmo, na América Latina.
quinta-feira, 23 de novembro de 2017
Imagens Sem Nuvens do Satélite Copernicus Sentinel-2
link: https://s2maps.eu/
órgão responsável: EOX Maps
síntese: Imagens do Satélite Copernicus Sentinel-2 da Agência Espacial Européia capturadas entre maio de 2016 e abril de 2017 com a preocupação de selecionar as imagens em que o céu está mais "aberto" (sem nuvens) em cada localidade.
Exemplo 1)
Exemplo 2)
Exemplo 3)
órgão responsável: EOX Maps
síntese: Imagens do Satélite Copernicus Sentinel-2 da Agência Espacial Européia capturadas entre maio de 2016 e abril de 2017 com a preocupação de selecionar as imagens em que o céu está mais "aberto" (sem nuvens) em cada localidade.
Exemplo 1)
Exemplo 2)
Exemplo 3)
terça-feira, 27 de junho de 2017
Global Forest Watch
link: http://www.globalforestwatch.org/map/
órgão responsável: A Global Forest Watch começou seus trabalhos em 1997 como uma iniciativa para estabelecer uma rede global de monitoramento florestal, convocada pelo World Resources Institute e parceiros.
O GFW original alcançou muitos resultados para a conservação de grandes áreas florestais intactas.
A WRI (World Resources Institute) continuou o trabalho que o Global Forest Watch começou, trabalhando para melhorar a informação da floresta, combinando a mais recente tecnologia com novas parcerias.
Nos países da Bacia do Congo, a WRI publicou um Atlas Florestal que ajuda os tomadores de decisão a alcançar o manejo sustentável dos recursos florestais através do fortalecimento do planejamento e monitoramento do uso da terra. Estes Atlas estão agora disponíveis para Camarões, República Centro-Africana, República do Congo, República Democrática do Congo, Guiné Equatorial e Gabão. O projeto Floresta e Paisagens na Indonésia trabalha para apoiar as ações do governo e da sociedade civil para um uso efetivo e equitativo da terra nesse país. Este trabalho agora continua como parte do trabalho da WRI sobre florestas e é integrado com o Global Forest Watch. Além dos países listados acima, o GFW publicou o estado dos relatórios florestais para o Canadá, Chile, Rússia e Venezuela e relatórios de políticas relacionados para a Guiana e o Suriname.
A rede GFW também desenvolveu os métodos para mapear paisagens florestais intactas, pilotando esse método na Rússia e no Canadá, e depois expandindo-o para o nível global para o ano 2000. O monitoramento dessas áreas continua, com uma atualização para o ano 2013 publicado recentemente.
Aproveitando o advento das novas tecnologias e a maior conectividade global, o trabalho na próxima geração do Global Forest Watch começou em 2011 com um grupo expandido de parceiros e poderosos novos recursos de monitoramento.
tela inicial:
órgão responsável: A Global Forest Watch começou seus trabalhos em 1997 como uma iniciativa para estabelecer uma rede global de monitoramento florestal, convocada pelo World Resources Institute e parceiros.
O GFW original alcançou muitos resultados para a conservação de grandes áreas florestais intactas.
A WRI (World Resources Institute) continuou o trabalho que o Global Forest Watch começou, trabalhando para melhorar a informação da floresta, combinando a mais recente tecnologia com novas parcerias.
Nos países da Bacia do Congo, a WRI publicou um Atlas Florestal que ajuda os tomadores de decisão a alcançar o manejo sustentável dos recursos florestais através do fortalecimento do planejamento e monitoramento do uso da terra. Estes Atlas estão agora disponíveis para Camarões, República Centro-Africana, República do Congo, República Democrática do Congo, Guiné Equatorial e Gabão. O projeto Floresta e Paisagens na Indonésia trabalha para apoiar as ações do governo e da sociedade civil para um uso efetivo e equitativo da terra nesse país. Este trabalho agora continua como parte do trabalho da WRI sobre florestas e é integrado com o Global Forest Watch. Além dos países listados acima, o GFW publicou o estado dos relatórios florestais para o Canadá, Chile, Rússia e Venezuela e relatórios de políticas relacionados para a Guiana e o Suriname.
A rede GFW também desenvolveu os métodos para mapear paisagens florestais intactas, pilotando esse método na Rússia e no Canadá, e depois expandindo-o para o nível global para o ano 2000. O monitoramento dessas áreas continua, com uma atualização para o ano 2013 publicado recentemente.
Aproveitando o advento das novas tecnologias e a maior conectividade global, o trabalho na próxima geração do Global Forest Watch começou em 2011 com um grupo expandido de parceiros e poderosos novos recursos de monitoramento.
tela inicial:
sexta-feira, 9 de junho de 2017
Geo Cadastro Técnico Federal - IBAMA
link: http://siscom.ibama.gov.br/ctfapp/#/
órgão responsável: IBAMA/ Ministério do Meio Ambiente
síntese: O Cadastro Técnico Federal de Atividades Potencialmente Poluidoras e Utilizadoras de Recursos Ambientais é o Registro Obrigatório de Pessoas Físicas e Jurídicas que realizam atividades passíveis de controle ambiental.
Menu de Atividades:
1-Extração e Tratamento de Minerais
2-Indústria de Produtos Minerais Não Metálicos
3-Indústria Metalúrgica
4-Indústria Mecânica
5-Indústria de material Elétrico, Eletrônico e Comunicações
6-Indústria de Material de Transporte
7-Indústria de Madeira
8-Indústria de Papel e Celulose
9-Indústria de Borracha
10-Indústria de Couros e Peles
11-Indústria Têxtil, de Vestuário, Calçados e Artefatos de Tecidos
12-Indústria de Produtos de Matéria Plástica.
13-Indústria do Fumo
14-Indústrias Diversas
15-Indústria Química
16-Indústria de Produtos Alimentares e Bebidas
17-Serviços de Utilidade
18-Transporte, Terminais, Depósitos e Comércio
19-Turismo
20-Uso de Recursos Naturais
21-Outros serviços
22-Obras civis
23-Gerenciamento de Projetos sujeitos a licenciamento ambiental federal
Tela inicial:
Navegação:
órgão responsável: IBAMA/ Ministério do Meio Ambiente
síntese: O Cadastro Técnico Federal de Atividades Potencialmente Poluidoras e Utilizadoras de Recursos Ambientais é o Registro Obrigatório de Pessoas Físicas e Jurídicas que realizam atividades passíveis de controle ambiental.
Menu de Atividades:
1-Extração e Tratamento de Minerais
2-Indústria de Produtos Minerais Não Metálicos
3-Indústria Metalúrgica
4-Indústria Mecânica
5-Indústria de material Elétrico, Eletrônico e Comunicações
6-Indústria de Material de Transporte
7-Indústria de Madeira
8-Indústria de Papel e Celulose
9-Indústria de Borracha
10-Indústria de Couros e Peles
11-Indústria Têxtil, de Vestuário, Calçados e Artefatos de Tecidos
12-Indústria de Produtos de Matéria Plástica.
13-Indústria do Fumo
14-Indústrias Diversas
15-Indústria Química
16-Indústria de Produtos Alimentares e Bebidas
17-Serviços de Utilidade
18-Transporte, Terminais, Depósitos e Comércio
19-Turismo
20-Uso de Recursos Naturais
21-Outros serviços
22-Obras civis
23-Gerenciamento de Projetos sujeitos a licenciamento ambiental federal
Tela inicial:
Navegação:
sexta-feira, 5 de maio de 2017
Open Street Map
link: https://www.openstreetmap.org/
órgão responsável: OpenStreetMap Foundation (OSMF)
síntese:
OpenStreetMap (OSM) é um projeto de mapeamento colaborativo para criar um mapa livre e editável do mundo, inspirado por sites como a Wikipédia. Traduzindo para português o nome significa Mapa Aberto de Ruas. Ele fornece dados a centenas de sites na internet, aplicações de celular e outros dispositivos.
Os mapas foram desenvolvidos e são mantidos com rigor por sua comunidade voluntária de mapeadores, que inserem e revisam dados de receptores GPS portatéis, fotografias aéreas, imagens de satélite e outras fontes livres. Os mapeadores, com seu conhecimento local, editam os mapas com softwares abertos como o iD ou o JOSM. A comunidade mais ampla, também confere e confirma os dados pela interface do próprio site Openstreetmap.org.
Todos os mapas, dados descritivos, e metadados ofertados pelo OSM são dados abertos, disponíveis sob uma licença Open Database License. Além da comunidade que doa as informações postadas, quando faz uso de outras fontes (imagens obtidas por processamento dos dados, tabelas e outros) são compatíveis com a sua licença. Os dados são formalmente operados pela OpenStreetMap Foundation (OSMF) em nome da comunidade de mapeadores.
tela inicial:
órgão responsável: OpenStreetMap Foundation (OSMF)
síntese:
OpenStreetMap (OSM) é um projeto de mapeamento colaborativo para criar um mapa livre e editável do mundo, inspirado por sites como a Wikipédia. Traduzindo para português o nome significa Mapa Aberto de Ruas. Ele fornece dados a centenas de sites na internet, aplicações de celular e outros dispositivos.
Os mapas foram desenvolvidos e são mantidos com rigor por sua comunidade voluntária de mapeadores, que inserem e revisam dados de receptores GPS portatéis, fotografias aéreas, imagens de satélite e outras fontes livres. Os mapeadores, com seu conhecimento local, editam os mapas com softwares abertos como o iD ou o JOSM. A comunidade mais ampla, também confere e confirma os dados pela interface do próprio site Openstreetmap.org.
Todos os mapas, dados descritivos, e metadados ofertados pelo OSM são dados abertos, disponíveis sob uma licença Open Database License. Além da comunidade que doa as informações postadas, quando faz uso de outras fontes (imagens obtidas por processamento dos dados, tabelas e outros) são compatíveis com a sua licença. Os dados são formalmente operados pela OpenStreetMap Foundation (OSMF) em nome da comunidade de mapeadores.
tela inicial:
segunda-feira, 24 de abril de 2017
Busca Saúde
Link: http://buscasaude.prefeitura.sp.gov.br/
Síntese: O Busca Saúde da Cidade de São Paulo é um sistema de localização de Estabelecimento ou Serviço de Saúde da rede pública do SUS- Sistema Único de Saúde do Município de São Paulo, que permite a obtenção de informações por meio de consultas automatizadas via Internet.
Critérios de Busca: O Busca Saúde permite aos munícipes realizarem suas consultas sobre a rede de estabelecimentos de atendimento e serviços de saúde do SUS do Município de São Paulo de várias maneiras, conforme explicadas a seguir:
a) Moro neste Endereço: - Nesse modo o usuário poderá localizar a Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência para o local de sua residência além de localizar outros tipos de serviços nas proximidades
b) Endereço – O modo Endereço permite a localização de todos os tipos de serviços próximos a qualquer endereço especificado.
c) Unidade de Atendimento – Por esse modo o usuário poderá localizar os tipos de serviços que deseja consultar em um determinado local (endereço) por meio de uma palavra chave
Tela Inicial e Navegação:
Síntese: O Busca Saúde da Cidade de São Paulo é um sistema de localização de Estabelecimento ou Serviço de Saúde da rede pública do SUS- Sistema Único de Saúde do Município de São Paulo, que permite a obtenção de informações por meio de consultas automatizadas via Internet.
Critérios de Busca: O Busca Saúde permite aos munícipes realizarem suas consultas sobre a rede de estabelecimentos de atendimento e serviços de saúde do SUS do Município de São Paulo de várias maneiras, conforme explicadas a seguir:
a) Moro neste Endereço: - Nesse modo o usuário poderá localizar a Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência para o local de sua residência além de localizar outros tipos de serviços nas proximidades
b) Endereço – O modo Endereço permite a localização de todos os tipos de serviços próximos a qualquer endereço especificado.
c) Unidade de Atendimento – Por esse modo o usuário poderá localizar os tipos de serviços que deseja consultar em um determinado local (endereço) por meio de uma palavra chave
Tela Inicial e Navegação:
quinta-feira, 6 de abril de 2017
SIFESP
link: http://www.ambiente.sp.gov.br/sifesp/
órgão responsável: Instituto Florestal da Secretaria do Meio Ambiente do Governo do Estado de São Paulo.
síntese: O SIFESP – Sistema de Informações Florestais do Estado de São Paulo foi desenvolvido objetivando disponibilizar informações sobre a vegetação natural e o reflorestamento resultantes de levantamento efetuado pelo Instituto Florestal da Secretaria do Meio Ambiente, através de seu projeto “Inventário Florestal do Estado de São Paulo”.
Para algumas regiões, além das informações sobre a vegetação, são apresentados levantamentos sobre o uso e ocupação da terra. Contém ainda, redes de drenagem, área urbana, rodovias, limites municipais, divisões por bacias hidrográficas e regiões administrativas, sendo todas as informações georreferenciadas.
Mapas Florestais do Estado de São Paulo por município:
São Paulo
Osasco
Mapa Geral do Sistema Cantareira
órgão responsável: Instituto Florestal da Secretaria do Meio Ambiente do Governo do Estado de São Paulo.
síntese: O SIFESP – Sistema de Informações Florestais do Estado de São Paulo foi desenvolvido objetivando disponibilizar informações sobre a vegetação natural e o reflorestamento resultantes de levantamento efetuado pelo Instituto Florestal da Secretaria do Meio Ambiente, através de seu projeto “Inventário Florestal do Estado de São Paulo”.
Para algumas regiões, além das informações sobre a vegetação, são apresentados levantamentos sobre o uso e ocupação da terra. Contém ainda, redes de drenagem, área urbana, rodovias, limites municipais, divisões por bacias hidrográficas e regiões administrativas, sendo todas as informações georreferenciadas.
Mapas Florestais do Estado de São Paulo por município:
São Paulo
Osasco
Mapa Geral do Sistema Cantareira
terça-feira, 4 de abril de 2017
InfoMapaSP
link: http://www.infosiga.sp.gov.br/InfoMapa
órgão responsável: O Movimento Paulista de Segurança no Trânsito realiza uma compilação do número de óbitos e acidentes de trânsito do Estado de São Paulo. A metodologia é baseada nas fontes de informação da Secretaria de Segurança Pública (SSP) do Estado de São Paulo, além da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
síntese:
A ferramenta INFOMAPA SP destina-se à visualização em mapa dos acidentes que causaram os mesmos óbitos relacionados no sistema INFOSIGA SP, seguindo os mesmos critérios de tabulação.
3.1. Dados disponíveis
No INFOMAPA SP estão disponíveis os seguintes campos:
3.1.1. Informações disponíveis no INFOSIGA SP
- Sexo da Vítima
- Faixa etária da Vítima
- Meio de Locomoção da Vítima
3.1.2. Informações adicionais disponíveis no INFOMAPA SP
- Turno do Acidente
o Manhã
o Tarde
o Noite
o Madrugada
o Não Disponível
Coordenadas Geográficas do Acidente
o Latitude
o Longitude
o Não Disponível
As coordenadas de localização são determinadas conforme endereços (logradouro e número) disponíveis nos Boletins de Ocorrência obtidos no Registro de Ocorrências (RDO) utilizado pela Polícia Civil. Dessa forma, por não terem sido obtidas no local do acidente, pode haver aproximações em torno do endereço indicado por aqueles que reportaram o fato aos órgãos policiais. Durante o processo de auditoria, correções podem ser feitas se identificado flagrantes falhas de preenchimento.
Há casos em que não é possível identificar as coordenadas do acidente, em especial, mas não exclusivamente, quando o óbito ocorre em hospital e os Boletins de Ocorrência relacionados ao caso não contém informações sobre o local do acidente. Esses casos não são plotados no mapa e no arquivo disponibilizado com a listagem dos óbitos os campos de Latitude e Longitude estão preenchidos com “Não Disponível”.
Quando há dois ou mais óbitos no mesmo local, um ícone específico é utilizado para que, ao clique, uma listagem com barra de rolagem seja aberta, contendo todos os óbitos ocorridos naquele local, com as mesmas informações dos demais ícones individuais.
Tela Inicial:
Navegação:
órgão responsável: O Movimento Paulista de Segurança no Trânsito realiza uma compilação do número de óbitos e acidentes de trânsito do Estado de São Paulo. A metodologia é baseada nas fontes de informação da Secretaria de Segurança Pública (SSP) do Estado de São Paulo, além da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
síntese:
A ferramenta INFOMAPA SP destina-se à visualização em mapa dos acidentes que causaram os mesmos óbitos relacionados no sistema INFOSIGA SP, seguindo os mesmos critérios de tabulação.
3.1. Dados disponíveis
No INFOMAPA SP estão disponíveis os seguintes campos:
3.1.1. Informações disponíveis no INFOSIGA SP
- Sexo da Vítima
- Faixa etária da Vítima
- Meio de Locomoção da Vítima
3.1.2. Informações adicionais disponíveis no INFOMAPA SP
- Turno do Acidente
o Manhã
o Tarde
o Noite
o Madrugada
o Não Disponível
Coordenadas Geográficas do Acidente
o Latitude
o Longitude
o Não Disponível
As coordenadas de localização são determinadas conforme endereços (logradouro e número) disponíveis nos Boletins de Ocorrência obtidos no Registro de Ocorrências (RDO) utilizado pela Polícia Civil. Dessa forma, por não terem sido obtidas no local do acidente, pode haver aproximações em torno do endereço indicado por aqueles que reportaram o fato aos órgãos policiais. Durante o processo de auditoria, correções podem ser feitas se identificado flagrantes falhas de preenchimento.
Há casos em que não é possível identificar as coordenadas do acidente, em especial, mas não exclusivamente, quando o óbito ocorre em hospital e os Boletins de Ocorrência relacionados ao caso não contém informações sobre o local do acidente. Esses casos não são plotados no mapa e no arquivo disponibilizado com a listagem dos óbitos os campos de Latitude e Longitude estão preenchidos com “Não Disponível”.
Quando há dois ou mais óbitos no mesmo local, um ícone específico é utilizado para que, ao clique, uma listagem com barra de rolagem seja aberta, contendo todos os óbitos ocorridos naquele local, com as mesmas informações dos demais ícones individuais.
Tela Inicial:
Navegação:
terça-feira, 28 de março de 2017
Mapa de Concessão de Saneamento do Estado de São Paulo
sexta-feira, 3 de março de 2017
Olho Vivo SPTrans
link: http://olhovivo.sptrans.com.br
órgão responsável: SPTrans
síntese: O aplicativo Olho Vivo permite o acompanhamento em tempo real da localização dos ônibus além do tempo praticamente exato para a chegada do mesmo até sua localização. Basta entrar no site e selecionar uma das opções da tela inicial:
Em De olho na linha, onde o usuário tem acesso ao trajeto percorrido pelos ônibus e a localização deles no mapa. Tudo é possível graças aos aparelhos de GPS instalados nos veículos da cidade.
Na seção De olho no ponto, a SPTrans informa o horário dos próximos ônibus que chegarão ao ponto em que você está, mas o recurso funciona apenas em corredores de ônibus.
O De olho na Via é a página clássica que mostra a velocidade média dos principais corredores — geralmente não é muito alta.
tela inicial:
Navegação "De Olho na Via"
órgão responsável: SPTrans
síntese: O aplicativo Olho Vivo permite o acompanhamento em tempo real da localização dos ônibus além do tempo praticamente exato para a chegada do mesmo até sua localização. Basta entrar no site e selecionar uma das opções da tela inicial:
Em De olho na linha, onde o usuário tem acesso ao trajeto percorrido pelos ônibus e a localização deles no mapa. Tudo é possível graças aos aparelhos de GPS instalados nos veículos da cidade.
Na seção De olho no ponto, a SPTrans informa o horário dos próximos ônibus que chegarão ao ponto em que você está, mas o recurso funciona apenas em corredores de ônibus.
O De olho na Via é a página clássica que mostra a velocidade média dos principais corredores — geralmente não é muito alta.
tela inicial:
Navegação "De Olho na Via"
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
Global Solar Atlas
Link: http://globalsolaratlas.info/
Síntese: O Global Solar Atlas é um mapa do mundo capaz de identificar os locais com maior potencial para o aproveitamento de energia solar. Lançado pelo Banco Mundial, em parceria com a Aliança Internacional da Energia Solar (ISA), este instrumento web é gratuito e pretende auxiliar investidores e decisores políticos de todo o mundo.
Este mapa faz uso de dados do sistema de informação geográfica (SIG) e permite a aproximação a áreas com grande detalhe, com uma resolução espacial de 1 km, dando, ainda, a conhecer o potencial médio de energia solar anual numa determinada localização. Possibilita, também, a impressão de mapas e a utilização dos dados em outras aplicações. Os dados apresentados são os mais precisos e recentes, sendo fruto de 22 anos de informação recolhida via satélite, que tem sido validada através de medições de alta qualidade no terreno, onde elas existam. Para reduzir a margem de incerteza, o Banco Mundial, com financiamento do programa de assistência ESMAP (Energy Sector Management Assistance Program), pretende instalar, durante os próximos quatro anos, estações de medição em vinte países em desenvolvimento.
Em comunicado, o Banco Mundial refere que o mapa Global Solar Atlas “vai ajudar governos a poupar milhões de dólares em pesquisa e vai proporcionar aos investidores e promotores de energia solar uma plataforma uniforme e de fácil acesso, que permite comparar o potencial entre localizações e entre múltiplos países”.
A apresentação do Atlas decorreu num evento do ISA, na Conferência Mundial de Energia do Futuro, no passado dia 17 de Janeiro, em Abu Dhabi.
Tela Inicial:
Camadas/Navegação
Síntese: O Global Solar Atlas é um mapa do mundo capaz de identificar os locais com maior potencial para o aproveitamento de energia solar. Lançado pelo Banco Mundial, em parceria com a Aliança Internacional da Energia Solar (ISA), este instrumento web é gratuito e pretende auxiliar investidores e decisores políticos de todo o mundo.
Este mapa faz uso de dados do sistema de informação geográfica (SIG) e permite a aproximação a áreas com grande detalhe, com uma resolução espacial de 1 km, dando, ainda, a conhecer o potencial médio de energia solar anual numa determinada localização. Possibilita, também, a impressão de mapas e a utilização dos dados em outras aplicações. Os dados apresentados são os mais precisos e recentes, sendo fruto de 22 anos de informação recolhida via satélite, que tem sido validada através de medições de alta qualidade no terreno, onde elas existam. Para reduzir a margem de incerteza, o Banco Mundial, com financiamento do programa de assistência ESMAP (Energy Sector Management Assistance Program), pretende instalar, durante os próximos quatro anos, estações de medição em vinte países em desenvolvimento.
Em comunicado, o Banco Mundial refere que o mapa Global Solar Atlas “vai ajudar governos a poupar milhões de dólares em pesquisa e vai proporcionar aos investidores e promotores de energia solar uma plataforma uniforme e de fácil acesso, que permite comparar o potencial entre localizações e entre múltiplos países”.
A apresentação do Atlas decorreu num evento do ISA, na Conferência Mundial de Energia do Futuro, no passado dia 17 de Janeiro, em Abu Dhabi.
Tela Inicial:
Camadas/Navegação
quarta-feira, 28 de dezembro de 2016
Cidade Azul
Link: http://www.cidadeazul.org
Responsável: Iniciativa Cidade Azul
Síntese: São Paulo é uma metrópole fluvial riscada por mais de 300 rios. Hoje eles estão enterrados e poluídos. Em qualquer ponto em que você estiver, existe um rio correndo sob seus pés a no máximo 200 metros de distância. Descubra!
Ponto a Ponto:
(1) Falta de água
Grande parte de nossos rios foram transformados em canais de escoamento de esgoto. A contaminação faz com que essa água que corre pela cidade seja de impossível re-uso quando chega ao Rio Tietê ou ao Rio Pinheiros.
(2) Qualidade do ar
A água tem papel fundamental no controle de umidade e temperatura do ar. Ao encanarmos os rios da cidade, reduzimos a umidade do ar que respiramos e aumentamos a amplitude térmica de São Paulo.
(3) Enchentes
Os rios e a vegetação de suas margens ajudam a conter as inundações enquanto os asfaltos tornam o solo impermeável às águas da chuva. Cidades com bons planejamentos fluviais são mais seguras em relação aos efeitos das chuvas.
(4) Turismo
Em grandes metrópoles fluviais como Londres e Paris, os rios concentram grande movimento turístico e econômico. São Paulo poderia renovar seu potencial turístico com a abertura de rios importantes e trazer novas oportunidades para diversas comunidades e bairros.
(5) Lazer
Os rios conectam pessoas e adoramos estar perto d’água. Ao canalizarmos os rios da cidade perdemos a nossa principal fonte de lazer. Por mais de 350 anos os paulistanos tiveram um estilo de vida totalmente ligado à agua e os rios foram os grandes protagonistas da diversão na cidade.
Tela Inicial
Responsável: Iniciativa Cidade Azul
Síntese: São Paulo é uma metrópole fluvial riscada por mais de 300 rios. Hoje eles estão enterrados e poluídos. Em qualquer ponto em que você estiver, existe um rio correndo sob seus pés a no máximo 200 metros de distância. Descubra!
Ponto a Ponto:
(1) Falta de água
Grande parte de nossos rios foram transformados em canais de escoamento de esgoto. A contaminação faz com que essa água que corre pela cidade seja de impossível re-uso quando chega ao Rio Tietê ou ao Rio Pinheiros.
(2) Qualidade do ar
A água tem papel fundamental no controle de umidade e temperatura do ar. Ao encanarmos os rios da cidade, reduzimos a umidade do ar que respiramos e aumentamos a amplitude térmica de São Paulo.
(3) Enchentes
Os rios e a vegetação de suas margens ajudam a conter as inundações enquanto os asfaltos tornam o solo impermeável às águas da chuva. Cidades com bons planejamentos fluviais são mais seguras em relação aos efeitos das chuvas.
(4) Turismo
Em grandes metrópoles fluviais como Londres e Paris, os rios concentram grande movimento turístico e econômico. São Paulo poderia renovar seu potencial turístico com a abertura de rios importantes e trazer novas oportunidades para diversas comunidades e bairros.
(5) Lazer
Os rios conectam pessoas e adoramos estar perto d’água. Ao canalizarmos os rios da cidade perdemos a nossa principal fonte de lazer. Por mais de 350 anos os paulistanos tiveram um estilo de vida totalmente ligado à agua e os rios foram os grandes protagonistas da diversão na cidade.
Tela Inicial
terça-feira, 20 de dezembro de 2016
Fotografias Aéreas
link: https://www.fotografiasaereas.com.br/
Responsável:O banco de imagens Fotografias Aéreas foi criado por Cássio Vasconcellos, fotógrafo especializado em fotos aéreas e com mais de 30 anos de experiência e 700 horas fazendo imagens aéreas, para que empresas, agências, estúdios e profissionais de qualquer porte pudessem ter acesso a fotos de qualidade de forma fácil.
Seu grande domínio no gênero se dá por diversos motivos: a experiência na fotografia, o uso de equipamento especializado (estabilizador giroscópico, para anular as vibrações do vôo) e por ser ele próprio piloto comercial de helicópteros, conhecendo os aparelhos e suas possibilidades para cada vôo de foto.
Síntese: Trata-se de um dos maiores acervos de fotos aéreas do Brasil, que inclui fotografias de praias em quase todo o litoral brasileiro, estradas, construções, agronegócios, natureza e cidades como Curitiba, Florianópolis, Nova York, Rio de Janeiro, São Paulo e outros temas.
Tela Inicial
Navegação
Responsável:O banco de imagens Fotografias Aéreas foi criado por Cássio Vasconcellos, fotógrafo especializado em fotos aéreas e com mais de 30 anos de experiência e 700 horas fazendo imagens aéreas, para que empresas, agências, estúdios e profissionais de qualquer porte pudessem ter acesso a fotos de qualidade de forma fácil.
Seu grande domínio no gênero se dá por diversos motivos: a experiência na fotografia, o uso de equipamento especializado (estabilizador giroscópico, para anular as vibrações do vôo) e por ser ele próprio piloto comercial de helicópteros, conhecendo os aparelhos e suas possibilidades para cada vôo de foto.
Síntese: Trata-se de um dos maiores acervos de fotos aéreas do Brasil, que inclui fotografias de praias em quase todo o litoral brasileiro, estradas, construções, agronegócios, natureza e cidades como Curitiba, Florianópolis, Nova York, Rio de Janeiro, São Paulo e outros temas.
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segunda-feira, 28 de novembro de 2016
Mapa da Cidade / São Paulo Antiga
Navegação: O usuário seleciona um ponto marcado no mapa e tem acesso a fotos e informações sobre o local, em geral relacionado à história da cidade.
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
Mapa da Educação
Link: Rede de Ensino
Órgão Responsável:
Secretaria da Educação do Governo do Estado de São Paulo
Síntese:
O Mapa da Educação é uma plataforma colaborativa e georreferenciada com instituições de todo o estado de São Paulo. A ideia é que todas as unidades estaduais, municipais e particulares estejam corretamente identificadas com nome e endereço para renovar e facilitar a busca.
Tela Inicial (clique na figura para ampliá-la)
Navegação (clique na figura para ampliá-la)
Glossário
1. Rede Estadual- SE
Conjunto de escolas criadas, mantidas e administradas pela Secretaria de Estado da Educação.
As escolas estaduais podem ser:
• CEEJA - Centro Estadual de Educação de Jovens e Adultos
• CEL- Centro de Estudo de Línguas
• Classe Hospitalar
• EEI - Escola de Educação Indígena
• CIP- Centro de Internação Provisória
• Classe Penitenciária
• Quilombo
• CI- Centro de Internação.
• Área de Assentamento
• EAC- Escola de Atividade Complementar
• EE – Escola Estadual de Ensino regular
2. Outras Secretarias
Conjunto de Escolas de Educação Básica vinculadas à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação e administradas pelas Universidades Estaduais – USP, UNICAMP, UNESP e Centro Estadual de Educação Tecnológica “Paula Souza”.
As escolas de outras secretarias podem ser:
• CCI – Centro de Convivência Infantil
• CEFOR-Saúde – Centro Formador de Pessoal para Saúde de São Paulo
• CPS – Centro Paula Souza
• UNESP – Universidade Estadual Paulista
• UNICAMP – Universidade de Campinas
• USP – Universidade de São Paulo
3. Rede Municipal
Conjunto de Escolas de Educação Básica mantidas e administradas pelo poder público local.
As escolas municipais podem ser:
• CCI – centro de Convivência Infantil
• EEI - Escola de Educação Indígena
• Quilombo
• Área de Assentamento
• EAD – Educação à Distância
• EJA Preparatório – Educação de Jovens e Adultos - Curso Preparatório
• EAC- Escola de Atividade Complementar
• CIEJA – Centro Integrado de Educação de Jovens e Adultos
• Classe hospitalar
4. Rede Federal
Escolas mantidas e administradas pela União/ poder público federal no Estado de São Paulo.
As escolas federais podem ser: • CCI – centro de Convivência Infantil
• EAD – Educação à Distância
5. Rede Particular
Conjunto de estabelecimentos de ensino que se enquadra na categoria escola privada, diferenciando-se quanto à categoria e mantenedor de escola privada.
As escolas particulares podem ser:
• APAE – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais
• SENAC – Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial
• SENAI – Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial
• SESI – Serviço Social da Indústria
• EJA – Educação de Jovens e Adultos
• EAC- Escola de Atividade Complementar
• Privada Confessional
• Privada Filantrópica
• Privada Comunitária
• EAD- Educação à Distância
Órgão Responsável:
Secretaria da Educação do Governo do Estado de São Paulo
Síntese:
O Mapa da Educação é uma plataforma colaborativa e georreferenciada com instituições de todo o estado de São Paulo. A ideia é que todas as unidades estaduais, municipais e particulares estejam corretamente identificadas com nome e endereço para renovar e facilitar a busca.
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Glossário
1. Rede Estadual- SE
Conjunto de escolas criadas, mantidas e administradas pela Secretaria de Estado da Educação.
As escolas estaduais podem ser:
• CEEJA - Centro Estadual de Educação de Jovens e Adultos
• CEL- Centro de Estudo de Línguas
• Classe Hospitalar
• EEI - Escola de Educação Indígena
• CIP- Centro de Internação Provisória
• Classe Penitenciária
• Quilombo
• CI- Centro de Internação.
• Área de Assentamento
• EAC- Escola de Atividade Complementar
• EE – Escola Estadual de Ensino regular
2. Outras Secretarias
Conjunto de Escolas de Educação Básica vinculadas à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação e administradas pelas Universidades Estaduais – USP, UNICAMP, UNESP e Centro Estadual de Educação Tecnológica “Paula Souza”.
As escolas de outras secretarias podem ser:
• CCI – Centro de Convivência Infantil
• CEFOR-Saúde – Centro Formador de Pessoal para Saúde de São Paulo
• CPS – Centro Paula Souza
• UNESP – Universidade Estadual Paulista
• UNICAMP – Universidade de Campinas
• USP – Universidade de São Paulo
3. Rede Municipal
Conjunto de Escolas de Educação Básica mantidas e administradas pelo poder público local.
As escolas municipais podem ser:
• CCI – centro de Convivência Infantil
• EEI - Escola de Educação Indígena
• Quilombo
• Área de Assentamento
• EAD – Educação à Distância
• EJA Preparatório – Educação de Jovens e Adultos - Curso Preparatório
• EAC- Escola de Atividade Complementar
• CIEJA – Centro Integrado de Educação de Jovens e Adultos
• Classe hospitalar
4. Rede Federal
Escolas mantidas e administradas pela União/ poder público federal no Estado de São Paulo.
As escolas federais podem ser: • CCI – centro de Convivência Infantil
• EAD – Educação à Distância
5. Rede Particular
Conjunto de estabelecimentos de ensino que se enquadra na categoria escola privada, diferenciando-se quanto à categoria e mantenedor de escola privada.
As escolas particulares podem ser:
• APAE – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais
• SENAC – Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial
• SENAI – Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial
• SESI – Serviço Social da Indústria
• EJA – Educação de Jovens e Adultos
• EAC- Escola de Atividade Complementar
• Privada Confessional
• Privada Filantrópica
• Privada Comunitária
• EAD- Educação à Distância
quinta-feira, 10 de novembro de 2016
Revisão da Lei de Zoneamento
Link: http://www.camara.sp.gov.br/zoneamento/mapa-interativo/
Órgão Responsável:
Câmara Municipal de São Paulo
Síntese:
O Projeto de Lei (PL 272/2015) é uma revisão da Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo, também chamada de Lei de Zoneamento. Ele reúne o conjunto de regras que vão definir as atividades que podem ser instaladas nos diferentes locais da cidade. Nele estão definidos os pontos permitidos para a instalação de uma loja, cabeleireiro ou pizzaria, bem como onde poderão ser construídas residências, prédios industriais, ou ficarão praças e áreas verdes da cidade. Inspirado no direito à cidade, o projeto tem o objetivo central de promover uma cidade cada vez mais organizada, consolidando o binômio desenvolvimento e qualidade de vida.
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Órgão Responsável:
Câmara Municipal de São Paulo
Síntese:
O Projeto de Lei (PL 272/2015) é uma revisão da Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo, também chamada de Lei de Zoneamento. Ele reúne o conjunto de regras que vão definir as atividades que podem ser instaladas nos diferentes locais da cidade. Nele estão definidos os pontos permitidos para a instalação de uma loja, cabeleireiro ou pizzaria, bem como onde poderão ser construídas residências, prédios industriais, ou ficarão praças e áreas verdes da cidade. Inspirado no direito à cidade, o projeto tem o objetivo central de promover uma cidade cada vez mais organizada, consolidando o binômio desenvolvimento e qualidade de vida.
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quarta-feira, 9 de novembro de 2016
INMET - Instituto Nacional de Meteorologia
Link: http://www.inmet.gov.br/portal/
Órgão Responsável:
A missão do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, é prover informações meteorológicas à sociedade brasileira e influir construtivamente no processo de tomada de decisão, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do País. Esta missão é alcançada por meio de monitoramento, análise e previsão de tempo e de clima, que se fundamentam em pesquisa aplicada, trabalho em parceria e compartilhamento do conhecimento, com ênfase em resultados práticos e confiáveis.
Síntese:
O Sistema de Coleta e Distribuição de Dados Meteorológicos do Instituto (temperatura, umidade relativa do ar, direção e velocidade do vento, pressão atmosférica, precipitação, entre outras variáveis) é dotado de estações de sondagem de ar superior (radiossonda); estações meteorológicas de superfície, operadas manualmente; e a maior rede de estações automáticas da América do Sul.
A rede de estações meteorológicas automáticas utiliza o que há de mais moderno internacionalmente. Os dados coletados por essa rede são disseminados, de forma democrática e gratuita, em tempo real, na página http://www.inmet.gov.br, e têm aplicação em todos os setores da economia, de modo especial no agropecuário e em apoio à Defesa Civil.
O Banco de Dados Meteorológicos do INMET já incorporou, em forma digital, em seu acervo, informações diárias coletadas desde 1961. Encontra-se em plena atividade um Projeto de Recuperação Digital de Dados Históricos que agregará à base de dados meteorológicos aproximadamente 12 milhões de documentos – patrimônio do clima observado desde tempos do Império (antes de 1900).
Modelos físico-matemáticos, de última geração e alta resolução, processados em supercomputadores, simulam o comportamento futuro da atmosfera e permitem que os meteorologistas façam previsão de tempo com dias de antecedência, dentro de padrões internacionais. Imagens obtidas por satélites também são ferramentas utilizadas na previsão e no monitoramento de tempo.
O INMET possui uma Biblioteca Nacional de Meteorologia com acervo de cerca de 20 mil volumes sobre meteorologia e áreas afins, incluindo obras raras do antigo Imperial Observatório (posteriormente Observatório Nacional), obras técnicas, livros, periódicos, revistas, boletins e publicações técnicas da OMM. A Biblioteca está disponível para consulta pública de meteorologistas, técnicos e estudantes.
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Meteograma (clique na figura para ampliá-la)
Navegação - Dados Meteorológicos (clique na figura para ampliá-la)
Órgão Responsável:
A missão do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, é prover informações meteorológicas à sociedade brasileira e influir construtivamente no processo de tomada de decisão, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do País. Esta missão é alcançada por meio de monitoramento, análise e previsão de tempo e de clima, que se fundamentam em pesquisa aplicada, trabalho em parceria e compartilhamento do conhecimento, com ênfase em resultados práticos e confiáveis.
Síntese:
O Sistema de Coleta e Distribuição de Dados Meteorológicos do Instituto (temperatura, umidade relativa do ar, direção e velocidade do vento, pressão atmosférica, precipitação, entre outras variáveis) é dotado de estações de sondagem de ar superior (radiossonda); estações meteorológicas de superfície, operadas manualmente; e a maior rede de estações automáticas da América do Sul.
A rede de estações meteorológicas automáticas utiliza o que há de mais moderno internacionalmente. Os dados coletados por essa rede são disseminados, de forma democrática e gratuita, em tempo real, na página http://www.inmet.gov.br, e têm aplicação em todos os setores da economia, de modo especial no agropecuário e em apoio à Defesa Civil.
O Banco de Dados Meteorológicos do INMET já incorporou, em forma digital, em seu acervo, informações diárias coletadas desde 1961. Encontra-se em plena atividade um Projeto de Recuperação Digital de Dados Históricos que agregará à base de dados meteorológicos aproximadamente 12 milhões de documentos – patrimônio do clima observado desde tempos do Império (antes de 1900).
Modelos físico-matemáticos, de última geração e alta resolução, processados em supercomputadores, simulam o comportamento futuro da atmosfera e permitem que os meteorologistas façam previsão de tempo com dias de antecedência, dentro de padrões internacionais. Imagens obtidas por satélites também são ferramentas utilizadas na previsão e no monitoramento de tempo.
O INMET possui uma Biblioteca Nacional de Meteorologia com acervo de cerca de 20 mil volumes sobre meteorologia e áreas afins, incluindo obras raras do antigo Imperial Observatório (posteriormente Observatório Nacional), obras técnicas, livros, periódicos, revistas, boletins e publicações técnicas da OMM. A Biblioteca está disponível para consulta pública de meteorologistas, técnicos e estudantes.
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