link: https://www.observatorioderemocoes.fau.usp.br/mapeamento-participativo/map.html
tela inicial:
órgão responsável: O Observatório de Remoções é um grupo de pesquisa-ação da FAU/USP e da UFABC que tem por objetivo monitorar e desenvolver ações colaborativas com territórios ameaçados de remoções que desrespeitam as condições de moradia digna nos municípios de São Paulo e do ABC.
Navegação:
Sistemas de Informações Geográficas (GIS) de Ongs, Empresas Privadas e do Governo relacionados a Saneamento, Meio Ambiente, Mapa Urbano Básico, Infra-Estrutura Urbana, Hidrografia, Demografia, etc...
Todos os dados já estão compartilhados publicamente em outros canais, de modo que este espaço não contém nenhuma informação com restrições de confidencialidade.
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terça-feira, 20 de fevereiro de 2018
quinta-feira, 26 de janeiro de 2017
Informações dos Municípios Paulistas - IMP (FUNDAÇÃO SEADE)
link: http://www.imp.seade.gov.br/frontend/#/
Órgão Responsável: SEADE - Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados
Síntese: O IMP – ‘Informações dos Municípios Paulistas’ é um sistema de consulta a dados referentes aos 645 municípios, 16 Regiões Administrativas, 42 Regiões de Governo, duas Aglomerações Urbanas, seis Regiões Metropolitanas e ao total do Estado de São Paulo, além dos 96 distritos da capital paulista.
Trata-se do maior acervo de informações sobre a realidade socioeconômica do Estado de São Paulo, reunindo dados, desde 1980, resultantes de registros administrativos ou de pesquisas primárias realizadas por outras instituições ou pela própria Fundação Seade, que os coleta, trata e armazena. O período abrange diversas mudanças na divisão política do Estado, como pode ser constatado abaixo:
Municípios existentes
• 571, até 1982
• 572, de 1983 a 1992
• 625, de 1993 a 1997
• 645, a partir de 1997
Regiões Administrativas existentes
• 11, até 1982
• 12, de 1982 a 1983
• 13, de 1983 a 1990
• 15, de 1990 a 2014
• 16, a partir de 2014
Regiões de Governo existentes
• 48, até 1983
• 50, de 1983 a 1984
• 42, a partir de 1984
Aglomerações Urbanas existentes
• uma, até 2012
• duas, a partir de 2012
Regiões Metropolitanas existentes
• uma, até 1996
• duas, de 1996 a 2000
• três, de 2000 a 2012
• quatro, de 2012 a 2014
• cinco, a partir de 2014
• seis, a partir de 2016
Distritos da Capital existentes
• 8, até 1985
• 10, de 1985 a 1991
• 96, a partir de 1991
Tela Inicial
Temas
Órgão Responsável: SEADE - Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados
Síntese: O IMP – ‘Informações dos Municípios Paulistas’ é um sistema de consulta a dados referentes aos 645 municípios, 16 Regiões Administrativas, 42 Regiões de Governo, duas Aglomerações Urbanas, seis Regiões Metropolitanas e ao total do Estado de São Paulo, além dos 96 distritos da capital paulista.
Trata-se do maior acervo de informações sobre a realidade socioeconômica do Estado de São Paulo, reunindo dados, desde 1980, resultantes de registros administrativos ou de pesquisas primárias realizadas por outras instituições ou pela própria Fundação Seade, que os coleta, trata e armazena. O período abrange diversas mudanças na divisão política do Estado, como pode ser constatado abaixo:
Municípios existentes
• 571, até 1982
• 572, de 1983 a 1992
• 625, de 1993 a 1997
• 645, a partir de 1997
Regiões Administrativas existentes
• 11, até 1982
• 12, de 1982 a 1983
• 13, de 1983 a 1990
• 15, de 1990 a 2014
• 16, a partir de 2014
Regiões de Governo existentes
• 48, até 1983
• 50, de 1983 a 1984
• 42, a partir de 1984
Aglomerações Urbanas existentes
• uma, até 2012
• duas, a partir de 2012
Regiões Metropolitanas existentes
• uma, até 1996
• duas, de 1996 a 2000
• três, de 2000 a 2012
• quatro, de 2012 a 2014
• cinco, a partir de 2014
• seis, a partir de 2016
Distritos da Capital existentes
• 8, até 1985
• 10, de 1985 a 1991
• 96, a partir de 1991
Tela Inicial
Temas
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
Habita Sampa
link: http://mapa.habitasampa.inf.br/
órgão responsável: Secretaria Municipal de Habitação da Prefeitura do Município de São Paulo
síntese:
O habitaSAMPA é uma ferramenta dedicada a publicação de mapas através da internet e é utilizada para a integração e o compartilhamento das informações relativas à habitação no município de São Paulo.
A plataforma de base é o Mapguide Open Source - uma aplicação de código aberto desenvolvida pela OSGEO (Open Source Geospatial Foundation) sobre a plataforma AIMS (Autodesk Infraestruture Map Server) da própria empresa Autodesk.
A aplicação habitaSAMPA utiliza a base do Google Maps, podendo-se alternar entre as imagens (Satélite, Híbrido e Terreno), bem como as imagens do solo com o Google Street View, além da pesquisa por endereços com base no Google Maps
tela inicial:
camadas:
Limites Administrativos
Distrito
Regional Habitação
Subprefeitura
Assentamentos Precários
Loteamentos Irregulares
Áreas Particulares
Renda de 0 a 6 SM
Renda maior que 6 SM
Favela e Núcleo
Favela - Nome
Favela
Núcleo
Cortiço
Cortiço
Produção Habitacional
Locação Social
Conjunto Habitacional
SEHAB
COHAB
Censo Demográfico
Aglomerado Subnormal - 2010
Sistema Viário
Logradouro
Quadra viária
Cadastro Fiscal
Setor
Quadra
Código
Quadra Predial
Equipamentos
Saúde - municipal
Educação - Federal e Particular
FEDERAL
PARTICULAR
Educação Municipal e Estadual
Estadual
Municipal
Geomorfologia
Altimetria
Curvas de Nível - Intermediárias
Curvas de Nível - Mestras
Hidrografia
Rios e córregos
Risco e Uso do Solo
Áreas de Risco Geológico-IPT
Sem informação
Escorregamento
Escorregamento/Solapamento
Solapamento
PDE Lei 16.050/2014
LPUOS Lei 16.402/2016
PDE Revogado 13.885/2004
Zona Especial de Interesse Social
ZEIS 1-Ocupação de baixa renda
ZEIS 2-Terreno vazio ou subutilizado
ZEIS 3-Área subutilizada com infraestrutura
ZEIS 4- Área de proteção
órgão responsável: Secretaria Municipal de Habitação da Prefeitura do Município de São Paulo
síntese:
O habitaSAMPA é uma ferramenta dedicada a publicação de mapas através da internet e é utilizada para a integração e o compartilhamento das informações relativas à habitação no município de São Paulo.
A plataforma de base é o Mapguide Open Source - uma aplicação de código aberto desenvolvida pela OSGEO (Open Source Geospatial Foundation) sobre a plataforma AIMS (Autodesk Infraestruture Map Server) da própria empresa Autodesk.
A aplicação habitaSAMPA utiliza a base do Google Maps, podendo-se alternar entre as imagens (Satélite, Híbrido e Terreno), bem como as imagens do solo com o Google Street View, além da pesquisa por endereços com base no Google Maps
tela inicial:
camadas:
Limites Administrativos
Distrito
Regional Habitação
Subprefeitura
Assentamentos Precários
Loteamentos Irregulares
Áreas Particulares
Renda de 0 a 6 SM
Renda maior que 6 SM
Favela e Núcleo
Favela - Nome
Favela
Núcleo
Cortiço
Cortiço
Produção Habitacional
Locação Social
Conjunto Habitacional
SEHAB
COHAB
Censo Demográfico
Aglomerado Subnormal - 2010
Sistema Viário
Logradouro
Quadra viária
Cadastro Fiscal
Setor
Quadra
Código
Quadra Predial
Equipamentos
Saúde - municipal
Educação - Federal e Particular
FEDERAL
PARTICULAR
Educação Municipal e Estadual
Estadual
Municipal
Geomorfologia
Altimetria
Curvas de Nível - Intermediárias
Curvas de Nível - Mestras
Hidrografia
Rios e córregos
Risco e Uso do Solo
Áreas de Risco Geológico-IPT
Sem informação
Escorregamento
Escorregamento/Solapamento
Solapamento
PDE Lei 16.050/2014
LPUOS Lei 16.402/2016
PDE Revogado 13.885/2004
Zona Especial de Interesse Social
ZEIS 1-Ocupação de baixa renda
ZEIS 2-Terreno vazio ou subutilizado
ZEIS 3-Área subutilizada com infraestrutura
ZEIS 4- Área de proteção
terça-feira, 12 de julho de 2016
GeoExplorer (SIHISB)
link: http://sihisb.saobernardo.sp.gov.br/geoexplorer/composer/
órgão responsável:O Sihisb - Sistema de Informação de Habitação de Interesse Social de São Bernardo do Campo, criado em 2012, é fruto da cooperação técnica firmada entre as prefeituras de São Paulo e de São Bernardo, com o apoio da Aliança de Cidades-Brasil.
O Sihisb permite ainda inserção e consulta sobre assentamentos precários e ou irregulares, auxilia na tomada de decisão em políticas públicas e democratiza a informação sobre a política habitacional no município.
síntese: O Sihisb - Sistema de Informação de Habitação de Interesse Social de São Bernardo do Campo reúne dados on-line sobre habitação de interesse social, com capacidade para armazenar e processar informações alfanuméricas e geográficas.
tela inicial:
camadas:
1. GOOGLE
2. ASSENTAMENTOS
Empreendimentos
- Urbanização integrada e regularizada
- Produção habitacional
- Produção habitacional - MCMV
Nomes de Assentamentos
Tipo de assentamento
- Favela
- Favela urbanizada
- Favela urbanizada parcialmente
- Loteamento irregular
- Conjunto habitacional irregular
Tipologia
- Tipo 1 : assentamentos caracterizados pelo nível satisfatório de consolidação, com infraestrutura básica e habitações adequadas
- Tipo 2 : assentamentos parcialmente consolidados, mas que demandam execução ou complementação de alguns serviços de infraestrutura e podem ainda abrigar habitações inadequadas.
- Tipo 3 : assentamentos não consolidados, caracterizados pela carência de infraestrutura, traçado regular, baixa ou média densidade e/ou não apresentam a necessidade de execução de obras complexas de infraestrutura urbana, consolidação geotécnica ou de drenagem urbana. Abrigam habitações inadequadas, mas passíveis de adequação. Apresentam baixo índice de necessidade de remoções (até 5%).
- Tipo 4 : assentamentos precários, mas passíveis de consolidação, caracterizados pela carência de infraestrutura, traçado irregular, alta densidade e/ou apresentam a necessidade de execução de obras complexas de infraestrutura urbana, consolidação geotécnica ou de drenagem urbana. Essa tipologia envolve também habitações inadequadas e a necessidade de promover remoções, a exemplo do que ocorre nos núcleos de Vila Vanguarda, Montanhão, Vila Sabesp e Jardim Silvina Audi.
- Tipo 5 : assentamentos não consolidáveis, onde incidem restrições de natureza jurídica ou física-ambiental que impedem sua consolidação onde estão implantados e impõem a remoção total do assentamento por meio da realocação das famílias em outro terreno.
- Tipo 6 : Conjuntos Habitacionais Irregulares promovidos pelo Poder Público, com procedimentos de aprovação e licenciamento concluídos ou em curso, e com bom nível de consolidação e infraestrutura. Nestas áreas, a intervenção de regularização não depende de nenhum volume de investimento em obras ou depende de pequenas intervenções do poder público.
Clique na figura para expandí-la: Gravame judicial
- Sim
- Não
3. CARTOGRAFIA
Bairros
Regiões OP
Represa
Limite municipal
Bacias
- Tamanduateí
- Pinheiros
- Baixada Santista
Mananciais
órgão responsável:O Sihisb - Sistema de Informação de Habitação de Interesse Social de São Bernardo do Campo, criado em 2012, é fruto da cooperação técnica firmada entre as prefeituras de São Paulo e de São Bernardo, com o apoio da Aliança de Cidades-Brasil.
O Sihisb permite ainda inserção e consulta sobre assentamentos precários e ou irregulares, auxilia na tomada de decisão em políticas públicas e democratiza a informação sobre a política habitacional no município.
síntese: O Sihisb - Sistema de Informação de Habitação de Interesse Social de São Bernardo do Campo reúne dados on-line sobre habitação de interesse social, com capacidade para armazenar e processar informações alfanuméricas e geográficas.
tela inicial:
camadas:
1. GOOGLE
2. ASSENTAMENTOS
Empreendimentos
- Urbanização integrada e regularizada
- Produção habitacional
- Produção habitacional - MCMV
Nomes de Assentamentos
Tipo de assentamento
- Favela
- Favela urbanizada
- Favela urbanizada parcialmente
- Loteamento irregular
- Conjunto habitacional irregular
Tipologia
- Tipo 1 : assentamentos caracterizados pelo nível satisfatório de consolidação, com infraestrutura básica e habitações adequadas
- Tipo 2 : assentamentos parcialmente consolidados, mas que demandam execução ou complementação de alguns serviços de infraestrutura e podem ainda abrigar habitações inadequadas.
- Tipo 3 : assentamentos não consolidados, caracterizados pela carência de infraestrutura, traçado regular, baixa ou média densidade e/ou não apresentam a necessidade de execução de obras complexas de infraestrutura urbana, consolidação geotécnica ou de drenagem urbana. Abrigam habitações inadequadas, mas passíveis de adequação. Apresentam baixo índice de necessidade de remoções (até 5%).
- Tipo 4 : assentamentos precários, mas passíveis de consolidação, caracterizados pela carência de infraestrutura, traçado irregular, alta densidade e/ou apresentam a necessidade de execução de obras complexas de infraestrutura urbana, consolidação geotécnica ou de drenagem urbana. Essa tipologia envolve também habitações inadequadas e a necessidade de promover remoções, a exemplo do que ocorre nos núcleos de Vila Vanguarda, Montanhão, Vila Sabesp e Jardim Silvina Audi.
- Tipo 5 : assentamentos não consolidáveis, onde incidem restrições de natureza jurídica ou física-ambiental que impedem sua consolidação onde estão implantados e impõem a remoção total do assentamento por meio da realocação das famílias em outro terreno.
- Tipo 6 : Conjuntos Habitacionais Irregulares promovidos pelo Poder Público, com procedimentos de aprovação e licenciamento concluídos ou em curso, e com bom nível de consolidação e infraestrutura. Nestas áreas, a intervenção de regularização não depende de nenhum volume de investimento em obras ou depende de pequenas intervenções do poder público.
Clique na figura para expandí-la: Gravame judicial
- Sim
- Não
3. CARTOGRAFIA
Bairros
Regiões OP
Represa
Limite municipal
Bacias
- Tamanduateí
- Pinheiros
- Baixada Santista
Mananciais
Mapa Habisp
link: http://mapab.habisp.inf.br/?
órgão responsável: A Companhia Metropolitana de Habitação de São Paulo – COHAB-SP foi criada em 1965 com a finalidade de favorecer o acesso à habitação digna à população de menor renda, obedecendo às normas e critérios estabelecidos pelo Governo Municipal e pela legislação federal. O Mapa faz parte do Habisp.plus, o Sistema de Informações para Habitação Social na Cidade de São Paulo.
síntese:
HABISP.plus (conceitos)
FAVELAS: espaços habitados precários, com moradias autoconstruídas, formadas a partir da ocupação de terrenos públicos ou particulares. Caracterizam-se pelos baixos índices de infraestrutura, ausência de serviços públicos e população de baixa renda.
CORTIÇOS: moradia coletiva multifamiliar, constituída por uma ou mais edificações em um mesmo lote urbano, subdividida em vários cômodos alugados, subalugados ou cedidos a qualquer título.
NÚCLEOS URBANIZADOS: são favelas que já possuem infraestrutura de água, esgoto, iluminação pública, drenagem e coleta de lixo.
LOTEAMENTOS IRREGULARES: são lotes que não podem ser regularizados por não atender às legislações de parcelamento e uso do solo. Apesar de o morador ser adquirente, não tem garantida a posse do imóvel. Soma-se a essa irregularidade a moradia autoconstruída e os baixos níveis de renda das famílias.
tela inicial:
camadas (fixas e não-fixas):
1. Camadas Fixas
Cortiços
Núcleos
Favelas
Loteamentos
Empreendimentos
2. Camadas Não-Fixas (Adicionáveis)
Favelas
Favela excluída
Temas de favelas
Área Presente em Zeis (%) - Favela
Instâncias de Propriedades - Favelas
Propriedades - Favelas
Quantificação de Domicílios - Favelas
Renda Média do Chefe da família - Favelas
Núcleos
Núcleo excluído
Temas de núcleos
Área Presente em Zeis (%) - Núcleo
Instâncias de Propriedades - Núcleo
Propriedades de terrenos - Núcleo
Quantificação de Domicílios - Núcleo
Renda Média do Chefe da família - Núcleo
Loteamentos Irregulares
Loteamento excluído
Temas de loteamentos
Área Presente em Zeis (%) - Loteamento
Quantificação de Domicílios - Loteamento
Renda Média do Chefe da família - Loteamento
Cortiços
Cortiço excluído
Alojamentos Provisórios
Alojamento Provisório
Empreendimentos Habitacionais
Empreendimento excluído
Índice e Componentes de Priorização
Priorização Favelas
Abastecimento de Água (%) - Favelas
Coleta de Lixo (%) - Favelas
Condição de Ocupação - Favelas
Drenagem Pluvial (%) - Favelas
Iluminação Pública (%) - Favelas
Índice de Esgotamento (%) - Favelas
Índice de Priorização - Favelas
Índice de Risco - Favelas
Índice de Saúde - Favelas
Índice de Urbanização (%) - Favelas
Índice de Vulnerabilidade Social - Favelas
Rede Elétrica (%) - Favelas
Vias Pavimentadas (%) - Favelas
Priorização Núcleos
Abastecimento de Água (%) - Núcleos
Coleta de Lixo (%) - Núcleos
Condição de Ocupação - Núcleos
Drenagem Pluvial (%) - Núcleos
Iluminação Pública (%) - Núcleos
Índice de Esgotamento (%) - Núcleos
Índice de Priorização - Núcleos
Índice de Risco - Núcleos
Índice de Saúde - Núcleos
Índice de Urbanização (%) - Núcleos
Índice de Vulnerabilidade Social - Núcleos
Rede Elétrica (%) - Núcleos
Vias Pavimentadas (%) - Núcleos
Priorização Loteamentos
Abastecimento de Água (%) - Loteamentos
Coleta de Lixo (%) - Loteamentos
Condição de Ocupação - Loteamentos
Drenagem Pluvial (%) - Loteamentos
Iluminação Pública (%) - Loteamentos
Índice de Esgotamento (%) - Loteamentos
Índice de Priorização - Loteamentos
Índice de Risco - Loteamentos
Índice de Saúde - Loteamentos
Índice de Urbanização (%) - Loteamentos
Índice de Vulnerabilidade Social - Loteamentos
Rede Elétrica (%) - Loteamentos
Vias Pavimentadas (%) - Loteamentos
Demanda COHAB
Destino da demanda
Origem da demanda
Trajeto da demanda
Assentamentos
Assentamento
Assentamento excluído
Perímetros de Habitação fevereiro/2010
Assentamento - congelado
Favelas - congelado
Loteamentos - congelado
Núcleos - congelado
Bases Cartográficas
Edificações notáveis
Divisão Administrativa
Distritos
Município de São Paulo
Municípios da RMSP
Regionais da Habitação
Regionais da Habitação - Mananciais
Subprefeituras
Hidrografia
Bacias Hidrográficas - Cidade de São Paulo
Hidrografia - SVMA
Hidrografia da RMSP - Perímetro dos Principais Rios
Hidrografia da RMSP - Poligono dos Principais Rios
Lagos
Mananciais
Margem de Rio
Micro Bacias - RMSP
Represas
Rios e Córregos Principais
Rios e Córregos Secundários
Relevo
Curvas de Nível
Ikonos
Curva Ikonos 10m
Curva Ikonos 25m
Curva Ikonos 50m
Curva Ikonos 5m
Sabesp
Curva Sabesp 10m
Curva Sabesp 25m
Curva Sabesp 50m
Curva Sabesp 5m
Curvas de nível Sabesp
Legislação
APA - Área de Proteção Ambiental
Área non-aedificandi - 15 metros
Área non-aedificandi - 30 metros
Macrozona de Proteção Ambiental
Parques e Unidades de Conservação
ZEIS Proposta
ZEIS Vigente
ZEPAM - Zona Especial de Preservação Ambiental
Temas de Legislação
Uso e Ocupação do Solo
Sistema Viário,Quadras e Áreas públicas
Jardins
Logradouro Geolog
Praças e Áreas Públicas
Quadra da Sabesp
Sistema Viário
Transporte
Linha do Metrô - Construção
Linha do Metrô - Operação
Linha do Metrô - Projeto
Linha férrea
Fontes de Energia
Gasoduto
Oleoduto
Equipamentos Sociais
Assistência Social
Cemitérios
Cultura e Turísmo
Educação
Esporte
Saúde
Serviço Funerário
Índices e Indicadores
IPVS - setores censitários
Risco de solapamento e escorregamento
Atendimentos Habitacionais
Urbanização de Favelas
Regularização Fundiária de Áreas Públicas
Acessos Principal
Áreas Reservadas
Parcelamentos
Perímetros Fase 1
Perímetros Fase 2
Restituições Aerofotogramétricas
Viários
Obras
Perímetros de Obras
Temas de Obras(antigo)
Percentual executado-Obras(antigo)
Situação-Obras(antigo)
Tema de Obras
Obras
Obras2
Projetos
Projetos
Projetos Excluídos
Remoção por incêndio
Rocinha Paulistana
Saneamento
Sub-Bacias de esgotamento Sanitário
Sub-Bacias de Esgotamento Sanitário
Índice e Componentes de Priorização
Índice de Esgoto - Sub-Bacias
Índice de Priorização - Sub-Bacias
Índice de Risco de Solapamento - Sub-Bacias
Índice de Saneamento - Sub-Bacias
Índice de Saúde - Sub-Bacias
Índice de Urbanização - Sub-Bacias
Índice de Vulnerabilidade - Sub-Bacias
Ligações Domiciliares
Água
Água - 2009
Água e Esgoto
Água e Esgoto - 2009
Esgoto
Esgoto - 2009
Rede de Esgoto
Esgoto - Coletor Tronco
Esgoto - Coletor Tronco-2009
Esgoto - Emissário
Esgoto - Emissário - 2009
Esgoto - Extravasor
Esgoto - Extravasor - 2009
Esgoto - Interceptor
Esgoto - Interceptor - 2009
Esgoto - Rede Coletora
Esgoto - Rede Coletora - 2009
Esgoto - Sem Denominação
Esgoto - Sem Denominação - 2009
Rede de Água
Água - Adutora
Água - Primária
Água - Primária-2009
Água - Reuso
Água - Reuso - 2009
Água - Secundária
Água - Secundária - 2009
Água - Sem Denominação
Água - Sem Denominação - 2009
Pesquisas
Censo - setores revisados CEM
Setores Censitários do CEM
Temas para setores revisados CEM
Domicílios - Abastecimento de Água
Domicílios - Condição de Ocupação
Domicílios - Destino do lixo coletado
Pessoas residentes por idade
Pessoas responsáveis segundo a renda mensal
Pessoas responsáveis segundo o sexo
IBGE 2000 - setores censitários
IBGE 2000 - setores censitários
Mapas de Selagem e Pesquisas Sociais
Domicílios - Chefes de família - escolaridade
Domicílios - Chefes de família - sexo
Domicílios - Chefes de familia - situação ocupacional
Domicílios - Deficientes por domicílio
Domicílios - Padrão Construtivo
Domicílios - Renda Domiciliar
Domicílios - Selagem dos Domicílios
Paraisópolis-Valor Venal
Paraisópolis-Valor Venal x Dívida
Pesquisa SEADE
Desenho das Construções em Favelas
Desenho das Construções em Loteamentos
Desenho das Construções em Núcleos Urbanizados
Setores Pesq. Favelas-área m²
Setores Pesq. Favelas-n° de dom
Setores Pesq. Loteamentos-área m²
Setores Pesq. Loteamentos-n° de dom
Setores Pesq. Núcleos-área m²
Setores Pesq. Núcleos-n° de dom
Setores Pesquisados em Favelas
Setores Pesquisados em Loteamentos
Setores Pesquisados em Núcleos Urbanizados
Universo de Pesquisa em Favelas
Universo de Pesquisa em Loteamentos
universo de Pesquisa em Núcleos Urbanizados
Camadas Base
Imagens
Aérea 1995
Aérea 2003
Aérea 2007
Relevo 2002
Relevo 2002 - Z=1
Satélite 2002
Cartografia
Opaca
Transparente
Ações
Parques Lineares
Perímetros de ações integradas
Perímetros de ações integradas excluídos
Sub-bacias prioritárias-Corrego limpo
Terrenos Vazios
Terrenos Vazios excluídos
Operação Urbana Consolidada
OUC - Operação Urbana Consorciada
OUC - Rio Verde/Jacu
Plano Integrado Regional - SABESP
Água
Adutora
Elevatória
Estação de tratamento - água
Reservatório Setorial
Obra a Executar
Adutora - obra
Elevatória/Booster - obra
Rede de distribuição - obra
Reservatório - obra
Esgoto
Área de Influência Sist. Tratamento
Coletor Tronco
Estação de Tratamento
Construções e Domicílios
Construções
Quadras
Setor censitário
Vulnerabilidade
Risco de inundação-2003
Risco de inundação-2004
Risco Geotécnico
Área de risco
Setor de risco - Grau
Setor de risco - Tipo
Setor de risco excluído
Camadas em Teste
Favela-simbolo variavel
Loteamento-simbolo variavel
Núcleo-simbolo variavel
Histórico
Cortiços-oracle
Empreendimentos - Cohab-oracle
Empreendimentos - Habi-oracle
Empreendimentos COHAB (Antigo)
Favelas-oracle
Loteamentos-oracle
Nucleos-oracle
órgão responsável: A Companhia Metropolitana de Habitação de São Paulo – COHAB-SP foi criada em 1965 com a finalidade de favorecer o acesso à habitação digna à população de menor renda, obedecendo às normas e critérios estabelecidos pelo Governo Municipal e pela legislação federal. O Mapa faz parte do Habisp.plus, o Sistema de Informações para Habitação Social na Cidade de São Paulo.
síntese:
HABISP.plus (conceitos)
FAVELAS: espaços habitados precários, com moradias autoconstruídas, formadas a partir da ocupação de terrenos públicos ou particulares. Caracterizam-se pelos baixos índices de infraestrutura, ausência de serviços públicos e população de baixa renda.
CORTIÇOS: moradia coletiva multifamiliar, constituída por uma ou mais edificações em um mesmo lote urbano, subdividida em vários cômodos alugados, subalugados ou cedidos a qualquer título.
NÚCLEOS URBANIZADOS: são favelas que já possuem infraestrutura de água, esgoto, iluminação pública, drenagem e coleta de lixo.
LOTEAMENTOS IRREGULARES: são lotes que não podem ser regularizados por não atender às legislações de parcelamento e uso do solo. Apesar de o morador ser adquirente, não tem garantida a posse do imóvel. Soma-se a essa irregularidade a moradia autoconstruída e os baixos níveis de renda das famílias.
tela inicial:
camadas (fixas e não-fixas):
1. Camadas Fixas
Cortiços
Núcleos
Favelas
Loteamentos
Empreendimentos
2. Camadas Não-Fixas (Adicionáveis)
Favelas
Favela excluída
Temas de favelas
Área Presente em Zeis (%) - Favela
Instâncias de Propriedades - Favelas
Propriedades - Favelas
Quantificação de Domicílios - Favelas
Renda Média do Chefe da família - Favelas
Núcleos
Núcleo excluído
Temas de núcleos
Área Presente em Zeis (%) - Núcleo
Instâncias de Propriedades - Núcleo
Propriedades de terrenos - Núcleo
Quantificação de Domicílios - Núcleo
Renda Média do Chefe da família - Núcleo
Loteamentos Irregulares
Loteamento excluído
Temas de loteamentos
Área Presente em Zeis (%) - Loteamento
Quantificação de Domicílios - Loteamento
Renda Média do Chefe da família - Loteamento
Cortiços
Cortiço excluído
Alojamentos Provisórios
Alojamento Provisório
Empreendimentos Habitacionais
Empreendimento excluído
Índice e Componentes de Priorização
Priorização Favelas
Abastecimento de Água (%) - Favelas
Coleta de Lixo (%) - Favelas
Condição de Ocupação - Favelas
Drenagem Pluvial (%) - Favelas
Iluminação Pública (%) - Favelas
Índice de Esgotamento (%) - Favelas
Índice de Priorização - Favelas
Índice de Risco - Favelas
Índice de Saúde - Favelas
Índice de Urbanização (%) - Favelas
Índice de Vulnerabilidade Social - Favelas
Rede Elétrica (%) - Favelas
Vias Pavimentadas (%) - Favelas
Priorização Núcleos
Abastecimento de Água (%) - Núcleos
Coleta de Lixo (%) - Núcleos
Condição de Ocupação - Núcleos
Drenagem Pluvial (%) - Núcleos
Iluminação Pública (%) - Núcleos
Índice de Esgotamento (%) - Núcleos
Índice de Priorização - Núcleos
Índice de Risco - Núcleos
Índice de Saúde - Núcleos
Índice de Urbanização (%) - Núcleos
Índice de Vulnerabilidade Social - Núcleos
Rede Elétrica (%) - Núcleos
Vias Pavimentadas (%) - Núcleos
Priorização Loteamentos
Abastecimento de Água (%) - Loteamentos
Coleta de Lixo (%) - Loteamentos
Condição de Ocupação - Loteamentos
Drenagem Pluvial (%) - Loteamentos
Iluminação Pública (%) - Loteamentos
Índice de Esgotamento (%) - Loteamentos
Índice de Priorização - Loteamentos
Índice de Risco - Loteamentos
Índice de Saúde - Loteamentos
Índice de Urbanização (%) - Loteamentos
Índice de Vulnerabilidade Social - Loteamentos
Rede Elétrica (%) - Loteamentos
Vias Pavimentadas (%) - Loteamentos
Demanda COHAB
Destino da demanda
Origem da demanda
Trajeto da demanda
Assentamentos
Assentamento
Assentamento excluído
Perímetros de Habitação fevereiro/2010
Assentamento - congelado
Favelas - congelado
Loteamentos - congelado
Núcleos - congelado
Bases Cartográficas
Edificações notáveis
Divisão Administrativa
Distritos
Município de São Paulo
Municípios da RMSP
Regionais da Habitação
Regionais da Habitação - Mananciais
Subprefeituras
Hidrografia
Bacias Hidrográficas - Cidade de São Paulo
Hidrografia - SVMA
Hidrografia da RMSP - Perímetro dos Principais Rios
Hidrografia da RMSP - Poligono dos Principais Rios
Lagos
Mananciais
Margem de Rio
Micro Bacias - RMSP
Represas
Rios e Córregos Principais
Rios e Córregos Secundários
Relevo
Curvas de Nível
Ikonos
Curva Ikonos 10m
Curva Ikonos 25m
Curva Ikonos 50m
Curva Ikonos 5m
Sabesp
Curva Sabesp 10m
Curva Sabesp 25m
Curva Sabesp 50m
Curva Sabesp 5m
Curvas de nível Sabesp
Legislação
APA - Área de Proteção Ambiental
Área non-aedificandi - 15 metros
Área non-aedificandi - 30 metros
Macrozona de Proteção Ambiental
Parques e Unidades de Conservação
ZEIS Proposta
ZEIS Vigente
ZEPAM - Zona Especial de Preservação Ambiental
Temas de Legislação
Uso e Ocupação do Solo
Sistema Viário,Quadras e Áreas públicas
Jardins
Logradouro Geolog
Praças e Áreas Públicas
Quadra da Sabesp
Sistema Viário
Transporte
Linha do Metrô - Construção
Linha do Metrô - Operação
Linha do Metrô - Projeto
Linha férrea
Fontes de Energia
Gasoduto
Oleoduto
Equipamentos Sociais
Assistência Social
Cemitérios
Cultura e Turísmo
Educação
Esporte
Saúde
Serviço Funerário
Índices e Indicadores
IPVS - setores censitários
Risco de solapamento e escorregamento
Atendimentos Habitacionais
Urbanização de Favelas
Regularização Fundiária de Áreas Públicas
Acessos Principal
Áreas Reservadas
Parcelamentos
Perímetros Fase 1
Perímetros Fase 2
Restituições Aerofotogramétricas
Viários
Obras
Perímetros de Obras
Temas de Obras(antigo)
Percentual executado-Obras(antigo)
Situação-Obras(antigo)
Tema de Obras
Obras
Obras2
Projetos
Projetos
Projetos Excluídos
Remoção por incêndio
Rocinha Paulistana
Saneamento
Sub-Bacias de esgotamento Sanitário
Sub-Bacias de Esgotamento Sanitário
Índice e Componentes de Priorização
Índice de Esgoto - Sub-Bacias
Índice de Priorização - Sub-Bacias
Índice de Risco de Solapamento - Sub-Bacias
Índice de Saneamento - Sub-Bacias
Índice de Saúde - Sub-Bacias
Índice de Urbanização - Sub-Bacias
Índice de Vulnerabilidade - Sub-Bacias
Ligações Domiciliares
Água
Água - 2009
Água e Esgoto
Água e Esgoto - 2009
Esgoto
Esgoto - 2009
Rede de Esgoto
Esgoto - Coletor Tronco
Esgoto - Coletor Tronco-2009
Esgoto - Emissário
Esgoto - Emissário - 2009
Esgoto - Extravasor
Esgoto - Extravasor - 2009
Esgoto - Interceptor
Esgoto - Interceptor - 2009
Esgoto - Rede Coletora
Esgoto - Rede Coletora - 2009
Esgoto - Sem Denominação
Esgoto - Sem Denominação - 2009
Rede de Água
Água - Adutora
Água - Primária
Água - Primária-2009
Água - Reuso
Água - Reuso - 2009
Água - Secundária
Água - Secundária - 2009
Água - Sem Denominação
Água - Sem Denominação - 2009
Pesquisas
Censo - setores revisados CEM
Setores Censitários do CEM
Temas para setores revisados CEM
Domicílios - Abastecimento de Água
Domicílios - Condição de Ocupação
Domicílios - Destino do lixo coletado
Pessoas residentes por idade
Pessoas responsáveis segundo a renda mensal
Pessoas responsáveis segundo o sexo
IBGE 2000 - setores censitários
IBGE 2000 - setores censitários
Mapas de Selagem e Pesquisas Sociais
Domicílios - Chefes de família - escolaridade
Domicílios - Chefes de família - sexo
Domicílios - Chefes de familia - situação ocupacional
Domicílios - Deficientes por domicílio
Domicílios - Padrão Construtivo
Domicílios - Renda Domiciliar
Domicílios - Selagem dos Domicílios
Paraisópolis-Valor Venal
Paraisópolis-Valor Venal x Dívida
Pesquisa SEADE
Desenho das Construções em Favelas
Desenho das Construções em Loteamentos
Desenho das Construções em Núcleos Urbanizados
Setores Pesq. Favelas-área m²
Setores Pesq. Favelas-n° de dom
Setores Pesq. Loteamentos-área m²
Setores Pesq. Loteamentos-n° de dom
Setores Pesq. Núcleos-área m²
Setores Pesq. Núcleos-n° de dom
Setores Pesquisados em Favelas
Setores Pesquisados em Loteamentos
Setores Pesquisados em Núcleos Urbanizados
Universo de Pesquisa em Favelas
Universo de Pesquisa em Loteamentos
universo de Pesquisa em Núcleos Urbanizados
Camadas Base
Imagens
Aérea 1995
Aérea 2003
Aérea 2007
Relevo 2002
Relevo 2002 - Z=1
Satélite 2002
Cartografia
Opaca
Transparente
Ações
Parques Lineares
Perímetros de ações integradas
Perímetros de ações integradas excluídos
Sub-bacias prioritárias-Corrego limpo
Terrenos Vazios
Terrenos Vazios excluídos
Operação Urbana Consolidada
OUC - Operação Urbana Consorciada
OUC - Rio Verde/Jacu
Plano Integrado Regional - SABESP
Água
Adutora
Elevatória
Estação de tratamento - água
Reservatório Setorial
Obra a Executar
Adutora - obra
Elevatória/Booster - obra
Rede de distribuição - obra
Reservatório - obra
Esgoto
Área de Influência Sist. Tratamento
Coletor Tronco
Estação de Tratamento
Construções e Domicílios
Construções
Quadras
Setor censitário
Vulnerabilidade
Risco de inundação-2003
Risco de inundação-2004
Risco Geotécnico
Área de risco
Setor de risco - Grau
Setor de risco - Tipo
Setor de risco excluído
Camadas em Teste
Favela-simbolo variavel
Loteamento-simbolo variavel
Núcleo-simbolo variavel
Histórico
Cortiços-oracle
Empreendimentos - Cohab-oracle
Empreendimentos - Habi-oracle
Empreendimentos COHAB (Antigo)
Favelas-oracle
Loteamentos-oracle
Nucleos-oracle
sexta-feira, 17 de junho de 2016
IPRS - IPVS Versão 2010
link: http://indices-ilp.al.sp.gov.br/
órgão responsável:Fundação Seade - Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados e Instituto do Legislativo Paulista da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo
síntese:O Estado de São Paulo, especialmente nos grandes centros urbanos, apresenta enormes desigualdades sociais, com áreas de alto padrão de qualidade de vida e outras de extrema miséria. Um crescimento econômico que não foi capaz de estender seus benefícios a grandes parcelas da população tem sido o modelo em nossa história.
É necessário que o poder público tenha em mãos dados precisos e confiáveis para desenvolver políticas públicas específicas para as comunidades mais vulneráveis. O Índice Paulista de Responsabilidade Social (IPRS) fornece muitos dados sobre o desempenho econômico e social dos municípios, mas não contempla integralmente a questão da desigualdade dentro deles e a situação das suas áreas de concentração de pobreza. Para suprir essas lacunas de informação, foi criado o Índice Paulista de Vulnerabilidade Social (IPVS), o qual leva em conta a complexidade do fenômeno.
Examinar as condições de vida da população exige ter informação não apenas sobre a renda, mas também sobre a escolaridade, a saúde, as condições de inserção no mercado de trabalho, o acesso aos serviços prestados pelo Estado e as oportunidades de mobilidade social. Enfim, a qualidade de vida é um fenômeno com diversas determinações, as quais devem se levadas em conta para construir políticas públicas visando uma vida mais digna para todos.
tela inicial (clique na figura para expandir):
Dicionário de Dados (IPRS, atributos da tabela):
codigo_variavel descricao_variavel
loc_cod Código da localidade
loc_nome Nome da localidade
iprs12_10 Grupo IPRS - 2012
iprs10_10 Grupo IPRS - 2010
iprs08_10 Grupo IPRS - 2008
R09_12 Indicador de Riqueza - 2012
R09_10 Indicador de Riqueza - 2010
R09_08 Indicador de Riqueza - 2008
R10_12 Indicador de Riqueza (sem arredondamento) - 2012
R10_10 Indicador de Riqueza (sem arredondamento) - 2010
R10_08 Indicador de Riqueza (sem arredondamento) - 2008
RC12 Classes do Indicador de Riqueza - 2012
Rc10 Classes do Indicador de Riqueza - 2010
Rc08 Classes do Indicador de Riqueza - 2008
RR01_12 Ranking - Indicador de Riqueza - 2012
RR01_10 Ranking - Indicador de Riqueza - 2010
RR01_08 Ranking - Indicador de Riqueza - 2008
S05_12 Indicador de Longevidade - 2012
S05_10 Indicador de Longevidade - 2010
S05_08 Indicador de Longevidade - 2008
S06_12 Indicador de Longevidade (sem arredondamento) - 2012
S06_10 Indicador de Longevidade (sem arredondamento) - 2010
S06_08 Indicador de Longevidade (sem arredondamento) - 2008
SC12 Classes do Indicador de Longevidade - 2012
SC10 Classes do Indicador de Longevidade - 2010
SC08 Classes do Indicador de Longevidade - 2008
RS01_12 Ranking - Indicador de Longevidade - 2012
RS01_10 Ranking - Indicador de Longevidade - 2010
RS01_08 Ranking - Indicador de Longevidade - 2008
EE12 indicador de Escolaridade - 2012
EE10 indicador de Escolaridade - 2010
EE08 indicador de Escolaridade - 2008
ET12 Indicador de Escolaridade (sem arredondamento) - 2012
ET10 Indicador de Escolaridade (sem arredondamento) - 2010
ET08 Indicador de Escolaridade (sem arredondamento) - 2008
EC12 Classes do Indicador de Escolaridade - 2012
EC10 Classes do Indicador de Escolaridade - 2010
EC08 Classes do Indicador de Escolaridade - 2008
RE12 Ranking - Indicador de Escolaridade - 2012
RE10 Ranking - Indicador de Escolaridade - 2010
RE08 Ranking - Indicador de Escolaridade - 2008
R01_12 Consumo anual de energia elétrica residencial, por ligação - 2012
R01_10 Consumo anual de energia elétrica residencial, por ligação - 2010
R01_08 Consumo anual de energia elétrica residencial, por ligação - 2008
R02_12 Consumo anual de energia elétrica na agricultura, comércio e serviços, por ligação - 2012
R02_10 Consumo anual de energia elétrica na agricultura, comércio e serviços, por ligação - 2010
R02_08 Consumo anual de energia elétrica na agricultura, comércio e serviços, por ligação - 2008
R03_12 Rendimento médio dos postos de trabalho (em R$ dez/2012) - 2012
r03_10 Rendimento médio dos postos de trabalho (em R$ dez/2012) - 2010
R03_08 Rendimento médio dos postos de trabalho (em R$ dez/2012) - 2008
R04_12 Valor adicionado fiscal per capita (em R$ de 2012) - 2012
R04_10 Valor adicionado fiscal per capita (em R$ de 2012) - 2010
R04_08 Valor adicionado fiscal per capita (em R$ de 2012) - 2008
RP01_12 Consumo anual de energia elétrica residencial, por ligação (padronizado 0-100) - 2012
RP01_10 Consumo anual de energia elétrica residencial, por ligação (padronizado 0-100) - 2010
RP05_08 Consumo anual de energia elétrica residencial, por ligação (padronizado 0-100) - 2008
RP02_12 Consumo anual de energia elétrica no comércio, agricultura e nos serviços, por ligação (padronizado 0-100) - 2012
RP02_10 Consumo anual de energia elétrica no comércio, agricultura e nos serviços, por ligação (padronizado 0-100) - 2010
RP06_08 Consumo anual de energia elétrica no comércio, agricultura e nos serviços, por ligação (padronizado 0-100) - 2008
RP03_12 Rendimento médio dos postos de trabalho (padronizado 0-100) - 2012
RP03_10 Rendimento médio dos postos de trabalho (padronizado 0-100) - 2010
RP07_08 Rendimento médio dos postos de trabalho (padronizado 0-100) - 2008
RP04_12 Valor adicionado fiscal per capita (padronizado 0-100) - 2012
RP04_10 Valor adicionado fiscal per capita (padronizado 0-100) - 2010
RP08_08 Valor adicionado fiscal per capita (padronizado 0-100) - 2008
S01_12 Taxa de mortalidade infantil (média no período) - 2012
S01_10 Taxa de mortalidade infantil (média no período) - 2010
S01_08 Taxa de mortalidade infantil (média no período) - 2008
S02_12 Taxa de mortalidade perinatal (média no período) - 2012
S02_10 Taxa de mortalidade perinatal (média no período) - 2010
S02_08 Taxa de mortalidade perinatal (média no período) - 2008
S03_12 Taxa de mortalidade da população de 15 a 39 anos (média no período) - 2012
S03_10 Taxa de mortalidade da população de 15 a 39 anos (média no período) - 2010
S03_08 Taxa de mortalidade da população de 15 a 39 anos (média no período) - 2008
S04_12 Taxa de mortalidade da população de 60 a 69 anos (média no período) - 2012
S04_10 Taxa de mortalidade da população de 60 a 69 anos (média no período) - 2010
S04_08 Taxa de mortalidade da população de 60 a 69 anos (média no período) - 2008
SP01_12 Taxa de mortalidade infantil (média no período) (padronizado 0-100) - 2012
SP01_10 Taxa de mortalidade infantil (média no período) (padronizado 0-100) - 2010
SP01_08 Taxa de mortalidade infantil (média no período) (padronizado 0-100) - 2008
SP02_12 Taxa de mortalidade perinatal (média no período) (padronizado 0-100) - 2012
SP02_10 Taxa de mortalidade perinatal (média no período) (padronizado 0-100) - 2010
SP02_08 Taxa de mortalidade perinatal (média no período) (padronizado 0-100) - 2008
SP03_12 Taxa de mortalidade da população de 15 a 39 anos (média no período) (padronizado 0-100) - 2012
SP03_10 Taxa de mortalidade da população de 15 a 39 anos (média no período) (padronizado 0-100) - 2010
SP03_08 Taxa de mortalidade da população de 15 a 39 anos (média no período) (padronizado 0-100) - 2008
SP04_12 Taxa de mortalidade da população de 60 a 69 anos (média no período) (padronizado 0-100) - 2012
SP04_10 Taxa de mortalidade da população de 60 a 69 anos (média no período) (padronizado 0-100) - 2010
SP04_08 Taxa de mortalidade da população de 60 a 69 anos (média no período) (padronizado 0-100) - 2008
E01_12 Taxa de atendimento escolar na faixa de 4 e 5 anos - 2012
E01_10 Taxa de atendimento escolar na faixa de 4 e 5 anos - 2010
E01_08 Taxa de atendimento escolar na faixa de 4 e 5 anos - 2008
E02_12 Média das proporções de alunos do 5o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática - 2012
E02_10 Média das proporções de alunos do 5o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática - 2010
E02_08 Média das proporções de alunos do 5o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática - 2008
E03_12 Média das proporções de alunos do 9o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática - 2012
E03_10 Média das proporções de alunos do 9o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática - 2010
E03_08 Média das proporções de alunos do 9o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática - 2008
E04_12 Taxa de distorcao idade-serie EM - 2012
E04_10 Taxa de distorcao idade-serie EM - 2010
E04_08 Taxa de distorcao idade-serie EM - 2008
EP01_12 Taxa de atendimento escolar na faixa de 4 e 5 anos (padronizado 0-100) - 2012
EP01_10 Taxa de atendimento escolar na faixa de 4 e 5 anos (padronizado 0-100) - 2010
EP01_08 Taxa de atendimento escolar na faixa de 4 e 5 anos (padronizado 0-100) - 2008
EP02_12 Média das proporções de alunos do 5o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática (padronizado 0-100) - 2012
EP02_10 Média das proporções de alunos do 5o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática (padronizado 0-100) - 2010
EP02_08 Média das proporções de alunos do 5o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática (padronizado 0-100) - 2008
EP03_12 Média das proporções de alunos do 9o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática (padronizado 0-100) - 2012
EP03_10 Média das proporções de alunos do 9o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática (padronizado 0-100) - 2010
EP03_08 Média das proporções de alunos do 9o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática (padronizado 0-100) - 2008
EP04_12 Taxa de distorcao idade-serie EM (complementar padronizado 0-100) - 2012
EP04_10 Taxa de distorcao idade-serie EM (complementar padronizado 0-100) - 2010
EP04_08 Taxa de distorcao idade-serie EM (complementar padronizado 0-100) - 2008
P01_12 População - 2012
P01_10 População - 2010
P01_08 População - 2008
REG Código da Região em que está o município - 2012
REG_NOME Nome da Região em que está o município - 2012
Dicionário de Dados (IPVS, atributos da tabela):
Variável Descrição
v1 Código do IBGE (7 dígitos)
v2 Nome do município
v3 Código da região metropolitana
v4 Nome da região metropolitana
v5 Código da região administrativa
v6 Nome da região administrativa
v61 Código do distrito
v62 Nome do distrito
v7 Código do setor censitário
v8 Código de situação do setor censitário (ver planilha Basico_UF.xls)
v9 Setor é Aglomerado subnormal?
v10 Grupo do IPVS
v11 Domicílios particulares e coletivos
v12 Domicílios particulares permanentes
v13 Total de domicílios particulares improvisados
v14 Moradores em domicílios particulares permanentes
v15 Média de moradores em domicílios particulares permanentes
v16 Proporção de crianças de 0 a 5 anos na população
v17 Total de pessoas responsáveis
v18 Rendimento médio domiciliar dos domicílios particulares permanentes
v19 Renda per capita nos domicílios particulares permanentes do setor censitário
v20 Proporção de Domicílios sem Renda per Capita
v21 Proporção de Domicílios com Renda per Capita até 1/8 SM - Proxy de até 70
v22 Proporção de Domicílios com Renda per Capita de 1/8 a 1/2 SM - Proxy de 70 até 261
v23 Proporção de Domicílios com Renda per Capita de 1/2 a 2 SM - Proxy de 261 a 914
v24 Proporção de Domicílios com Renda per Capita de mais de 2 SM - Proxy de mais de 914
v25 Proporção de domicílios particulares com rendimento nominal mensal de até 1/2 S.M.
v26 Proporção de domicílios particulares com rendimento nominal mensal de até 1/4 S.M.
v27 Idade média das pessoas responsáveis
v28 Rendimento médio do responsável pelo domicílio
v29 Proporção de pessoas responsáveis alfabetizadas
v30 Proporção de pessoas responsáveis de 10 a 29 anos
v31 Participação da renda do responsável pelo domicílio na renda domiciliar (em porcentagem)
v32 Idade média das mulheres responsáveis pelo domicílio
v33 Proporção de mulheres responsáveis pelo domicílio alfabetizadas
v34 Proporção de mulheres responsáveis pelo domicílio com menos de 30 anos
v35 Rendimento médio das mulheres responsáveis pelo domicílio
v36 Fator 1
v37 Fator 2
v38 Fator 1 rural
v39 Fator 2 rural
v40 Proporção de domicílios particulares permanentes com abastecimento de água da rede geral
v41 Proporção de domicílios particulares permanentes com banheiro de uso exclusivo dos moradores ou sanitário e esgotamento sanitário via rede geral de esgoto ou pluvial ou via fossa séptica
v42 Proporção dedomicílios particulares permanentescom lixo coletado por serviço de limpeza ou caçamba de serviço de limpeza
v43 Proporção de domicílios particulares permanentescom energia elétrica
v44 População residente em domicílios coletivos - Município
v45 População residente em domicílios particulares improvisados - Município
v46 População residente em domicílios particulares permanentes - Município
v47 População residente em áreas rurais - Município
v48 População residente em áreas urbanas - Município
v49 População total residente - Município
Categorias
v8 Código de situação do setor censitário
1 Área urbanizada de cidade ou vila
2 Área não urbanizada de cidade ou vila
3 Área urbana isolada
4 Aglomerado rural de extensão urbana
5 Aglomerado rural isolado - povoado
6 Aglomerado rural isolado - núcleo
7 Aglomerado rural isolado - outros aglomerados
8 Zona rural, exclusive aglomerado rural
v9 Setor é Aglomerado subnormal?
N Não especial
S Subnormal
v10 Grupo no IPVS 2010
1 Baixíssima vulnerabilidade
2 Vulnerabilidade muito baixa
3 Vulnerabilidade baixa
4 Vulnerabilidade média
5 Vulnerabilidade alta (Urbanos)
6 Vulnerabilidade muito alta (aglomerados subnormais urbanos)
7 Vulnerabilidade alta (Rurais)
0 Não classificado
arquivo em csv na pasta de Dados Externos do ftp de Geoinformacao (copiar e colar no Windows Explorer):
\\10.7.186.90\geoinformacao_area_externa\DADOS\DADOS EXTERNOS\IPVS\BaseIPVS2010.csv
órgão responsável:Fundação Seade - Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados e Instituto do Legislativo Paulista da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo
síntese:O Estado de São Paulo, especialmente nos grandes centros urbanos, apresenta enormes desigualdades sociais, com áreas de alto padrão de qualidade de vida e outras de extrema miséria. Um crescimento econômico que não foi capaz de estender seus benefícios a grandes parcelas da população tem sido o modelo em nossa história.
É necessário que o poder público tenha em mãos dados precisos e confiáveis para desenvolver políticas públicas específicas para as comunidades mais vulneráveis. O Índice Paulista de Responsabilidade Social (IPRS) fornece muitos dados sobre o desempenho econômico e social dos municípios, mas não contempla integralmente a questão da desigualdade dentro deles e a situação das suas áreas de concentração de pobreza. Para suprir essas lacunas de informação, foi criado o Índice Paulista de Vulnerabilidade Social (IPVS), o qual leva em conta a complexidade do fenômeno.
Examinar as condições de vida da população exige ter informação não apenas sobre a renda, mas também sobre a escolaridade, a saúde, as condições de inserção no mercado de trabalho, o acesso aos serviços prestados pelo Estado e as oportunidades de mobilidade social. Enfim, a qualidade de vida é um fenômeno com diversas determinações, as quais devem se levadas em conta para construir políticas públicas visando uma vida mais digna para todos.
tela inicial (clique na figura para expandir):
Dicionário de Dados (IPRS, atributos da tabela):
codigo_variavel descricao_variavel
loc_cod Código da localidade
loc_nome Nome da localidade
iprs12_10 Grupo IPRS - 2012
iprs10_10 Grupo IPRS - 2010
iprs08_10 Grupo IPRS - 2008
R09_12 Indicador de Riqueza - 2012
R09_10 Indicador de Riqueza - 2010
R09_08 Indicador de Riqueza - 2008
R10_12 Indicador de Riqueza (sem arredondamento) - 2012
R10_10 Indicador de Riqueza (sem arredondamento) - 2010
R10_08 Indicador de Riqueza (sem arredondamento) - 2008
RC12 Classes do Indicador de Riqueza - 2012
Rc10 Classes do Indicador de Riqueza - 2010
Rc08 Classes do Indicador de Riqueza - 2008
RR01_12 Ranking - Indicador de Riqueza - 2012
RR01_10 Ranking - Indicador de Riqueza - 2010
RR01_08 Ranking - Indicador de Riqueza - 2008
S05_12 Indicador de Longevidade - 2012
S05_10 Indicador de Longevidade - 2010
S05_08 Indicador de Longevidade - 2008
S06_12 Indicador de Longevidade (sem arredondamento) - 2012
S06_10 Indicador de Longevidade (sem arredondamento) - 2010
S06_08 Indicador de Longevidade (sem arredondamento) - 2008
SC12 Classes do Indicador de Longevidade - 2012
SC10 Classes do Indicador de Longevidade - 2010
SC08 Classes do Indicador de Longevidade - 2008
RS01_12 Ranking - Indicador de Longevidade - 2012
RS01_10 Ranking - Indicador de Longevidade - 2010
RS01_08 Ranking - Indicador de Longevidade - 2008
EE12 indicador de Escolaridade - 2012
EE10 indicador de Escolaridade - 2010
EE08 indicador de Escolaridade - 2008
ET12 Indicador de Escolaridade (sem arredondamento) - 2012
ET10 Indicador de Escolaridade (sem arredondamento) - 2010
ET08 Indicador de Escolaridade (sem arredondamento) - 2008
EC12 Classes do Indicador de Escolaridade - 2012
EC10 Classes do Indicador de Escolaridade - 2010
EC08 Classes do Indicador de Escolaridade - 2008
RE12 Ranking - Indicador de Escolaridade - 2012
RE10 Ranking - Indicador de Escolaridade - 2010
RE08 Ranking - Indicador de Escolaridade - 2008
R01_12 Consumo anual de energia elétrica residencial, por ligação - 2012
R01_10 Consumo anual de energia elétrica residencial, por ligação - 2010
R01_08 Consumo anual de energia elétrica residencial, por ligação - 2008
R02_12 Consumo anual de energia elétrica na agricultura, comércio e serviços, por ligação - 2012
R02_10 Consumo anual de energia elétrica na agricultura, comércio e serviços, por ligação - 2010
R02_08 Consumo anual de energia elétrica na agricultura, comércio e serviços, por ligação - 2008
R03_12 Rendimento médio dos postos de trabalho (em R$ dez/2012) - 2012
r03_10 Rendimento médio dos postos de trabalho (em R$ dez/2012) - 2010
R03_08 Rendimento médio dos postos de trabalho (em R$ dez/2012) - 2008
R04_12 Valor adicionado fiscal per capita (em R$ de 2012) - 2012
R04_10 Valor adicionado fiscal per capita (em R$ de 2012) - 2010
R04_08 Valor adicionado fiscal per capita (em R$ de 2012) - 2008
RP01_12 Consumo anual de energia elétrica residencial, por ligação (padronizado 0-100) - 2012
RP01_10 Consumo anual de energia elétrica residencial, por ligação (padronizado 0-100) - 2010
RP05_08 Consumo anual de energia elétrica residencial, por ligação (padronizado 0-100) - 2008
RP02_12 Consumo anual de energia elétrica no comércio, agricultura e nos serviços, por ligação (padronizado 0-100) - 2012
RP02_10 Consumo anual de energia elétrica no comércio, agricultura e nos serviços, por ligação (padronizado 0-100) - 2010
RP06_08 Consumo anual de energia elétrica no comércio, agricultura e nos serviços, por ligação (padronizado 0-100) - 2008
RP03_12 Rendimento médio dos postos de trabalho (padronizado 0-100) - 2012
RP03_10 Rendimento médio dos postos de trabalho (padronizado 0-100) - 2010
RP07_08 Rendimento médio dos postos de trabalho (padronizado 0-100) - 2008
RP04_12 Valor adicionado fiscal per capita (padronizado 0-100) - 2012
RP04_10 Valor adicionado fiscal per capita (padronizado 0-100) - 2010
RP08_08 Valor adicionado fiscal per capita (padronizado 0-100) - 2008
S01_12 Taxa de mortalidade infantil (média no período) - 2012
S01_10 Taxa de mortalidade infantil (média no período) - 2010
S01_08 Taxa de mortalidade infantil (média no período) - 2008
S02_12 Taxa de mortalidade perinatal (média no período) - 2012
S02_10 Taxa de mortalidade perinatal (média no período) - 2010
S02_08 Taxa de mortalidade perinatal (média no período) - 2008
S03_12 Taxa de mortalidade da população de 15 a 39 anos (média no período) - 2012
S03_10 Taxa de mortalidade da população de 15 a 39 anos (média no período) - 2010
S03_08 Taxa de mortalidade da população de 15 a 39 anos (média no período) - 2008
S04_12 Taxa de mortalidade da população de 60 a 69 anos (média no período) - 2012
S04_10 Taxa de mortalidade da população de 60 a 69 anos (média no período) - 2010
S04_08 Taxa de mortalidade da população de 60 a 69 anos (média no período) - 2008
SP01_12 Taxa de mortalidade infantil (média no período) (padronizado 0-100) - 2012
SP01_10 Taxa de mortalidade infantil (média no período) (padronizado 0-100) - 2010
SP01_08 Taxa de mortalidade infantil (média no período) (padronizado 0-100) - 2008
SP02_12 Taxa de mortalidade perinatal (média no período) (padronizado 0-100) - 2012
SP02_10 Taxa de mortalidade perinatal (média no período) (padronizado 0-100) - 2010
SP02_08 Taxa de mortalidade perinatal (média no período) (padronizado 0-100) - 2008
SP03_12 Taxa de mortalidade da população de 15 a 39 anos (média no período) (padronizado 0-100) - 2012
SP03_10 Taxa de mortalidade da população de 15 a 39 anos (média no período) (padronizado 0-100) - 2010
SP03_08 Taxa de mortalidade da população de 15 a 39 anos (média no período) (padronizado 0-100) - 2008
SP04_12 Taxa de mortalidade da população de 60 a 69 anos (média no período) (padronizado 0-100) - 2012
SP04_10 Taxa de mortalidade da população de 60 a 69 anos (média no período) (padronizado 0-100) - 2010
SP04_08 Taxa de mortalidade da população de 60 a 69 anos (média no período) (padronizado 0-100) - 2008
E01_12 Taxa de atendimento escolar na faixa de 4 e 5 anos - 2012
E01_10 Taxa de atendimento escolar na faixa de 4 e 5 anos - 2010
E01_08 Taxa de atendimento escolar na faixa de 4 e 5 anos - 2008
E02_12 Média das proporções de alunos do 5o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática - 2012
E02_10 Média das proporções de alunos do 5o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática - 2010
E02_08 Média das proporções de alunos do 5o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática - 2008
E03_12 Média das proporções de alunos do 9o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática - 2012
E03_10 Média das proporções de alunos do 9o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática - 2010
E03_08 Média das proporções de alunos do 9o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática - 2008
E04_12 Taxa de distorcao idade-serie EM - 2012
E04_10 Taxa de distorcao idade-serie EM - 2010
E04_08 Taxa de distorcao idade-serie EM - 2008
EP01_12 Taxa de atendimento escolar na faixa de 4 e 5 anos (padronizado 0-100) - 2012
EP01_10 Taxa de atendimento escolar na faixa de 4 e 5 anos (padronizado 0-100) - 2010
EP01_08 Taxa de atendimento escolar na faixa de 4 e 5 anos (padronizado 0-100) - 2008
EP02_12 Média das proporções de alunos do 5o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática (padronizado 0-100) - 2012
EP02_10 Média das proporções de alunos do 5o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática (padronizado 0-100) - 2010
EP02_08 Média das proporções de alunos do 5o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática (padronizado 0-100) - 2008
EP03_12 Média das proporções de alunos do 9o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática (padronizado 0-100) - 2012
EP03_10 Média das proporções de alunos do 9o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática (padronizado 0-100) - 2010
EP03_08 Média das proporções de alunos do 9o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática (padronizado 0-100) - 2008
EP04_12 Taxa de distorcao idade-serie EM (complementar padronizado 0-100) - 2012
EP04_10 Taxa de distorcao idade-serie EM (complementar padronizado 0-100) - 2010
EP04_08 Taxa de distorcao idade-serie EM (complementar padronizado 0-100) - 2008
P01_12 População - 2012
P01_10 População - 2010
P01_08 População - 2008
REG Código da Região em que está o município - 2012
REG_NOME Nome da Região em que está o município - 2012
Dicionário de Dados (IPVS, atributos da tabela):
Variável Descrição
v1 Código do IBGE (7 dígitos)
v2 Nome do município
v3 Código da região metropolitana
v4 Nome da região metropolitana
v5 Código da região administrativa
v6 Nome da região administrativa
v61 Código do distrito
v62 Nome do distrito
v7 Código do setor censitário
v8 Código de situação do setor censitário (ver planilha Basico_UF.xls)
v9 Setor é Aglomerado subnormal?
v10 Grupo do IPVS
v11 Domicílios particulares e coletivos
v12 Domicílios particulares permanentes
v13 Total de domicílios particulares improvisados
v14 Moradores em domicílios particulares permanentes
v15 Média de moradores em domicílios particulares permanentes
v16 Proporção de crianças de 0 a 5 anos na população
v17 Total de pessoas responsáveis
v18 Rendimento médio domiciliar dos domicílios particulares permanentes
v19 Renda per capita nos domicílios particulares permanentes do setor censitário
v20 Proporção de Domicílios sem Renda per Capita
v21 Proporção de Domicílios com Renda per Capita até 1/8 SM - Proxy de até 70
v22 Proporção de Domicílios com Renda per Capita de 1/8 a 1/2 SM - Proxy de 70 até 261
v23 Proporção de Domicílios com Renda per Capita de 1/2 a 2 SM - Proxy de 261 a 914
v24 Proporção de Domicílios com Renda per Capita de mais de 2 SM - Proxy de mais de 914
v25 Proporção de domicílios particulares com rendimento nominal mensal de até 1/2 S.M.
v26 Proporção de domicílios particulares com rendimento nominal mensal de até 1/4 S.M.
v27 Idade média das pessoas responsáveis
v28 Rendimento médio do responsável pelo domicílio
v29 Proporção de pessoas responsáveis alfabetizadas
v30 Proporção de pessoas responsáveis de 10 a 29 anos
v31 Participação da renda do responsável pelo domicílio na renda domiciliar (em porcentagem)
v32 Idade média das mulheres responsáveis pelo domicílio
v33 Proporção de mulheres responsáveis pelo domicílio alfabetizadas
v34 Proporção de mulheres responsáveis pelo domicílio com menos de 30 anos
v35 Rendimento médio das mulheres responsáveis pelo domicílio
v36 Fator 1
v37 Fator 2
v38 Fator 1 rural
v39 Fator 2 rural
v40 Proporção de domicílios particulares permanentes com abastecimento de água da rede geral
v41 Proporção de domicílios particulares permanentes com banheiro de uso exclusivo dos moradores ou sanitário e esgotamento sanitário via rede geral de esgoto ou pluvial ou via fossa séptica
v42 Proporção dedomicílios particulares permanentescom lixo coletado por serviço de limpeza ou caçamba de serviço de limpeza
v43 Proporção de domicílios particulares permanentescom energia elétrica
v44 População residente em domicílios coletivos - Município
v45 População residente em domicílios particulares improvisados - Município
v46 População residente em domicílios particulares permanentes - Município
v47 População residente em áreas rurais - Município
v48 População residente em áreas urbanas - Município
v49 População total residente - Município
Categorias
v8 Código de situação do setor censitário
1 Área urbanizada de cidade ou vila
2 Área não urbanizada de cidade ou vila
3 Área urbana isolada
4 Aglomerado rural de extensão urbana
5 Aglomerado rural isolado - povoado
6 Aglomerado rural isolado - núcleo
7 Aglomerado rural isolado - outros aglomerados
8 Zona rural, exclusive aglomerado rural
v9 Setor é Aglomerado subnormal?
N Não especial
S Subnormal
v10 Grupo no IPVS 2010
1 Baixíssima vulnerabilidade
2 Vulnerabilidade muito baixa
3 Vulnerabilidade baixa
4 Vulnerabilidade média
5 Vulnerabilidade alta (Urbanos)
6 Vulnerabilidade muito alta (aglomerados subnormais urbanos)
7 Vulnerabilidade alta (Rurais)
0 Não classificado
arquivo em csv na pasta de Dados Externos do ftp de Geoinformacao (copiar e colar no Windows Explorer):
\\10.7.186.90\geoinformacao_area_externa\DADOS\DADOS EXTERNOS\IPVS\BaseIPVS2010.csv
sexta-feira, 10 de junho de 2016
Mapa de Intervenções - Paraisópólis
link: http://paraisopolis.org/wp-content/uploads/2014/04/MAPA-DE-INTERVENCOES-PARAISOPOLIS.pdf
órgão responsável: Fórum Multientidades de Paraisópolis, que congrega as ONGs do bairro e foi criado em 1994. São cerca de 25 entidades que operam em rede, com reuniões mensais nas diversas organizações em sistema de rodízio, objetivando fortalecer as iniciativas populares em Paraisópolis e os esforços para melhoria da qualidade de vida na região. Não tem filiação política, religiosa ou comercial.
síntese: Segunda maior favela de São Paulo, Paraisópolis é um exemplo de contrastes: a ocupação de 101,5 hectares divididos em três núcleos – Paraisópolis, Jardim Colombo e Porto Seguro – está envolta por edifícios de alta renda, apartamentos um por andar, alguns com uma piscina por andar, mostrando uma segregação social grande e muito próxima.
Sua implantação deu-se nos anos 1950, com venda de lotes por grileiros, sobre um loteamento aprovado em 1922 que ignorou a topografia acentuada e propôs quadras ortogonais e cerca de 2.200 lotes de 500m2 sobre parte da antiga Fazenda do Morumbi. Nos 1960, a valorização imobiliária da região do Morumbi e a oferta de empregos nas áreas vizinhas estimularam o adensamento de Paraisópolis, facilitado pelo abandono de parte dos proprietários. Seu maior adensamento deu-se entre o final dos anos 1980 e início dos 1990, mas desde 1967 a área é objeto de políticas e de intervenções públicas que procuram infraestruturar, urbanizar e regularizar a ocupação.
tela inicial e legenda:
órgão responsável: Fórum Multientidades de Paraisópolis, que congrega as ONGs do bairro e foi criado em 1994. São cerca de 25 entidades que operam em rede, com reuniões mensais nas diversas organizações em sistema de rodízio, objetivando fortalecer as iniciativas populares em Paraisópolis e os esforços para melhoria da qualidade de vida na região. Não tem filiação política, religiosa ou comercial.
síntese: Segunda maior favela de São Paulo, Paraisópolis é um exemplo de contrastes: a ocupação de 101,5 hectares divididos em três núcleos – Paraisópolis, Jardim Colombo e Porto Seguro – está envolta por edifícios de alta renda, apartamentos um por andar, alguns com uma piscina por andar, mostrando uma segregação social grande e muito próxima.
Sua implantação deu-se nos anos 1950, com venda de lotes por grileiros, sobre um loteamento aprovado em 1922 que ignorou a topografia acentuada e propôs quadras ortogonais e cerca de 2.200 lotes de 500m2 sobre parte da antiga Fazenda do Morumbi. Nos 1960, a valorização imobiliária da região do Morumbi e a oferta de empregos nas áreas vizinhas estimularam o adensamento de Paraisópolis, facilitado pelo abandono de parte dos proprietários. Seu maior adensamento deu-se entre o final dos anos 1980 e início dos 1990, mas desde 1967 a área é objeto de políticas e de intervenções públicas que procuram infraestruturar, urbanizar e regularizar a ocupação.
tela inicial e legenda:
quarta-feira, 8 de junho de 2016
ANA - Bacias Hidrográficas
link: http://www2.ana.gov.br/Paginas/portais/bacias/default.aspx
órgão responsável: ANA - Agência Nacional de Águas
síntese: descrição das características das Regiões Hidrográficas do Brasil e mapa relacionado em pdf para download. Na apresentação dos tópicos, abaixo, é mostrado como exemplo a Região Hidrográfica do Paraná.
tela inicial (clique na figura para expandir):
tópicos:
Região Hidrográfica Amazônica
Região Hidrográfica do Tocantins-Araguaia
Região Hidrográfica Atlântico Nordeste Ocidental
Região Hidrográfica do Parnaíba
Região Hidrográfica Atlântico Nordeste Oriental
Região Hidrográfica do São Francisco
Região Hidrográfica Atlântico Leste
Região Hidrográfica do Paraguai
Região Hidrográfica do Paraná
A maior demanda por recursos hídricos do País
A Região Hidrográfica do Paraná, com 32,1% da população nacional, apresenta o maior desenvolvimento econômico do País. Com uma área de 879.873Km², a região abrange os estados de São Paulo (25% da região), Paraná (21%), Mato Grosso do Sul (20%), Minas Gerais (18%), Goiás (14%), Santa Catarina (1,5%) e o Distrito Federal (0,5%).
Em 2010,aproximadamente 61,3 milhões de pessoas viviam na região (32% da população do País), sendo 93% em áreas urbanas. A região possui a cidade mais populosa da América do Sul, São Paulo, com cerca de 11,1 milhões de habitantes. Outros importantes centros populacionais são: Brasília, Curitiba, Goiânia, Campinas, Campo Grande e Uberlândia. A maior parte de população se concentra nas unidades hidrográficas dos rios Tietê e Grande, que, juntas, correspondem a 61% da população total.
O crescimento de grandes centros urbanos, como São Paulo, Curitiba e Campinas, em rios de cabeceira, tem gerado uma grande pressão sobre os recursos hídricos. Isso ocorre porque, ao mesmo tempo em que aumentam as demandas, diminui a disponibilidade de água devido à contaminação por efluentes domésticos, industriais e drenagem urbana.
Originalmente, a Região Hidrográfica do Paraná apresentava os biomas de Mata Atlântica e Cerrado e cinco tipos de cobertura vegetal: Cerrado, Mata Atlântica, Mata de Araucária, Floresta Estacional Decídua e Floresta Estacional Semidecídua. O uso do solo na região passou por grandes transformações ao longo dos ciclos econômicos do País, o que ocasionou um grande desmatamento.
Esta região hidrográfica possui a maior demanda por recursos hídricos do País, equivalente a 736m3/s, que corresponde a 31% da demanda nacional. A irrigação é a maior usuária de recursos hídricos (42% da demanda total), seguida do abastecimento industrial (27%).
Com relação aos indicadores de saneamento básico, em 2010, de acordo com o Censo Demográfico (IBGE 2010), os percentuais da população atendida com abastecimento de água variavam de 90% (no Paranaíba) a 98% (Grande). A maioria das unidades hidrográficas está com um percentual acima da média do Brasil que era de 91%. O percentual da população atendida com rede coletora de esgotos nas unidades hidrográficas variavam entre 38% (Piriqui) e 96% (Grande). Os percentuais de tratamento de esgotos variavam de 33% (Piriqui) e 97% (Paranapanema), enquanto a média nacional era de 30%.
arquivo em pdf na pasta de Dados Externos do ftp de Geoinformacao (copiar e colar no Windows Explorer):
\\10.7.186.90\geoinformacao_area_externa\DADOS\DADOS EXTERNOS\Bacias_PDF\REGIAO_HIDROGRAFICA_DO_PARANA.pdf
Região Hidrográfica do Sudeste
Região Hidrográfica do Uruguai
Região Hidrográfica Atlântico Sul
Mapa Relacionado a este tópico (clique para ampliar):
Vistas aéreas do rio Tietê canalizado ao atravessar a região Metropolitana de SP.
extraídas de "As Águas do Estado de São Paulo", http://sanderlei.com.br/PT/Ensino-Fundamental/Sao-Paulo-Historia-Geografia-51
órgão responsável: ANA - Agência Nacional de Águas
síntese: descrição das características das Regiões Hidrográficas do Brasil e mapa relacionado em pdf para download. Na apresentação dos tópicos, abaixo, é mostrado como exemplo a Região Hidrográfica do Paraná.
tela inicial (clique na figura para expandir):
tópicos:
Região Hidrográfica Amazônica
Região Hidrográfica do Tocantins-Araguaia
Região Hidrográfica Atlântico Nordeste Ocidental
Região Hidrográfica do Parnaíba
Região Hidrográfica Atlântico Nordeste Oriental
Região Hidrográfica do São Francisco
Região Hidrográfica Atlântico Leste
Região Hidrográfica do Paraguai
Região Hidrográfica do Paraná
A maior demanda por recursos hídricos do País
A Região Hidrográfica do Paraná, com 32,1% da população nacional, apresenta o maior desenvolvimento econômico do País. Com uma área de 879.873Km², a região abrange os estados de São Paulo (25% da região), Paraná (21%), Mato Grosso do Sul (20%), Minas Gerais (18%), Goiás (14%), Santa Catarina (1,5%) e o Distrito Federal (0,5%).
Em 2010,aproximadamente 61,3 milhões de pessoas viviam na região (32% da população do País), sendo 93% em áreas urbanas. A região possui a cidade mais populosa da América do Sul, São Paulo, com cerca de 11,1 milhões de habitantes. Outros importantes centros populacionais são: Brasília, Curitiba, Goiânia, Campinas, Campo Grande e Uberlândia. A maior parte de população se concentra nas unidades hidrográficas dos rios Tietê e Grande, que, juntas, correspondem a 61% da população total.
O crescimento de grandes centros urbanos, como São Paulo, Curitiba e Campinas, em rios de cabeceira, tem gerado uma grande pressão sobre os recursos hídricos. Isso ocorre porque, ao mesmo tempo em que aumentam as demandas, diminui a disponibilidade de água devido à contaminação por efluentes domésticos, industriais e drenagem urbana.
Originalmente, a Região Hidrográfica do Paraná apresentava os biomas de Mata Atlântica e Cerrado e cinco tipos de cobertura vegetal: Cerrado, Mata Atlântica, Mata de Araucária, Floresta Estacional Decídua e Floresta Estacional Semidecídua. O uso do solo na região passou por grandes transformações ao longo dos ciclos econômicos do País, o que ocasionou um grande desmatamento.
Esta região hidrográfica possui a maior demanda por recursos hídricos do País, equivalente a 736m3/s, que corresponde a 31% da demanda nacional. A irrigação é a maior usuária de recursos hídricos (42% da demanda total), seguida do abastecimento industrial (27%).
Com relação aos indicadores de saneamento básico, em 2010, de acordo com o Censo Demográfico (IBGE 2010), os percentuais da população atendida com abastecimento de água variavam de 90% (no Paranaíba) a 98% (Grande). A maioria das unidades hidrográficas está com um percentual acima da média do Brasil que era de 91%. O percentual da população atendida com rede coletora de esgotos nas unidades hidrográficas variavam entre 38% (Piriqui) e 96% (Grande). Os percentuais de tratamento de esgotos variavam de 33% (Piriqui) e 97% (Paranapanema), enquanto a média nacional era de 30%.
arquivo em pdf na pasta de Dados Externos do ftp de Geoinformacao (copiar e colar no Windows Explorer):
\\10.7.186.90\geoinformacao_area_externa\DADOS\DADOS EXTERNOS\Bacias_PDF\REGIAO_HIDROGRAFICA_DO_PARANA.pdf
Região Hidrográfica do Sudeste
Região Hidrográfica do Uruguai
Região Hidrográfica Atlântico Sul
Mapa Relacionado a este tópico (clique para ampliar):
Vistas aéreas do rio Tietê canalizado ao atravessar a região Metropolitana de SP.
extraídas de "As Águas do Estado de São Paulo", http://sanderlei.com.br/PT/Ensino-Fundamental/Sao-Paulo-Historia-Geografia-51
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