link: https://www.observatorioderemocoes.fau.usp.br/mapeamento-participativo/map.html
tela inicial:
órgão responsável: O Observatório de Remoções é um grupo de pesquisa-ação da FAU/USP e da UFABC que tem por objetivo monitorar e desenvolver ações colaborativas com territórios ameaçados de remoções que desrespeitam as condições de moradia digna nos municípios de São Paulo e do ABC.
Navegação:
Sistemas de Informações Geográficas (GIS) de Ongs, Empresas Privadas e do Governo relacionados a Saneamento, Meio Ambiente, Mapa Urbano Básico, Infra-Estrutura Urbana, Hidrografia, Demografia, etc...
Todos os dados já estão compartilhados publicamente em outros canais, de modo que este espaço não contém nenhuma informação com restrições de confidencialidade.
Mostrando postagens com marcador Estadual. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Estadual. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 20 de fevereiro de 2018
quarta-feira, 28 de junho de 2017
Produtos Emplasa Disponíveis via Serviço WMS
link: http://portal.emplasa.sp.gov.br:8080/geonetwork/srv/pt/main.home
A Emplasa elabora e subsidia a implantação de políticas públicas e projetos integrados de desenvolvimento urbano e regional. E mais: realiza estudos diversos e disponibiliza na internet produtos cartográficos para utilização em Sistemas de Informações Geográficas de grande utilidade. Seu acervo cartográfico dispõe de mapeamentos sistemáticos e temáticos, fotografias aéreas e ortofotos solicitados por instituições públicas, universidades e o público em geral. Esses produtos apoiam a aplicação das legislações estaduais relativas ao Uso e Ocupação do Solo, às Áreas de Proteção aos Mananciais e ao Zoneamento Industrial. Também serve como base espacial em diferentes Sistemas do Governo Estadual.
Ortofotos, de 2010/2011, do Estado de São Paulo, com 1 m de resolução espacial;
Folhas Planialtimétricas, de 1980/1981, da RMSP, na escala 1:10 000;
Zoneamento das Áreas de 1º e 2º Categorias Destinadas à Proteção aos Mananciais, de 1976, da RMSP, na escala 1:10 000;
Área de Mata e Demais Formas de Vegetação Primitiva, dentro das Áreas de Proteção aos Mananciais, de 1977, da RMSP, na escala 1:10 000;
Aptidão Física ao Assentamento Urbano, de 1985, da RMSP, na escala 1:50 000;
Geologia, de 1979, da RMSP, na escala 1: 50 000;
Mata e Vegetação de Várzea, Áreas não Abrangidas pela Lei de Proteção aos Mananciais, de 1980, da RMSP, na escala 1:10 000;
Zona de Uso Predominantemente Industrial, de 1980/81, da RMSP, na escala 1:10 000;
Folhas Planialtimétricas, de 1980/1981, da RMSP, na escala 1:10 000 (com atualizações);
Geologia, de 1979, da RMSP, na escala 1:100 000;
Declividade, de 1980, da RMSP, na escala 1:100 000;
Expansão da Área Urbanizada, de 1977, da RMSP, na escala 1:100 000;
Ortofotos, de 2007, da RMSP, com 60 cm resolução espacial; e
Limite da Área de Proteção aos Mananciais, de 1975, da RMSP, na escala 1:10 000;
A Emplasa elabora e subsidia a implantação de políticas públicas e projetos integrados de desenvolvimento urbano e regional. E mais: realiza estudos diversos e disponibiliza na internet produtos cartográficos para utilização em Sistemas de Informações Geográficas de grande utilidade. Seu acervo cartográfico dispõe de mapeamentos sistemáticos e temáticos, fotografias aéreas e ortofotos solicitados por instituições públicas, universidades e o público em geral. Esses produtos apoiam a aplicação das legislações estaduais relativas ao Uso e Ocupação do Solo, às Áreas de Proteção aos Mananciais e ao Zoneamento Industrial. Também serve como base espacial em diferentes Sistemas do Governo Estadual.
Ortofotos, de 2010/2011, do Estado de São Paulo, com 1 m de resolução espacial;
Folhas Planialtimétricas, de 1980/1981, da RMSP, na escala 1:10 000;
Zoneamento das Áreas de 1º e 2º Categorias Destinadas à Proteção aos Mananciais, de 1976, da RMSP, na escala 1:10 000;
Área de Mata e Demais Formas de Vegetação Primitiva, dentro das Áreas de Proteção aos Mananciais, de 1977, da RMSP, na escala 1:10 000;
Aptidão Física ao Assentamento Urbano, de 1985, da RMSP, na escala 1:50 000;
Geologia, de 1979, da RMSP, na escala 1: 50 000;
Mata e Vegetação de Várzea, Áreas não Abrangidas pela Lei de Proteção aos Mananciais, de 1980, da RMSP, na escala 1:10 000;
Zona de Uso Predominantemente Industrial, de 1980/81, da RMSP, na escala 1:10 000;
Folhas Planialtimétricas, de 1980/1981, da RMSP, na escala 1:10 000 (com atualizações);
Geologia, de 1979, da RMSP, na escala 1:100 000;
Declividade, de 1980, da RMSP, na escala 1:100 000;
Expansão da Área Urbanizada, de 1977, da RMSP, na escala 1:100 000;
Ortofotos, de 2007, da RMSP, com 60 cm resolução espacial; e
Limite da Área de Proteção aos Mananciais, de 1975, da RMSP, na escala 1:10 000;
quinta-feira, 6 de abril de 2017
SIFESP
link: http://www.ambiente.sp.gov.br/sifesp/
órgão responsável: Instituto Florestal da Secretaria do Meio Ambiente do Governo do Estado de São Paulo.
síntese: O SIFESP – Sistema de Informações Florestais do Estado de São Paulo foi desenvolvido objetivando disponibilizar informações sobre a vegetação natural e o reflorestamento resultantes de levantamento efetuado pelo Instituto Florestal da Secretaria do Meio Ambiente, através de seu projeto “Inventário Florestal do Estado de São Paulo”.
Para algumas regiões, além das informações sobre a vegetação, são apresentados levantamentos sobre o uso e ocupação da terra. Contém ainda, redes de drenagem, área urbana, rodovias, limites municipais, divisões por bacias hidrográficas e regiões administrativas, sendo todas as informações georreferenciadas.
Mapas Florestais do Estado de São Paulo por município:
São Paulo
Osasco
Mapa Geral do Sistema Cantareira
órgão responsável: Instituto Florestal da Secretaria do Meio Ambiente do Governo do Estado de São Paulo.
síntese: O SIFESP – Sistema de Informações Florestais do Estado de São Paulo foi desenvolvido objetivando disponibilizar informações sobre a vegetação natural e o reflorestamento resultantes de levantamento efetuado pelo Instituto Florestal da Secretaria do Meio Ambiente, através de seu projeto “Inventário Florestal do Estado de São Paulo”.
Para algumas regiões, além das informações sobre a vegetação, são apresentados levantamentos sobre o uso e ocupação da terra. Contém ainda, redes de drenagem, área urbana, rodovias, limites municipais, divisões por bacias hidrográficas e regiões administrativas, sendo todas as informações georreferenciadas.
Mapas Florestais do Estado de São Paulo por município:
São Paulo
Osasco
Mapa Geral do Sistema Cantareira
terça-feira, 4 de abril de 2017
InfoMapaSP
link: http://www.infosiga.sp.gov.br/InfoMapa
órgão responsável: O Movimento Paulista de Segurança no Trânsito realiza uma compilação do número de óbitos e acidentes de trânsito do Estado de São Paulo. A metodologia é baseada nas fontes de informação da Secretaria de Segurança Pública (SSP) do Estado de São Paulo, além da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
síntese:
A ferramenta INFOMAPA SP destina-se à visualização em mapa dos acidentes que causaram os mesmos óbitos relacionados no sistema INFOSIGA SP, seguindo os mesmos critérios de tabulação.
3.1. Dados disponíveis
No INFOMAPA SP estão disponíveis os seguintes campos:
3.1.1. Informações disponíveis no INFOSIGA SP
- Sexo da Vítima
- Faixa etária da Vítima
- Meio de Locomoção da Vítima
3.1.2. Informações adicionais disponíveis no INFOMAPA SP
- Turno do Acidente
o Manhã
o Tarde
o Noite
o Madrugada
o Não Disponível
Coordenadas Geográficas do Acidente
o Latitude
o Longitude
o Não Disponível
As coordenadas de localização são determinadas conforme endereços (logradouro e número) disponíveis nos Boletins de Ocorrência obtidos no Registro de Ocorrências (RDO) utilizado pela Polícia Civil. Dessa forma, por não terem sido obtidas no local do acidente, pode haver aproximações em torno do endereço indicado por aqueles que reportaram o fato aos órgãos policiais. Durante o processo de auditoria, correções podem ser feitas se identificado flagrantes falhas de preenchimento.
Há casos em que não é possível identificar as coordenadas do acidente, em especial, mas não exclusivamente, quando o óbito ocorre em hospital e os Boletins de Ocorrência relacionados ao caso não contém informações sobre o local do acidente. Esses casos não são plotados no mapa e no arquivo disponibilizado com a listagem dos óbitos os campos de Latitude e Longitude estão preenchidos com “Não Disponível”.
Quando há dois ou mais óbitos no mesmo local, um ícone específico é utilizado para que, ao clique, uma listagem com barra de rolagem seja aberta, contendo todos os óbitos ocorridos naquele local, com as mesmas informações dos demais ícones individuais.
Tela Inicial:
Navegação:
órgão responsável: O Movimento Paulista de Segurança no Trânsito realiza uma compilação do número de óbitos e acidentes de trânsito do Estado de São Paulo. A metodologia é baseada nas fontes de informação da Secretaria de Segurança Pública (SSP) do Estado de São Paulo, além da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
síntese:
A ferramenta INFOMAPA SP destina-se à visualização em mapa dos acidentes que causaram os mesmos óbitos relacionados no sistema INFOSIGA SP, seguindo os mesmos critérios de tabulação.
3.1. Dados disponíveis
No INFOMAPA SP estão disponíveis os seguintes campos:
3.1.1. Informações disponíveis no INFOSIGA SP
- Sexo da Vítima
- Faixa etária da Vítima
- Meio de Locomoção da Vítima
3.1.2. Informações adicionais disponíveis no INFOMAPA SP
- Turno do Acidente
o Manhã
o Tarde
o Noite
o Madrugada
o Não Disponível
Coordenadas Geográficas do Acidente
o Latitude
o Longitude
o Não Disponível
As coordenadas de localização são determinadas conforme endereços (logradouro e número) disponíveis nos Boletins de Ocorrência obtidos no Registro de Ocorrências (RDO) utilizado pela Polícia Civil. Dessa forma, por não terem sido obtidas no local do acidente, pode haver aproximações em torno do endereço indicado por aqueles que reportaram o fato aos órgãos policiais. Durante o processo de auditoria, correções podem ser feitas se identificado flagrantes falhas de preenchimento.
Há casos em que não é possível identificar as coordenadas do acidente, em especial, mas não exclusivamente, quando o óbito ocorre em hospital e os Boletins de Ocorrência relacionados ao caso não contém informações sobre o local do acidente. Esses casos não são plotados no mapa e no arquivo disponibilizado com a listagem dos óbitos os campos de Latitude e Longitude estão preenchidos com “Não Disponível”.
Quando há dois ou mais óbitos no mesmo local, um ícone específico é utilizado para que, ao clique, uma listagem com barra de rolagem seja aberta, contendo todos os óbitos ocorridos naquele local, com as mesmas informações dos demais ícones individuais.
Tela Inicial:
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terça-feira, 28 de março de 2017
Mapa de Concessão de Saneamento do Estado de São Paulo
terça-feira, 7 de fevereiro de 2017
Cetesb - Enquadramento dos Corpos Hídricos
link: http://aguasinteriores.cetesb.sp.gov.br/enquadramento-dos-corpos-hidricos/
Tela Inicial:
UGHRIs:
Mapas Temáticos:
Arquivos Digitais (Shapefiles):
Tela Inicial:
UGHRIs:
Mapas Temáticos:
Arquivos Digitais (Shapefiles):
quinta-feira, 26 de janeiro de 2017
Informações dos Municípios Paulistas - IMP (FUNDAÇÃO SEADE)
link: http://www.imp.seade.gov.br/frontend/#/
Órgão Responsável: SEADE - Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados
Síntese: O IMP – ‘Informações dos Municípios Paulistas’ é um sistema de consulta a dados referentes aos 645 municípios, 16 Regiões Administrativas, 42 Regiões de Governo, duas Aglomerações Urbanas, seis Regiões Metropolitanas e ao total do Estado de São Paulo, além dos 96 distritos da capital paulista.
Trata-se do maior acervo de informações sobre a realidade socioeconômica do Estado de São Paulo, reunindo dados, desde 1980, resultantes de registros administrativos ou de pesquisas primárias realizadas por outras instituições ou pela própria Fundação Seade, que os coleta, trata e armazena. O período abrange diversas mudanças na divisão política do Estado, como pode ser constatado abaixo:
Municípios existentes
• 571, até 1982
• 572, de 1983 a 1992
• 625, de 1993 a 1997
• 645, a partir de 1997
Regiões Administrativas existentes
• 11, até 1982
• 12, de 1982 a 1983
• 13, de 1983 a 1990
• 15, de 1990 a 2014
• 16, a partir de 2014
Regiões de Governo existentes
• 48, até 1983
• 50, de 1983 a 1984
• 42, a partir de 1984
Aglomerações Urbanas existentes
• uma, até 2012
• duas, a partir de 2012
Regiões Metropolitanas existentes
• uma, até 1996
• duas, de 1996 a 2000
• três, de 2000 a 2012
• quatro, de 2012 a 2014
• cinco, a partir de 2014
• seis, a partir de 2016
Distritos da Capital existentes
• 8, até 1985
• 10, de 1985 a 1991
• 96, a partir de 1991
Tela Inicial
Temas
Órgão Responsável: SEADE - Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados
Síntese: O IMP – ‘Informações dos Municípios Paulistas’ é um sistema de consulta a dados referentes aos 645 municípios, 16 Regiões Administrativas, 42 Regiões de Governo, duas Aglomerações Urbanas, seis Regiões Metropolitanas e ao total do Estado de São Paulo, além dos 96 distritos da capital paulista.
Trata-se do maior acervo de informações sobre a realidade socioeconômica do Estado de São Paulo, reunindo dados, desde 1980, resultantes de registros administrativos ou de pesquisas primárias realizadas por outras instituições ou pela própria Fundação Seade, que os coleta, trata e armazena. O período abrange diversas mudanças na divisão política do Estado, como pode ser constatado abaixo:
Municípios existentes
• 571, até 1982
• 572, de 1983 a 1992
• 625, de 1993 a 1997
• 645, a partir de 1997
Regiões Administrativas existentes
• 11, até 1982
• 12, de 1982 a 1983
• 13, de 1983 a 1990
• 15, de 1990 a 2014
• 16, a partir de 2014
Regiões de Governo existentes
• 48, até 1983
• 50, de 1983 a 1984
• 42, a partir de 1984
Aglomerações Urbanas existentes
• uma, até 2012
• duas, a partir de 2012
Regiões Metropolitanas existentes
• uma, até 1996
• duas, de 1996 a 2000
• três, de 2000 a 2012
• quatro, de 2012 a 2014
• cinco, a partir de 2014
• seis, a partir de 2016
Distritos da Capital existentes
• 8, até 1985
• 10, de 1985 a 1991
• 96, a partir de 1991
Tela Inicial
Temas
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
Mapa da Educação
Link: Rede de Ensino
Órgão Responsável:
Secretaria da Educação do Governo do Estado de São Paulo
Síntese:
O Mapa da Educação é uma plataforma colaborativa e georreferenciada com instituições de todo o estado de São Paulo. A ideia é que todas as unidades estaduais, municipais e particulares estejam corretamente identificadas com nome e endereço para renovar e facilitar a busca.
Tela Inicial (clique na figura para ampliá-la)
Navegação (clique na figura para ampliá-la)
Glossário
1. Rede Estadual- SE
Conjunto de escolas criadas, mantidas e administradas pela Secretaria de Estado da Educação.
As escolas estaduais podem ser:
• CEEJA - Centro Estadual de Educação de Jovens e Adultos
• CEL- Centro de Estudo de Línguas
• Classe Hospitalar
• EEI - Escola de Educação Indígena
• CIP- Centro de Internação Provisória
• Classe Penitenciária
• Quilombo
• CI- Centro de Internação.
• Área de Assentamento
• EAC- Escola de Atividade Complementar
• EE – Escola Estadual de Ensino regular
2. Outras Secretarias
Conjunto de Escolas de Educação Básica vinculadas à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação e administradas pelas Universidades Estaduais – USP, UNICAMP, UNESP e Centro Estadual de Educação Tecnológica “Paula Souza”.
As escolas de outras secretarias podem ser:
• CCI – Centro de Convivência Infantil
• CEFOR-Saúde – Centro Formador de Pessoal para Saúde de São Paulo
• CPS – Centro Paula Souza
• UNESP – Universidade Estadual Paulista
• UNICAMP – Universidade de Campinas
• USP – Universidade de São Paulo
3. Rede Municipal
Conjunto de Escolas de Educação Básica mantidas e administradas pelo poder público local.
As escolas municipais podem ser:
• CCI – centro de Convivência Infantil
• EEI - Escola de Educação Indígena
• Quilombo
• Área de Assentamento
• EAD – Educação à Distância
• EJA Preparatório – Educação de Jovens e Adultos - Curso Preparatório
• EAC- Escola de Atividade Complementar
• CIEJA – Centro Integrado de Educação de Jovens e Adultos
• Classe hospitalar
4. Rede Federal
Escolas mantidas e administradas pela União/ poder público federal no Estado de São Paulo.
As escolas federais podem ser: • CCI – centro de Convivência Infantil
• EAD – Educação à Distância
5. Rede Particular
Conjunto de estabelecimentos de ensino que se enquadra na categoria escola privada, diferenciando-se quanto à categoria e mantenedor de escola privada.
As escolas particulares podem ser:
• APAE – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais
• SENAC – Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial
• SENAI – Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial
• SESI – Serviço Social da Indústria
• EJA – Educação de Jovens e Adultos
• EAC- Escola de Atividade Complementar
• Privada Confessional
• Privada Filantrópica
• Privada Comunitária
• EAD- Educação à Distância
Órgão Responsável:
Secretaria da Educação do Governo do Estado de São Paulo
Síntese:
O Mapa da Educação é uma plataforma colaborativa e georreferenciada com instituições de todo o estado de São Paulo. A ideia é que todas as unidades estaduais, municipais e particulares estejam corretamente identificadas com nome e endereço para renovar e facilitar a busca.
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Glossário
1. Rede Estadual- SE
Conjunto de escolas criadas, mantidas e administradas pela Secretaria de Estado da Educação.
As escolas estaduais podem ser:
• CEEJA - Centro Estadual de Educação de Jovens e Adultos
• CEL- Centro de Estudo de Línguas
• Classe Hospitalar
• EEI - Escola de Educação Indígena
• CIP- Centro de Internação Provisória
• Classe Penitenciária
• Quilombo
• CI- Centro de Internação.
• Área de Assentamento
• EAC- Escola de Atividade Complementar
• EE – Escola Estadual de Ensino regular
2. Outras Secretarias
Conjunto de Escolas de Educação Básica vinculadas à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação e administradas pelas Universidades Estaduais – USP, UNICAMP, UNESP e Centro Estadual de Educação Tecnológica “Paula Souza”.
As escolas de outras secretarias podem ser:
• CCI – Centro de Convivência Infantil
• CEFOR-Saúde – Centro Formador de Pessoal para Saúde de São Paulo
• CPS – Centro Paula Souza
• UNESP – Universidade Estadual Paulista
• UNICAMP – Universidade de Campinas
• USP – Universidade de São Paulo
3. Rede Municipal
Conjunto de Escolas de Educação Básica mantidas e administradas pelo poder público local.
As escolas municipais podem ser:
• CCI – centro de Convivência Infantil
• EEI - Escola de Educação Indígena
• Quilombo
• Área de Assentamento
• EAD – Educação à Distância
• EJA Preparatório – Educação de Jovens e Adultos - Curso Preparatório
• EAC- Escola de Atividade Complementar
• CIEJA – Centro Integrado de Educação de Jovens e Adultos
• Classe hospitalar
4. Rede Federal
Escolas mantidas e administradas pela União/ poder público federal no Estado de São Paulo.
As escolas federais podem ser: • CCI – centro de Convivência Infantil
• EAD – Educação à Distância
5. Rede Particular
Conjunto de estabelecimentos de ensino que se enquadra na categoria escola privada, diferenciando-se quanto à categoria e mantenedor de escola privada.
As escolas particulares podem ser:
• APAE – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais
• SENAC – Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial
• SENAI – Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial
• SESI – Serviço Social da Indústria
• EJA – Educação de Jovens e Adultos
• EAC- Escola de Atividade Complementar
• Privada Confessional
• Privada Filantrópica
• Privada Comunitária
• EAD- Educação à Distância
segunda-feira, 22 de agosto de 2016
Portal de Serviços do DAEE
link: http://www.daee.sp.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=54&Itemid=30
órgão responsável: DAEE - Departamento de Águas e Energia Elétrica do Governo do Estado de São Paulo
síntese: A principal função do DAEE é estabelecer a política de utilização dos recursos hídricos, tendo em vista o desenvolvimento integral das bacias hidrográficas. Entre outras atividades, elabora estudos e projetos relativos ao aproveitamento integral dos recursos hídricos, objetos deste portal.
Neste portal os temas são: acervo, apoio ao município, cobrança, outorgas, combate a enchentes e hidrologia.
tópicos do tema ACERVO:
- Água: Recurso Natural Finito
- Distribuição de água no planeta
- Ciclo Hidrológico
- Bacias Hidrográficas
- Uso racional da água
- Você sabia? - Curiosidades
Estudos e Pesquisas CTH - Centro Tecnológico de Hidráulica e Recursos Hídricos
Mapa de Águas Subterrâneas
Planos Estaduais de Recursos Hídricos
Livro Saneamento
Águas Subterrâneas no Estado de São Paulo
Projeto Jurubatuba
O Aquífero Guarani
tópicos do tema OUTORGAS:
Formulários
Emolumentos
Evolução das outorgas no Estado de São Paulo
Relatórios de usos de recursos hídricos, cadastrados ou outorgados no DAEE Manual de Operação e Manutenção de poços
GUIA PRÁTICO: para projetos de pequenas obras hidráulicas
Renovação de Outorga do Sistema Cantareira
órgão responsável: DAEE - Departamento de Águas e Energia Elétrica do Governo do Estado de São Paulo
síntese: A principal função do DAEE é estabelecer a política de utilização dos recursos hídricos, tendo em vista o desenvolvimento integral das bacias hidrográficas. Entre outras atividades, elabora estudos e projetos relativos ao aproveitamento integral dos recursos hídricos, objetos deste portal.
Neste portal os temas são: acervo, apoio ao município, cobrança, outorgas, combate a enchentes e hidrologia.
tópicos do tema ACERVO:
- Água: Recurso Natural Finito
- Distribuição de água no planeta
- Ciclo Hidrológico
- Bacias Hidrográficas
- Uso racional da água
- Você sabia? - Curiosidades
Estudos e Pesquisas CTH - Centro Tecnológico de Hidráulica e Recursos Hídricos
Mapa de Águas Subterrâneas
Planos Estaduais de Recursos Hídricos
Livro Saneamento
Águas Subterrâneas no Estado de São Paulo
Projeto Jurubatuba
O Aquífero Guarani
tópicos do tema OUTORGAS:
Formulários
Emolumentos
Evolução das outorgas no Estado de São Paulo
Relatórios de usos de recursos hídricos, cadastrados ou outorgados no DAEE Manual de Operação e Manutenção de poços
GUIA PRÁTICO: para projetos de pequenas obras hidráulicas
Renovação de Outorga do Sistema Cantareira
SIBH - Hidrologia
link (abrir no Internet Explorer): http://200.98.173.115/
órgão responsável: DAEE
síntese: Acordos de cooperação técnica com a ANA (Agência Nacional de Águas) e Cemaden (Centro de Monitoramento de Alertas de Desastres Naturais), firmados no início de 2016, ampliaram o alcance do Sistema Integrado de Bacias Hidrográficas (SIBH), do DAEE. O sistema conta com 1.350 postos de medição de índices pluviométricos (que medem os níveis de chuva), fluviométricos (que medem a vazão do rio) e piezométricos (medem o nível da água nos lençóis freáticos), sendo 700 do Cemaden, 300 da ANA e 350 do próprio DAEE, que fornecem estatísticas e dados que permitem a elaboração de análises hidrológicas de qualidade para a gestão dos recursos hídricos no Estado.
A Rede Hidrológica Básica do Estado de São Paulo já fornece via internet gratuitamente as séries históricas no Estado, através do Banco de Dados Hidrológicos (BDH), totalmente atualizado, além de informações no SIBH sobre a situação hidrológica anual (relatório de situação) e situação hidrológica de 10 minutos a 2 anos (ano anterior e ano atual) no Estado de São Paulo. Além disso, as diversas Salas de Situação do DAEE instaladas fornecem dados em tempo real em São Paulo, Registro, Taubaté, Piracicaba, Ribeirão Preto e São José do Rio Preto, além de alcançar também todo o resto do estado.
A Rede Hidrológica Básica do DAEE tem a função de quantificar e medir a oferta de água no Estado, sua distribuição espacial e temporal, possibilitando o planejamento e gerenciamento dos recursos hídricos pelo Estado e pelos Comitês de Bacias Hidrográficas, e subsidiando procedimentos, como outorgas para captação das cidades, indústrias e agricultura, além de projetos de barragens e retificação de rios e córregos, entre outros.
tela inicial:
órgão responsável: DAEE
síntese: Acordos de cooperação técnica com a ANA (Agência Nacional de Águas) e Cemaden (Centro de Monitoramento de Alertas de Desastres Naturais), firmados no início de 2016, ampliaram o alcance do Sistema Integrado de Bacias Hidrográficas (SIBH), do DAEE. O sistema conta com 1.350 postos de medição de índices pluviométricos (que medem os níveis de chuva), fluviométricos (que medem a vazão do rio) e piezométricos (medem o nível da água nos lençóis freáticos), sendo 700 do Cemaden, 300 da ANA e 350 do próprio DAEE, que fornecem estatísticas e dados que permitem a elaboração de análises hidrológicas de qualidade para a gestão dos recursos hídricos no Estado.
A Rede Hidrológica Básica do Estado de São Paulo já fornece via internet gratuitamente as séries históricas no Estado, através do Banco de Dados Hidrológicos (BDH), totalmente atualizado, além de informações no SIBH sobre a situação hidrológica anual (relatório de situação) e situação hidrológica de 10 minutos a 2 anos (ano anterior e ano atual) no Estado de São Paulo. Além disso, as diversas Salas de Situação do DAEE instaladas fornecem dados em tempo real em São Paulo, Registro, Taubaté, Piracicaba, Ribeirão Preto e São José do Rio Preto, além de alcançar também todo o resto do estado.
A Rede Hidrológica Básica do DAEE tem a função de quantificar e medir a oferta de água no Estado, sua distribuição espacial e temporal, possibilitando o planejamento e gerenciamento dos recursos hídricos pelo Estado e pelos Comitês de Bacias Hidrográficas, e subsidiando procedimentos, como outorgas para captação das cidades, indústrias e agricultura, além de projetos de barragens e retificação de rios e córregos, entre outros.
tela inicial:
quinta-feira, 4 de agosto de 2016
Base de Faces de Logradouro
link (abrir no Internet Explorer): ftp://geoftp.ibge.gov.br/recortes_para_fins_estatisticos/malha_de_setores_censitarios/censo_2010/base_de_faces_de_logradouros/SP/
órgão responsável: IBGE
síntese: O IBGE disponibilizou a Base de Faces de Logradouros do Censo Demográfico 2010, que contempla todos os 5.570 municípios brasileiros. São arquivos vetoriais digitais que mostram as extensões compreendidas entre, por exemplo, quarteirões de uma rua, praça etc, com representação em linhas, disponíveis para download no formato de arquivo shapefile. A Base de Faces de Logradouros do Censo Demográfico 2010 fornece à sociedade uma base de logradouros (ruas, avenidas, praças, jardins etc.), segmentados em quarteirões, compatível com os setores censitários definidos para a coleta do Censo Demográfico 2010. Este produto tem origem na base territorial digital, que integra as bases cartográficas urbanas e rurais e o Cadastro Nacional de Endereços para Fins Estatísticos (CNEFE), todos atualizados durante o último recenseamento de população, em 2010.
As bases vetoriais de logradouros têm origem em produtos existentes para todos os setores censitários urbanos dos municípios brasileiros, alguns processados pelas equipes do IBGE, outros contratados de empresas privadas, além daqueles obtidos por acordos com prefeituras, sem restrição de uso e divulgação de produtos derivados.
Segundo a instituição, há limitações técnicas importantes no que se refere ao posicionamento e nome dos logradouros, descritas na nota metodológica que acompanha o produto: "A Base de Faces de Logradouros está em escala que varia entre 1:2.000 e 1:15.000, sendo compatível com os insumos adquiridos para a sua geração à época da sua construção. Apesar de esta base ter sido georreferenciada utilizando imagens orbitais disponíveis, podem haver discrepâncias posicionais em relação ao mundo real em algumas áreas do território.
Os atributos que compõem a Base de Faces de Logradouros podem, ocasionalmente, apresentar incoerências no seu conteúdo, como nomes diferentes para trechos de faces de um mesmo logradouro, nomes desatualizados ou mesmo falta de nomes.
Na grande maioria dos aglomerados subnormais os logradouros não apresentam divisão de quadra-face.
Todas as observações relacionadas com a qualidade dos dados citados neste documento são de conhecimento do IBGE, sendo que o mesmo não se responsabiliza pela correção destas imperfeições e nem de outras porventura existentes. O usuário ao utilizar esta base de dados deve estar ciente dessas observações, cabendo a ele a decisão de utilizar os dados da maneira que se encontram disponibilizados."
Mesmo com estas limitações, segundo o IBGE, esta Base pode se se constituir numa ferramenta para descrição do espaço urbano de uma grande quantidade de municípios que ainda não dispõem de bases cartográficas digitais. Pode ser também um ponto de partida para futuras atualizações a serem efetuadas pelos interessados, suprindo uma carência da disponibilização de uma camada vetorial de logradouros que abrange todo o território nacional.
tela inicial (clique na figura para expandir):
órgão responsável: IBGE
síntese: O IBGE disponibilizou a Base de Faces de Logradouros do Censo Demográfico 2010, que contempla todos os 5.570 municípios brasileiros. São arquivos vetoriais digitais que mostram as extensões compreendidas entre, por exemplo, quarteirões de uma rua, praça etc, com representação em linhas, disponíveis para download no formato de arquivo shapefile. A Base de Faces de Logradouros do Censo Demográfico 2010 fornece à sociedade uma base de logradouros (ruas, avenidas, praças, jardins etc.), segmentados em quarteirões, compatível com os setores censitários definidos para a coleta do Censo Demográfico 2010. Este produto tem origem na base territorial digital, que integra as bases cartográficas urbanas e rurais e o Cadastro Nacional de Endereços para Fins Estatísticos (CNEFE), todos atualizados durante o último recenseamento de população, em 2010.
As bases vetoriais de logradouros têm origem em produtos existentes para todos os setores censitários urbanos dos municípios brasileiros, alguns processados pelas equipes do IBGE, outros contratados de empresas privadas, além daqueles obtidos por acordos com prefeituras, sem restrição de uso e divulgação de produtos derivados.
Segundo a instituição, há limitações técnicas importantes no que se refere ao posicionamento e nome dos logradouros, descritas na nota metodológica que acompanha o produto: "A Base de Faces de Logradouros está em escala que varia entre 1:2.000 e 1:15.000, sendo compatível com os insumos adquiridos para a sua geração à época da sua construção. Apesar de esta base ter sido georreferenciada utilizando imagens orbitais disponíveis, podem haver discrepâncias posicionais em relação ao mundo real em algumas áreas do território.
Os atributos que compõem a Base de Faces de Logradouros podem, ocasionalmente, apresentar incoerências no seu conteúdo, como nomes diferentes para trechos de faces de um mesmo logradouro, nomes desatualizados ou mesmo falta de nomes.
Na grande maioria dos aglomerados subnormais os logradouros não apresentam divisão de quadra-face.
Todas as observações relacionadas com a qualidade dos dados citados neste documento são de conhecimento do IBGE, sendo que o mesmo não se responsabiliza pela correção destas imperfeições e nem de outras porventura existentes. O usuário ao utilizar esta base de dados deve estar ciente dessas observações, cabendo a ele a decisão de utilizar os dados da maneira que se encontram disponibilizados."
Mesmo com estas limitações, segundo o IBGE, esta Base pode se se constituir numa ferramenta para descrição do espaço urbano de uma grande quantidade de municípios que ainda não dispõem de bases cartográficas digitais. Pode ser também um ponto de partida para futuras atualizações a serem efetuadas pelos interessados, suprindo uma carência da disponibilização de uma camada vetorial de logradouros que abrange todo o território nacional.
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terça-feira, 19 de julho de 2016
SIM - Sistema de Informações Metropolitanas
Link: http://www.sim.emplasa.sp.gov.br/mapa
Órgão Responsável: Emplasa - Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano S/A
Síntese: Com recursos de visualização, inserção e edição de dados geoespaciais de modo amplo, o sistema SIM|Emplasa permite uma visão integrada do território, tornando-o instrumento de planejamento regional. Também facilita análises e a geração de relatórios a partir de um painel com gráficos e tabelas dinâmicas. Tudo isso possibilita respostas rápidas a perguntas estratégicas, garantindo que as ações e a aplicação das políticas públicas sejam mais ágeis e direcionadas às reais necessidades da sociedade.
Tela Inicial:
Camadas:
Limites:
Administrativos: Município, RM Baixada Santista, RM Campinas, RM Sorocaba, RM São Paulo, RM Vale do Paraíba e Lit. Norte, RM Ribeirão Preto, Macrometrólpole Paulista, Unidade Federativa
CIOeste: Limite Regional CIOeste - Região Oeste da Região Metropolitana de São Paulo
Censo: Setores Censitários 2010
Camadas de Meio Ambiente / Riscos Ambientais (Áreas de Risco):
Áreas de Proteção e Zoneamento:
Unidades de Conservação
Áreas de Prot. aos Mananciais
Zoneamento Billing, 2009
Zoneamento Guarapiranga, 2006
Dados Ambientais
Camadas de Habitação / Graprohab - Grupo de Análise e Aprovação de Projetos Habitacionais do Estado de São Paulo (Aprovados/ Dispensados/ Em Análise):
Programas Habitacionais
Parc. Fed. Mun. Casa Paulista, 2015
Minha Casa, Minha Vida, Caixa, 2015
Precariedade Assentamentos Precários, Aglom. Subnormais, CEM, 2013
Camadas de Infraestrutura / Equipamentos Urbanos (Saúde, Escolas):
Transporte
Estações Metroviárias
Estações Ferroviárias / CPTM
Estações Ferroviárias / Ferroban
Linhas Metroviárias
Órgão Responsável: Emplasa - Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano S/A
Síntese: Com recursos de visualização, inserção e edição de dados geoespaciais de modo amplo, o sistema SIM|Emplasa permite uma visão integrada do território, tornando-o instrumento de planejamento regional. Também facilita análises e a geração de relatórios a partir de um painel com gráficos e tabelas dinâmicas. Tudo isso possibilita respostas rápidas a perguntas estratégicas, garantindo que as ações e a aplicação das políticas públicas sejam mais ágeis e direcionadas às reais necessidades da sociedade.
Tela Inicial:
Camadas:
Limites:
Administrativos: Município, RM Baixada Santista, RM Campinas, RM Sorocaba, RM São Paulo, RM Vale do Paraíba e Lit. Norte, RM Ribeirão Preto, Macrometrólpole Paulista, Unidade Federativa
CIOeste: Limite Regional CIOeste - Região Oeste da Região Metropolitana de São Paulo
Censo: Setores Censitários 2010
Camadas de Meio Ambiente / Riscos Ambientais (Áreas de Risco):
Áreas de Proteção e Zoneamento:
Unidades de Conservação
Áreas de Prot. aos Mananciais
Zoneamento Billing, 2009
Zoneamento Guarapiranga, 2006
Dados Ambientais
Camadas de Habitação / Graprohab - Grupo de Análise e Aprovação de Projetos Habitacionais do Estado de São Paulo (Aprovados/ Dispensados/ Em Análise):
Programas Habitacionais
Parc. Fed. Mun. Casa Paulista, 2015
Minha Casa, Minha Vida, Caixa, 2015
Precariedade Assentamentos Precários, Aglom. Subnormais, CEM, 2013
Camadas de Infraestrutura / Equipamentos Urbanos (Saúde, Escolas):
Transporte
Estações Metroviárias
Estações Ferroviárias / CPTM
Estações Ferroviárias / Ferroban
Linhas Metroviárias
terça-feira, 12 de julho de 2016
Mapeia São Paulo
link: http://www.mapeiasp.sp.gov.br/Mapa
(o usuário deve estar cadastrado no site http://www.mapeiasp.sp.gov.br/Login
órgão responsável: Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano SA – Emplasa, órgão vinculado à Secretaria Estadual da Casa Civil.
síntese: O Sistema Mapeia São Paulo tem por objetivo permitir acesso amplo a qualquer interessado ao conjunto de Ortofotos produzidas pela Emplasa, como fonte de informação oficial, segura e precisa para todo o território do Estado de São Paulo.
O seu uso é possível em qualquer dispositivo com acesso à WEB, sendo possível imprimir áreas das Ortofotos com informações técnicas, garantia de origem (numeração de controle) e comprovação de autenticidade.
As Ortofotos, que recobrem todo o Estado de São Paulo e seu entorno, foram realizadas na 1ª Etapa do Projeto de Atualização Cartográfica do Governo do Estado – Projeto Mapeia São Paulo, que compreendeu o Levantamento Aerofotogramétrico, Apoio de Campo, Aerotriangulação, Modelos Digitais de Superfície e Ortofotos.
A Emplasa está utilizando para esse Sistema a “tecnologia em nuvem” (Cloud Compputing) que permite ampla capacidade de acesso simultâneo, além de garantir a rápida visualização de imagens de grande volume.
tela inicial (clique na figura para ampliar):
camadas:
1. Ortofotos
Ortofotos 2010/11
Infravermelho 2010/11 - Este tipo de Ortofotos, dentre outros aspectos, facilita a diferenciação de tipos de vegetação e quantidade de umidade no solo através das tonalidades do vermelho.
Articulação - Cada Ortofoto abrange a área do recorte sistemático das folhas na escala 1: 25 000 e possui em torno de 650 MB. O conjunto completo do Estado de São Paulo compreende 1.727 Ortofotos, recobrindo 2,5 km em torno do Estado, inclusive das áreas alagadas e as ilhas marítimas. Ao clicar no interior de um polígono da Articulação será exibido, além da área de abrangência da Ortofoto, o número que a identifica.
2. Limites Administrativos
Unidade Federativa
Macrometrópole Paulista
Município
Regiões Metropolitanas
São Paulo
Baixada Santista
Campinas
Vale do Paraíba e Litoral Norte
Sorocaba
3. Sistema Viário
4. Dados do Google
Imagem de Satélite
Imagem de Satélite e Eixo de Logradouro
Altimetria
Eixo de Logradouro
(o usuário deve estar cadastrado no site http://www.mapeiasp.sp.gov.br/Login
órgão responsável: Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano SA – Emplasa, órgão vinculado à Secretaria Estadual da Casa Civil.
síntese: O Sistema Mapeia São Paulo tem por objetivo permitir acesso amplo a qualquer interessado ao conjunto de Ortofotos produzidas pela Emplasa, como fonte de informação oficial, segura e precisa para todo o território do Estado de São Paulo.
O seu uso é possível em qualquer dispositivo com acesso à WEB, sendo possível imprimir áreas das Ortofotos com informações técnicas, garantia de origem (numeração de controle) e comprovação de autenticidade.
As Ortofotos, que recobrem todo o Estado de São Paulo e seu entorno, foram realizadas na 1ª Etapa do Projeto de Atualização Cartográfica do Governo do Estado – Projeto Mapeia São Paulo, que compreendeu o Levantamento Aerofotogramétrico, Apoio de Campo, Aerotriangulação, Modelos Digitais de Superfície e Ortofotos.
A Emplasa está utilizando para esse Sistema a “tecnologia em nuvem” (Cloud Compputing) que permite ampla capacidade de acesso simultâneo, além de garantir a rápida visualização de imagens de grande volume.
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1. Ortofotos
Ortofotos 2010/11
Infravermelho 2010/11 - Este tipo de Ortofotos, dentre outros aspectos, facilita a diferenciação de tipos de vegetação e quantidade de umidade no solo através das tonalidades do vermelho.
Articulação - Cada Ortofoto abrange a área do recorte sistemático das folhas na escala 1: 25 000 e possui em torno de 650 MB. O conjunto completo do Estado de São Paulo compreende 1.727 Ortofotos, recobrindo 2,5 km em torno do Estado, inclusive das áreas alagadas e as ilhas marítimas. Ao clicar no interior de um polígono da Articulação será exibido, além da área de abrangência da Ortofoto, o número que a identifica.
2. Limites Administrativos
Unidade Federativa
Macrometrópole Paulista
Município
Regiões Metropolitanas
São Paulo
Baixada Santista
Campinas
Vale do Paraíba e Litoral Norte
Sorocaba
3. Sistema Viário
4. Dados do Google
Imagem de Satélite
Imagem de Satélite e Eixo de Logradouro
Altimetria
Eixo de Logradouro
quinta-feira, 7 de julho de 2016
Atlas da Competitividade da Indústria
link: http://apps2.fiesp.com.br/atlas/Atlas/MapaInfraestrutura.aspx
órgão responsável:A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) em parceria com a Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade (INVESTE SP) ligada a Secretaria de Desenvolvimento do Estado de São Paulo, elaboraram e disponibilizam o aplicativo de consulta on-line o “Atlas da Indústria Paulista do Estado de São Paulo”.
síntese: Investimentos: identificação das externalidades benignas para atração de investimentos (infraestrutura física e de competitividade regional e local), oportunidades de adensamento de cadeias produtivas locais, atendimento a investidores privados, subsídios à orientação de investimentos públicos e evolução de investimentos privados;
Infraestrutura e logística: identificação de oportunidades de melhoria/redução de gargalos, considerando necessidades específicas das indústrias quanto a operações e distribuição da produção;
Capital humano: identificação das diferenças regionais/setoriais de escolaridade e salários e a decorrente oportunidade de programas de capacitação para escolaridade e produtividade;
Identificação de vocações regionais e classificação da tipologia dos pólos de desenvolvimento de São Paulo: APLs, aglomerações setoriais (com presença ou não de grande indústria na aglomeração local), parques tecnológicos, regiões com denominação de origem;
Tecnologia: adequação de serviços tecnológicos (laboratórios, centros de pesquisa) e elaboração de programas de extensão em GESTÃO e TECNOLOGIA adequados às necessidades regionais, setoriais e de porte;
Formação de recursos humanos: adequação e expansão do ensino técnico e tecnológico conforme a demanda industrial regional;
Monitoramento da competitividade: identificação (construção de série histórica) da evolução do emprego, arrecadação, estabelecimentos, salários, investimentos, etc., possibilitando verificar e adotar medidas referentes a setores/regiões mais dinâmicos, construção de indicadores de competitividade regional e municipal, constituição de fundos e incentivos regionais, etc.
tela inicial:
camadas:
INFRAESTRUTURA
Aeroportos Internacionais
Aeroportos Nacionais
Portos
Ferrovias
Rod. Principais
Rodovias
Rodoanel
Hidrovias
Gasodutos
INSTITUIÇÕES DE APOIO
Sebrae
Senac
Senat
Instituições de Pesquisa
Parques Tecnológicos
Ensino Superior - Estaduais
Ensino Superior - Federais
Ensino Superior - Municipais
Cursos (Senai, Centro Paula Souza, Federal - IFSP)
Laboratórios
DIVISÕES ADMINISTRATIVAS
Regiões Administrativas
Divisão Fiesp DEPAR
Divisão Ciesp
Divisão Municipios
órgão responsável:A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) em parceria com a Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade (INVESTE SP) ligada a Secretaria de Desenvolvimento do Estado de São Paulo, elaboraram e disponibilizam o aplicativo de consulta on-line o “Atlas da Indústria Paulista do Estado de São Paulo”.
síntese: Investimentos: identificação das externalidades benignas para atração de investimentos (infraestrutura física e de competitividade regional e local), oportunidades de adensamento de cadeias produtivas locais, atendimento a investidores privados, subsídios à orientação de investimentos públicos e evolução de investimentos privados;
Infraestrutura e logística: identificação de oportunidades de melhoria/redução de gargalos, considerando necessidades específicas das indústrias quanto a operações e distribuição da produção;
Capital humano: identificação das diferenças regionais/setoriais de escolaridade e salários e a decorrente oportunidade de programas de capacitação para escolaridade e produtividade;
Identificação de vocações regionais e classificação da tipologia dos pólos de desenvolvimento de São Paulo: APLs, aglomerações setoriais (com presença ou não de grande indústria na aglomeração local), parques tecnológicos, regiões com denominação de origem;
Tecnologia: adequação de serviços tecnológicos (laboratórios, centros de pesquisa) e elaboração de programas de extensão em GESTÃO e TECNOLOGIA adequados às necessidades regionais, setoriais e de porte;
Formação de recursos humanos: adequação e expansão do ensino técnico e tecnológico conforme a demanda industrial regional;
Monitoramento da competitividade: identificação (construção de série histórica) da evolução do emprego, arrecadação, estabelecimentos, salários, investimentos, etc., possibilitando verificar e adotar medidas referentes a setores/regiões mais dinâmicos, construção de indicadores de competitividade regional e municipal, constituição de fundos e incentivos regionais, etc.
tela inicial:
camadas:
INFRAESTRUTURA
Aeroportos Internacionais
Aeroportos Nacionais
Portos
Ferrovias
Rod. Principais
Rodovias
Rodoanel
Hidrovias
Gasodutos
INSTITUIÇÕES DE APOIO
Sebrae
Senac
Senat
Instituições de Pesquisa
Parques Tecnológicos
Ensino Superior - Estaduais
Ensino Superior - Federais
Ensino Superior - Municipais
Cursos (Senai, Centro Paula Souza, Federal - IFSP)
Laboratórios
DIVISÕES ADMINISTRATIVAS
Regiões Administrativas
Divisão Fiesp DEPAR
Divisão Ciesp
Divisão Municipios
quarta-feira, 6 de julho de 2016
Emplasageo
link: http://www.emplasageo.sp.gov.br/
órgão responsável: Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano SA – Emplasa, órgão vinculado à Secretaria Estadual da Casa Civil.
síntese: GeoInformação ao Cidadão
Dados Selecionados: informações sobre: educação, saúde, Poupatempo, sub-prefeituras, cartórios eleitorais, museus, manifestações culturais, patrimônio histórico, teatros, bibliotecas, bares, restaurantes, hotéis, shopping Center e comércio especializado.
Construa suas Informações: tabelas, gráficos e mapas a partir de informações sobre área, população, densidade, taxa de crescimento, receita e despesa, estabelecimentos e empregos, produto interno bruto e valor adicionado. Séries históricas dos 173 municípios da Macrometrópole Paulista.
Mapas Temáticos: informações sobre aspectos econômicos, aspectos físico territoriais, demografia e finanças públicas dos municípios.
Por ex., Índice de Desenvolvimento Humano RMSP
Imagens:disposição de um acervo de fotos sobre vários aspectos municipais.
Vídeos: conheça um pouco das Regiões Metropolitanas Paulistas.
tela inicial:
camadas:
A Estrutura de Camadas é dividida em dois grupos: Dados Disponíveis e Camadas Fixas.
Dados Disponíveis
1. Transporte Metropolitano
Aeroportos
Portos
2. Equipamentos Urbanos
Educação
Saúde
Utilidade Pública
Cultura e Lazer
Infraestrutura Turística
Pólos Tecnológicos
3. Instrumentos de Regulação Urbanísticos
Macrozonas
Operação Urbana (RMSP)
ZEIA - Zona de Especial Interesse Ambiental (RMSP)
ZEIS - Zonas Especiais de Interesse Social (RMSP)
4. Sociodiversidade
Comunidades Tradicionais
Camadas Fixas
5. Sistema Viário
Sistema Viário
6. Sistema Metroviário
Linhas de Metrôs
Estações de Trens e Trens Metropolitanos
Estações de Trem - Ferroban
Linha de Trem
7. Limites Administrativos
Macrometrópole
RM da Baixada Santista
RM de Campinas
RM de São Paulo
RM de Sorocaba
RM do Vale do Paraíba e Litoral Norte
Município
8. Mancha Urbana
Mancha Urbana
9. Ortofotos
Mapeia São Paulo (figura abaixo)
órgão responsável: Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano SA – Emplasa, órgão vinculado à Secretaria Estadual da Casa Civil.
síntese: GeoInformação ao Cidadão
Dados Selecionados: informações sobre: educação, saúde, Poupatempo, sub-prefeituras, cartórios eleitorais, museus, manifestações culturais, patrimônio histórico, teatros, bibliotecas, bares, restaurantes, hotéis, shopping Center e comércio especializado.
Construa suas Informações: tabelas, gráficos e mapas a partir de informações sobre área, população, densidade, taxa de crescimento, receita e despesa, estabelecimentos e empregos, produto interno bruto e valor adicionado. Séries históricas dos 173 municípios da Macrometrópole Paulista.
Mapas Temáticos: informações sobre aspectos econômicos, aspectos físico territoriais, demografia e finanças públicas dos municípios.
Por ex., Índice de Desenvolvimento Humano RMSP
Imagens:disposição de um acervo de fotos sobre vários aspectos municipais.
Vídeos: conheça um pouco das Regiões Metropolitanas Paulistas.
tela inicial:
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A Estrutura de Camadas é dividida em dois grupos: Dados Disponíveis e Camadas Fixas.
Dados Disponíveis
1. Transporte Metropolitano
Aeroportos
Portos
2. Equipamentos Urbanos
Educação
Saúde
Utilidade Pública
Cultura e Lazer
Infraestrutura Turística
Pólos Tecnológicos
3. Instrumentos de Regulação Urbanísticos
Macrozonas
Operação Urbana (RMSP)
ZEIA - Zona de Especial Interesse Ambiental (RMSP)
ZEIS - Zonas Especiais de Interesse Social (RMSP)
4. Sociodiversidade
Comunidades Tradicionais
Camadas Fixas
5. Sistema Viário
Sistema Viário
6. Sistema Metroviário
Linhas de Metrôs
Estações de Trens e Trens Metropolitanos
Estações de Trem - Ferroban
Linha de Trem
7. Limites Administrativos
Macrometrópole
RM da Baixada Santista
RM de Campinas
RM de São Paulo
RM de Sorocaba
RM do Vale do Paraíba e Litoral Norte
Município
8. Mancha Urbana
Mancha Urbana
9. Ortofotos
Mapeia São Paulo (figura abaixo)
segunda-feira, 4 de julho de 2016
Datageo
link: http://datageo.ambiente.sp.gov.br/app/?ctx=DATAGEO
órgão responsável: Secretaria do Meio Ambiente (SMA) do Estado de São Paulo
síntese: A SMA disponibilizou ao público a partir de 30/09/2014, o Projeto DataGEO, cujo objetivo é de estruturar, organizar e disponibilizar as bases de informações ambientais e territoriais do Sistema Ambiental Paulista por meio da construção de uma Infraestrutura de Dados Espaciais Ambientais – IDEA-SP para apoiar as ações de Licenciamento, Fiscalização, Planejamento e Gestão em suas análises e tomadas de decisão.
tela inicial:
camadas:
1. Base Cartográfica
1.1. Base Cartográfica IGC
IGC - Hidrografia do Oeste de SP 1:25.000 (PRELIMINAR)
IGC - Hidrografia da RM de São Paulo e Baixada Santista 1:25.000
1.2. Bases EMPLASA
EMPLASA - Folhas Planialtimétricas da Região Metropolitana de São Paulo - 1980/1981 (originais)
EMPLASA - Folhas Planialtimétricas da Região Metropolitana de São Paulo - 1980/1981 (com atualizações)
1.3. Bases IGC
IGC - Cartas Topográficas 1:10.000
IGC - Articulação das Cartas Topográficas 1:10.000
IGC - Carta Topográfica da Cidade de São Paulo - 1971
IGC - Mapeamento SARA Brasil 1930
1.4. Bases IBGE
IBGE - Articulação das Cartas Topográficas 1:50.000
IBGE - Articulação das Cartas Topográficas 1:250.000
Cartas Topográficas do IBGE 250k
Cartas Topográficas do IBGE 50k
2. Base Imagem
2.1. Imagens IGC IGC - Ortofotos Leste SP 2010
IGC - Ortofotos Oeste SP 2010
IGC - Ortofotos RM Baixada Santista 2001/2002 (AGEM)
IGC - Ortoimagem SPOT 2007/2009 (SMA/CPLA)
2.2. Imagens Landsat 2010
2.3. Imagens Rapideye 2011
2.4. Imagens Rapideye 2013/2014
2.5. Imagens IKONOS 2002 - RMSP
2.6. Mosaico de imagens IKONOS da Bacia do Guarapiranga - 2012
2.7. Ortofotos Região da Bragantina - 2007 (CDHU)
2.8. Ortofotos Região do Vale do Paraíba - 2007 (CDHU)
2.9. Ortofotos Região Metropolitana da Baixada Santista - 2007 (CDHU)
2.10. Ortofotos Região Metropolitana de Campinas - 2008 (CDHU)
2.11. Ortofotos Projeto de Preservação da Mata Atlântica (PPMA) - 2001
2.12. Imagens Quickbird 2009 da APRM Billings - Lei Estadual n° 13.579/2009
3. Base Temática
3.1. Antrópico
Uso ou Cobertura do Solo
Cobertura da Terra do Estado de São Paulo - Ano 2010
Uso e Cobertura da Terra da UGRHI 05 (PCJ) - 2013
Uso e Cobertura da Terra - Guarapiranga - ACQUASED/FAPESP - 2014
Unidades Homogêneas de Uso e Cobertura da Terra 2014 - CPLA/IG
Áreas Urbanas
Aeródromos do Estado de São Paulo - ANAC 2013
Malha Rodoviária DER - Departamento de Estradas e Rodagem
Rodoanel - Trecho Construído até 2010
3.2. Biótico
Biota FAPESP
Inventário Biológico 2008
Conectividade do Estado de São Paulo 2008
Áreas Prioritárias 2008 - BIOTA/FAPESP
Percentual de cobertura vegetal nativa por município
Biomas do Estado de São Paulo
Inventário Florestal 2005
Inventário Florestal 2010
Mapeamento de Vegetação Natural do Estado de São Paulo - Olho Verde (1988/1989)
3.3. Físico
Relevo
Modelo Digital de Elevação do Estado de São Paulo
Relevo Sombreado do Estado de São Paulo
Declividade do Estado de São Paulo em %
Declividade do Estado de São Paulo em Graus
Limite das Sub-Bacias Hidrográficas do Estado de São Paulo
Nota do Editor: Objeto carregado em 13/07/2016 como Bacias Hidrográficas -> Micro-Bacias, sujeito a ajustes.
Regiões Hidrográficas - SMA
Unidades Aquíferas
Cavidades Naturais do Estado de São Paulo - CECAV
Sítios Geológicos e Paleontológicos do Estado de São Paulo
Pedologia do Estado de São Paulo
Geologia do Estado de São Paulo - CPRM 2006
Geomorfologia do Estado de São Paulo
Estruturas Geomorfológicas do Estado de São Paulo
Recursos Minerais do Estado de São Paulo
4. Dados Socioeconômico e Índices
4.1. Demografia
Densidade Demográfica 1940
Densidade Demográfica 1960
Densidade Demográfica 1980
Densidade Demográfica 2000
Densidade Demográfica 2008
Densidade Demográfica 2009
Densidade Demográfica 2010
Densidade Demográfica 2011
Densidade Demográfica 2012
Densidade Demográfica 2013
Densidade Demográfica 2014
Densidade Demográfica 2015
4.2. ICMS Ecológico
Repasse de ICMS Ecológico 2007 - LE Nº 8.510/93
Repasse de ICMS Ecológico 2008 - LE Nº 8.510/93
Repasse de ICMS Ecológico 2009 - LE Nº 8.510/93
Repasse de ICMS Ecológico 2010 - LE Nº 8.510/93
Repasse de ICMS Ecológico 2011 - LE Nº 8.510/93
Repasse de ICMS Ecológico 2012 - LE Nº 8.510/93
Repasse de ICMS Ecológico 2013 - LE Nº 8.510/93
Repasse de ICMS Ecológico 2014 - LE Nº 8.510/93
4.3. Programa Município VerdeAzul
Certificação do Programa Município Verde Azul 2011
Certificação do Programa Município Verde Azul 2012
Certificação do Programa Município Verde Azul 2013
Certificação do Programa Município Verde Azul 2014
4.4. Saneamento Ambiental
Ano 2007 - Saneamento Ambiental
Demanda de água por Setor de Atividade e por UGRHI em 2007
Ano 2008 - Saneamento Ambiental
ICTEM - Indicador de Coleta e Tratabilidade de Esgoto da População Urbana de Município em 2008
IAA - Índice de Atendimento de Água 2008
Demanda de água por Setor de Atividade e por UGRHI em 2008
Ano 2009 - Saneamento Ambiental
ICTEM - Indicador de Coleta e Tratabilidade de Esgoto da População Urbana de Município em 2009
IAA - Índice de Atendimento de Água 2009
Demanda de água por Setor de Atividade e por UGRHI em 2009
Ano 2010 - Saneamento Ambiental
ICTEM - Indicador de Coleta e Tratabilidade de Esgoto da População Urbana de Município em 2010
IAA - Índice de Atendimento de Água 2010
Demanda de água por Setor de Atividade e por UGRHI em 2010
Ano 2011 - Saneamento Ambiental
ICTEM - Indicador de Coleta e Tratabilidade de Esgoto da População Urbana de Município em 2011
IAA - Índice de Atendimento de Água 2011
Demanda de água por Setor de Atividade e por UGRHI em 2011
Ano 2012 - Saneamento Ambiental
ICTEM - Indicador de Coleta e Tratabilidade de Esgoto da População Urbana de Município em 2012
IAA - Índice de Atendimento de Água 2012
Demanda de água por Setor de Atividade e por UGRHI em 2012
Ano 2013 - Saneamento Ambiental
ICTEM - Indicador de Coleta e Tratabilidade de Esgoto da População Urbana de Município em 2013
Demanda de água por Setor de Atividade e por UGRHI em 2013
ICTEM - Indicador de Coleta e Tratabilidade de Esgoto da População Urbana de Município em 2014
ICTEM - Indicador de Coleta e Tratabilidade de Esgoto da População Urbana de Município em 2015
IAA - Índice de Atendimento de Água 2012
IAA - Índice de Atendimento de Água 2013
Municípios com Cadastro de Rede de Drenagem Pluvial Urbana em 2011
Redução de Carga Orgânica por UGRHI 2009
Coleta e Tratamento de Esgoto por Município em 2008
Redução de Carga Orgânica por UGRHI 2010
Coleta e Tratamento de Esgoto por Município em 2009
Demanda de água por Setor de Atividade e por UGRHI em 2012
Demanda de água por Setor de Atividade e por UGRHI em 2013
4.5. Saúde
Mortalidade por doenças do aparelho respiratório na faixa etária de 60 anos ou mais - 2012
Mortalidade por doenças do aparelho respiratório na faixa etária de 60 anos ou mais - 2013
Mortalidade por doenças do aparelho respiratório na faixa etária de 60 anos ou mais - 2014
Mortalidade por doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado - 2012
Mortalidade por doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado - 2013
Mortalidade por doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado - 2014
Mortalidade por pneumonia na faixa etária de 0 a 9 anos - 2012
Mortalidade por pneumonia na faixa etária de 0 a 9 anos - 2013
Mortalidade por pneumonia na faixa etária de 0 a 9 anos - 2014
4.6. Condição de Vida
Escolaridade por Município em 2008
Escolaridade por Município em 2010
Escolaridade por Município em 2012
Longevidade por Município em 2008
Longevidade por Município em 2010
Longevidade por Município em 2012
Riqueza por Município em 2008
Riqueza por Município em 2010
Riqueza por Município em 2012
IPRS - Índice Paulista de Responsabilidade Social em 2008
IPRS - Índice Paulista de Responsabilidade Social em 2010
IPRS - Índice Paulista de Responsabilidade Social em 2012
IPVS - Índice Paulista de Vulnerabilidade Social por Setor Censitário 2010
IDHM - Índice de Desenvolvimento Humano Municipal 2010
4.7. UGRHI por Vocação Econômica - LE 9.034/94
5. Fiscalização
5.1. Dados Históricos Fiscalização
TCRA
Termo de Compromisso de Recuperação Ambiental - TCRA - até 2013
Autorização Ambiental
Autorização Ambiental até 2010 - SIGAM
Autorização Ambiental em 2011 - SIGAM
Autorização Ambiental em 2012 - SIGAM
Autorização Ambiental em 2013 - SIGAM
Autorização Ambiental em 2014 - SIGAM
Autorização Ambiental em 2015 - SIGAM
Autos de Infração
Auto de Infração Ambiental - AIA/2013 - Pontos válidos
Auto de Infração Ambiental - AIA/2012 - Pontos válidos
Auto de Infração Ambiental - AIA/2011 - Pontos válidos
Auto de Infração Ambiental - AIA/2009 a 2010 - Pontos válidos
Auto de Infração Ambiental - AIA/2007 a 2008 - Pontos válidos
Auto de Infração Ambiental - AIA/2006 - Pontos válidos
5.2. Pesca Sustentável - Áreas de Restrição
Mapa da Pesca Sustentável - Arrasto - Linha de Costa
Mapa da Pesca Sustentável - Arrasto - Regiões Estuarinas e Lagunares
Mapa da Pesca Sustentável - Arrasto - ZEE Litoral Norte
Mapa da Pesca Sustentável - Arrasto Motorizado
Mapa da Pesca Sustentável - Artes de Pesca Fixas ou Flutuantes
Mapa da Pesca Sustentável - Emalhe
Mapa da Pesca Sustentável - Embarcações Maiores que 12 metros
Mapa da Pesca Sustentável - Manjuba
Mapa da Pesca Sustentável - Parelhas
Mapa da Pesca Sustentável - Parelhas e Pesca com Compressor
Mapa da Pesca Sustentável - Pesca Industrial
Mapa da Pesca Sustentável - Pesca com Compressor
Mapa da Pesca Sustentável - Redes de Praia
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - APA CIP
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - Barra do Ribeira
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - ESEC Tupinambás
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - ESEC Tupiniquins - Ilha Peruíbe
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - ESEC Tupiniquins - Ilha Queimada Pequena
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - IO/USP
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - Ilha das Cabras
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - Ilha do Bom Abrigo
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - Município de São Sebastião
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - PE Marinho Laje de Santos
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - PE Xixová-Japuí
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - Parque Ilha Anchieta
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - Setor Itaguaçu
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - Área de Alcatrazes
Autorização Ambiental em 2015 - SIGAM
Autorização Ambiental em 2014 - SIGAM
Termo de Compromisso de Recuperação Ambiental - TCRA - 2015
Termo de Compromisso de Recuperação Ambiental - TCRA - 2014
Auto de Infração Ambiental - AIA/2016 - Pontos válidos
Auto de Infração Ambiental - AIA/2015 - Pontos válidos
Auto de Infração Ambiental - AIA/2014 - Pontos válidos
6. Gerenciamento
6.1. Gerenciamento de Riscos Naturais
Mapeamentos de áreas de risco
IG - Mapeamento de Áreas de Risco de Erosão do Estado de São Paulo
IG - Mapeamento de Áreas de Risco de Escorregamento do Estado de São Paulo
IG - Mapeamento de Áreas de Risco de Inundação do Estado de São Paulo
IG - Mapeamento de Áreas de Risco de Solapamento do Estado de São Paulo
Mapeamento de áreas de risco de escorregamento, inundação e erosão (período 2000-2010)
Mapeamento de áreas de risco a escorregamento, inundação e erosão - 2011
Mapeamento de áreas de risco a escorregamento, inundação e erosão - 2013
Áreas de Risco na UGRHI 11
Óbitos por acidentes e desastres devido a eventos geodinâmicos (período 2000-2010)
Óbitos por acidentes e desastres devido a eventos geodinâmicos (período 2000-2011)
Óbitos por acidentes e desastres devido a eventos geodinâmicos (período 2000-2013)
Acidentes naturais por escorregamentos entre 2000 e 2010
Acidentes naturais por escorregamentos entre 2000 e 2011
Acidentes naturais por escorregamentos entre 2000 e 2013
Acidentes relacionados a inundação (período 2000-2010)
Acidentes Naturais por Inundação entre 2000 a 2011
Acidentes naturais por inundação entre 2000 e 2013
Pessoas afetadas por acidentes e desastres devido a eventos geodinâmicos (período 2000-2010)
Pessoas afetadas por acidentes e desastres devido a eventos geodinâmicos (período 2000-2011)
Pessoas afetadas por acidentes e desastres devido a eventos geodinâmicos (período 2000-2013)
Municípios com Plano Municipal de Redução de Risco (PMRR) em 2012
Plano Municipal de Redução de Risco - PMRR (até dezembro de 2013)
Municípios com Plano Preventivo de Defesa Civil ou Planos de Contingência em 2012
Municípios com Plano Preventivo de Defesa Civil ou Planos de Contingência em 2013
Setorização de risco alto e muito alto de escorregamentos e inundações (até dezembro de 2013)
Campanha Construindo Cidades Resilientes - 2013
Perigo de Escorregamento
Perigo de Inundação
6.2. Gerenciamento de Riscos Tecnológicos
Estações CETESB - Risco de Acidente de Origem Tecnológica - Norma P461
Estação Meteorológica CETESB - Área de Influência
Emergências Químicas Atendidas pela CETESB - 2014
Emergências Químicas Atendidas pela CETESB - 2015
Emergências Químicas Atendidas pela CETESB - 2016
6.3. Áreas Contaminadas
Áreas Contaminadas e Reabilitadas - Ano 2011
Áreas Contaminadas e Reabilitadas - Ano 2012
Áreas Contaminadas e Reabilitadas - Ano 2013
Áreas Contaminadas e Reabilitadas - Ano 2014
7. Legislação Ambiental
7.1. Norma P4261 Risco de Acidente de Origem Tecnológica
Estações CETESB - Risco de Acidente de Origem Tecnológica - Norma P461
Estação Meteorológica CETESB - Área de Influência
7.2. Zoneamento Minerário RES/SMA 28/1999
Imagens RapidEye 2011 da UGRHI 02 - Paraíba do Sul
Zoneamento Ambiental para Mineração de Areia no Subtrecho da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul - RES SMA Nº 28 - 22/09/1999
7.3. Resolução SMA 72/2015 - Cálculo de Árvore Equivalente
Percentual de cobertura vegetal nativa por município
Conectividade do Estado de São Paulo 2008
Áreas de Alta Vulnerabilidade de Aquíferos - RES SMA 72/2015
Áreas Prioritárias para Intervenção - RES SMA/SSRH 01/2014
Inventário Florestal 2010
Otto Bacias 6 com pontos de captação superficial de água para fins de abastecimento público RES SMA 72/2015
7.4. Resolução Conjunta SSRH N° 001 05/06/2014
Áreas Prioritárias para Intervenção - RES SMA/SSRH 01/2014
7.5. Licenciamento de Aterro
Área de Gerenciamento de Risco Aviário - PCA 3-2/2011
Área de Plano de Manejo da Fauna em Aeródromos - LF Nº 12.725/2012
Área de Segurança Aérea (ASA) - RES CONAMA Nº 04/1995
7.6. APM
EMPLASA - Limite da Área de Proteção de Mananciais 1975
EMPLASA - Área de Proteção de Mananciais 1975 - Cartas Topográficas
EMPLASA - Zoneamento das Áreas de 1ª e 2ª Categorias Destinadas à Proteção dos Mananciais - 1976 - parte A
EMPLASA - Zoneamento das Áreas de 1ª e 2ª Categorias Destinadas à Proteção dos Mananciais - 1976 - parte B
Área de Proteção de Mananciais 1981 - Cartas Topográficas
7.7. APRM Alto Juquery
Limite da Bacia Alto Juquery
Área de Proteção e Recuperação dos Mananciais - Alto Juquery (APRM-AJ) - LE Nº 15.790 - 16/04/2015
7.8. APRM Alto Tietê Cabeceiras
Limite da Bacia Alto Tietê Cabeceiras
Área de Proteção e Recuperação dos Mananciais Alto Tietê Cabeceiras (APRM-ATC) - LE 15.913/2015
7.9. APRM Billings
Limite da Bacia Billings
Compartimento Ambiental APRM - Billings - LE Nº 13.579 - 13/07/2009
Área de Proteção e Recuperação dos Mananciais - Billings - LE Nº 13.579 - 13/07/2009
Imagens Quickbird 2009 da APRM Billings - Lei Estadual n° 13.579/2009
7.10. APRM Guarapiranga
Limite da Bacia Guarapiranga
Área de Proteção e Recuperação dos Mananciais - Guarapiranga (APRM-G) - LE Nº 12.233 - 16/01/2006
Imagens Quickbird/IKONOS 2006 da APRM Guarapiranga - Lei Estadual n° 12.233/2006
7.11. Áreas Protegidas
Unidades de Conservação Estaduais - Proteção Integral
Unidades de Conservação Estaduais - Uso Sustentável
Unidades de Conservação Estaduais - Uso Sustentável (RPPN)
Unidades de Conservação Federais
Unidades de Conservação Federais - Uso Sustentável (RPPN)
Terras Indígenas no Estado de São Paulo
7.12. Licenciamento Minerário RES/SMA 69/1997
Área de Restrição de Exploração Minerária - RES SMA Nº 69 - 06/11/1997
7.13. Zoneamento Agroambiental
Zoneamento Agroambiental para o Setor Sucroalcooleiro
7.14. Zoneamento Ecológico-Econômico
Baixada Santista
Zoneamento Ecológico-Econômico da Baixada Santista - Terrestre
Zoneamento Ecológico-Econômico da Baixada Santista - Entre Marés
Zoneamento Ecológico-Econômico da Baixada Santista - Marinho
Litoral Norte
Zoneamento Ecológico-Econômico do Litoral Norte - Terrestre
Zoneamento Ecológico-Econômico do Litoral Norte - Entre Marés
Zoneamento Ecológico-Econômico do Litoral Norte - Faixa Marítima
8. Limites Administrativos
8.1. Limites Históricos
Limite Municipal 1940
Limite Municipal 1960
Limite Municipal 1980
8.2. Reserva da Biosfera
Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (RBMA) - Fase VI
Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo - RBCV
Limite Estadual
Limite Municipal SP (IGC)
Sedes Municipais
Limite de UGRHI
Limite das Agências Ambientais CETESB 2012
Limite das Agências Ambientais CETESB 2013
Limite das Agências Ambientais CETESB 2014
Sedes das Agências Ambientais CETESB 2012
Centros Técnicos Regionais-Núcleos Regionais de Programas e Projetos
Sedes dos Centros Técnicos Regionais - Núcleos Regionais de Programas e Projetos
Regiões de Governo - Ano 2013
IGC - Regiões de Governo 2014
Sedes das Regiões de Governo - Ano 2014
Regiões Administrativas - Ano 2013
IGC - Regiões Administrativas 2014
Regionais da Defesa Civil - CEDEC
Batalhões da Polícia Ambiental - 2015
Companhias da Polícia Ambiental - 2015
Pelotões da Polícia Ambiental - 2015
Pelotões da Polícia Ambiental que atuam em Unidades de Conservação - 2015
Regiões Hidrográficas - Agências Nacional de Águas
Distritos da Cidade de São Paulo
Limites das Unidades Federativas do Brasil
9. Logradouros
10. Monitoramento
10.1. Água Subterrânea
Indicador de Potabilidade de Águas Subterrâneas - 2013
Vulnerabilidade Natural dos Aquíferos à Poluição
Rede de Qualidade e Quantidade - Aquífero Freático
Rede de Qualidade das Águas Subterrâneas
Nitrato em Águas Subterrâneas - 2013
10.2. Água Superficial
Águas Interiores
IAP - Índice de Qualidade da Água para Abastecimento Público
IAP - Índice de Qualidade da Água para Abastecimento Público 2009
IAP - Índice de Qualidade da Água para Abastecimento Público 2010
IAP - Índice de Qualidade da Água para Abastecimento Público 2011
IAP - Índice de Qualidade da Água para Abastecimento Público 2012
IAP - Índice de Qualidade da Água para Abastecimento Público 2013
IAP - Índice de Qualidade da Água para Abastecimento Público 2014
IET - Índice de Estado Trófico
IET - Índice de Estado Trófico 2009
IET - Índice de Estado Trófico 2010
IET - Índice de Estado Trófico 2011
IET - Índice de Estado Trófico 2013
IET - Índice de Estado Trófico 2014
IQA - Índice de Qualidade da Água
IQA - Índice de Qualidade de Água 2009
IQA - Índice de Qualidade de Água 2010
IQA - Índice de Qualidade de Água 2011
IQA - Índice de Qualidade de Água 2013
IQA - Índice de Qualidade de Água 2014
IVA - Índice de Qualidade da Água para Proteção da Vida Aquática
IVA - Índice de Qualidade das Águas para Proteção da Vida Aquática 2009
IVA - Índice de Qualidade das Águas para Proteção da Vida Aquática 2010
IVA - Índice de Qualidade das Águas para Proteção da Vida Aquática 2011
IVA - Índice de Qualidade das Águas para Proteção da Vida Aquática 2012
IVA - Índice de Qualidade das Águas para Proteção da Vida Aquática 2013
IVA - Índice de Qualidade das Águas para Proteção da Vida Aquática 2014
10.3. Águas Litorâneas
Dados Históricos - Balneabilidade
Qualidade (Balneabilidade) de Praias Litorâneas em 2008
Qualidade (Balneabilidade) de Praias Litorâneas em 2009
Qualidade (Balneabilidade) de Praias Litorâneas em 2010
Qualidade (Balneabilidade) de Praias Litorâneas em 2011
Qualidade (Balneabilidade) de Praias Litorâneas em 2012
Qualidade (Balneabilidade) de Praias Litorâneas em 2013
Qualidade (Balneabilidade) de Praias Litorâneas em 2014
Qualidade (Balneabilidade) de Praias Litorâneas em 2015
Pontos de Monitoramento das Praias 2015
Qualidade dos Cursos D'água Litorâneos 2013
Qualidade dos Cursos D'água Litorâneos 2014
Pontos de Monitoramento da Qualidade dos Cursos D'água Litorâneos
Rede de Monitoramento de Água Costeira
10.4. Ar
Estações de Monitoramento
Estações Ativas de Monitoramento da Qualidade do Ar - Rede Automática
Estações Ativas de Monitoramento da Qualidade do Ar - Rede Manual
Estações Ativas de Monitoramento da Qualidade do Ar - Rede Passiva
Estações de Monitoramento da Fumaça (FMC)
Estações de Monitoramento das Partículas Totais em Suspensão (PTS)
Estações de Monitoramento das Partículas Inaláveis (MP10)
Estações de Monitoramento das Partículas Inaláveis Finas (MP2.5)
Estações de Monitoramento do Dióxido de Enxofre (SO2)
Estações de Monitoramento do Monóxido de Carbono (CO)
Estações de Monitoramento do Ozônio (O3)
Estações de Monitoramento dos Óxidos de Nitrogênio (NO, NO2, NOx)
Estações de Monitoramento da Temperatura (TEMP) e Umidade Relativa do Ar (UR)
Estações de Monitoramento da Direção (DV) e Velocidade (VV) do Vento
Classificação dos Municípios - Decreto Estadual 59113/2013
Classificação dos municípios para Dióxido de Enxofre (SO2) - 2013
Classificação dos municípios para Dióxido de Nitrogênio (NO2) - 2013
Classificação dos municípios para Material Particulado (MP) - 2013
Classificação dos municípios para Ozônio (O3) - 2013
Dados Históricos
Ano 2013 - Distribuição da Qualidade do Ar
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para MP10 - Rede Automática - 2013
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para MP10 - Rede Manual 2013
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para MP2.5 - Rede Automática- 2013
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para MP2.5 - Rede Manual - 2013
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para SO2 - Rede Automática - 2013
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para CO - Rede Automática - 2013
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para O3 - Rede Automática - 2013
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para NO2 - Rede Automática - 2013
Ano 2014 - Distribuição da Qualidade do Ar
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para MP10 - Rede Automática - 2014
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para MP10 - Rede Manual - 2014
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para MP2.5 - Rede Automática - 2014
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para MP2.5 - Rede Manual - 2014
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para SO2 - Rede Automática - 2014
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para CO - Rede Automática - 2014
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para O3 - Rede Automática - 2014
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para NO2 - Rede Automática - 2014
Qualidade do ar - Dados Horários
Rosa dos Ventos
10.5. Queimadas
Ano 2015 - Focos de Queimadas
Focos de Queimadas do Satélite AQUA_M-T Acumulado 2015
Focos de Queimadas do Satélite AQUA_M-M Acumulado 2015
Focos de Queimadas do Satélite GOES-13 Acumulado 2015
Focos de Queimadas do Satélite NOAA-15D Acumulado 2015
Focos de Queimadas do Satélite NOAA-18D Acumulado 2015
Focos de Queimadas do Satélite NOAA-19D Acumulado 2015
Focos de Queimadas do Satélite NPP Acumulado 2015
Focos de Queimadas do Satélite TERRA_M-M Acumulado 2015
Focos de Queimadas do Satélite TERRA_M-T Acumulado 2015
Focos de Queimadas do Satélite AQUA_M-T 2 Dias
Focos de Queimadas do Satélite AQUA_M-M Acumulado 2016
Focos de Queimadas do Satélite AQUA_M-T Acumulado 2016
Focos de Queimadas do Satélite GOES-13 Acumulado 2016
Focos de Queimadas do Satélite TERRA_M-T Acumulado 2016
Focos de Queimadas do Satélite NPP_375 Acumulado 2016
Mapa de Risco de Fogo Previsto para Hoje
Mapa de Risco de Fogo Previsto para Amanhã
Mapa de Risco de Fogo Previsto para 3 dias
10.6. Resíduos Sólidos
IGR - Índice de Gestão de Resíduos 2009
IGR - Índice de Gestão de Resíduos 2010
IGR - Índice de Gestão de Resíduos 2011
IGR - Índice de Gestão de Resíduos 2012
IGR - Índice de Gestão de Resíduos 2013
IQR - Índice de Qualidade de Aterro de Resíduos 2009
IQR - Índice de Qualidade de Aterro de Resíduos 2010
IQR - Índice de Qualidade de Aterro de Resíduos 2011
IQR NP - Índice de Qualidade de Aterro de Resíduos Nova Proposta 2012
IQR NP - Índice de Qualidade de Aterro de Resíduos Nova Proposta 2013
11. Unidades de Agregação e Análise
Limite de Macrometrópole - 2015
Rede Urbana Emplasa 2010
Rede Urbana Emplasa 2011
Setores Censitários IBGE - 2010
Limite de Microrregião - 2014
IGC - Regiões Metropolitanas 2014
IGC - Aglomerações Urbanas 2015
Pirapora do Bom Jesus, à beira do rio Tietê
órgão responsável: Secretaria do Meio Ambiente (SMA) do Estado de São Paulo
síntese: A SMA disponibilizou ao público a partir de 30/09/2014, o Projeto DataGEO, cujo objetivo é de estruturar, organizar e disponibilizar as bases de informações ambientais e territoriais do Sistema Ambiental Paulista por meio da construção de uma Infraestrutura de Dados Espaciais Ambientais – IDEA-SP para apoiar as ações de Licenciamento, Fiscalização, Planejamento e Gestão em suas análises e tomadas de decisão.
tela inicial:
camadas:
1. Base Cartográfica
1.1. Base Cartográfica IGC
IGC - Hidrografia do Oeste de SP 1:25.000 (PRELIMINAR)
IGC - Hidrografia da RM de São Paulo e Baixada Santista 1:25.000
1.2. Bases EMPLASA
EMPLASA - Folhas Planialtimétricas da Região Metropolitana de São Paulo - 1980/1981 (originais)
EMPLASA - Folhas Planialtimétricas da Região Metropolitana de São Paulo - 1980/1981 (com atualizações)
1.3. Bases IGC
IGC - Cartas Topográficas 1:10.000
IGC - Articulação das Cartas Topográficas 1:10.000
IGC - Carta Topográfica da Cidade de São Paulo - 1971
IGC - Mapeamento SARA Brasil 1930
1.4. Bases IBGE
IBGE - Articulação das Cartas Topográficas 1:50.000
IBGE - Articulação das Cartas Topográficas 1:250.000
Cartas Topográficas do IBGE 250k
Cartas Topográficas do IBGE 50k
2. Base Imagem
2.1. Imagens IGC IGC - Ortofotos Leste SP 2010
IGC - Ortofotos Oeste SP 2010
IGC - Ortofotos RM Baixada Santista 2001/2002 (AGEM)
IGC - Ortoimagem SPOT 2007/2009 (SMA/CPLA)
2.2. Imagens Landsat 2010
2.3. Imagens Rapideye 2011
2.4. Imagens Rapideye 2013/2014
2.5. Imagens IKONOS 2002 - RMSP
2.6. Mosaico de imagens IKONOS da Bacia do Guarapiranga - 2012
2.7. Ortofotos Região da Bragantina - 2007 (CDHU)
2.8. Ortofotos Região do Vale do Paraíba - 2007 (CDHU)
2.9. Ortofotos Região Metropolitana da Baixada Santista - 2007 (CDHU)
2.10. Ortofotos Região Metropolitana de Campinas - 2008 (CDHU)
2.11. Ortofotos Projeto de Preservação da Mata Atlântica (PPMA) - 2001
2.12. Imagens Quickbird 2009 da APRM Billings - Lei Estadual n° 13.579/2009
3. Base Temática
3.1. Antrópico
Uso ou Cobertura do Solo
Cobertura da Terra do Estado de São Paulo - Ano 2010
Uso e Cobertura da Terra da UGRHI 05 (PCJ) - 2013
Uso e Cobertura da Terra - Guarapiranga - ACQUASED/FAPESP - 2014
Unidades Homogêneas de Uso e Cobertura da Terra 2014 - CPLA/IG
Áreas Urbanas
Aeródromos do Estado de São Paulo - ANAC 2013
Malha Rodoviária DER - Departamento de Estradas e Rodagem
Rodoanel - Trecho Construído até 2010
3.2. Biótico
Biota FAPESP
Inventário Biológico 2008
Conectividade do Estado de São Paulo 2008
Áreas Prioritárias 2008 - BIOTA/FAPESP
Percentual de cobertura vegetal nativa por município
Biomas do Estado de São Paulo
Inventário Florestal 2005
Inventário Florestal 2010
Mapeamento de Vegetação Natural do Estado de São Paulo - Olho Verde (1988/1989)
3.3. Físico
Relevo
Modelo Digital de Elevação do Estado de São Paulo
Relevo Sombreado do Estado de São Paulo
Declividade do Estado de São Paulo em %
Declividade do Estado de São Paulo em Graus
Limite das Sub-Bacias Hidrográficas do Estado de São Paulo
Nota do Editor: Objeto carregado em 13/07/2016 como Bacias Hidrográficas -> Micro-Bacias, sujeito a ajustes.
Regiões Hidrográficas - SMA
Unidades Aquíferas
Cavidades Naturais do Estado de São Paulo - CECAV
Sítios Geológicos e Paleontológicos do Estado de São Paulo
Pedologia do Estado de São Paulo
Geologia do Estado de São Paulo - CPRM 2006
Geomorfologia do Estado de São Paulo
Estruturas Geomorfológicas do Estado de São Paulo
Recursos Minerais do Estado de São Paulo
4. Dados Socioeconômico e Índices
4.1. Demografia
Densidade Demográfica 1940
Densidade Demográfica 1960
Densidade Demográfica 1980
Densidade Demográfica 2000
Densidade Demográfica 2008
Densidade Demográfica 2009
Densidade Demográfica 2010
Densidade Demográfica 2011
Densidade Demográfica 2012
Densidade Demográfica 2013
Densidade Demográfica 2014
Densidade Demográfica 2015
4.2. ICMS Ecológico
Repasse de ICMS Ecológico 2007 - LE Nº 8.510/93
Repasse de ICMS Ecológico 2008 - LE Nº 8.510/93
Repasse de ICMS Ecológico 2009 - LE Nº 8.510/93
Repasse de ICMS Ecológico 2010 - LE Nº 8.510/93
Repasse de ICMS Ecológico 2011 - LE Nº 8.510/93
Repasse de ICMS Ecológico 2012 - LE Nº 8.510/93
Repasse de ICMS Ecológico 2013 - LE Nº 8.510/93
Repasse de ICMS Ecológico 2014 - LE Nº 8.510/93
4.3. Programa Município VerdeAzul
Certificação do Programa Município Verde Azul 2011
Certificação do Programa Município Verde Azul 2012
Certificação do Programa Município Verde Azul 2013
Certificação do Programa Município Verde Azul 2014
4.4. Saneamento Ambiental
Ano 2007 - Saneamento Ambiental
Demanda de água por Setor de Atividade e por UGRHI em 2007
Ano 2008 - Saneamento Ambiental
ICTEM - Indicador de Coleta e Tratabilidade de Esgoto da População Urbana de Município em 2008
IAA - Índice de Atendimento de Água 2008
Demanda de água por Setor de Atividade e por UGRHI em 2008
Ano 2009 - Saneamento Ambiental
ICTEM - Indicador de Coleta e Tratabilidade de Esgoto da População Urbana de Município em 2009
IAA - Índice de Atendimento de Água 2009
Demanda de água por Setor de Atividade e por UGRHI em 2009
Ano 2010 - Saneamento Ambiental
ICTEM - Indicador de Coleta e Tratabilidade de Esgoto da População Urbana de Município em 2010
IAA - Índice de Atendimento de Água 2010
Demanda de água por Setor de Atividade e por UGRHI em 2010
Ano 2011 - Saneamento Ambiental
ICTEM - Indicador de Coleta e Tratabilidade de Esgoto da População Urbana de Município em 2011
IAA - Índice de Atendimento de Água 2011
Demanda de água por Setor de Atividade e por UGRHI em 2011
Ano 2012 - Saneamento Ambiental
ICTEM - Indicador de Coleta e Tratabilidade de Esgoto da População Urbana de Município em 2012
IAA - Índice de Atendimento de Água 2012
Demanda de água por Setor de Atividade e por UGRHI em 2012
Ano 2013 - Saneamento Ambiental
ICTEM - Indicador de Coleta e Tratabilidade de Esgoto da População Urbana de Município em 2013
Demanda de água por Setor de Atividade e por UGRHI em 2013
ICTEM - Indicador de Coleta e Tratabilidade de Esgoto da População Urbana de Município em 2014
ICTEM - Indicador de Coleta e Tratabilidade de Esgoto da População Urbana de Município em 2015
IAA - Índice de Atendimento de Água 2012
IAA - Índice de Atendimento de Água 2013
Municípios com Cadastro de Rede de Drenagem Pluvial Urbana em 2011
Redução de Carga Orgânica por UGRHI 2009
Coleta e Tratamento de Esgoto por Município em 2008
Redução de Carga Orgânica por UGRHI 2010
Coleta e Tratamento de Esgoto por Município em 2009
Demanda de água por Setor de Atividade e por UGRHI em 2012
Demanda de água por Setor de Atividade e por UGRHI em 2013
4.5. Saúde
Mortalidade por doenças do aparelho respiratório na faixa etária de 60 anos ou mais - 2012
Mortalidade por doenças do aparelho respiratório na faixa etária de 60 anos ou mais - 2013
Mortalidade por doenças do aparelho respiratório na faixa etária de 60 anos ou mais - 2014
Mortalidade por doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado - 2012
Mortalidade por doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado - 2013
Mortalidade por doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado - 2014
Mortalidade por pneumonia na faixa etária de 0 a 9 anos - 2012
Mortalidade por pneumonia na faixa etária de 0 a 9 anos - 2013
Mortalidade por pneumonia na faixa etária de 0 a 9 anos - 2014
4.6. Condição de Vida
Escolaridade por Município em 2008
Escolaridade por Município em 2010
Escolaridade por Município em 2012
Longevidade por Município em 2008
Longevidade por Município em 2010
Longevidade por Município em 2012
Riqueza por Município em 2008
Riqueza por Município em 2010
Riqueza por Município em 2012
IPRS - Índice Paulista de Responsabilidade Social em 2008
IPRS - Índice Paulista de Responsabilidade Social em 2010
IPRS - Índice Paulista de Responsabilidade Social em 2012
IPVS - Índice Paulista de Vulnerabilidade Social por Setor Censitário 2010
IDHM - Índice de Desenvolvimento Humano Municipal 2010
4.7. UGRHI por Vocação Econômica - LE 9.034/94
5. Fiscalização
5.1. Dados Históricos Fiscalização
TCRA
Termo de Compromisso de Recuperação Ambiental - TCRA - até 2013
Autorização Ambiental
Autorização Ambiental até 2010 - SIGAM
Autorização Ambiental em 2011 - SIGAM
Autorização Ambiental em 2012 - SIGAM
Autorização Ambiental em 2013 - SIGAM
Autorização Ambiental em 2014 - SIGAM
Autorização Ambiental em 2015 - SIGAM
Autos de Infração
Auto de Infração Ambiental - AIA/2013 - Pontos válidos
Auto de Infração Ambiental - AIA/2012 - Pontos válidos
Auto de Infração Ambiental - AIA/2011 - Pontos válidos
Auto de Infração Ambiental - AIA/2009 a 2010 - Pontos válidos
Auto de Infração Ambiental - AIA/2007 a 2008 - Pontos válidos
Auto de Infração Ambiental - AIA/2006 - Pontos válidos
5.2. Pesca Sustentável - Áreas de Restrição
Mapa da Pesca Sustentável - Arrasto - Linha de Costa
Mapa da Pesca Sustentável - Arrasto - Regiões Estuarinas e Lagunares
Mapa da Pesca Sustentável - Arrasto - ZEE Litoral Norte
Mapa da Pesca Sustentável - Arrasto Motorizado
Mapa da Pesca Sustentável - Artes de Pesca Fixas ou Flutuantes
Mapa da Pesca Sustentável - Emalhe
Mapa da Pesca Sustentável - Embarcações Maiores que 12 metros
Mapa da Pesca Sustentável - Manjuba
Mapa da Pesca Sustentável - Parelhas
Mapa da Pesca Sustentável - Parelhas e Pesca com Compressor
Mapa da Pesca Sustentável - Pesca Industrial
Mapa da Pesca Sustentável - Pesca com Compressor
Mapa da Pesca Sustentável - Redes de Praia
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - APA CIP
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - Barra do Ribeira
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - ESEC Tupinambás
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - ESEC Tupiniquins - Ilha Peruíbe
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - ESEC Tupiniquins - Ilha Queimada Pequena
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - IO/USP
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - Ilha das Cabras
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - Ilha do Bom Abrigo
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - Município de São Sebastião
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - PE Marinho Laje de Santos
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - PE Xixová-Japuí
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - Parque Ilha Anchieta
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - Setor Itaguaçu
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - Área de Alcatrazes
Autorização Ambiental em 2015 - SIGAM
Autorização Ambiental em 2014 - SIGAM
Termo de Compromisso de Recuperação Ambiental - TCRA - 2015
Termo de Compromisso de Recuperação Ambiental - TCRA - 2014
Auto de Infração Ambiental - AIA/2016 - Pontos válidos
Auto de Infração Ambiental - AIA/2015 - Pontos válidos
Auto de Infração Ambiental - AIA/2014 - Pontos válidos
6. Gerenciamento
6.1. Gerenciamento de Riscos Naturais
Mapeamentos de áreas de risco
IG - Mapeamento de Áreas de Risco de Erosão do Estado de São Paulo
IG - Mapeamento de Áreas de Risco de Escorregamento do Estado de São Paulo
IG - Mapeamento de Áreas de Risco de Inundação do Estado de São Paulo
IG - Mapeamento de Áreas de Risco de Solapamento do Estado de São Paulo
Mapeamento de áreas de risco de escorregamento, inundação e erosão (período 2000-2010)
Mapeamento de áreas de risco a escorregamento, inundação e erosão - 2011
Mapeamento de áreas de risco a escorregamento, inundação e erosão - 2013
Áreas de Risco na UGRHI 11
Óbitos por acidentes e desastres devido a eventos geodinâmicos (período 2000-2010)
Óbitos por acidentes e desastres devido a eventos geodinâmicos (período 2000-2011)
Óbitos por acidentes e desastres devido a eventos geodinâmicos (período 2000-2013)
Acidentes naturais por escorregamentos entre 2000 e 2010
Acidentes naturais por escorregamentos entre 2000 e 2011
Acidentes naturais por escorregamentos entre 2000 e 2013
Acidentes relacionados a inundação (período 2000-2010)
Acidentes Naturais por Inundação entre 2000 a 2011
Acidentes naturais por inundação entre 2000 e 2013
Pessoas afetadas por acidentes e desastres devido a eventos geodinâmicos (período 2000-2010)
Pessoas afetadas por acidentes e desastres devido a eventos geodinâmicos (período 2000-2011)
Pessoas afetadas por acidentes e desastres devido a eventos geodinâmicos (período 2000-2013)
Municípios com Plano Municipal de Redução de Risco (PMRR) em 2012
Plano Municipal de Redução de Risco - PMRR (até dezembro de 2013)
Municípios com Plano Preventivo de Defesa Civil ou Planos de Contingência em 2012
Municípios com Plano Preventivo de Defesa Civil ou Planos de Contingência em 2013
Setorização de risco alto e muito alto de escorregamentos e inundações (até dezembro de 2013)
Campanha Construindo Cidades Resilientes - 2013
Perigo de Escorregamento
Perigo de Inundação
6.2. Gerenciamento de Riscos Tecnológicos
Estações CETESB - Risco de Acidente de Origem Tecnológica - Norma P461
Estação Meteorológica CETESB - Área de Influência
Emergências Químicas Atendidas pela CETESB - 2014
Emergências Químicas Atendidas pela CETESB - 2015
Emergências Químicas Atendidas pela CETESB - 2016
6.3. Áreas Contaminadas
Áreas Contaminadas e Reabilitadas - Ano 2011
Áreas Contaminadas e Reabilitadas - Ano 2012
Áreas Contaminadas e Reabilitadas - Ano 2013
Áreas Contaminadas e Reabilitadas - Ano 2014
7. Legislação Ambiental
7.1. Norma P4261 Risco de Acidente de Origem Tecnológica
Estações CETESB - Risco de Acidente de Origem Tecnológica - Norma P461
Estação Meteorológica CETESB - Área de Influência
7.2. Zoneamento Minerário RES/SMA 28/1999
Imagens RapidEye 2011 da UGRHI 02 - Paraíba do Sul
Zoneamento Ambiental para Mineração de Areia no Subtrecho da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul - RES SMA Nº 28 - 22/09/1999
7.3. Resolução SMA 72/2015 - Cálculo de Árvore Equivalente
Percentual de cobertura vegetal nativa por município
Conectividade do Estado de São Paulo 2008
Áreas de Alta Vulnerabilidade de Aquíferos - RES SMA 72/2015
Áreas Prioritárias para Intervenção - RES SMA/SSRH 01/2014
Inventário Florestal 2010
Otto Bacias 6 com pontos de captação superficial de água para fins de abastecimento público RES SMA 72/2015
7.4. Resolução Conjunta SSRH N° 001 05/06/2014
Áreas Prioritárias para Intervenção - RES SMA/SSRH 01/2014
7.5. Licenciamento de Aterro
Área de Gerenciamento de Risco Aviário - PCA 3-2/2011
Área de Plano de Manejo da Fauna em Aeródromos - LF Nº 12.725/2012
Área de Segurança Aérea (ASA) - RES CONAMA Nº 04/1995
7.6. APM
EMPLASA - Limite da Área de Proteção de Mananciais 1975
EMPLASA - Área de Proteção de Mananciais 1975 - Cartas Topográficas
EMPLASA - Zoneamento das Áreas de 1ª e 2ª Categorias Destinadas à Proteção dos Mananciais - 1976 - parte A
EMPLASA - Zoneamento das Áreas de 1ª e 2ª Categorias Destinadas à Proteção dos Mananciais - 1976 - parte B
Área de Proteção de Mananciais 1981 - Cartas Topográficas
7.7. APRM Alto Juquery
Limite da Bacia Alto Juquery
Área de Proteção e Recuperação dos Mananciais - Alto Juquery (APRM-AJ) - LE Nº 15.790 - 16/04/2015
7.8. APRM Alto Tietê Cabeceiras
Limite da Bacia Alto Tietê Cabeceiras
Área de Proteção e Recuperação dos Mananciais Alto Tietê Cabeceiras (APRM-ATC) - LE 15.913/2015
7.9. APRM Billings
Limite da Bacia Billings
Compartimento Ambiental APRM - Billings - LE Nº 13.579 - 13/07/2009
Área de Proteção e Recuperação dos Mananciais - Billings - LE Nº 13.579 - 13/07/2009
Imagens Quickbird 2009 da APRM Billings - Lei Estadual n° 13.579/2009
7.10. APRM Guarapiranga
Limite da Bacia Guarapiranga
Área de Proteção e Recuperação dos Mananciais - Guarapiranga (APRM-G) - LE Nº 12.233 - 16/01/2006
Imagens Quickbird/IKONOS 2006 da APRM Guarapiranga - Lei Estadual n° 12.233/2006
7.11. Áreas Protegidas
Unidades de Conservação Estaduais - Proteção Integral
Unidades de Conservação Estaduais - Uso Sustentável
Unidades de Conservação Estaduais - Uso Sustentável (RPPN)
Unidades de Conservação Federais
Unidades de Conservação Federais - Uso Sustentável (RPPN)
Terras Indígenas no Estado de São Paulo
7.12. Licenciamento Minerário RES/SMA 69/1997
Área de Restrição de Exploração Minerária - RES SMA Nº 69 - 06/11/1997
7.13. Zoneamento Agroambiental
Zoneamento Agroambiental para o Setor Sucroalcooleiro
7.14. Zoneamento Ecológico-Econômico
Baixada Santista
Zoneamento Ecológico-Econômico da Baixada Santista - Terrestre
Zoneamento Ecológico-Econômico da Baixada Santista - Entre Marés
Zoneamento Ecológico-Econômico da Baixada Santista - Marinho
Litoral Norte
Zoneamento Ecológico-Econômico do Litoral Norte - Terrestre
Zoneamento Ecológico-Econômico do Litoral Norte - Entre Marés
Zoneamento Ecológico-Econômico do Litoral Norte - Faixa Marítima
8. Limites Administrativos
8.1. Limites Históricos
Limite Municipal 1940
Limite Municipal 1960
Limite Municipal 1980
8.2. Reserva da Biosfera
Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (RBMA) - Fase VI
Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo - RBCV
Limite Estadual
Limite Municipal SP (IGC)
Sedes Municipais
Limite de UGRHI
Limite das Agências Ambientais CETESB 2012
Limite das Agências Ambientais CETESB 2013
Limite das Agências Ambientais CETESB 2014
Sedes das Agências Ambientais CETESB 2012
Centros Técnicos Regionais-Núcleos Regionais de Programas e Projetos
Sedes dos Centros Técnicos Regionais - Núcleos Regionais de Programas e Projetos
Regiões de Governo - Ano 2013
IGC - Regiões de Governo 2014
Sedes das Regiões de Governo - Ano 2014
Regiões Administrativas - Ano 2013
IGC - Regiões Administrativas 2014
Regionais da Defesa Civil - CEDEC
Batalhões da Polícia Ambiental - 2015
Companhias da Polícia Ambiental - 2015
Pelotões da Polícia Ambiental - 2015
Pelotões da Polícia Ambiental que atuam em Unidades de Conservação - 2015
Regiões Hidrográficas - Agências Nacional de Águas
Distritos da Cidade de São Paulo
Limites das Unidades Federativas do Brasil
9. Logradouros
10. Monitoramento
10.1. Água Subterrânea
Indicador de Potabilidade de Águas Subterrâneas - 2013
Vulnerabilidade Natural dos Aquíferos à Poluição
Rede de Qualidade e Quantidade - Aquífero Freático
Rede de Qualidade das Águas Subterrâneas
Nitrato em Águas Subterrâneas - 2013
10.2. Água Superficial
Águas Interiores
IAP - Índice de Qualidade da Água para Abastecimento Público
IAP - Índice de Qualidade da Água para Abastecimento Público 2009
IAP - Índice de Qualidade da Água para Abastecimento Público 2010
IAP - Índice de Qualidade da Água para Abastecimento Público 2011
IAP - Índice de Qualidade da Água para Abastecimento Público 2012
IAP - Índice de Qualidade da Água para Abastecimento Público 2013
IAP - Índice de Qualidade da Água para Abastecimento Público 2014
IET - Índice de Estado Trófico
IET - Índice de Estado Trófico 2009
IET - Índice de Estado Trófico 2010
IET - Índice de Estado Trófico 2011
IET - Índice de Estado Trófico 2013
IET - Índice de Estado Trófico 2014
IQA - Índice de Qualidade da Água
IQA - Índice de Qualidade de Água 2009
IQA - Índice de Qualidade de Água 2010
IQA - Índice de Qualidade de Água 2011
IQA - Índice de Qualidade de Água 2013
IQA - Índice de Qualidade de Água 2014
IVA - Índice de Qualidade da Água para Proteção da Vida Aquática
IVA - Índice de Qualidade das Águas para Proteção da Vida Aquática 2009
IVA - Índice de Qualidade das Águas para Proteção da Vida Aquática 2010
IVA - Índice de Qualidade das Águas para Proteção da Vida Aquática 2011
IVA - Índice de Qualidade das Águas para Proteção da Vida Aquática 2012
IVA - Índice de Qualidade das Águas para Proteção da Vida Aquática 2013
IVA - Índice de Qualidade das Águas para Proteção da Vida Aquática 2014
10.3. Águas Litorâneas
Dados Históricos - Balneabilidade
Qualidade (Balneabilidade) de Praias Litorâneas em 2008
Qualidade (Balneabilidade) de Praias Litorâneas em 2009
Qualidade (Balneabilidade) de Praias Litorâneas em 2010
Qualidade (Balneabilidade) de Praias Litorâneas em 2011
Qualidade (Balneabilidade) de Praias Litorâneas em 2012
Qualidade (Balneabilidade) de Praias Litorâneas em 2013
Qualidade (Balneabilidade) de Praias Litorâneas em 2014
Qualidade (Balneabilidade) de Praias Litorâneas em 2015
Pontos de Monitoramento das Praias 2015
Qualidade dos Cursos D'água Litorâneos 2013
Qualidade dos Cursos D'água Litorâneos 2014
Pontos de Monitoramento da Qualidade dos Cursos D'água Litorâneos
Rede de Monitoramento de Água Costeira
10.4. Ar
Estações de Monitoramento
Estações Ativas de Monitoramento da Qualidade do Ar - Rede Automática
Estações Ativas de Monitoramento da Qualidade do Ar - Rede Manual
Estações Ativas de Monitoramento da Qualidade do Ar - Rede Passiva
Estações de Monitoramento da Fumaça (FMC)
Estações de Monitoramento das Partículas Totais em Suspensão (PTS)
Estações de Monitoramento das Partículas Inaláveis (MP10)
Estações de Monitoramento das Partículas Inaláveis Finas (MP2.5)
Estações de Monitoramento do Dióxido de Enxofre (SO2)
Estações de Monitoramento do Monóxido de Carbono (CO)
Estações de Monitoramento do Ozônio (O3)
Estações de Monitoramento dos Óxidos de Nitrogênio (NO, NO2, NOx)
Estações de Monitoramento da Temperatura (TEMP) e Umidade Relativa do Ar (UR)
Estações de Monitoramento da Direção (DV) e Velocidade (VV) do Vento
Classificação dos Municípios - Decreto Estadual 59113/2013
Classificação dos municípios para Dióxido de Enxofre (SO2) - 2013
Classificação dos municípios para Dióxido de Nitrogênio (NO2) - 2013
Classificação dos municípios para Material Particulado (MP) - 2013
Classificação dos municípios para Ozônio (O3) - 2013
Dados Históricos
Ano 2013 - Distribuição da Qualidade do Ar
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para MP10 - Rede Automática - 2013
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para MP10 - Rede Manual 2013
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para MP2.5 - Rede Automática- 2013
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para MP2.5 - Rede Manual - 2013
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para SO2 - Rede Automática - 2013
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para CO - Rede Automática - 2013
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para O3 - Rede Automática - 2013
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para NO2 - Rede Automática - 2013
Ano 2014 - Distribuição da Qualidade do Ar
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para MP10 - Rede Automática - 2014
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para MP10 - Rede Manual - 2014
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para MP2.5 - Rede Automática - 2014
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para MP2.5 - Rede Manual - 2014
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para SO2 - Rede Automática - 2014
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para CO - Rede Automática - 2014
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para O3 - Rede Automática - 2014
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para NO2 - Rede Automática - 2014
Qualidade do ar - Dados Horários
Rosa dos Ventos
10.5. Queimadas
Ano 2015 - Focos de Queimadas
Focos de Queimadas do Satélite AQUA_M-T Acumulado 2015
Focos de Queimadas do Satélite AQUA_M-M Acumulado 2015
Focos de Queimadas do Satélite GOES-13 Acumulado 2015
Focos de Queimadas do Satélite NOAA-15D Acumulado 2015
Focos de Queimadas do Satélite NOAA-18D Acumulado 2015
Focos de Queimadas do Satélite NOAA-19D Acumulado 2015
Focos de Queimadas do Satélite NPP Acumulado 2015
Focos de Queimadas do Satélite TERRA_M-M Acumulado 2015
Focos de Queimadas do Satélite TERRA_M-T Acumulado 2015
Focos de Queimadas do Satélite AQUA_M-T 2 Dias
Focos de Queimadas do Satélite AQUA_M-M Acumulado 2016
Focos de Queimadas do Satélite AQUA_M-T Acumulado 2016
Focos de Queimadas do Satélite GOES-13 Acumulado 2016
Focos de Queimadas do Satélite TERRA_M-T Acumulado 2016
Focos de Queimadas do Satélite NPP_375 Acumulado 2016
Mapa de Risco de Fogo Previsto para Hoje
Mapa de Risco de Fogo Previsto para Amanhã
Mapa de Risco de Fogo Previsto para 3 dias
10.6. Resíduos Sólidos
IGR - Índice de Gestão de Resíduos 2009
IGR - Índice de Gestão de Resíduos 2010
IGR - Índice de Gestão de Resíduos 2011
IGR - Índice de Gestão de Resíduos 2012
IGR - Índice de Gestão de Resíduos 2013
IQR - Índice de Qualidade de Aterro de Resíduos 2009
IQR - Índice de Qualidade de Aterro de Resíduos 2010
IQR - Índice de Qualidade de Aterro de Resíduos 2011
IQR NP - Índice de Qualidade de Aterro de Resíduos Nova Proposta 2012
IQR NP - Índice de Qualidade de Aterro de Resíduos Nova Proposta 2013
11. Unidades de Agregação e Análise
Limite de Macrometrópole - 2015
Rede Urbana Emplasa 2010
Rede Urbana Emplasa 2011
Setores Censitários IBGE - 2010
Limite de Microrregião - 2014
IGC - Regiões Metropolitanas 2014
IGC - Aglomerações Urbanas 2015
Pirapora do Bom Jesus, à beira do rio Tietê
sexta-feira, 1 de julho de 2016
O Urbanizado Paulista
link: http://mapas.cati.sp.gov.br/urbanizado.html
órgão responsável: Centro de Informações Agropecuárias (Ciagro) da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo
síntese: O objetivo do Projeto "O Urbanizado Paulista" é identificar e mapear as porções do Território Paulista ocupadas com características urbanas, permitindo-se assim separar o espaço rural do urbano.
visualização:
ftp para obter shapefile e pdf: aqui (copiar e colar no Windows Explorer)
órgão responsável: Centro de Informações Agropecuárias (Ciagro) da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo
síntese: O objetivo do Projeto "O Urbanizado Paulista" é identificar e mapear as porções do Território Paulista ocupadas com características urbanas, permitindo-se assim separar o espaço rural do urbano.
visualização:
ftp para obter shapefile e pdf: aqui (copiar e colar no Windows Explorer)
sexta-feira, 17 de junho de 2016
IPRS - IPVS Versão 2010
link: http://indices-ilp.al.sp.gov.br/
órgão responsável:Fundação Seade - Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados e Instituto do Legislativo Paulista da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo
síntese:O Estado de São Paulo, especialmente nos grandes centros urbanos, apresenta enormes desigualdades sociais, com áreas de alto padrão de qualidade de vida e outras de extrema miséria. Um crescimento econômico que não foi capaz de estender seus benefícios a grandes parcelas da população tem sido o modelo em nossa história.
É necessário que o poder público tenha em mãos dados precisos e confiáveis para desenvolver políticas públicas específicas para as comunidades mais vulneráveis. O Índice Paulista de Responsabilidade Social (IPRS) fornece muitos dados sobre o desempenho econômico e social dos municípios, mas não contempla integralmente a questão da desigualdade dentro deles e a situação das suas áreas de concentração de pobreza. Para suprir essas lacunas de informação, foi criado o Índice Paulista de Vulnerabilidade Social (IPVS), o qual leva em conta a complexidade do fenômeno.
Examinar as condições de vida da população exige ter informação não apenas sobre a renda, mas também sobre a escolaridade, a saúde, as condições de inserção no mercado de trabalho, o acesso aos serviços prestados pelo Estado e as oportunidades de mobilidade social. Enfim, a qualidade de vida é um fenômeno com diversas determinações, as quais devem se levadas em conta para construir políticas públicas visando uma vida mais digna para todos.
tela inicial (clique na figura para expandir):
Dicionário de Dados (IPRS, atributos da tabela):
codigo_variavel descricao_variavel
loc_cod Código da localidade
loc_nome Nome da localidade
iprs12_10 Grupo IPRS - 2012
iprs10_10 Grupo IPRS - 2010
iprs08_10 Grupo IPRS - 2008
R09_12 Indicador de Riqueza - 2012
R09_10 Indicador de Riqueza - 2010
R09_08 Indicador de Riqueza - 2008
R10_12 Indicador de Riqueza (sem arredondamento) - 2012
R10_10 Indicador de Riqueza (sem arredondamento) - 2010
R10_08 Indicador de Riqueza (sem arredondamento) - 2008
RC12 Classes do Indicador de Riqueza - 2012
Rc10 Classes do Indicador de Riqueza - 2010
Rc08 Classes do Indicador de Riqueza - 2008
RR01_12 Ranking - Indicador de Riqueza - 2012
RR01_10 Ranking - Indicador de Riqueza - 2010
RR01_08 Ranking - Indicador de Riqueza - 2008
S05_12 Indicador de Longevidade - 2012
S05_10 Indicador de Longevidade - 2010
S05_08 Indicador de Longevidade - 2008
S06_12 Indicador de Longevidade (sem arredondamento) - 2012
S06_10 Indicador de Longevidade (sem arredondamento) - 2010
S06_08 Indicador de Longevidade (sem arredondamento) - 2008
SC12 Classes do Indicador de Longevidade - 2012
SC10 Classes do Indicador de Longevidade - 2010
SC08 Classes do Indicador de Longevidade - 2008
RS01_12 Ranking - Indicador de Longevidade - 2012
RS01_10 Ranking - Indicador de Longevidade - 2010
RS01_08 Ranking - Indicador de Longevidade - 2008
EE12 indicador de Escolaridade - 2012
EE10 indicador de Escolaridade - 2010
EE08 indicador de Escolaridade - 2008
ET12 Indicador de Escolaridade (sem arredondamento) - 2012
ET10 Indicador de Escolaridade (sem arredondamento) - 2010
ET08 Indicador de Escolaridade (sem arredondamento) - 2008
EC12 Classes do Indicador de Escolaridade - 2012
EC10 Classes do Indicador de Escolaridade - 2010
EC08 Classes do Indicador de Escolaridade - 2008
RE12 Ranking - Indicador de Escolaridade - 2012
RE10 Ranking - Indicador de Escolaridade - 2010
RE08 Ranking - Indicador de Escolaridade - 2008
R01_12 Consumo anual de energia elétrica residencial, por ligação - 2012
R01_10 Consumo anual de energia elétrica residencial, por ligação - 2010
R01_08 Consumo anual de energia elétrica residencial, por ligação - 2008
R02_12 Consumo anual de energia elétrica na agricultura, comércio e serviços, por ligação - 2012
R02_10 Consumo anual de energia elétrica na agricultura, comércio e serviços, por ligação - 2010
R02_08 Consumo anual de energia elétrica na agricultura, comércio e serviços, por ligação - 2008
R03_12 Rendimento médio dos postos de trabalho (em R$ dez/2012) - 2012
r03_10 Rendimento médio dos postos de trabalho (em R$ dez/2012) - 2010
R03_08 Rendimento médio dos postos de trabalho (em R$ dez/2012) - 2008
R04_12 Valor adicionado fiscal per capita (em R$ de 2012) - 2012
R04_10 Valor adicionado fiscal per capita (em R$ de 2012) - 2010
R04_08 Valor adicionado fiscal per capita (em R$ de 2012) - 2008
RP01_12 Consumo anual de energia elétrica residencial, por ligação (padronizado 0-100) - 2012
RP01_10 Consumo anual de energia elétrica residencial, por ligação (padronizado 0-100) - 2010
RP05_08 Consumo anual de energia elétrica residencial, por ligação (padronizado 0-100) - 2008
RP02_12 Consumo anual de energia elétrica no comércio, agricultura e nos serviços, por ligação (padronizado 0-100) - 2012
RP02_10 Consumo anual de energia elétrica no comércio, agricultura e nos serviços, por ligação (padronizado 0-100) - 2010
RP06_08 Consumo anual de energia elétrica no comércio, agricultura e nos serviços, por ligação (padronizado 0-100) - 2008
RP03_12 Rendimento médio dos postos de trabalho (padronizado 0-100) - 2012
RP03_10 Rendimento médio dos postos de trabalho (padronizado 0-100) - 2010
RP07_08 Rendimento médio dos postos de trabalho (padronizado 0-100) - 2008
RP04_12 Valor adicionado fiscal per capita (padronizado 0-100) - 2012
RP04_10 Valor adicionado fiscal per capita (padronizado 0-100) - 2010
RP08_08 Valor adicionado fiscal per capita (padronizado 0-100) - 2008
S01_12 Taxa de mortalidade infantil (média no período) - 2012
S01_10 Taxa de mortalidade infantil (média no período) - 2010
S01_08 Taxa de mortalidade infantil (média no período) - 2008
S02_12 Taxa de mortalidade perinatal (média no período) - 2012
S02_10 Taxa de mortalidade perinatal (média no período) - 2010
S02_08 Taxa de mortalidade perinatal (média no período) - 2008
S03_12 Taxa de mortalidade da população de 15 a 39 anos (média no período) - 2012
S03_10 Taxa de mortalidade da população de 15 a 39 anos (média no período) - 2010
S03_08 Taxa de mortalidade da população de 15 a 39 anos (média no período) - 2008
S04_12 Taxa de mortalidade da população de 60 a 69 anos (média no período) - 2012
S04_10 Taxa de mortalidade da população de 60 a 69 anos (média no período) - 2010
S04_08 Taxa de mortalidade da população de 60 a 69 anos (média no período) - 2008
SP01_12 Taxa de mortalidade infantil (média no período) (padronizado 0-100) - 2012
SP01_10 Taxa de mortalidade infantil (média no período) (padronizado 0-100) - 2010
SP01_08 Taxa de mortalidade infantil (média no período) (padronizado 0-100) - 2008
SP02_12 Taxa de mortalidade perinatal (média no período) (padronizado 0-100) - 2012
SP02_10 Taxa de mortalidade perinatal (média no período) (padronizado 0-100) - 2010
SP02_08 Taxa de mortalidade perinatal (média no período) (padronizado 0-100) - 2008
SP03_12 Taxa de mortalidade da população de 15 a 39 anos (média no período) (padronizado 0-100) - 2012
SP03_10 Taxa de mortalidade da população de 15 a 39 anos (média no período) (padronizado 0-100) - 2010
SP03_08 Taxa de mortalidade da população de 15 a 39 anos (média no período) (padronizado 0-100) - 2008
SP04_12 Taxa de mortalidade da população de 60 a 69 anos (média no período) (padronizado 0-100) - 2012
SP04_10 Taxa de mortalidade da população de 60 a 69 anos (média no período) (padronizado 0-100) - 2010
SP04_08 Taxa de mortalidade da população de 60 a 69 anos (média no período) (padronizado 0-100) - 2008
E01_12 Taxa de atendimento escolar na faixa de 4 e 5 anos - 2012
E01_10 Taxa de atendimento escolar na faixa de 4 e 5 anos - 2010
E01_08 Taxa de atendimento escolar na faixa de 4 e 5 anos - 2008
E02_12 Média das proporções de alunos do 5o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática - 2012
E02_10 Média das proporções de alunos do 5o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática - 2010
E02_08 Média das proporções de alunos do 5o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática - 2008
E03_12 Média das proporções de alunos do 9o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática - 2012
E03_10 Média das proporções de alunos do 9o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática - 2010
E03_08 Média das proporções de alunos do 9o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática - 2008
E04_12 Taxa de distorcao idade-serie EM - 2012
E04_10 Taxa de distorcao idade-serie EM - 2010
E04_08 Taxa de distorcao idade-serie EM - 2008
EP01_12 Taxa de atendimento escolar na faixa de 4 e 5 anos (padronizado 0-100) - 2012
EP01_10 Taxa de atendimento escolar na faixa de 4 e 5 anos (padronizado 0-100) - 2010
EP01_08 Taxa de atendimento escolar na faixa de 4 e 5 anos (padronizado 0-100) - 2008
EP02_12 Média das proporções de alunos do 5o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática (padronizado 0-100) - 2012
EP02_10 Média das proporções de alunos do 5o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática (padronizado 0-100) - 2010
EP02_08 Média das proporções de alunos do 5o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática (padronizado 0-100) - 2008
EP03_12 Média das proporções de alunos do 9o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática (padronizado 0-100) - 2012
EP03_10 Média das proporções de alunos do 9o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática (padronizado 0-100) - 2010
EP03_08 Média das proporções de alunos do 9o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática (padronizado 0-100) - 2008
EP04_12 Taxa de distorcao idade-serie EM (complementar padronizado 0-100) - 2012
EP04_10 Taxa de distorcao idade-serie EM (complementar padronizado 0-100) - 2010
EP04_08 Taxa de distorcao idade-serie EM (complementar padronizado 0-100) - 2008
P01_12 População - 2012
P01_10 População - 2010
P01_08 População - 2008
REG Código da Região em que está o município - 2012
REG_NOME Nome da Região em que está o município - 2012
Dicionário de Dados (IPVS, atributos da tabela):
Variável Descrição
v1 Código do IBGE (7 dígitos)
v2 Nome do município
v3 Código da região metropolitana
v4 Nome da região metropolitana
v5 Código da região administrativa
v6 Nome da região administrativa
v61 Código do distrito
v62 Nome do distrito
v7 Código do setor censitário
v8 Código de situação do setor censitário (ver planilha Basico_UF.xls)
v9 Setor é Aglomerado subnormal?
v10 Grupo do IPVS
v11 Domicílios particulares e coletivos
v12 Domicílios particulares permanentes
v13 Total de domicílios particulares improvisados
v14 Moradores em domicílios particulares permanentes
v15 Média de moradores em domicílios particulares permanentes
v16 Proporção de crianças de 0 a 5 anos na população
v17 Total de pessoas responsáveis
v18 Rendimento médio domiciliar dos domicílios particulares permanentes
v19 Renda per capita nos domicílios particulares permanentes do setor censitário
v20 Proporção de Domicílios sem Renda per Capita
v21 Proporção de Domicílios com Renda per Capita até 1/8 SM - Proxy de até 70
v22 Proporção de Domicílios com Renda per Capita de 1/8 a 1/2 SM - Proxy de 70 até 261
v23 Proporção de Domicílios com Renda per Capita de 1/2 a 2 SM - Proxy de 261 a 914
v24 Proporção de Domicílios com Renda per Capita de mais de 2 SM - Proxy de mais de 914
v25 Proporção de domicílios particulares com rendimento nominal mensal de até 1/2 S.M.
v26 Proporção de domicílios particulares com rendimento nominal mensal de até 1/4 S.M.
v27 Idade média das pessoas responsáveis
v28 Rendimento médio do responsável pelo domicílio
v29 Proporção de pessoas responsáveis alfabetizadas
v30 Proporção de pessoas responsáveis de 10 a 29 anos
v31 Participação da renda do responsável pelo domicílio na renda domiciliar (em porcentagem)
v32 Idade média das mulheres responsáveis pelo domicílio
v33 Proporção de mulheres responsáveis pelo domicílio alfabetizadas
v34 Proporção de mulheres responsáveis pelo domicílio com menos de 30 anos
v35 Rendimento médio das mulheres responsáveis pelo domicílio
v36 Fator 1
v37 Fator 2
v38 Fator 1 rural
v39 Fator 2 rural
v40 Proporção de domicílios particulares permanentes com abastecimento de água da rede geral
v41 Proporção de domicílios particulares permanentes com banheiro de uso exclusivo dos moradores ou sanitário e esgotamento sanitário via rede geral de esgoto ou pluvial ou via fossa séptica
v42 Proporção dedomicílios particulares permanentescom lixo coletado por serviço de limpeza ou caçamba de serviço de limpeza
v43 Proporção de domicílios particulares permanentescom energia elétrica
v44 População residente em domicílios coletivos - Município
v45 População residente em domicílios particulares improvisados - Município
v46 População residente em domicílios particulares permanentes - Município
v47 População residente em áreas rurais - Município
v48 População residente em áreas urbanas - Município
v49 População total residente - Município
Categorias
v8 Código de situação do setor censitário
1 Área urbanizada de cidade ou vila
2 Área não urbanizada de cidade ou vila
3 Área urbana isolada
4 Aglomerado rural de extensão urbana
5 Aglomerado rural isolado - povoado
6 Aglomerado rural isolado - núcleo
7 Aglomerado rural isolado - outros aglomerados
8 Zona rural, exclusive aglomerado rural
v9 Setor é Aglomerado subnormal?
N Não especial
S Subnormal
v10 Grupo no IPVS 2010
1 Baixíssima vulnerabilidade
2 Vulnerabilidade muito baixa
3 Vulnerabilidade baixa
4 Vulnerabilidade média
5 Vulnerabilidade alta (Urbanos)
6 Vulnerabilidade muito alta (aglomerados subnormais urbanos)
7 Vulnerabilidade alta (Rurais)
0 Não classificado
arquivo em csv na pasta de Dados Externos do ftp de Geoinformacao (copiar e colar no Windows Explorer):
\\10.7.186.90\geoinformacao_area_externa\DADOS\DADOS EXTERNOS\IPVS\BaseIPVS2010.csv
órgão responsável:Fundação Seade - Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados e Instituto do Legislativo Paulista da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo
síntese:O Estado de São Paulo, especialmente nos grandes centros urbanos, apresenta enormes desigualdades sociais, com áreas de alto padrão de qualidade de vida e outras de extrema miséria. Um crescimento econômico que não foi capaz de estender seus benefícios a grandes parcelas da população tem sido o modelo em nossa história.
É necessário que o poder público tenha em mãos dados precisos e confiáveis para desenvolver políticas públicas específicas para as comunidades mais vulneráveis. O Índice Paulista de Responsabilidade Social (IPRS) fornece muitos dados sobre o desempenho econômico e social dos municípios, mas não contempla integralmente a questão da desigualdade dentro deles e a situação das suas áreas de concentração de pobreza. Para suprir essas lacunas de informação, foi criado o Índice Paulista de Vulnerabilidade Social (IPVS), o qual leva em conta a complexidade do fenômeno.
Examinar as condições de vida da população exige ter informação não apenas sobre a renda, mas também sobre a escolaridade, a saúde, as condições de inserção no mercado de trabalho, o acesso aos serviços prestados pelo Estado e as oportunidades de mobilidade social. Enfim, a qualidade de vida é um fenômeno com diversas determinações, as quais devem se levadas em conta para construir políticas públicas visando uma vida mais digna para todos.
tela inicial (clique na figura para expandir):
Dicionário de Dados (IPRS, atributos da tabela):
codigo_variavel descricao_variavel
loc_cod Código da localidade
loc_nome Nome da localidade
iprs12_10 Grupo IPRS - 2012
iprs10_10 Grupo IPRS - 2010
iprs08_10 Grupo IPRS - 2008
R09_12 Indicador de Riqueza - 2012
R09_10 Indicador de Riqueza - 2010
R09_08 Indicador de Riqueza - 2008
R10_12 Indicador de Riqueza (sem arredondamento) - 2012
R10_10 Indicador de Riqueza (sem arredondamento) - 2010
R10_08 Indicador de Riqueza (sem arredondamento) - 2008
RC12 Classes do Indicador de Riqueza - 2012
Rc10 Classes do Indicador de Riqueza - 2010
Rc08 Classes do Indicador de Riqueza - 2008
RR01_12 Ranking - Indicador de Riqueza - 2012
RR01_10 Ranking - Indicador de Riqueza - 2010
RR01_08 Ranking - Indicador de Riqueza - 2008
S05_12 Indicador de Longevidade - 2012
S05_10 Indicador de Longevidade - 2010
S05_08 Indicador de Longevidade - 2008
S06_12 Indicador de Longevidade (sem arredondamento) - 2012
S06_10 Indicador de Longevidade (sem arredondamento) - 2010
S06_08 Indicador de Longevidade (sem arredondamento) - 2008
SC12 Classes do Indicador de Longevidade - 2012
SC10 Classes do Indicador de Longevidade - 2010
SC08 Classes do Indicador de Longevidade - 2008
RS01_12 Ranking - Indicador de Longevidade - 2012
RS01_10 Ranking - Indicador de Longevidade - 2010
RS01_08 Ranking - Indicador de Longevidade - 2008
EE12 indicador de Escolaridade - 2012
EE10 indicador de Escolaridade - 2010
EE08 indicador de Escolaridade - 2008
ET12 Indicador de Escolaridade (sem arredondamento) - 2012
ET10 Indicador de Escolaridade (sem arredondamento) - 2010
ET08 Indicador de Escolaridade (sem arredondamento) - 2008
EC12 Classes do Indicador de Escolaridade - 2012
EC10 Classes do Indicador de Escolaridade - 2010
EC08 Classes do Indicador de Escolaridade - 2008
RE12 Ranking - Indicador de Escolaridade - 2012
RE10 Ranking - Indicador de Escolaridade - 2010
RE08 Ranking - Indicador de Escolaridade - 2008
R01_12 Consumo anual de energia elétrica residencial, por ligação - 2012
R01_10 Consumo anual de energia elétrica residencial, por ligação - 2010
R01_08 Consumo anual de energia elétrica residencial, por ligação - 2008
R02_12 Consumo anual de energia elétrica na agricultura, comércio e serviços, por ligação - 2012
R02_10 Consumo anual de energia elétrica na agricultura, comércio e serviços, por ligação - 2010
R02_08 Consumo anual de energia elétrica na agricultura, comércio e serviços, por ligação - 2008
R03_12 Rendimento médio dos postos de trabalho (em R$ dez/2012) - 2012
r03_10 Rendimento médio dos postos de trabalho (em R$ dez/2012) - 2010
R03_08 Rendimento médio dos postos de trabalho (em R$ dez/2012) - 2008
R04_12 Valor adicionado fiscal per capita (em R$ de 2012) - 2012
R04_10 Valor adicionado fiscal per capita (em R$ de 2012) - 2010
R04_08 Valor adicionado fiscal per capita (em R$ de 2012) - 2008
RP01_12 Consumo anual de energia elétrica residencial, por ligação (padronizado 0-100) - 2012
RP01_10 Consumo anual de energia elétrica residencial, por ligação (padronizado 0-100) - 2010
RP05_08 Consumo anual de energia elétrica residencial, por ligação (padronizado 0-100) - 2008
RP02_12 Consumo anual de energia elétrica no comércio, agricultura e nos serviços, por ligação (padronizado 0-100) - 2012
RP02_10 Consumo anual de energia elétrica no comércio, agricultura e nos serviços, por ligação (padronizado 0-100) - 2010
RP06_08 Consumo anual de energia elétrica no comércio, agricultura e nos serviços, por ligação (padronizado 0-100) - 2008
RP03_12 Rendimento médio dos postos de trabalho (padronizado 0-100) - 2012
RP03_10 Rendimento médio dos postos de trabalho (padronizado 0-100) - 2010
RP07_08 Rendimento médio dos postos de trabalho (padronizado 0-100) - 2008
RP04_12 Valor adicionado fiscal per capita (padronizado 0-100) - 2012
RP04_10 Valor adicionado fiscal per capita (padronizado 0-100) - 2010
RP08_08 Valor adicionado fiscal per capita (padronizado 0-100) - 2008
S01_12 Taxa de mortalidade infantil (média no período) - 2012
S01_10 Taxa de mortalidade infantil (média no período) - 2010
S01_08 Taxa de mortalidade infantil (média no período) - 2008
S02_12 Taxa de mortalidade perinatal (média no período) - 2012
S02_10 Taxa de mortalidade perinatal (média no período) - 2010
S02_08 Taxa de mortalidade perinatal (média no período) - 2008
S03_12 Taxa de mortalidade da população de 15 a 39 anos (média no período) - 2012
S03_10 Taxa de mortalidade da população de 15 a 39 anos (média no período) - 2010
S03_08 Taxa de mortalidade da população de 15 a 39 anos (média no período) - 2008
S04_12 Taxa de mortalidade da população de 60 a 69 anos (média no período) - 2012
S04_10 Taxa de mortalidade da população de 60 a 69 anos (média no período) - 2010
S04_08 Taxa de mortalidade da população de 60 a 69 anos (média no período) - 2008
SP01_12 Taxa de mortalidade infantil (média no período) (padronizado 0-100) - 2012
SP01_10 Taxa de mortalidade infantil (média no período) (padronizado 0-100) - 2010
SP01_08 Taxa de mortalidade infantil (média no período) (padronizado 0-100) - 2008
SP02_12 Taxa de mortalidade perinatal (média no período) (padronizado 0-100) - 2012
SP02_10 Taxa de mortalidade perinatal (média no período) (padronizado 0-100) - 2010
SP02_08 Taxa de mortalidade perinatal (média no período) (padronizado 0-100) - 2008
SP03_12 Taxa de mortalidade da população de 15 a 39 anos (média no período) (padronizado 0-100) - 2012
SP03_10 Taxa de mortalidade da população de 15 a 39 anos (média no período) (padronizado 0-100) - 2010
SP03_08 Taxa de mortalidade da população de 15 a 39 anos (média no período) (padronizado 0-100) - 2008
SP04_12 Taxa de mortalidade da população de 60 a 69 anos (média no período) (padronizado 0-100) - 2012
SP04_10 Taxa de mortalidade da população de 60 a 69 anos (média no período) (padronizado 0-100) - 2010
SP04_08 Taxa de mortalidade da população de 60 a 69 anos (média no período) (padronizado 0-100) - 2008
E01_12 Taxa de atendimento escolar na faixa de 4 e 5 anos - 2012
E01_10 Taxa de atendimento escolar na faixa de 4 e 5 anos - 2010
E01_08 Taxa de atendimento escolar na faixa de 4 e 5 anos - 2008
E02_12 Média das proporções de alunos do 5o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática - 2012
E02_10 Média das proporções de alunos do 5o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática - 2010
E02_08 Média das proporções de alunos do 5o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática - 2008
E03_12 Média das proporções de alunos do 9o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática - 2012
E03_10 Média das proporções de alunos do 9o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática - 2010
E03_08 Média das proporções de alunos do 9o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática - 2008
E04_12 Taxa de distorcao idade-serie EM - 2012
E04_10 Taxa de distorcao idade-serie EM - 2010
E04_08 Taxa de distorcao idade-serie EM - 2008
EP01_12 Taxa de atendimento escolar na faixa de 4 e 5 anos (padronizado 0-100) - 2012
EP01_10 Taxa de atendimento escolar na faixa de 4 e 5 anos (padronizado 0-100) - 2010
EP01_08 Taxa de atendimento escolar na faixa de 4 e 5 anos (padronizado 0-100) - 2008
EP02_12 Média das proporções de alunos do 5o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática (padronizado 0-100) - 2012
EP02_10 Média das proporções de alunos do 5o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática (padronizado 0-100) - 2010
EP02_08 Média das proporções de alunos do 5o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática (padronizado 0-100) - 2008
EP03_12 Média das proporções de alunos do 9o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática (padronizado 0-100) - 2012
EP03_10 Média das proporções de alunos do 9o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática (padronizado 0-100) - 2010
EP03_08 Média das proporções de alunos do 9o. ano do EF da rede pública que atingiram pelo menos o nível adequado nas provas de português e matemática (padronizado 0-100) - 2008
EP04_12 Taxa de distorcao idade-serie EM (complementar padronizado 0-100) - 2012
EP04_10 Taxa de distorcao idade-serie EM (complementar padronizado 0-100) - 2010
EP04_08 Taxa de distorcao idade-serie EM (complementar padronizado 0-100) - 2008
P01_12 População - 2012
P01_10 População - 2010
P01_08 População - 2008
REG Código da Região em que está o município - 2012
REG_NOME Nome da Região em que está o município - 2012
Dicionário de Dados (IPVS, atributos da tabela):
Variável Descrição
v1 Código do IBGE (7 dígitos)
v2 Nome do município
v3 Código da região metropolitana
v4 Nome da região metropolitana
v5 Código da região administrativa
v6 Nome da região administrativa
v61 Código do distrito
v62 Nome do distrito
v7 Código do setor censitário
v8 Código de situação do setor censitário (ver planilha Basico_UF.xls)
v9 Setor é Aglomerado subnormal?
v10 Grupo do IPVS
v11 Domicílios particulares e coletivos
v12 Domicílios particulares permanentes
v13 Total de domicílios particulares improvisados
v14 Moradores em domicílios particulares permanentes
v15 Média de moradores em domicílios particulares permanentes
v16 Proporção de crianças de 0 a 5 anos na população
v17 Total de pessoas responsáveis
v18 Rendimento médio domiciliar dos domicílios particulares permanentes
v19 Renda per capita nos domicílios particulares permanentes do setor censitário
v20 Proporção de Domicílios sem Renda per Capita
v21 Proporção de Domicílios com Renda per Capita até 1/8 SM - Proxy de até 70
v22 Proporção de Domicílios com Renda per Capita de 1/8 a 1/2 SM - Proxy de 70 até 261
v23 Proporção de Domicílios com Renda per Capita de 1/2 a 2 SM - Proxy de 261 a 914
v24 Proporção de Domicílios com Renda per Capita de mais de 2 SM - Proxy de mais de 914
v25 Proporção de domicílios particulares com rendimento nominal mensal de até 1/2 S.M.
v26 Proporção de domicílios particulares com rendimento nominal mensal de até 1/4 S.M.
v27 Idade média das pessoas responsáveis
v28 Rendimento médio do responsável pelo domicílio
v29 Proporção de pessoas responsáveis alfabetizadas
v30 Proporção de pessoas responsáveis de 10 a 29 anos
v31 Participação da renda do responsável pelo domicílio na renda domiciliar (em porcentagem)
v32 Idade média das mulheres responsáveis pelo domicílio
v33 Proporção de mulheres responsáveis pelo domicílio alfabetizadas
v34 Proporção de mulheres responsáveis pelo domicílio com menos de 30 anos
v35 Rendimento médio das mulheres responsáveis pelo domicílio
v36 Fator 1
v37 Fator 2
v38 Fator 1 rural
v39 Fator 2 rural
v40 Proporção de domicílios particulares permanentes com abastecimento de água da rede geral
v41 Proporção de domicílios particulares permanentes com banheiro de uso exclusivo dos moradores ou sanitário e esgotamento sanitário via rede geral de esgoto ou pluvial ou via fossa séptica
v42 Proporção dedomicílios particulares permanentescom lixo coletado por serviço de limpeza ou caçamba de serviço de limpeza
v43 Proporção de domicílios particulares permanentescom energia elétrica
v44 População residente em domicílios coletivos - Município
v45 População residente em domicílios particulares improvisados - Município
v46 População residente em domicílios particulares permanentes - Município
v47 População residente em áreas rurais - Município
v48 População residente em áreas urbanas - Município
v49 População total residente - Município
Categorias
v8 Código de situação do setor censitário
1 Área urbanizada de cidade ou vila
2 Área não urbanizada de cidade ou vila
3 Área urbana isolada
4 Aglomerado rural de extensão urbana
5 Aglomerado rural isolado - povoado
6 Aglomerado rural isolado - núcleo
7 Aglomerado rural isolado - outros aglomerados
8 Zona rural, exclusive aglomerado rural
v9 Setor é Aglomerado subnormal?
N Não especial
S Subnormal
v10 Grupo no IPVS 2010
1 Baixíssima vulnerabilidade
2 Vulnerabilidade muito baixa
3 Vulnerabilidade baixa
4 Vulnerabilidade média
5 Vulnerabilidade alta (Urbanos)
6 Vulnerabilidade muito alta (aglomerados subnormais urbanos)
7 Vulnerabilidade alta (Rurais)
0 Não classificado
arquivo em csv na pasta de Dados Externos do ftp de Geoinformacao (copiar e colar no Windows Explorer):
\\10.7.186.90\geoinformacao_area_externa\DADOS\DADOS EXTERNOS\IPVS\BaseIPVS2010.csv
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