Link: http://www.cidadeazul.org
Responsável: Iniciativa Cidade Azul
Síntese: São Paulo é uma metrópole fluvial riscada por mais de 300 rios. Hoje eles estão enterrados e poluídos. Em qualquer ponto em que você estiver, existe um rio correndo sob seus pés a no máximo 200 metros de distância. Descubra!
Ponto a Ponto:
(1) Falta de água
Grande parte de nossos rios foram transformados em canais de escoamento de esgoto. A contaminação faz com que essa água que corre pela cidade seja de impossível re-uso quando chega ao Rio Tietê ou ao Rio Pinheiros.
(2) Qualidade do ar
A água tem papel fundamental no controle de umidade e temperatura do ar. Ao encanarmos os rios da cidade, reduzimos a umidade do ar que respiramos e aumentamos a amplitude térmica de São Paulo.
(3) Enchentes
Os rios e a vegetação de suas margens ajudam a conter as inundações enquanto os asfaltos tornam o solo impermeável às águas da chuva. Cidades com bons planejamentos fluviais são mais seguras em relação aos efeitos das chuvas.
(4) Turismo
Em grandes metrópoles fluviais como Londres e Paris, os rios concentram grande movimento turístico e econômico. São Paulo poderia renovar seu potencial turístico com a abertura de rios importantes e trazer novas oportunidades para diversas comunidades e bairros.
(5) Lazer
Os rios conectam pessoas e adoramos estar perto d’água. Ao canalizarmos os rios da cidade perdemos a nossa principal fonte de lazer. Por mais de 350 anos os paulistanos tiveram um estilo de vida totalmente ligado à agua e os rios foram os grandes protagonistas da diversão na cidade.
Tela Inicial
Sistemas de Informações Geográficas (GIS) de Ongs, Empresas Privadas e do Governo relacionados a Saneamento, Meio Ambiente, Mapa Urbano Básico, Infra-Estrutura Urbana, Hidrografia, Demografia, etc...
Todos os dados já estão compartilhados publicamente em outros canais, de modo que este espaço não contém nenhuma informação com restrições de confidencialidade.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2016
terça-feira, 20 de dezembro de 2016
Fotografias Aéreas
link: https://www.fotografiasaereas.com.br/
Responsável:O banco de imagens Fotografias Aéreas foi criado por Cássio Vasconcellos, fotógrafo especializado em fotos aéreas e com mais de 30 anos de experiência e 700 horas fazendo imagens aéreas, para que empresas, agências, estúdios e profissionais de qualquer porte pudessem ter acesso a fotos de qualidade de forma fácil.
Seu grande domínio no gênero se dá por diversos motivos: a experiência na fotografia, o uso de equipamento especializado (estabilizador giroscópico, para anular as vibrações do vôo) e por ser ele próprio piloto comercial de helicópteros, conhecendo os aparelhos e suas possibilidades para cada vôo de foto.
Síntese: Trata-se de um dos maiores acervos de fotos aéreas do Brasil, que inclui fotografias de praias em quase todo o litoral brasileiro, estradas, construções, agronegócios, natureza e cidades como Curitiba, Florianópolis, Nova York, Rio de Janeiro, São Paulo e outros temas.
Tela Inicial
Navegação
Responsável:O banco de imagens Fotografias Aéreas foi criado por Cássio Vasconcellos, fotógrafo especializado em fotos aéreas e com mais de 30 anos de experiência e 700 horas fazendo imagens aéreas, para que empresas, agências, estúdios e profissionais de qualquer porte pudessem ter acesso a fotos de qualidade de forma fácil.
Seu grande domínio no gênero se dá por diversos motivos: a experiência na fotografia, o uso de equipamento especializado (estabilizador giroscópico, para anular as vibrações do vôo) e por ser ele próprio piloto comercial de helicópteros, conhecendo os aparelhos e suas possibilidades para cada vôo de foto.
Síntese: Trata-se de um dos maiores acervos de fotos aéreas do Brasil, que inclui fotografias de praias em quase todo o litoral brasileiro, estradas, construções, agronegócios, natureza e cidades como Curitiba, Florianópolis, Nova York, Rio de Janeiro, São Paulo e outros temas.
Tela Inicial
Navegação
quinta-feira, 8 de dezembro de 2016
Base Cartográfica Contínua do Brasil
Link: ftp://geoftp.ibge.gov.br/cartas_e_mapas/bases_cartograficas_continuas/bcim/versao2016/
Órgão Responsável:
IBGE
Síntese:
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) disponibilizou em 06/12/16 a versão atualizada da Base Cartográfica Contínua do Brasil, ao milionésimo (1 cm = 10 km)
Nesta versão, foram feitas revisões da estrutura topológica e de toponímia, além de atualizações de informações nas categorias Hidrografia, Relevo, Localidades, Limites, Sistema de Transportes, Energia e Comunicações, Estrutura Econômica e Vegetação.
A Base Cartográfica Contínua do Brasil, ao milionésimo (BCIM), tem como principais aplicações e produtos o planejamento e a gestão de programas de governo com enfoque territorial; as análises que demandam uma visão de conjunto (país, região e estados); a elaboração de mapas em escalas menores (mapas de série Brasil, regionais, estaduais e Atlas) e as representações de aspectos temáticos do território (estatística, recursos naturais e pesquisa ambiental).
Sua modelagem está implementada conforme as Especificações Técnicas para Estruturação de Dados Geoespaciais Vetoriais na versão 2.1.3 (ET-EDGV v2.1.3), contemplando nove das 13 categorias de informação previstas (hidrografia, relevo, localidades, limites, sistema de transportes, estrutura econômica, energia e comunicações, administração pública e vegetação). Em relação aos referenciais espaciais geodésico e cartográfico, a Base segue a norma vigente, utilizando o sistema de referência SIRGAS 2000, com sistema de coordenadas geográficas.
A BCIM está disponível em formato livre (shapefile, geopacked e dump do banco PostGIS), para utilização em Sistemas de Informação Geográfica, e é compatível com diferentes softwares de leitura desse tipo de dado. Os dados vetoriais permitem aos usuários editarem os dados, adequando-os às suas necessidades.
Essa nova versão faz parte do Programa de Atualização Permanente da BCIM , que tem o objetivo de oferecer à sociedade uma base cartográfica digital, vetorial, estruturada, integrada, contínua e atualizada de todo o território brasileiro, na escala de 1:1.000.000, permitindo a obtenção de informações relativas ao posicionamento, nome geográfico e classificação dos elementos representados.
As informações cartográficas são oriundas do mapeamento em escalas maiores, de insumos de sensoriamento remoto, de órgãos setoriais parceiros do IBGE e do conhecimento local, por meio das Gerências de Geodésia e Cartografia (GGC).
Tela Inicial
Shapes de Geometria PONTO (P)
Shapes de Geometria LINHA (L)
Shapes de Geometria AREA (A)
Exemplos de Camadas dos Shapes:
LOC_Capital_P, LIM_Unidade_Federacao_A, Lim_Municipio_A, Lim_Pais_A
ENC_Hidreletrica_P, TRA_Trecho_Hidroviario_L, LIM_Unidade_Federacao_A, Lim_Municipio_A
LOC_Cidade_P, LIM_Unidade_Federacao_A, Lim_Municipio_A, LIM_Terra_Indigena_A, LIM_Unidade_Conservacao_Nao_Snuc_A, LIM_Unidade_Protecao_Integral_A, LIM_Uso_Sustentavel_A
Órgão Responsável:
IBGE
Síntese:
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) disponibilizou em 06/12/16 a versão atualizada da Base Cartográfica Contínua do Brasil, ao milionésimo (1 cm = 10 km)
Nesta versão, foram feitas revisões da estrutura topológica e de toponímia, além de atualizações de informações nas categorias Hidrografia, Relevo, Localidades, Limites, Sistema de Transportes, Energia e Comunicações, Estrutura Econômica e Vegetação.
A Base Cartográfica Contínua do Brasil, ao milionésimo (BCIM), tem como principais aplicações e produtos o planejamento e a gestão de programas de governo com enfoque territorial; as análises que demandam uma visão de conjunto (país, região e estados); a elaboração de mapas em escalas menores (mapas de série Brasil, regionais, estaduais e Atlas) e as representações de aspectos temáticos do território (estatística, recursos naturais e pesquisa ambiental).
Sua modelagem está implementada conforme as Especificações Técnicas para Estruturação de Dados Geoespaciais Vetoriais na versão 2.1.3 (ET-EDGV v2.1.3), contemplando nove das 13 categorias de informação previstas (hidrografia, relevo, localidades, limites, sistema de transportes, estrutura econômica, energia e comunicações, administração pública e vegetação). Em relação aos referenciais espaciais geodésico e cartográfico, a Base segue a norma vigente, utilizando o sistema de referência SIRGAS 2000, com sistema de coordenadas geográficas.
A BCIM está disponível em formato livre (shapefile, geopacked e dump do banco PostGIS), para utilização em Sistemas de Informação Geográfica, e é compatível com diferentes softwares de leitura desse tipo de dado. Os dados vetoriais permitem aos usuários editarem os dados, adequando-os às suas necessidades.
Essa nova versão faz parte do Programa de Atualização Permanente da BCIM , que tem o objetivo de oferecer à sociedade uma base cartográfica digital, vetorial, estruturada, integrada, contínua e atualizada de todo o território brasileiro, na escala de 1:1.000.000, permitindo a obtenção de informações relativas ao posicionamento, nome geográfico e classificação dos elementos representados.
As informações cartográficas são oriundas do mapeamento em escalas maiores, de insumos de sensoriamento remoto, de órgãos setoriais parceiros do IBGE e do conhecimento local, por meio das Gerências de Geodésia e Cartografia (GGC).
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Shapes de Geometria PONTO (P)
Shapes de Geometria LINHA (L)
Shapes de Geometria AREA (A)
Exemplos de Camadas dos Shapes:
LOC_Capital_P, LIM_Unidade_Federacao_A, Lim_Municipio_A, Lim_Pais_A
ENC_Hidreletrica_P, TRA_Trecho_Hidroviario_L, LIM_Unidade_Federacao_A, Lim_Municipio_A
LOC_Cidade_P, LIM_Unidade_Federacao_A, Lim_Municipio_A, LIM_Terra_Indigena_A, LIM_Unidade_Conservacao_Nao_Snuc_A, LIM_Unidade_Protecao_Integral_A, LIM_Uso_Sustentavel_A
segunda-feira, 28 de novembro de 2016
Mapa da Cidade / São Paulo Antiga
Navegação: O usuário seleciona um ponto marcado no mapa e tem acesso a fotos e informações sobre o local, em geral relacionado à história da cidade.
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
Mapa da Educação
Link: Rede de Ensino
Órgão Responsável:
Secretaria da Educação do Governo do Estado de São Paulo
Síntese:
O Mapa da Educação é uma plataforma colaborativa e georreferenciada com instituições de todo o estado de São Paulo. A ideia é que todas as unidades estaduais, municipais e particulares estejam corretamente identificadas com nome e endereço para renovar e facilitar a busca.
Tela Inicial (clique na figura para ampliá-la)
Navegação (clique na figura para ampliá-la)
Glossário
1. Rede Estadual- SE
Conjunto de escolas criadas, mantidas e administradas pela Secretaria de Estado da Educação.
As escolas estaduais podem ser:
• CEEJA - Centro Estadual de Educação de Jovens e Adultos
• CEL- Centro de Estudo de Línguas
• Classe Hospitalar
• EEI - Escola de Educação Indígena
• CIP- Centro de Internação Provisória
• Classe Penitenciária
• Quilombo
• CI- Centro de Internação.
• Área de Assentamento
• EAC- Escola de Atividade Complementar
• EE – Escola Estadual de Ensino regular
2. Outras Secretarias
Conjunto de Escolas de Educação Básica vinculadas à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação e administradas pelas Universidades Estaduais – USP, UNICAMP, UNESP e Centro Estadual de Educação Tecnológica “Paula Souza”.
As escolas de outras secretarias podem ser:
• CCI – Centro de Convivência Infantil
• CEFOR-Saúde – Centro Formador de Pessoal para Saúde de São Paulo
• CPS – Centro Paula Souza
• UNESP – Universidade Estadual Paulista
• UNICAMP – Universidade de Campinas
• USP – Universidade de São Paulo
3. Rede Municipal
Conjunto de Escolas de Educação Básica mantidas e administradas pelo poder público local.
As escolas municipais podem ser:
• CCI – centro de Convivência Infantil
• EEI - Escola de Educação Indígena
• Quilombo
• Área de Assentamento
• EAD – Educação à Distância
• EJA Preparatório – Educação de Jovens e Adultos - Curso Preparatório
• EAC- Escola de Atividade Complementar
• CIEJA – Centro Integrado de Educação de Jovens e Adultos
• Classe hospitalar
4. Rede Federal
Escolas mantidas e administradas pela União/ poder público federal no Estado de São Paulo.
As escolas federais podem ser: • CCI – centro de Convivência Infantil
• EAD – Educação à Distância
5. Rede Particular
Conjunto de estabelecimentos de ensino que se enquadra na categoria escola privada, diferenciando-se quanto à categoria e mantenedor de escola privada.
As escolas particulares podem ser:
• APAE – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais
• SENAC – Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial
• SENAI – Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial
• SESI – Serviço Social da Indústria
• EJA – Educação de Jovens e Adultos
• EAC- Escola de Atividade Complementar
• Privada Confessional
• Privada Filantrópica
• Privada Comunitária
• EAD- Educação à Distância
Órgão Responsável:
Secretaria da Educação do Governo do Estado de São Paulo
Síntese:
O Mapa da Educação é uma plataforma colaborativa e georreferenciada com instituições de todo o estado de São Paulo. A ideia é que todas as unidades estaduais, municipais e particulares estejam corretamente identificadas com nome e endereço para renovar e facilitar a busca.
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Glossário
1. Rede Estadual- SE
Conjunto de escolas criadas, mantidas e administradas pela Secretaria de Estado da Educação.
As escolas estaduais podem ser:
• CEEJA - Centro Estadual de Educação de Jovens e Adultos
• CEL- Centro de Estudo de Línguas
• Classe Hospitalar
• EEI - Escola de Educação Indígena
• CIP- Centro de Internação Provisória
• Classe Penitenciária
• Quilombo
• CI- Centro de Internação.
• Área de Assentamento
• EAC- Escola de Atividade Complementar
• EE – Escola Estadual de Ensino regular
2. Outras Secretarias
Conjunto de Escolas de Educação Básica vinculadas à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação e administradas pelas Universidades Estaduais – USP, UNICAMP, UNESP e Centro Estadual de Educação Tecnológica “Paula Souza”.
As escolas de outras secretarias podem ser:
• CCI – Centro de Convivência Infantil
• CEFOR-Saúde – Centro Formador de Pessoal para Saúde de São Paulo
• CPS – Centro Paula Souza
• UNESP – Universidade Estadual Paulista
• UNICAMP – Universidade de Campinas
• USP – Universidade de São Paulo
3. Rede Municipal
Conjunto de Escolas de Educação Básica mantidas e administradas pelo poder público local.
As escolas municipais podem ser:
• CCI – centro de Convivência Infantil
• EEI - Escola de Educação Indígena
• Quilombo
• Área de Assentamento
• EAD – Educação à Distância
• EJA Preparatório – Educação de Jovens e Adultos - Curso Preparatório
• EAC- Escola de Atividade Complementar
• CIEJA – Centro Integrado de Educação de Jovens e Adultos
• Classe hospitalar
4. Rede Federal
Escolas mantidas e administradas pela União/ poder público federal no Estado de São Paulo.
As escolas federais podem ser: • CCI – centro de Convivência Infantil
• EAD – Educação à Distância
5. Rede Particular
Conjunto de estabelecimentos de ensino que se enquadra na categoria escola privada, diferenciando-se quanto à categoria e mantenedor de escola privada.
As escolas particulares podem ser:
• APAE – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais
• SENAC – Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial
• SENAI – Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial
• SESI – Serviço Social da Indústria
• EJA – Educação de Jovens e Adultos
• EAC- Escola de Atividade Complementar
• Privada Confessional
• Privada Filantrópica
• Privada Comunitária
• EAD- Educação à Distância
quinta-feira, 10 de novembro de 2016
Revisão da Lei de Zoneamento
Link: http://www.camara.sp.gov.br/zoneamento/mapa-interativo/
Órgão Responsável:
Câmara Municipal de São Paulo
Síntese:
O Projeto de Lei (PL 272/2015) é uma revisão da Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo, também chamada de Lei de Zoneamento. Ele reúne o conjunto de regras que vão definir as atividades que podem ser instaladas nos diferentes locais da cidade. Nele estão definidos os pontos permitidos para a instalação de uma loja, cabeleireiro ou pizzaria, bem como onde poderão ser construídas residências, prédios industriais, ou ficarão praças e áreas verdes da cidade. Inspirado no direito à cidade, o projeto tem o objetivo central de promover uma cidade cada vez mais organizada, consolidando o binômio desenvolvimento e qualidade de vida.
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Órgão Responsável:
Câmara Municipal de São Paulo
Síntese:
O Projeto de Lei (PL 272/2015) é uma revisão da Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo, também chamada de Lei de Zoneamento. Ele reúne o conjunto de regras que vão definir as atividades que podem ser instaladas nos diferentes locais da cidade. Nele estão definidos os pontos permitidos para a instalação de uma loja, cabeleireiro ou pizzaria, bem como onde poderão ser construídas residências, prédios industriais, ou ficarão praças e áreas verdes da cidade. Inspirado no direito à cidade, o projeto tem o objetivo central de promover uma cidade cada vez mais organizada, consolidando o binômio desenvolvimento e qualidade de vida.
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quarta-feira, 9 de novembro de 2016
INMET - Instituto Nacional de Meteorologia
Link: http://www.inmet.gov.br/portal/
Órgão Responsável:
A missão do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, é prover informações meteorológicas à sociedade brasileira e influir construtivamente no processo de tomada de decisão, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do País. Esta missão é alcançada por meio de monitoramento, análise e previsão de tempo e de clima, que se fundamentam em pesquisa aplicada, trabalho em parceria e compartilhamento do conhecimento, com ênfase em resultados práticos e confiáveis.
Síntese:
O Sistema de Coleta e Distribuição de Dados Meteorológicos do Instituto (temperatura, umidade relativa do ar, direção e velocidade do vento, pressão atmosférica, precipitação, entre outras variáveis) é dotado de estações de sondagem de ar superior (radiossonda); estações meteorológicas de superfície, operadas manualmente; e a maior rede de estações automáticas da América do Sul.
A rede de estações meteorológicas automáticas utiliza o que há de mais moderno internacionalmente. Os dados coletados por essa rede são disseminados, de forma democrática e gratuita, em tempo real, na página http://www.inmet.gov.br, e têm aplicação em todos os setores da economia, de modo especial no agropecuário e em apoio à Defesa Civil.
O Banco de Dados Meteorológicos do INMET já incorporou, em forma digital, em seu acervo, informações diárias coletadas desde 1961. Encontra-se em plena atividade um Projeto de Recuperação Digital de Dados Históricos que agregará à base de dados meteorológicos aproximadamente 12 milhões de documentos – patrimônio do clima observado desde tempos do Império (antes de 1900).
Modelos físico-matemáticos, de última geração e alta resolução, processados em supercomputadores, simulam o comportamento futuro da atmosfera e permitem que os meteorologistas façam previsão de tempo com dias de antecedência, dentro de padrões internacionais. Imagens obtidas por satélites também são ferramentas utilizadas na previsão e no monitoramento de tempo.
O INMET possui uma Biblioteca Nacional de Meteorologia com acervo de cerca de 20 mil volumes sobre meteorologia e áreas afins, incluindo obras raras do antigo Imperial Observatório (posteriormente Observatório Nacional), obras técnicas, livros, periódicos, revistas, boletins e publicações técnicas da OMM. A Biblioteca está disponível para consulta pública de meteorologistas, técnicos e estudantes.
Tela Inicial (clique na figura para ampliá-la)
Meteograma (clique na figura para ampliá-la)
Navegação - Dados Meteorológicos (clique na figura para ampliá-la)
Órgão Responsável:
A missão do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, é prover informações meteorológicas à sociedade brasileira e influir construtivamente no processo de tomada de decisão, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do País. Esta missão é alcançada por meio de monitoramento, análise e previsão de tempo e de clima, que se fundamentam em pesquisa aplicada, trabalho em parceria e compartilhamento do conhecimento, com ênfase em resultados práticos e confiáveis.
Síntese:
O Sistema de Coleta e Distribuição de Dados Meteorológicos do Instituto (temperatura, umidade relativa do ar, direção e velocidade do vento, pressão atmosférica, precipitação, entre outras variáveis) é dotado de estações de sondagem de ar superior (radiossonda); estações meteorológicas de superfície, operadas manualmente; e a maior rede de estações automáticas da América do Sul.
A rede de estações meteorológicas automáticas utiliza o que há de mais moderno internacionalmente. Os dados coletados por essa rede são disseminados, de forma democrática e gratuita, em tempo real, na página http://www.inmet.gov.br, e têm aplicação em todos os setores da economia, de modo especial no agropecuário e em apoio à Defesa Civil.
O Banco de Dados Meteorológicos do INMET já incorporou, em forma digital, em seu acervo, informações diárias coletadas desde 1961. Encontra-se em plena atividade um Projeto de Recuperação Digital de Dados Históricos que agregará à base de dados meteorológicos aproximadamente 12 milhões de documentos – patrimônio do clima observado desde tempos do Império (antes de 1900).
Modelos físico-matemáticos, de última geração e alta resolução, processados em supercomputadores, simulam o comportamento futuro da atmosfera e permitem que os meteorologistas façam previsão de tempo com dias de antecedência, dentro de padrões internacionais. Imagens obtidas por satélites também são ferramentas utilizadas na previsão e no monitoramento de tempo.
O INMET possui uma Biblioteca Nacional de Meteorologia com acervo de cerca de 20 mil volumes sobre meteorologia e áreas afins, incluindo obras raras do antigo Imperial Observatório (posteriormente Observatório Nacional), obras técnicas, livros, periódicos, revistas, boletins e publicações técnicas da OMM. A Biblioteca está disponível para consulta pública de meteorologistas, técnicos e estudantes.
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