link: http://www.globalforestwatch.org/map/
órgão responsável: A Global Forest Watch começou seus trabalhos em 1997 como uma iniciativa para estabelecer uma rede global de monitoramento florestal, convocada pelo World Resources Institute e parceiros.
O GFW original alcançou muitos resultados para a conservação de grandes áreas florestais intactas.
A WRI (World Resources Institute) continuou o trabalho que o Global Forest Watch começou, trabalhando para melhorar a informação da floresta, combinando a mais recente tecnologia com novas parcerias.
Nos países da Bacia do Congo, a WRI publicou um Atlas Florestal que ajuda os tomadores de decisão a alcançar o manejo sustentável dos recursos florestais através do fortalecimento do planejamento e monitoramento do uso da terra. Estes Atlas estão agora disponíveis para Camarões, República Centro-Africana, República do Congo, República Democrática do Congo, Guiné Equatorial e Gabão.
O projeto Floresta e Paisagens na Indonésia trabalha para apoiar as ações do governo e da sociedade civil para um uso efetivo e equitativo da terra nesse país. Este trabalho agora continua como parte do trabalho da WRI sobre florestas e é integrado com o Global Forest Watch. Além dos países listados acima, o GFW publicou o estado dos relatórios florestais para o Canadá, Chile, Rússia e Venezuela e relatórios de políticas relacionados para a Guiana e o Suriname.
A rede GFW também desenvolveu os métodos para mapear paisagens florestais intactas, pilotando esse método na Rússia e no Canadá, e depois expandindo-o para o nível global para o ano 2000. O monitoramento dessas áreas continua, com uma atualização para o ano 2013 publicado recentemente.
Aproveitando o advento das novas tecnologias e a maior conectividade global, o trabalho na próxima geração do Global Forest Watch começou em 2011 com um grupo expandido de parceiros e poderosos novos recursos de monitoramento.
tela inicial:
Sistemas de Informações Geográficas (GIS) de Ongs, Empresas Privadas e do Governo relacionados a Saneamento, Meio Ambiente, Mapa Urbano Básico, Infra-Estrutura Urbana, Hidrografia, Demografia, etc...
Todos os dados já estão compartilhados publicamente em outros canais, de modo que este espaço não contém nenhuma informação com restrições de confidencialidade.
Mostrando postagens com marcador Ambiental. Mostrar todas as postagens
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terça-feira, 27 de junho de 2017
sexta-feira, 9 de junho de 2017
Geo Cadastro Técnico Federal - IBAMA
link: http://siscom.ibama.gov.br/ctfapp/#/
órgão responsável: IBAMA/ Ministério do Meio Ambiente
síntese: O Cadastro Técnico Federal de Atividades Potencialmente Poluidoras e Utilizadoras de Recursos Ambientais é o Registro Obrigatório de Pessoas Físicas e Jurídicas que realizam atividades passíveis de controle ambiental.
Menu de Atividades:
1-Extração e Tratamento de Minerais
2-Indústria de Produtos Minerais Não Metálicos
3-Indústria Metalúrgica
4-Indústria Mecânica
5-Indústria de material Elétrico, Eletrônico e Comunicações
6-Indústria de Material de Transporte
7-Indústria de Madeira
8-Indústria de Papel e Celulose
9-Indústria de Borracha
10-Indústria de Couros e Peles
11-Indústria Têxtil, de Vestuário, Calçados e Artefatos de Tecidos
12-Indústria de Produtos de Matéria Plástica.
13-Indústria do Fumo
14-Indústrias Diversas
15-Indústria Química
16-Indústria de Produtos Alimentares e Bebidas
17-Serviços de Utilidade
18-Transporte, Terminais, Depósitos e Comércio
19-Turismo
20-Uso de Recursos Naturais
21-Outros serviços
22-Obras civis
23-Gerenciamento de Projetos sujeitos a licenciamento ambiental federal
Tela inicial:
Navegação:
órgão responsável: IBAMA/ Ministério do Meio Ambiente
síntese: O Cadastro Técnico Federal de Atividades Potencialmente Poluidoras e Utilizadoras de Recursos Ambientais é o Registro Obrigatório de Pessoas Físicas e Jurídicas que realizam atividades passíveis de controle ambiental.
Menu de Atividades:
1-Extração e Tratamento de Minerais
2-Indústria de Produtos Minerais Não Metálicos
3-Indústria Metalúrgica
4-Indústria Mecânica
5-Indústria de material Elétrico, Eletrônico e Comunicações
6-Indústria de Material de Transporte
7-Indústria de Madeira
8-Indústria de Papel e Celulose
9-Indústria de Borracha
10-Indústria de Couros e Peles
11-Indústria Têxtil, de Vestuário, Calçados e Artefatos de Tecidos
12-Indústria de Produtos de Matéria Plástica.
13-Indústria do Fumo
14-Indústrias Diversas
15-Indústria Química
16-Indústria de Produtos Alimentares e Bebidas
17-Serviços de Utilidade
18-Transporte, Terminais, Depósitos e Comércio
19-Turismo
20-Uso de Recursos Naturais
21-Outros serviços
22-Obras civis
23-Gerenciamento de Projetos sujeitos a licenciamento ambiental federal
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quinta-feira, 6 de abril de 2017
SIFESP
link: http://www.ambiente.sp.gov.br/sifesp/
órgão responsável: Instituto Florestal da Secretaria do Meio Ambiente do Governo do Estado de São Paulo.
síntese: O SIFESP – Sistema de Informações Florestais do Estado de São Paulo foi desenvolvido objetivando disponibilizar informações sobre a vegetação natural e o reflorestamento resultantes de levantamento efetuado pelo Instituto Florestal da Secretaria do Meio Ambiente, através de seu projeto “Inventário Florestal do Estado de São Paulo”.
Para algumas regiões, além das informações sobre a vegetação, são apresentados levantamentos sobre o uso e ocupação da terra. Contém ainda, redes de drenagem, área urbana, rodovias, limites municipais, divisões por bacias hidrográficas e regiões administrativas, sendo todas as informações georreferenciadas.
Mapas Florestais do Estado de São Paulo por município:
São Paulo
Osasco
Mapa Geral do Sistema Cantareira
órgão responsável: Instituto Florestal da Secretaria do Meio Ambiente do Governo do Estado de São Paulo.
síntese: O SIFESP – Sistema de Informações Florestais do Estado de São Paulo foi desenvolvido objetivando disponibilizar informações sobre a vegetação natural e o reflorestamento resultantes de levantamento efetuado pelo Instituto Florestal da Secretaria do Meio Ambiente, através de seu projeto “Inventário Florestal do Estado de São Paulo”.
Para algumas regiões, além das informações sobre a vegetação, são apresentados levantamentos sobre o uso e ocupação da terra. Contém ainda, redes de drenagem, área urbana, rodovias, limites municipais, divisões por bacias hidrográficas e regiões administrativas, sendo todas as informações georreferenciadas.
Mapas Florestais do Estado de São Paulo por município:
São Paulo
Osasco
Mapa Geral do Sistema Cantareira
terça-feira, 28 de março de 2017
Mapa de Concessão de Saneamento do Estado de São Paulo
terça-feira, 7 de fevereiro de 2017
Cetesb - Enquadramento dos Corpos Hídricos
link: http://aguasinteriores.cetesb.sp.gov.br/enquadramento-dos-corpos-hidricos/
Tela Inicial:
UGHRIs:
Mapas Temáticos:
Arquivos Digitais (Shapefiles):
Tela Inicial:
UGHRIs:
Mapas Temáticos:
Arquivos Digitais (Shapefiles):
quarta-feira, 28 de dezembro de 2016
Cidade Azul
Link: http://www.cidadeazul.org
Responsável: Iniciativa Cidade Azul
Síntese: São Paulo é uma metrópole fluvial riscada por mais de 300 rios. Hoje eles estão enterrados e poluídos. Em qualquer ponto em que você estiver, existe um rio correndo sob seus pés a no máximo 200 metros de distância. Descubra!
Ponto a Ponto:
(1) Falta de água
Grande parte de nossos rios foram transformados em canais de escoamento de esgoto. A contaminação faz com que essa água que corre pela cidade seja de impossível re-uso quando chega ao Rio Tietê ou ao Rio Pinheiros.
(2) Qualidade do ar
A água tem papel fundamental no controle de umidade e temperatura do ar. Ao encanarmos os rios da cidade, reduzimos a umidade do ar que respiramos e aumentamos a amplitude térmica de São Paulo.
(3) Enchentes
Os rios e a vegetação de suas margens ajudam a conter as inundações enquanto os asfaltos tornam o solo impermeável às águas da chuva. Cidades com bons planejamentos fluviais são mais seguras em relação aos efeitos das chuvas.
(4) Turismo
Em grandes metrópoles fluviais como Londres e Paris, os rios concentram grande movimento turístico e econômico. São Paulo poderia renovar seu potencial turístico com a abertura de rios importantes e trazer novas oportunidades para diversas comunidades e bairros.
(5) Lazer
Os rios conectam pessoas e adoramos estar perto d’água. Ao canalizarmos os rios da cidade perdemos a nossa principal fonte de lazer. Por mais de 350 anos os paulistanos tiveram um estilo de vida totalmente ligado à agua e os rios foram os grandes protagonistas da diversão na cidade.
Tela Inicial
Responsável: Iniciativa Cidade Azul
Síntese: São Paulo é uma metrópole fluvial riscada por mais de 300 rios. Hoje eles estão enterrados e poluídos. Em qualquer ponto em que você estiver, existe um rio correndo sob seus pés a no máximo 200 metros de distância. Descubra!
Ponto a Ponto:
(1) Falta de água
Grande parte de nossos rios foram transformados em canais de escoamento de esgoto. A contaminação faz com que essa água que corre pela cidade seja de impossível re-uso quando chega ao Rio Tietê ou ao Rio Pinheiros.
(2) Qualidade do ar
A água tem papel fundamental no controle de umidade e temperatura do ar. Ao encanarmos os rios da cidade, reduzimos a umidade do ar que respiramos e aumentamos a amplitude térmica de São Paulo.
(3) Enchentes
Os rios e a vegetação de suas margens ajudam a conter as inundações enquanto os asfaltos tornam o solo impermeável às águas da chuva. Cidades com bons planejamentos fluviais são mais seguras em relação aos efeitos das chuvas.
(4) Turismo
Em grandes metrópoles fluviais como Londres e Paris, os rios concentram grande movimento turístico e econômico. São Paulo poderia renovar seu potencial turístico com a abertura de rios importantes e trazer novas oportunidades para diversas comunidades e bairros.
(5) Lazer
Os rios conectam pessoas e adoramos estar perto d’água. Ao canalizarmos os rios da cidade perdemos a nossa principal fonte de lazer. Por mais de 350 anos os paulistanos tiveram um estilo de vida totalmente ligado à agua e os rios foram os grandes protagonistas da diversão na cidade.
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quarta-feira, 9 de novembro de 2016
INMET - Instituto Nacional de Meteorologia
Link: http://www.inmet.gov.br/portal/
Órgão Responsável:
A missão do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, é prover informações meteorológicas à sociedade brasileira e influir construtivamente no processo de tomada de decisão, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do País. Esta missão é alcançada por meio de monitoramento, análise e previsão de tempo e de clima, que se fundamentam em pesquisa aplicada, trabalho em parceria e compartilhamento do conhecimento, com ênfase em resultados práticos e confiáveis.
Síntese:
O Sistema de Coleta e Distribuição de Dados Meteorológicos do Instituto (temperatura, umidade relativa do ar, direção e velocidade do vento, pressão atmosférica, precipitação, entre outras variáveis) é dotado de estações de sondagem de ar superior (radiossonda); estações meteorológicas de superfície, operadas manualmente; e a maior rede de estações automáticas da América do Sul.
A rede de estações meteorológicas automáticas utiliza o que há de mais moderno internacionalmente. Os dados coletados por essa rede são disseminados, de forma democrática e gratuita, em tempo real, na página http://www.inmet.gov.br, e têm aplicação em todos os setores da economia, de modo especial no agropecuário e em apoio à Defesa Civil.
O Banco de Dados Meteorológicos do INMET já incorporou, em forma digital, em seu acervo, informações diárias coletadas desde 1961. Encontra-se em plena atividade um Projeto de Recuperação Digital de Dados Históricos que agregará à base de dados meteorológicos aproximadamente 12 milhões de documentos – patrimônio do clima observado desde tempos do Império (antes de 1900).
Modelos físico-matemáticos, de última geração e alta resolução, processados em supercomputadores, simulam o comportamento futuro da atmosfera e permitem que os meteorologistas façam previsão de tempo com dias de antecedência, dentro de padrões internacionais. Imagens obtidas por satélites também são ferramentas utilizadas na previsão e no monitoramento de tempo.
O INMET possui uma Biblioteca Nacional de Meteorologia com acervo de cerca de 20 mil volumes sobre meteorologia e áreas afins, incluindo obras raras do antigo Imperial Observatório (posteriormente Observatório Nacional), obras técnicas, livros, periódicos, revistas, boletins e publicações técnicas da OMM. A Biblioteca está disponível para consulta pública de meteorologistas, técnicos e estudantes.
Tela Inicial (clique na figura para ampliá-la)
Meteograma (clique na figura para ampliá-la)
Navegação - Dados Meteorológicos (clique na figura para ampliá-la)
Órgão Responsável:
A missão do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, é prover informações meteorológicas à sociedade brasileira e influir construtivamente no processo de tomada de decisão, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do País. Esta missão é alcançada por meio de monitoramento, análise e previsão de tempo e de clima, que se fundamentam em pesquisa aplicada, trabalho em parceria e compartilhamento do conhecimento, com ênfase em resultados práticos e confiáveis.
Síntese:
O Sistema de Coleta e Distribuição de Dados Meteorológicos do Instituto (temperatura, umidade relativa do ar, direção e velocidade do vento, pressão atmosférica, precipitação, entre outras variáveis) é dotado de estações de sondagem de ar superior (radiossonda); estações meteorológicas de superfície, operadas manualmente; e a maior rede de estações automáticas da América do Sul.
A rede de estações meteorológicas automáticas utiliza o que há de mais moderno internacionalmente. Os dados coletados por essa rede são disseminados, de forma democrática e gratuita, em tempo real, na página http://www.inmet.gov.br, e têm aplicação em todos os setores da economia, de modo especial no agropecuário e em apoio à Defesa Civil.
O Banco de Dados Meteorológicos do INMET já incorporou, em forma digital, em seu acervo, informações diárias coletadas desde 1961. Encontra-se em plena atividade um Projeto de Recuperação Digital de Dados Históricos que agregará à base de dados meteorológicos aproximadamente 12 milhões de documentos – patrimônio do clima observado desde tempos do Império (antes de 1900).
Modelos físico-matemáticos, de última geração e alta resolução, processados em supercomputadores, simulam o comportamento futuro da atmosfera e permitem que os meteorologistas façam previsão de tempo com dias de antecedência, dentro de padrões internacionais. Imagens obtidas por satélites também são ferramentas utilizadas na previsão e no monitoramento de tempo.
O INMET possui uma Biblioteca Nacional de Meteorologia com acervo de cerca de 20 mil volumes sobre meteorologia e áreas afins, incluindo obras raras do antigo Imperial Observatório (posteriormente Observatório Nacional), obras técnicas, livros, periódicos, revistas, boletins e publicações técnicas da OMM. A Biblioteca está disponível para consulta pública de meteorologistas, técnicos e estudantes.
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Meteograma (clique na figura para ampliá-la)
Navegação - Dados Meteorológicos (clique na figura para ampliá-la)
quarta-feira, 19 de outubro de 2016
WAQI - World Air Quality Index
Link: http://waqi.info/
Órgão Responsável:
Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos com a contribuição de órgãos de vários países, inclusive da CETESB. A equipe do site está sediada em Pequim, na China (clique na figura para ampliar)
Síntese:
O site recebe informações de pontos de monitoramento da qualidade do ar ao redor do mundo e a partir da avaliação de SO2, material particulado inalável (MP10), ozônio (O3), óxidos de nitrogênio – (NO, NO2 e NOx), monóxido de carbono – (CO) e hidrocarbonetos não-metânicos – (NMHC),além dos parâmetros meteorológicos como direção e velocidade do vento, temperatura e umidade relativa do ar, efetuam em tempo real o cálculo do índice de Qualidade do Ar - AQI.
Tela Inicial
Navegação
Órgão Responsável:
Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos com a contribuição de órgãos de vários países, inclusive da CETESB. A equipe do site está sediada em Pequim, na China (clique na figura para ampliar)
Síntese:
O site recebe informações de pontos de monitoramento da qualidade do ar ao redor do mundo e a partir da avaliação de SO2, material particulado inalável (MP10), ozônio (O3), óxidos de nitrogênio – (NO, NO2 e NOx), monóxido de carbono – (CO) e hidrocarbonetos não-metânicos – (NMHC),além dos parâmetros meteorológicos como direção e velocidade do vento, temperatura e umidade relativa do ar, efetuam em tempo real o cálculo do índice de Qualidade do Ar - AQI.
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segunda-feira, 22 de agosto de 2016
Portal de Serviços do DAEE
link: http://www.daee.sp.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=54&Itemid=30
órgão responsável: DAEE - Departamento de Águas e Energia Elétrica do Governo do Estado de São Paulo
síntese: A principal função do DAEE é estabelecer a política de utilização dos recursos hídricos, tendo em vista o desenvolvimento integral das bacias hidrográficas. Entre outras atividades, elabora estudos e projetos relativos ao aproveitamento integral dos recursos hídricos, objetos deste portal.
Neste portal os temas são: acervo, apoio ao município, cobrança, outorgas, combate a enchentes e hidrologia.
tópicos do tema ACERVO:
- Água: Recurso Natural Finito
- Distribuição de água no planeta
- Ciclo Hidrológico
- Bacias Hidrográficas
- Uso racional da água
- Você sabia? - Curiosidades
Estudos e Pesquisas CTH - Centro Tecnológico de Hidráulica e Recursos Hídricos
Mapa de Águas Subterrâneas
Planos Estaduais de Recursos Hídricos
Livro Saneamento
Águas Subterrâneas no Estado de São Paulo
Projeto Jurubatuba
O Aquífero Guarani
tópicos do tema OUTORGAS:
Formulários
Emolumentos
Evolução das outorgas no Estado de São Paulo
Relatórios de usos de recursos hídricos, cadastrados ou outorgados no DAEE Manual de Operação e Manutenção de poços
GUIA PRÁTICO: para projetos de pequenas obras hidráulicas
Renovação de Outorga do Sistema Cantareira
órgão responsável: DAEE - Departamento de Águas e Energia Elétrica do Governo do Estado de São Paulo
síntese: A principal função do DAEE é estabelecer a política de utilização dos recursos hídricos, tendo em vista o desenvolvimento integral das bacias hidrográficas. Entre outras atividades, elabora estudos e projetos relativos ao aproveitamento integral dos recursos hídricos, objetos deste portal.
Neste portal os temas são: acervo, apoio ao município, cobrança, outorgas, combate a enchentes e hidrologia.
tópicos do tema ACERVO:
- Água: Recurso Natural Finito
- Distribuição de água no planeta
- Ciclo Hidrológico
- Bacias Hidrográficas
- Uso racional da água
- Você sabia? - Curiosidades
Estudos e Pesquisas CTH - Centro Tecnológico de Hidráulica e Recursos Hídricos
Mapa de Águas Subterrâneas
Planos Estaduais de Recursos Hídricos
Livro Saneamento
Águas Subterrâneas no Estado de São Paulo
Projeto Jurubatuba
O Aquífero Guarani
tópicos do tema OUTORGAS:
Formulários
Emolumentos
Evolução das outorgas no Estado de São Paulo
Relatórios de usos de recursos hídricos, cadastrados ou outorgados no DAEE Manual de Operação e Manutenção de poços
GUIA PRÁTICO: para projetos de pequenas obras hidráulicas
Renovação de Outorga do Sistema Cantareira
SIBH - Hidrologia
link (abrir no Internet Explorer): http://200.98.173.115/
órgão responsável: DAEE
síntese: Acordos de cooperação técnica com a ANA (Agência Nacional de Águas) e Cemaden (Centro de Monitoramento de Alertas de Desastres Naturais), firmados no início de 2016, ampliaram o alcance do Sistema Integrado de Bacias Hidrográficas (SIBH), do DAEE. O sistema conta com 1.350 postos de medição de índices pluviométricos (que medem os níveis de chuva), fluviométricos (que medem a vazão do rio) e piezométricos (medem o nível da água nos lençóis freáticos), sendo 700 do Cemaden, 300 da ANA e 350 do próprio DAEE, que fornecem estatísticas e dados que permitem a elaboração de análises hidrológicas de qualidade para a gestão dos recursos hídricos no Estado.
A Rede Hidrológica Básica do Estado de São Paulo já fornece via internet gratuitamente as séries históricas no Estado, através do Banco de Dados Hidrológicos (BDH), totalmente atualizado, além de informações no SIBH sobre a situação hidrológica anual (relatório de situação) e situação hidrológica de 10 minutos a 2 anos (ano anterior e ano atual) no Estado de São Paulo. Além disso, as diversas Salas de Situação do DAEE instaladas fornecem dados em tempo real em São Paulo, Registro, Taubaté, Piracicaba, Ribeirão Preto e São José do Rio Preto, além de alcançar também todo o resto do estado.
A Rede Hidrológica Básica do DAEE tem a função de quantificar e medir a oferta de água no Estado, sua distribuição espacial e temporal, possibilitando o planejamento e gerenciamento dos recursos hídricos pelo Estado e pelos Comitês de Bacias Hidrográficas, e subsidiando procedimentos, como outorgas para captação das cidades, indústrias e agricultura, além de projetos de barragens e retificação de rios e córregos, entre outros.
tela inicial:
órgão responsável: DAEE
síntese: Acordos de cooperação técnica com a ANA (Agência Nacional de Águas) e Cemaden (Centro de Monitoramento de Alertas de Desastres Naturais), firmados no início de 2016, ampliaram o alcance do Sistema Integrado de Bacias Hidrográficas (SIBH), do DAEE. O sistema conta com 1.350 postos de medição de índices pluviométricos (que medem os níveis de chuva), fluviométricos (que medem a vazão do rio) e piezométricos (medem o nível da água nos lençóis freáticos), sendo 700 do Cemaden, 300 da ANA e 350 do próprio DAEE, que fornecem estatísticas e dados que permitem a elaboração de análises hidrológicas de qualidade para a gestão dos recursos hídricos no Estado.
A Rede Hidrológica Básica do Estado de São Paulo já fornece via internet gratuitamente as séries históricas no Estado, através do Banco de Dados Hidrológicos (BDH), totalmente atualizado, além de informações no SIBH sobre a situação hidrológica anual (relatório de situação) e situação hidrológica de 10 minutos a 2 anos (ano anterior e ano atual) no Estado de São Paulo. Além disso, as diversas Salas de Situação do DAEE instaladas fornecem dados em tempo real em São Paulo, Registro, Taubaté, Piracicaba, Ribeirão Preto e São José do Rio Preto, além de alcançar também todo o resto do estado.
A Rede Hidrológica Básica do DAEE tem a função de quantificar e medir a oferta de água no Estado, sua distribuição espacial e temporal, possibilitando o planejamento e gerenciamento dos recursos hídricos pelo Estado e pelos Comitês de Bacias Hidrográficas, e subsidiando procedimentos, como outorgas para captação das cidades, indústrias e agricultura, além de projetos de barragens e retificação de rios e córregos, entre outros.
tela inicial:
segunda-feira, 18 de julho de 2016
Mapas Interativos IBGE
link: http://mapas.ibge.gov.br/interativos/servicos/wms-do-arcgis.html
órgão responsável: IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
síntese: A seção de Mapas Interativos do IBGE é voltada para usuários que já possuem familiaridade com SIG (Sistema de Informações Geográficas). Através do Arc Catalog o usuário deve "Adicionar Arc Gis Server" - "Utilizar Serviços SIG" - "Avançar" - "Inserir a URL desejada (relacionada à camada disponibilizada)" - Finalizar. A camada estará disponível na estrutura de objetos adicionáveis pelo ArcMap.
tela inicial:
camadas:
AMAZÔNIA LEGAL - DIAGNÓSTICO AMBIENTAL
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/AMAZONIA/MapServer
AMAZÔNIA LEGAL - GEOLOGIA
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/GEOLOGIA/MapServer
AMAZÔNIA LEGAL - GEOMORFOLOGIA
HTTP://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/AL_GEOMORFO/MapServer
AMAZÔNIA LEGAL - PEDOLOGIA
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/AL_PEDO/MapServer
AMAZÔNIA LEGAL - VEGETAÇÃO http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/AL_VEGET/MapServer
BIOMAS
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/BIOMA/MapServer
CARTA INTERNACIONAL AO MILIONÉSIMO
LIMITES:
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/LIMITES/MapServer
LOCALIDADES:
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/LOCALIDADES/MapServer
TRANSPORTE:
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/TRANSPORTE/MapServer
HIDROGRAFIA:
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/HIDROGRAFIA/MapServer
RELEVO:
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/RELEVO_CIM/MapServer
ATIVIDADES:
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/ATIVIDADES/MapServer
REFERENCIA:
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/REFERENCIA/MapServer
VEGETACAO:
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/VEGETACAO_CIM/MapServer
Imagem com Rótulos:
http://services.arcgisonline.com/ArcGIS/rest/services/World_Imagery/MapServer
CENSO DEMOGRÁFICO 2010 - DENSIDADE POPULACIONAL
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/LOCALIDADES_CENSO2010/MapServer
CENSO DEMOGRÁFICO 2010 - LOCALIDADES
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/LOCALIDADES_CENSO2010/MapServer
CENSO DEMOGRÁFICO 2010 - UNIVERSO
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/CENSO2/MapServer
CLIMAS
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/CLIMAS/MapServer
DENSIDADE RURAL E URBANA
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/LOCALIDADES_CENSO2010/MapServer
DIVISÃO POLÍICO ADMINISTRATIVA 2010
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/DPA2010/MapServer
DIVISÃO MUNICIPAL 2010
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/MUNIC/MapServer
FAUNA AMEAÇADA DE EXTINÇÃO
Fauna Ameaçada II:
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/FAUNAII/MapServer
Fauna Ameaçada I:
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/FAUNAI/MapServer
MAPA GERAL DO BRASIL
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/BRASIL/MapServer
MOSAICO DE FOLHAS TOPOGRÁFICAS
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/INDICE/MapServer
POTENCIAL AGRÍCOLA
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/AGRICOLA/MapServer
RELEVO
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/RELEVO/MapServer
REGIÃO DE INFLUÊNCIA DAS CIDADES
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/REGIC/MapServer
SOLOS
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/SOLOS/MapServer
USO E COBERTURA DA TERRA
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/USO/MapServer
VEGETAÇÃO
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/VEGETACAO/MapServer
órgão responsável: IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
síntese: A seção de Mapas Interativos do IBGE é voltada para usuários que já possuem familiaridade com SIG (Sistema de Informações Geográficas). Através do Arc Catalog o usuário deve "Adicionar Arc Gis Server" - "Utilizar Serviços SIG" - "Avançar" - "Inserir a URL desejada (relacionada à camada disponibilizada)" - Finalizar. A camada estará disponível na estrutura de objetos adicionáveis pelo ArcMap.
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camadas:
AMAZÔNIA LEGAL - DIAGNÓSTICO AMBIENTAL
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/AMAZONIA/MapServer
AMAZÔNIA LEGAL - GEOLOGIA
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/GEOLOGIA/MapServer
AMAZÔNIA LEGAL - GEOMORFOLOGIA
HTTP://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/AL_GEOMORFO/MapServer
AMAZÔNIA LEGAL - PEDOLOGIA
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/AL_PEDO/MapServer
AMAZÔNIA LEGAL - VEGETAÇÃO http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/AL_VEGET/MapServer
BIOMAS
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/BIOMA/MapServer
CARTA INTERNACIONAL AO MILIONÉSIMO
LIMITES:
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/LIMITES/MapServer
LOCALIDADES:
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/LOCALIDADES/MapServer
TRANSPORTE:
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/TRANSPORTE/MapServer
HIDROGRAFIA:
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/HIDROGRAFIA/MapServer
RELEVO:
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/RELEVO_CIM/MapServer
ATIVIDADES:
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/ATIVIDADES/MapServer
REFERENCIA:
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/REFERENCIA/MapServer
VEGETACAO:
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/VEGETACAO_CIM/MapServer
Imagem com Rótulos:
http://services.arcgisonline.com/ArcGIS/rest/services/World_Imagery/MapServer
CENSO DEMOGRÁFICO 2010 - DENSIDADE POPULACIONAL
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/LOCALIDADES_CENSO2010/MapServer
CENSO DEMOGRÁFICO 2010 - LOCALIDADES
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/LOCALIDADES_CENSO2010/MapServer
CENSO DEMOGRÁFICO 2010 - UNIVERSO
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/CENSO2/MapServer
CLIMAS
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/CLIMAS/MapServer
DENSIDADE RURAL E URBANA
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/LOCALIDADES_CENSO2010/MapServer
DIVISÃO POLÍICO ADMINISTRATIVA 2010
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/DPA2010/MapServer
DIVISÃO MUNICIPAL 2010
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/MUNIC/MapServer
FAUNA AMEAÇADA DE EXTINÇÃO
Fauna Ameaçada II:
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/FAUNAII/MapServer
Fauna Ameaçada I:
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/FAUNAI/MapServer
MAPA GERAL DO BRASIL
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/BRASIL/MapServer
MOSAICO DE FOLHAS TOPOGRÁFICAS
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/INDICE/MapServer
POTENCIAL AGRÍCOLA
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/AGRICOLA/MapServer
RELEVO
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/RELEVO/MapServer
REGIÃO DE INFLUÊNCIA DAS CIDADES
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/REGIC/MapServer
SOLOS
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/SOLOS/MapServer
USO E COBERTURA DA TERRA
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/USO/MapServer
VEGETAÇÃO
http://mapasinterativos.ibge.gov.br/arcgis/rest/services/VEGETACAO/MapServer
terça-feira, 12 de julho de 2016
SIAGAS
link: http://siagasweb.cprm.gov.br/layout/visualizar_mapa.php
órgão responsável: Serviço Geológico do Brasil - SGB, também denominado CPRM - Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais
síntese: O SIAGAS é um sistema de informações de águas subterrâneas que é composto por uma base de dados de poços permanentemente atualizada, e de módulos capazes de realizar consulta, pesquisa, extração e geração de relatórios.
O SIAGAS permite a gestão adequada da informação hidrogeológica e a sua integração com outros sistemas. O Conselho Nacional de Recursos Hídricos - CNRH, através da Moção N. 038, de 7 de dezembro de 2006, recomendou a adoção do SIAGAS, pelos órgãos gestores estaduais, Secretarias dos Governos Estaduais, Agência Nacional de Águas - ANA e Usuários dos Recursos Hídricos Subterrâneos, como base nacional compartilhada para armazenagem, manuseio, intercâmbio e difusão de informações sobre águas subterrâneas.
A Moção no 039 da CNRH recomenda a integração entre os sistemas SIAGAS, SNIRH, SINIMA, SIGHIDRO, SNIS e SIPNRH.
tela inicial:
camadas:
Poços
Poços Rimas (Rede Integrada de Monitoramento de Águas Subterrâneas - único sistema de coleta sistemática de dados sobre águas subterrâneas no Brasil)
Rios
Bacias
Rodovias
Estados
Municípios
Estacoes Hidro-Metereologicas
Estações Fluviométricas
Estações Pluviométricas
Estações Fluviométricas e Pluviométricas
Diversas
Geodiversidade
Domínios Hidrogeológicos
Mapa Hidrogeológico 1:1.000.000
Infra Estrutura
Aldeias
Áreas Edificadas
Capitais
Cidades
Outras Localidades
Povoados
Vilas
Area Oceanica
Batimetria
Estruturas de Margem Continental
órgão responsável: Serviço Geológico do Brasil - SGB, também denominado CPRM - Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais
síntese: O SIAGAS é um sistema de informações de águas subterrâneas que é composto por uma base de dados de poços permanentemente atualizada, e de módulos capazes de realizar consulta, pesquisa, extração e geração de relatórios.
O SIAGAS permite a gestão adequada da informação hidrogeológica e a sua integração com outros sistemas. O Conselho Nacional de Recursos Hídricos - CNRH, através da Moção N. 038, de 7 de dezembro de 2006, recomendou a adoção do SIAGAS, pelos órgãos gestores estaduais, Secretarias dos Governos Estaduais, Agência Nacional de Águas - ANA e Usuários dos Recursos Hídricos Subterrâneos, como base nacional compartilhada para armazenagem, manuseio, intercâmbio e difusão de informações sobre águas subterrâneas.
A Moção no 039 da CNRH recomenda a integração entre os sistemas SIAGAS, SNIRH, SINIMA, SIGHIDRO, SNIS e SIPNRH.
tela inicial:
camadas:
Poços
Poços Rimas (Rede Integrada de Monitoramento de Águas Subterrâneas - único sistema de coleta sistemática de dados sobre águas subterrâneas no Brasil)
Rios
Bacias
Rodovias
Estados
Municípios
Estacoes Hidro-Metereologicas
Estações Fluviométricas
Estações Pluviométricas
Estações Fluviométricas e Pluviométricas
Diversas
Geodiversidade
Domínios Hidrogeológicos
Mapa Hidrogeológico 1:1.000.000
Infra Estrutura
Aldeias
Áreas Edificadas
Capitais
Cidades
Outras Localidades
Povoados
Vilas
Area Oceanica
Batimetria
Estruturas de Margem Continental
segunda-feira, 11 de julho de 2016
S.O.S. Mata Atlântica
link: http://mapas.sosma.org.br/
órgão responsável: Fundação S.O.S. Mata Atlântica, criada em 20 de setembro de 1986.
síntese: Manifesto da Fundação S.O.S. Mata Atlântica:
"O ser humano é parte integrante da natureza.
Acreditamos…
Que a humanidade só garantirá a qualidade de vida quando souber conviver em harmonia com o ambiente em que vive.
Que a responsabilidade da preservação é de toda a sociedade, com ações praticadas no seu dia-a-dia.
Que a sensibilização de um indivíduo é a base da mobilização coletiva.
Que a nossa luta é hoje, agora e deve ser renovada a todo momento.
Não podemos deixar para agir amanhã.
Que a sustentabilidade da vida no planeta depende de uma economia que tenha o sócioambiental como premissa.
Nosso compromisso
É urgente convocar nossa comunidade para o exercício de uma cidadania ambiental, responsável e comprometida com o futuro do nosso território, o bioma Mata Atlântica, patrimônio da humanidade.
Esse é um compromisso de todos nós como reconhecimento do nosso vínculo, solidariedade, respeito e integração com a natureza.
A contribuição da SOS Mata Atlântica é alertar, informar, educar, mobilizar e capacitar para o exercício da cidadania, catalisando as melhores práticas, os conhecimentos e as alianças."
tela inicial:
camadas:
Atlas Remanescentes 2012
Mata
Área natural não florestal
Mangue
Restinga
Área Urbana
Mapa da Lei 11.428/06
Domínio da Mata Atlântica
Fisionomias Vegetais Originais
Contato
Floresta Estacional Decidual
Floresta Estacional Semidecidual
Floresta Ombrófila Aberta
Floresta Ombrófila Densa
Floresta Ombrófila Mista
Formações Pioneiras
Áreas Prioritárias
Extremamente Alta
Muito Alta
Alta
Insuficientemente Conhecida
Unidades de Conservação
Proteção Integral
Uso Sustentável
APA
RPPN
Apoiada
Não Apoiada
Fotos de Campo
Foto
Projetos Clickarvore
Projeto
Projetos Observando
Projeto
órgão responsável: Fundação S.O.S. Mata Atlântica, criada em 20 de setembro de 1986.
síntese: Manifesto da Fundação S.O.S. Mata Atlântica:
"O ser humano é parte integrante da natureza.
Acreditamos…
Que a humanidade só garantirá a qualidade de vida quando souber conviver em harmonia com o ambiente em que vive.
Que a responsabilidade da preservação é de toda a sociedade, com ações praticadas no seu dia-a-dia.
Que a sensibilização de um indivíduo é a base da mobilização coletiva.
Que a nossa luta é hoje, agora e deve ser renovada a todo momento.
Não podemos deixar para agir amanhã.
Que a sustentabilidade da vida no planeta depende de uma economia que tenha o sócioambiental como premissa.
Nosso compromisso
É urgente convocar nossa comunidade para o exercício de uma cidadania ambiental, responsável e comprometida com o futuro do nosso território, o bioma Mata Atlântica, patrimônio da humanidade.
Esse é um compromisso de todos nós como reconhecimento do nosso vínculo, solidariedade, respeito e integração com a natureza.
A contribuição da SOS Mata Atlântica é alertar, informar, educar, mobilizar e capacitar para o exercício da cidadania, catalisando as melhores práticas, os conhecimentos e as alianças."
tela inicial:
camadas:
Atlas Remanescentes 2012
Mata
Área natural não florestal
Mangue
Restinga
Área Urbana
Mapa da Lei 11.428/06
Domínio da Mata Atlântica
Fisionomias Vegetais Originais
Contato
Floresta Estacional Decidual
Floresta Estacional Semidecidual
Floresta Ombrófila Aberta
Floresta Ombrófila Densa
Floresta Ombrófila Mista
Formações Pioneiras
Áreas Prioritárias
Extremamente Alta
Muito Alta
Alta
Insuficientemente Conhecida
Unidades de Conservação
Proteção Integral
Uso Sustentável
APA
RPPN
Apoiada
Não Apoiada
Fotos de Campo
Foto
Projetos Clickarvore
Projeto
Projetos Observando
Projeto
terça-feira, 5 de julho de 2016
Cooperativas e Ecopontos na Cidade de São Paulo
Todos os Ecopontos funcionam de segunda a sábado, das 6h às 22h, e aos domingos e feriados, das 6h às 18h.
Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 0800-7777 156.
Zona Sul
Alvarenga: Estrada do Alvarenga, 2.475 - Pedreira
Cupecê: Rua Anália Maria de Jesus, 130 - Cidade Ademar
Santo Dias: Travessa Rosifloras, 301 - Capão Redondo
Parque Fernanda: Av. Dr. Salvador Rocco, 400 - Capão Redondo
Tereza Cristina: Avenida Teresa Cristina, 10 - Ipiranga
Santa Cruz: Rua Santa Cruz, 1452 - Cursino
Alceu Maynard de Araújo: Av. Prof. Alceu Maynard Araújo, 330 - Santo Amaro
Água Espraiada: Viad. Austregésilo de Ataíde (altura da Av. Ver. José Diniz) - Campo Belo
Vicente Rao: Av. Prof. Vicente Ráo, 308 - Campo Belo
Mirandópolis: Av. Sen. Casimiro da Rocha, 1220 - Saúde
Zona Leste
Astarte: Rua Astarte (esquina com a av. Aricanduva) - Carrão
Viaduto Eng.º Alberto Badra: Av. Aricanduva, 180 - Carrão
Nascer do Sol: R. Nascer do Sol, 356 - Cidade Tiradentes
Jardim São Nicolau: R. Agreste de Itabaiana, 590 - Ponte Rasa
Jardim São Paulo: Avenida Utaro Kanai, altura do 300 - Guaianases
Parque Guarani: R. Manuel Alves da Rocha, 584 - Itaquera
Moreira: R. João Batista de Godoy, 1164 - Itaim Paulista
Bresser: Praça Giuseppe Cesari, 54 - Belém
Tatuapé: Av. Salim Farah Maluf, 179 - Tatuapé
Imperador: Av. Ribeirão Itaquera, 201 - Guaianases
Carlito Maia: R. Domingos Fernandes Nobre, 109 - Jardim Helena
Pedro Nunes: R. da Polka, 100 - Vila Jacuí
Penha I: Rua Dr. Heládio, 104 - Penha
Tiquatira: R. Amorim Diniz (na altura da Av. Gov. Carvalho Pinto) - Vila São Geraldo
Gamelinha: R. Morfeu, 25 - Artur Alvim
Cipoaba: R. Padre Luís de Siqueira (altura da av. Rodolfo Pirani) - São Rafael
Anhaia Mello: R. da Prece, 296 - Vila Prudente
São Lucas: R. Florêncio Sanches, 307 - São Lucas
Sapopemba: R. Francesco Usper, 550 - Sapopemba
Vila Cardoso Franco: R. dos Vorás, 25 - Sapopemba
Brás: Rua Palmorino Mônaco x Rua da Moóca (Abaixo do Viad. Prof. Alberto Mesquita de Carvalho) - Brás
Mooca: Av. Pires do Rio x Rua Bresser (Baixo Viad. Bresser) - Mooca
Pari: Av. Carlos de Campos x Pres. Castelo Branco - Pari
Zona Norte
Parque Peruche: Av. Eng. Caetano Álvares, 3142 - Casa Verde
Vila Nova Cachoeirinha: R. Félix Alves Pereira, 113 - Cachoeirinha
Vila Santa Maria: R. André Bolsena (altura da Travessa Luis Sá) - Limão
Casa Verde: R. Zanzibar, 125 - Casa Verde
Bandeirantes: R. Itaiquara, 237 - Freguesia do Ó
Vila Guilherme: R. José Bernardo Pinto, 1480 - Vila Guilherme
Cônego José Salomon: Av. Cônego José Salomon, 861 - Pirituba
Vigário Godói: R. Vigário Godói, 480 - Pirituba
Recanto dos Humildes: R. Sales Gomes, 415 - Perus
Vila Sabrina: Av. do Poeta, 931 – Vila Medeiros
Zona Oeste
Jardim Maria do Carmo: R. Caminho do Engenho, 800 - Vila Sônia
Pinheiros: Praça do Cancioneiro, 15 - Itaim Bibi
Vila Madalena: R. Girassol, 15 - Pinheiros
Centro
Cambuci: Av. do Estado x Av. D. Pedro I x Rua Ibiruba - Cambuci
Glicério: Viaduto do Glicério - Sé
Liberdade: R. Jaceguai, 67 - Liberdade
Armênia: R. Gen. Carmona - Bom Retiro
Barra Funda: R. Sólon (embaixo do Viaduto Eng. Orlando Murgel) - Bom Retiro
Cooperativas
Cooperativa Tietê: Av. Salim Farah Maluf, 179 - Tatuapé - Tel.: 2093-2408 / 2092-2980 (óleo usado)
Coopere-Centro: Av. do Estado, 300 - Bom Retiro - Tel.: 3326-4512 / 3313-6350 (óleo usado)
Cooperação: R. Froben, 99 - Vila Leopoldina - Tel.: 3836-9043 / 3832-0992 (óleo usado)
Cooperleste: Estrada Fazenda do Carmo, 450 - Parque do Carmo - Tel.: 2013-3627 / 2017.2747 (óleo usado)
Coopervila: Av. Ernesto Augusto Lopes, 100 - Vila Maria - Tel.: 2954-4716
Cooperativa Sem Fronteira: R. Gen. Jerônimo Furtado, 572 - Jaçanã - Tel.: 2249-1736
Cooperativa Vitória da Penha: R. Lagoa de Dentro, 170 - Cangaíba - Tel.: 2541-9298 / 2547.0261
Coopercaps: Av. João Paulo da Silva, 48 - Cidade Dutra - Tel.: 5667-7937 (óleo usado)
Nova Conquista: R. Cembira, 1100 - Vila Curuçá - Tel.: 2514-9333 / 2512-8606 (óleo usado)
Coopervivabem: Av. Embaixador Macedo Soares, 6000 - Jaguara - Tel.: 3833-9022
Cooperativa Crescer: Rua Joaquim Oliveira Freitas, 325 - São Domingos - Tel.: 3902-3822 (óleo usado)
Cooperativa União: Rua São Felix do Piauí, 1221 - Itaquera - Tel.: 2217-3850
Coopermyre: Av. Miguel Yunes, 347 - Campo Grande - Tel.: 5612-4723 / 5612-8997
Vira Lata: Rua Nella Murari Rosa, 40 - Raposo Tavares - Tel.: 3641-6337 (óleo usado)
Fênix Agape: R. Manuel Bueno da Fonseca, 503 - Itaim Paulista - Tel.: 3537-3797 / 2562-2829 (óleo usado)
Cooperativa Nossos Valores: Rua Carmo do Rio Verde, 533 - Santo Amaro (óleo usado)
Coopermiti: Rua Doutor Sérgio Meira, 268 - Santa Cecília - Tel.: 3666-0849
Cooperativa Chico Mendes: Rua Cinira Polônio, 369 - São Rafael - Tel.: 2752-9446
Cooperativa Nova Esperança: Rua Japichauá, 311 - Ermelino Matarazzo - Tel.: 2214-2350
Cooperpac: Estrada do Barro Branco, 1239 - Grajaú - Tel.:5528-1674
Cooperativa Uninac: Avenida Engenheiro Armando de Arruda Pereira, 2876 - Jabaquara - Tel.: 5021-5289
Visualizador da INDE
link: http://www.visualizador.inde.gov.br/
órgão responsável: IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)
síntese: O visualizador da INDE possibilita o acesso centralizado aos dados geoespaciais produzidos pelo setor público de forma gratuita, porém esses dados pertencem às instituições que o criaram. Não há restrições quanto à utilização dos mapas gerados pelo visualizador da INDE, sendo necessário dar o devido crédito às instituições produtoras.
A Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais (Decreto n° 6.666/2008) é uma iniciativa do Governo Federal que visa catalogar, integrar e harmonizar dados e seus metadados geoespaciais produzidos ou mantidos por instituições de diversos tipos, em especial aquelas governamentais, de maneira que possam ser facilmente localizados, avaliados quanto às suas características, acessados e utilizados para os mais variados fins por qualquer usuário com acesso à Internet.
tela inicial:
camadas:
Destacaremos entre as camadas/temas (em negrito) as que mantém relação mais estreita com os negócios do Saneamento e nas camadas/instituição as camadas da ANA (Agência Nacional de Águas):
Camadas/Temas
(sem classificação)
Agropecuária e Pesca
Apresentação
Atlas Nacional de Comércio e Serviços
Atlas
Banco de Estruturas Territoriais
1. Bancos de Dados Ambientais
Banco de Dados e Informações Ambientais - BDIA
Áreas embargadas pelo IBAMA
2. Biodiversidade
Mapeamento de Biomas
Cartogradia Aeronáutica
Clima e Meteorologia
3. Cobertura e Uso da Terra
Mapeamento de Uso da Terra
Mudanças na Cobertura da Terra
Mapeamento de Cobertura e Uso da Terra
Comunicações
Educação
Energia
4. Geografia
Redes e Fluxos
Áreas Urbanas
Divisões Regionais
Geologia e Recursos Minerais
Geomorfologia
5. Habitação, Saneamento e Urbanização
Recortes Territoriais
Urbanização
Aglomerados Subnormais
6. Hidrografia
Cursos e Corpos d´Água
Bacias Hidrográficas
7. Hidrologia e Recursos Hídricos
Hidrogeoquímica
Hidrologia
Hidroquímica
Qualidade da Água
Região Hidrográfica
Unidade de Planejamento Hídrico
Unidade Hidrográfica Estadual
Unidade Hidrográfica
Bacia DNAEE
Indústria Extrativista
Justiça
8. Limites
Sub-bacia DNAEE
Região Hidrográfica
Comitê de Bacia Federal
Limites Operacionais
Bacia DNAEE
Localidades
Mapeamento Básico Terrestre
Mapeamento Fundiário
9. Monitoramento Ambiental
Desmatamento e Focos de Calor
Indicadores Ambientais
Mapeamento Geotécnico
Qualidade Ambiental
Solo
Água
Áreas de Risco Ambiental
Áreas Degradadas
Ar
Áreas embargadas pelo IBAMA
10. Nomes Geográficos
10.1. Hidrografia
Unidade Hidrográfica
Unidade Hidrográfica Estadual
Unidade de Planejamento Hídrico
Trecho de Drenagem
Sub-bacia DNAEE
Sistema Aquífero
Região Hidrográfica
Comitê de Bacia Federal
Comitê de Bacia Estadual
Bacia DNAEE
10.2. Limites
Comitê de Bacia Estadual
10.3. Atividades Econômicas
Áreas embargadas pelo IBAMA
Microempreendedores Individuais
2012 - Agricultores Familiares Fornecedores do PAA
PAC
Planejamento
PPA
Redes Geodésicas
Saúde
Serviços Públicos
Socioeconomia
Solos
Transportes
Vegetação
Zoneamento e Gerenciamentos
Áreas Especiais
Camada base
Google Street
Google Satelite
Google Physycal
Open Street Map
Open Street Map Humanitária
Open Street Map Aquarela
Camadas da ANA:
11. Área de Contribuição Hidrográfica
12. Unidade Hidrográfica
13. Unidade Hidrográfica Estadual
14. Unidade de Planejamento Hídrico
15. Trecho de Drenagem
16. Sub-bacia DNAEE
17. Sistema Aquífero
18. Região Hidrográfica
19. Espelho d´Água
20. Comitê de Bacia Federal
21. Comitê de Bacia Estadual
22. Bacia Hidrográfica
23. Bacia DNAEE
órgão responsável: IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)
síntese: O visualizador da INDE possibilita o acesso centralizado aos dados geoespaciais produzidos pelo setor público de forma gratuita, porém esses dados pertencem às instituições que o criaram. Não há restrições quanto à utilização dos mapas gerados pelo visualizador da INDE, sendo necessário dar o devido crédito às instituições produtoras.
A Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais (Decreto n° 6.666/2008) é uma iniciativa do Governo Federal que visa catalogar, integrar e harmonizar dados e seus metadados geoespaciais produzidos ou mantidos por instituições de diversos tipos, em especial aquelas governamentais, de maneira que possam ser facilmente localizados, avaliados quanto às suas características, acessados e utilizados para os mais variados fins por qualquer usuário com acesso à Internet.
tela inicial:
camadas:
Destacaremos entre as camadas/temas (em negrito) as que mantém relação mais estreita com os negócios do Saneamento e nas camadas/instituição as camadas da ANA (Agência Nacional de Águas):
Camadas/Temas
(sem classificação)
Agropecuária e Pesca
Apresentação
Atlas Nacional de Comércio e Serviços
Atlas
Banco de Estruturas Territoriais
1. Bancos de Dados Ambientais
Banco de Dados e Informações Ambientais - BDIA
Áreas embargadas pelo IBAMA
2. Biodiversidade
Mapeamento de Biomas
Cartogradia Aeronáutica
Clima e Meteorologia
3. Cobertura e Uso da Terra
Mapeamento de Uso da Terra
Mudanças na Cobertura da Terra
Mapeamento de Cobertura e Uso da Terra
Comunicações
Educação
Energia
4. Geografia
Redes e Fluxos
Áreas Urbanas
Divisões Regionais
Geologia e Recursos Minerais
Geomorfologia
5. Habitação, Saneamento e Urbanização
Recortes Territoriais
Urbanização
Aglomerados Subnormais
6. Hidrografia
Cursos e Corpos d´Água
Bacias Hidrográficas
7. Hidrologia e Recursos Hídricos
Hidrogeoquímica
Hidrologia
Hidroquímica
Qualidade da Água
Região Hidrográfica
Unidade de Planejamento Hídrico
Unidade Hidrográfica Estadual
Unidade Hidrográfica
Bacia DNAEE
Indústria Extrativista
Justiça
8. Limites
Sub-bacia DNAEE
Região Hidrográfica
Comitê de Bacia Federal
Limites Operacionais
Bacia DNAEE
Localidades
Mapeamento Básico Terrestre
Mapeamento Fundiário
9. Monitoramento Ambiental
Desmatamento e Focos de Calor
Indicadores Ambientais
Mapeamento Geotécnico
Qualidade Ambiental
Solo
Água
Áreas de Risco Ambiental
Áreas Degradadas
Ar
Áreas embargadas pelo IBAMA
10. Nomes Geográficos
10.1. Hidrografia
Unidade Hidrográfica
Unidade Hidrográfica Estadual
Unidade de Planejamento Hídrico
Trecho de Drenagem
Sub-bacia DNAEE
Sistema Aquífero
Região Hidrográfica
Comitê de Bacia Federal
Comitê de Bacia Estadual
Bacia DNAEE
10.2. Limites
Comitê de Bacia Estadual
10.3. Atividades Econômicas
Áreas embargadas pelo IBAMA
Microempreendedores Individuais
2012 - Agricultores Familiares Fornecedores do PAA
PAC
Planejamento
PPA
Redes Geodésicas
Saúde
Serviços Públicos
Socioeconomia
Solos
Transportes
Vegetação
Zoneamento e Gerenciamentos
Áreas Especiais
Camada base
Google Street
Google Satelite
Google Physycal
Open Street Map
Open Street Map Humanitária
Open Street Map Aquarela
Camadas da ANA:
11. Área de Contribuição Hidrográfica
12. Unidade Hidrográfica
13. Unidade Hidrográfica Estadual
14. Unidade de Planejamento Hídrico
15. Trecho de Drenagem
16. Sub-bacia DNAEE
17. Sistema Aquífero
18. Região Hidrográfica
19. Espelho d´Água
20. Comitê de Bacia Federal
21. Comitê de Bacia Estadual
22. Bacia Hidrográfica
23. Bacia DNAEE
segunda-feira, 4 de julho de 2016
Datageo
link: http://datageo.ambiente.sp.gov.br/app/?ctx=DATAGEO
órgão responsável: Secretaria do Meio Ambiente (SMA) do Estado de São Paulo
síntese: A SMA disponibilizou ao público a partir de 30/09/2014, o Projeto DataGEO, cujo objetivo é de estruturar, organizar e disponibilizar as bases de informações ambientais e territoriais do Sistema Ambiental Paulista por meio da construção de uma Infraestrutura de Dados Espaciais Ambientais – IDEA-SP para apoiar as ações de Licenciamento, Fiscalização, Planejamento e Gestão em suas análises e tomadas de decisão.
tela inicial:
camadas:
1. Base Cartográfica
1.1. Base Cartográfica IGC
IGC - Hidrografia do Oeste de SP 1:25.000 (PRELIMINAR)
IGC - Hidrografia da RM de São Paulo e Baixada Santista 1:25.000
1.2. Bases EMPLASA
EMPLASA - Folhas Planialtimétricas da Região Metropolitana de São Paulo - 1980/1981 (originais)
EMPLASA - Folhas Planialtimétricas da Região Metropolitana de São Paulo - 1980/1981 (com atualizações)
1.3. Bases IGC
IGC - Cartas Topográficas 1:10.000
IGC - Articulação das Cartas Topográficas 1:10.000
IGC - Carta Topográfica da Cidade de São Paulo - 1971
IGC - Mapeamento SARA Brasil 1930
1.4. Bases IBGE
IBGE - Articulação das Cartas Topográficas 1:50.000
IBGE - Articulação das Cartas Topográficas 1:250.000
Cartas Topográficas do IBGE 250k
Cartas Topográficas do IBGE 50k
2. Base Imagem
2.1. Imagens IGC IGC - Ortofotos Leste SP 2010
IGC - Ortofotos Oeste SP 2010
IGC - Ortofotos RM Baixada Santista 2001/2002 (AGEM)
IGC - Ortoimagem SPOT 2007/2009 (SMA/CPLA)
2.2. Imagens Landsat 2010
2.3. Imagens Rapideye 2011
2.4. Imagens Rapideye 2013/2014
2.5. Imagens IKONOS 2002 - RMSP
2.6. Mosaico de imagens IKONOS da Bacia do Guarapiranga - 2012
2.7. Ortofotos Região da Bragantina - 2007 (CDHU)
2.8. Ortofotos Região do Vale do Paraíba - 2007 (CDHU)
2.9. Ortofotos Região Metropolitana da Baixada Santista - 2007 (CDHU)
2.10. Ortofotos Região Metropolitana de Campinas - 2008 (CDHU)
2.11. Ortofotos Projeto de Preservação da Mata Atlântica (PPMA) - 2001
2.12. Imagens Quickbird 2009 da APRM Billings - Lei Estadual n° 13.579/2009
3. Base Temática
3.1. Antrópico
Uso ou Cobertura do Solo
Cobertura da Terra do Estado de São Paulo - Ano 2010
Uso e Cobertura da Terra da UGRHI 05 (PCJ) - 2013
Uso e Cobertura da Terra - Guarapiranga - ACQUASED/FAPESP - 2014
Unidades Homogêneas de Uso e Cobertura da Terra 2014 - CPLA/IG
Áreas Urbanas
Aeródromos do Estado de São Paulo - ANAC 2013
Malha Rodoviária DER - Departamento de Estradas e Rodagem
Rodoanel - Trecho Construído até 2010
3.2. Biótico
Biota FAPESP
Inventário Biológico 2008
Conectividade do Estado de São Paulo 2008
Áreas Prioritárias 2008 - BIOTA/FAPESP
Percentual de cobertura vegetal nativa por município
Biomas do Estado de São Paulo
Inventário Florestal 2005
Inventário Florestal 2010
Mapeamento de Vegetação Natural do Estado de São Paulo - Olho Verde (1988/1989)
3.3. Físico
Relevo
Modelo Digital de Elevação do Estado de São Paulo
Relevo Sombreado do Estado de São Paulo
Declividade do Estado de São Paulo em %
Declividade do Estado de São Paulo em Graus
Limite das Sub-Bacias Hidrográficas do Estado de São Paulo
Nota do Editor: Objeto carregado em 13/07/2016 como Bacias Hidrográficas -> Micro-Bacias, sujeito a ajustes.
Regiões Hidrográficas - SMA
Unidades Aquíferas
Cavidades Naturais do Estado de São Paulo - CECAV
Sítios Geológicos e Paleontológicos do Estado de São Paulo
Pedologia do Estado de São Paulo
Geologia do Estado de São Paulo - CPRM 2006
Geomorfologia do Estado de São Paulo
Estruturas Geomorfológicas do Estado de São Paulo
Recursos Minerais do Estado de São Paulo
4. Dados Socioeconômico e Índices
4.1. Demografia
Densidade Demográfica 1940
Densidade Demográfica 1960
Densidade Demográfica 1980
Densidade Demográfica 2000
Densidade Demográfica 2008
Densidade Demográfica 2009
Densidade Demográfica 2010
Densidade Demográfica 2011
Densidade Demográfica 2012
Densidade Demográfica 2013
Densidade Demográfica 2014
Densidade Demográfica 2015
4.2. ICMS Ecológico
Repasse de ICMS Ecológico 2007 - LE Nº 8.510/93
Repasse de ICMS Ecológico 2008 - LE Nº 8.510/93
Repasse de ICMS Ecológico 2009 - LE Nº 8.510/93
Repasse de ICMS Ecológico 2010 - LE Nº 8.510/93
Repasse de ICMS Ecológico 2011 - LE Nº 8.510/93
Repasse de ICMS Ecológico 2012 - LE Nº 8.510/93
Repasse de ICMS Ecológico 2013 - LE Nº 8.510/93
Repasse de ICMS Ecológico 2014 - LE Nº 8.510/93
4.3. Programa Município VerdeAzul
Certificação do Programa Município Verde Azul 2011
Certificação do Programa Município Verde Azul 2012
Certificação do Programa Município Verde Azul 2013
Certificação do Programa Município Verde Azul 2014
4.4. Saneamento Ambiental
Ano 2007 - Saneamento Ambiental
Demanda de água por Setor de Atividade e por UGRHI em 2007
Ano 2008 - Saneamento Ambiental
ICTEM - Indicador de Coleta e Tratabilidade de Esgoto da População Urbana de Município em 2008
IAA - Índice de Atendimento de Água 2008
Demanda de água por Setor de Atividade e por UGRHI em 2008
Ano 2009 - Saneamento Ambiental
ICTEM - Indicador de Coleta e Tratabilidade de Esgoto da População Urbana de Município em 2009
IAA - Índice de Atendimento de Água 2009
Demanda de água por Setor de Atividade e por UGRHI em 2009
Ano 2010 - Saneamento Ambiental
ICTEM - Indicador de Coleta e Tratabilidade de Esgoto da População Urbana de Município em 2010
IAA - Índice de Atendimento de Água 2010
Demanda de água por Setor de Atividade e por UGRHI em 2010
Ano 2011 - Saneamento Ambiental
ICTEM - Indicador de Coleta e Tratabilidade de Esgoto da População Urbana de Município em 2011
IAA - Índice de Atendimento de Água 2011
Demanda de água por Setor de Atividade e por UGRHI em 2011
Ano 2012 - Saneamento Ambiental
ICTEM - Indicador de Coleta e Tratabilidade de Esgoto da População Urbana de Município em 2012
IAA - Índice de Atendimento de Água 2012
Demanda de água por Setor de Atividade e por UGRHI em 2012
Ano 2013 - Saneamento Ambiental
ICTEM - Indicador de Coleta e Tratabilidade de Esgoto da População Urbana de Município em 2013
Demanda de água por Setor de Atividade e por UGRHI em 2013
ICTEM - Indicador de Coleta e Tratabilidade de Esgoto da População Urbana de Município em 2014
ICTEM - Indicador de Coleta e Tratabilidade de Esgoto da População Urbana de Município em 2015
IAA - Índice de Atendimento de Água 2012
IAA - Índice de Atendimento de Água 2013
Municípios com Cadastro de Rede de Drenagem Pluvial Urbana em 2011
Redução de Carga Orgânica por UGRHI 2009
Coleta e Tratamento de Esgoto por Município em 2008
Redução de Carga Orgânica por UGRHI 2010
Coleta e Tratamento de Esgoto por Município em 2009
Demanda de água por Setor de Atividade e por UGRHI em 2012
Demanda de água por Setor de Atividade e por UGRHI em 2013
4.5. Saúde
Mortalidade por doenças do aparelho respiratório na faixa etária de 60 anos ou mais - 2012
Mortalidade por doenças do aparelho respiratório na faixa etária de 60 anos ou mais - 2013
Mortalidade por doenças do aparelho respiratório na faixa etária de 60 anos ou mais - 2014
Mortalidade por doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado - 2012
Mortalidade por doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado - 2013
Mortalidade por doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado - 2014
Mortalidade por pneumonia na faixa etária de 0 a 9 anos - 2012
Mortalidade por pneumonia na faixa etária de 0 a 9 anos - 2013
Mortalidade por pneumonia na faixa etária de 0 a 9 anos - 2014
4.6. Condição de Vida
Escolaridade por Município em 2008
Escolaridade por Município em 2010
Escolaridade por Município em 2012
Longevidade por Município em 2008
Longevidade por Município em 2010
Longevidade por Município em 2012
Riqueza por Município em 2008
Riqueza por Município em 2010
Riqueza por Município em 2012
IPRS - Índice Paulista de Responsabilidade Social em 2008
IPRS - Índice Paulista de Responsabilidade Social em 2010
IPRS - Índice Paulista de Responsabilidade Social em 2012
IPVS - Índice Paulista de Vulnerabilidade Social por Setor Censitário 2010
IDHM - Índice de Desenvolvimento Humano Municipal 2010
4.7. UGRHI por Vocação Econômica - LE 9.034/94
5. Fiscalização
5.1. Dados Históricos Fiscalização
TCRA
Termo de Compromisso de Recuperação Ambiental - TCRA - até 2013
Autorização Ambiental
Autorização Ambiental até 2010 - SIGAM
Autorização Ambiental em 2011 - SIGAM
Autorização Ambiental em 2012 - SIGAM
Autorização Ambiental em 2013 - SIGAM
Autorização Ambiental em 2014 - SIGAM
Autorização Ambiental em 2015 - SIGAM
Autos de Infração
Auto de Infração Ambiental - AIA/2013 - Pontos válidos
Auto de Infração Ambiental - AIA/2012 - Pontos válidos
Auto de Infração Ambiental - AIA/2011 - Pontos válidos
Auto de Infração Ambiental - AIA/2009 a 2010 - Pontos válidos
Auto de Infração Ambiental - AIA/2007 a 2008 - Pontos válidos
Auto de Infração Ambiental - AIA/2006 - Pontos válidos
5.2. Pesca Sustentável - Áreas de Restrição
Mapa da Pesca Sustentável - Arrasto - Linha de Costa
Mapa da Pesca Sustentável - Arrasto - Regiões Estuarinas e Lagunares
Mapa da Pesca Sustentável - Arrasto - ZEE Litoral Norte
Mapa da Pesca Sustentável - Arrasto Motorizado
Mapa da Pesca Sustentável - Artes de Pesca Fixas ou Flutuantes
Mapa da Pesca Sustentável - Emalhe
Mapa da Pesca Sustentável - Embarcações Maiores que 12 metros
Mapa da Pesca Sustentável - Manjuba
Mapa da Pesca Sustentável - Parelhas
Mapa da Pesca Sustentável - Parelhas e Pesca com Compressor
Mapa da Pesca Sustentável - Pesca Industrial
Mapa da Pesca Sustentável - Pesca com Compressor
Mapa da Pesca Sustentável - Redes de Praia
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - APA CIP
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - Barra do Ribeira
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - ESEC Tupinambás
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - ESEC Tupiniquins - Ilha Peruíbe
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - ESEC Tupiniquins - Ilha Queimada Pequena
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - IO/USP
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - Ilha das Cabras
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - Ilha do Bom Abrigo
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - Município de São Sebastião
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - PE Marinho Laje de Santos
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - PE Xixová-Japuí
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - Parque Ilha Anchieta
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - Setor Itaguaçu
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - Área de Alcatrazes
Autorização Ambiental em 2015 - SIGAM
Autorização Ambiental em 2014 - SIGAM
Termo de Compromisso de Recuperação Ambiental - TCRA - 2015
Termo de Compromisso de Recuperação Ambiental - TCRA - 2014
Auto de Infração Ambiental - AIA/2016 - Pontos válidos
Auto de Infração Ambiental - AIA/2015 - Pontos válidos
Auto de Infração Ambiental - AIA/2014 - Pontos válidos
6. Gerenciamento
6.1. Gerenciamento de Riscos Naturais
Mapeamentos de áreas de risco
IG - Mapeamento de Áreas de Risco de Erosão do Estado de São Paulo
IG - Mapeamento de Áreas de Risco de Escorregamento do Estado de São Paulo
IG - Mapeamento de Áreas de Risco de Inundação do Estado de São Paulo
IG - Mapeamento de Áreas de Risco de Solapamento do Estado de São Paulo
Mapeamento de áreas de risco de escorregamento, inundação e erosão (período 2000-2010)
Mapeamento de áreas de risco a escorregamento, inundação e erosão - 2011
Mapeamento de áreas de risco a escorregamento, inundação e erosão - 2013
Áreas de Risco na UGRHI 11
Óbitos por acidentes e desastres devido a eventos geodinâmicos (período 2000-2010)
Óbitos por acidentes e desastres devido a eventos geodinâmicos (período 2000-2011)
Óbitos por acidentes e desastres devido a eventos geodinâmicos (período 2000-2013)
Acidentes naturais por escorregamentos entre 2000 e 2010
Acidentes naturais por escorregamentos entre 2000 e 2011
Acidentes naturais por escorregamentos entre 2000 e 2013
Acidentes relacionados a inundação (período 2000-2010)
Acidentes Naturais por Inundação entre 2000 a 2011
Acidentes naturais por inundação entre 2000 e 2013
Pessoas afetadas por acidentes e desastres devido a eventos geodinâmicos (período 2000-2010)
Pessoas afetadas por acidentes e desastres devido a eventos geodinâmicos (período 2000-2011)
Pessoas afetadas por acidentes e desastres devido a eventos geodinâmicos (período 2000-2013)
Municípios com Plano Municipal de Redução de Risco (PMRR) em 2012
Plano Municipal de Redução de Risco - PMRR (até dezembro de 2013)
Municípios com Plano Preventivo de Defesa Civil ou Planos de Contingência em 2012
Municípios com Plano Preventivo de Defesa Civil ou Planos de Contingência em 2013
Setorização de risco alto e muito alto de escorregamentos e inundações (até dezembro de 2013)
Campanha Construindo Cidades Resilientes - 2013
Perigo de Escorregamento
Perigo de Inundação
6.2. Gerenciamento de Riscos Tecnológicos
Estações CETESB - Risco de Acidente de Origem Tecnológica - Norma P461
Estação Meteorológica CETESB - Área de Influência
Emergências Químicas Atendidas pela CETESB - 2014
Emergências Químicas Atendidas pela CETESB - 2015
Emergências Químicas Atendidas pela CETESB - 2016
6.3. Áreas Contaminadas
Áreas Contaminadas e Reabilitadas - Ano 2011
Áreas Contaminadas e Reabilitadas - Ano 2012
Áreas Contaminadas e Reabilitadas - Ano 2013
Áreas Contaminadas e Reabilitadas - Ano 2014
7. Legislação Ambiental
7.1. Norma P4261 Risco de Acidente de Origem Tecnológica
Estações CETESB - Risco de Acidente de Origem Tecnológica - Norma P461
Estação Meteorológica CETESB - Área de Influência
7.2. Zoneamento Minerário RES/SMA 28/1999
Imagens RapidEye 2011 da UGRHI 02 - Paraíba do Sul
Zoneamento Ambiental para Mineração de Areia no Subtrecho da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul - RES SMA Nº 28 - 22/09/1999
7.3. Resolução SMA 72/2015 - Cálculo de Árvore Equivalente
Percentual de cobertura vegetal nativa por município
Conectividade do Estado de São Paulo 2008
Áreas de Alta Vulnerabilidade de Aquíferos - RES SMA 72/2015
Áreas Prioritárias para Intervenção - RES SMA/SSRH 01/2014
Inventário Florestal 2010
Otto Bacias 6 com pontos de captação superficial de água para fins de abastecimento público RES SMA 72/2015
7.4. Resolução Conjunta SSRH N° 001 05/06/2014
Áreas Prioritárias para Intervenção - RES SMA/SSRH 01/2014
7.5. Licenciamento de Aterro
Área de Gerenciamento de Risco Aviário - PCA 3-2/2011
Área de Plano de Manejo da Fauna em Aeródromos - LF Nº 12.725/2012
Área de Segurança Aérea (ASA) - RES CONAMA Nº 04/1995
7.6. APM
EMPLASA - Limite da Área de Proteção de Mananciais 1975
EMPLASA - Área de Proteção de Mananciais 1975 - Cartas Topográficas
EMPLASA - Zoneamento das Áreas de 1ª e 2ª Categorias Destinadas à Proteção dos Mananciais - 1976 - parte A
EMPLASA - Zoneamento das Áreas de 1ª e 2ª Categorias Destinadas à Proteção dos Mananciais - 1976 - parte B
Área de Proteção de Mananciais 1981 - Cartas Topográficas
7.7. APRM Alto Juquery
Limite da Bacia Alto Juquery
Área de Proteção e Recuperação dos Mananciais - Alto Juquery (APRM-AJ) - LE Nº 15.790 - 16/04/2015
7.8. APRM Alto Tietê Cabeceiras
Limite da Bacia Alto Tietê Cabeceiras
Área de Proteção e Recuperação dos Mananciais Alto Tietê Cabeceiras (APRM-ATC) - LE 15.913/2015
7.9. APRM Billings
Limite da Bacia Billings
Compartimento Ambiental APRM - Billings - LE Nº 13.579 - 13/07/2009
Área de Proteção e Recuperação dos Mananciais - Billings - LE Nº 13.579 - 13/07/2009
Imagens Quickbird 2009 da APRM Billings - Lei Estadual n° 13.579/2009
7.10. APRM Guarapiranga
Limite da Bacia Guarapiranga
Área de Proteção e Recuperação dos Mananciais - Guarapiranga (APRM-G) - LE Nº 12.233 - 16/01/2006
Imagens Quickbird/IKONOS 2006 da APRM Guarapiranga - Lei Estadual n° 12.233/2006
7.11. Áreas Protegidas
Unidades de Conservação Estaduais - Proteção Integral
Unidades de Conservação Estaduais - Uso Sustentável
Unidades de Conservação Estaduais - Uso Sustentável (RPPN)
Unidades de Conservação Federais
Unidades de Conservação Federais - Uso Sustentável (RPPN)
Terras Indígenas no Estado de São Paulo
7.12. Licenciamento Minerário RES/SMA 69/1997
Área de Restrição de Exploração Minerária - RES SMA Nº 69 - 06/11/1997
7.13. Zoneamento Agroambiental
Zoneamento Agroambiental para o Setor Sucroalcooleiro
7.14. Zoneamento Ecológico-Econômico
Baixada Santista
Zoneamento Ecológico-Econômico da Baixada Santista - Terrestre
Zoneamento Ecológico-Econômico da Baixada Santista - Entre Marés
Zoneamento Ecológico-Econômico da Baixada Santista - Marinho
Litoral Norte
Zoneamento Ecológico-Econômico do Litoral Norte - Terrestre
Zoneamento Ecológico-Econômico do Litoral Norte - Entre Marés
Zoneamento Ecológico-Econômico do Litoral Norte - Faixa Marítima
8. Limites Administrativos
8.1. Limites Históricos
Limite Municipal 1940
Limite Municipal 1960
Limite Municipal 1980
8.2. Reserva da Biosfera
Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (RBMA) - Fase VI
Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo - RBCV
Limite Estadual
Limite Municipal SP (IGC)
Sedes Municipais
Limite de UGRHI
Limite das Agências Ambientais CETESB 2012
Limite das Agências Ambientais CETESB 2013
Limite das Agências Ambientais CETESB 2014
Sedes das Agências Ambientais CETESB 2012
Centros Técnicos Regionais-Núcleos Regionais de Programas e Projetos
Sedes dos Centros Técnicos Regionais - Núcleos Regionais de Programas e Projetos
Regiões de Governo - Ano 2013
IGC - Regiões de Governo 2014
Sedes das Regiões de Governo - Ano 2014
Regiões Administrativas - Ano 2013
IGC - Regiões Administrativas 2014
Regionais da Defesa Civil - CEDEC
Batalhões da Polícia Ambiental - 2015
Companhias da Polícia Ambiental - 2015
Pelotões da Polícia Ambiental - 2015
Pelotões da Polícia Ambiental que atuam em Unidades de Conservação - 2015
Regiões Hidrográficas - Agências Nacional de Águas
Distritos da Cidade de São Paulo
Limites das Unidades Federativas do Brasil
9. Logradouros
10. Monitoramento
10.1. Água Subterrânea
Indicador de Potabilidade de Águas Subterrâneas - 2013
Vulnerabilidade Natural dos Aquíferos à Poluição
Rede de Qualidade e Quantidade - Aquífero Freático
Rede de Qualidade das Águas Subterrâneas
Nitrato em Águas Subterrâneas - 2013
10.2. Água Superficial
Águas Interiores
IAP - Índice de Qualidade da Água para Abastecimento Público
IAP - Índice de Qualidade da Água para Abastecimento Público 2009
IAP - Índice de Qualidade da Água para Abastecimento Público 2010
IAP - Índice de Qualidade da Água para Abastecimento Público 2011
IAP - Índice de Qualidade da Água para Abastecimento Público 2012
IAP - Índice de Qualidade da Água para Abastecimento Público 2013
IAP - Índice de Qualidade da Água para Abastecimento Público 2014
IET - Índice de Estado Trófico
IET - Índice de Estado Trófico 2009
IET - Índice de Estado Trófico 2010
IET - Índice de Estado Trófico 2011
IET - Índice de Estado Trófico 2013
IET - Índice de Estado Trófico 2014
IQA - Índice de Qualidade da Água
IQA - Índice de Qualidade de Água 2009
IQA - Índice de Qualidade de Água 2010
IQA - Índice de Qualidade de Água 2011
IQA - Índice de Qualidade de Água 2013
IQA - Índice de Qualidade de Água 2014
IVA - Índice de Qualidade da Água para Proteção da Vida Aquática
IVA - Índice de Qualidade das Águas para Proteção da Vida Aquática 2009
IVA - Índice de Qualidade das Águas para Proteção da Vida Aquática 2010
IVA - Índice de Qualidade das Águas para Proteção da Vida Aquática 2011
IVA - Índice de Qualidade das Águas para Proteção da Vida Aquática 2012
IVA - Índice de Qualidade das Águas para Proteção da Vida Aquática 2013
IVA - Índice de Qualidade das Águas para Proteção da Vida Aquática 2014
10.3. Águas Litorâneas
Dados Históricos - Balneabilidade
Qualidade (Balneabilidade) de Praias Litorâneas em 2008
Qualidade (Balneabilidade) de Praias Litorâneas em 2009
Qualidade (Balneabilidade) de Praias Litorâneas em 2010
Qualidade (Balneabilidade) de Praias Litorâneas em 2011
Qualidade (Balneabilidade) de Praias Litorâneas em 2012
Qualidade (Balneabilidade) de Praias Litorâneas em 2013
Qualidade (Balneabilidade) de Praias Litorâneas em 2014
Qualidade (Balneabilidade) de Praias Litorâneas em 2015
Pontos de Monitoramento das Praias 2015
Qualidade dos Cursos D'água Litorâneos 2013
Qualidade dos Cursos D'água Litorâneos 2014
Pontos de Monitoramento da Qualidade dos Cursos D'água Litorâneos
Rede de Monitoramento de Água Costeira
10.4. Ar
Estações de Monitoramento
Estações Ativas de Monitoramento da Qualidade do Ar - Rede Automática
Estações Ativas de Monitoramento da Qualidade do Ar - Rede Manual
Estações Ativas de Monitoramento da Qualidade do Ar - Rede Passiva
Estações de Monitoramento da Fumaça (FMC)
Estações de Monitoramento das Partículas Totais em Suspensão (PTS)
Estações de Monitoramento das Partículas Inaláveis (MP10)
Estações de Monitoramento das Partículas Inaláveis Finas (MP2.5)
Estações de Monitoramento do Dióxido de Enxofre (SO2)
Estações de Monitoramento do Monóxido de Carbono (CO)
Estações de Monitoramento do Ozônio (O3)
Estações de Monitoramento dos Óxidos de Nitrogênio (NO, NO2, NOx)
Estações de Monitoramento da Temperatura (TEMP) e Umidade Relativa do Ar (UR)
Estações de Monitoramento da Direção (DV) e Velocidade (VV) do Vento
Classificação dos Municípios - Decreto Estadual 59113/2013
Classificação dos municípios para Dióxido de Enxofre (SO2) - 2013
Classificação dos municípios para Dióxido de Nitrogênio (NO2) - 2013
Classificação dos municípios para Material Particulado (MP) - 2013
Classificação dos municípios para Ozônio (O3) - 2013
Dados Históricos
Ano 2013 - Distribuição da Qualidade do Ar
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para MP10 - Rede Automática - 2013
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para MP10 - Rede Manual 2013
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para MP2.5 - Rede Automática- 2013
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para MP2.5 - Rede Manual - 2013
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para SO2 - Rede Automática - 2013
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para CO - Rede Automática - 2013
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para O3 - Rede Automática - 2013
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para NO2 - Rede Automática - 2013
Ano 2014 - Distribuição da Qualidade do Ar
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para MP10 - Rede Automática - 2014
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para MP10 - Rede Manual - 2014
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para MP2.5 - Rede Automática - 2014
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para MP2.5 - Rede Manual - 2014
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para SO2 - Rede Automática - 2014
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para CO - Rede Automática - 2014
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para O3 - Rede Automática - 2014
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para NO2 - Rede Automática - 2014
Qualidade do ar - Dados Horários
Rosa dos Ventos
10.5. Queimadas
Ano 2015 - Focos de Queimadas
Focos de Queimadas do Satélite AQUA_M-T Acumulado 2015
Focos de Queimadas do Satélite AQUA_M-M Acumulado 2015
Focos de Queimadas do Satélite GOES-13 Acumulado 2015
Focos de Queimadas do Satélite NOAA-15D Acumulado 2015
Focos de Queimadas do Satélite NOAA-18D Acumulado 2015
Focos de Queimadas do Satélite NOAA-19D Acumulado 2015
Focos de Queimadas do Satélite NPP Acumulado 2015
Focos de Queimadas do Satélite TERRA_M-M Acumulado 2015
Focos de Queimadas do Satélite TERRA_M-T Acumulado 2015
Focos de Queimadas do Satélite AQUA_M-T 2 Dias
Focos de Queimadas do Satélite AQUA_M-M Acumulado 2016
Focos de Queimadas do Satélite AQUA_M-T Acumulado 2016
Focos de Queimadas do Satélite GOES-13 Acumulado 2016
Focos de Queimadas do Satélite TERRA_M-T Acumulado 2016
Focos de Queimadas do Satélite NPP_375 Acumulado 2016
Mapa de Risco de Fogo Previsto para Hoje
Mapa de Risco de Fogo Previsto para Amanhã
Mapa de Risco de Fogo Previsto para 3 dias
10.6. Resíduos Sólidos
IGR - Índice de Gestão de Resíduos 2009
IGR - Índice de Gestão de Resíduos 2010
IGR - Índice de Gestão de Resíduos 2011
IGR - Índice de Gestão de Resíduos 2012
IGR - Índice de Gestão de Resíduos 2013
IQR - Índice de Qualidade de Aterro de Resíduos 2009
IQR - Índice de Qualidade de Aterro de Resíduos 2010
IQR - Índice de Qualidade de Aterro de Resíduos 2011
IQR NP - Índice de Qualidade de Aterro de Resíduos Nova Proposta 2012
IQR NP - Índice de Qualidade de Aterro de Resíduos Nova Proposta 2013
11. Unidades de Agregação e Análise
Limite de Macrometrópole - 2015
Rede Urbana Emplasa 2010
Rede Urbana Emplasa 2011
Setores Censitários IBGE - 2010
Limite de Microrregião - 2014
IGC - Regiões Metropolitanas 2014
IGC - Aglomerações Urbanas 2015
Pirapora do Bom Jesus, à beira do rio Tietê
órgão responsável: Secretaria do Meio Ambiente (SMA) do Estado de São Paulo
síntese: A SMA disponibilizou ao público a partir de 30/09/2014, o Projeto DataGEO, cujo objetivo é de estruturar, organizar e disponibilizar as bases de informações ambientais e territoriais do Sistema Ambiental Paulista por meio da construção de uma Infraestrutura de Dados Espaciais Ambientais – IDEA-SP para apoiar as ações de Licenciamento, Fiscalização, Planejamento e Gestão em suas análises e tomadas de decisão.
tela inicial:
camadas:
1. Base Cartográfica
1.1. Base Cartográfica IGC
IGC - Hidrografia do Oeste de SP 1:25.000 (PRELIMINAR)
IGC - Hidrografia da RM de São Paulo e Baixada Santista 1:25.000
1.2. Bases EMPLASA
EMPLASA - Folhas Planialtimétricas da Região Metropolitana de São Paulo - 1980/1981 (originais)
EMPLASA - Folhas Planialtimétricas da Região Metropolitana de São Paulo - 1980/1981 (com atualizações)
1.3. Bases IGC
IGC - Cartas Topográficas 1:10.000
IGC - Articulação das Cartas Topográficas 1:10.000
IGC - Carta Topográfica da Cidade de São Paulo - 1971
IGC - Mapeamento SARA Brasil 1930
1.4. Bases IBGE
IBGE - Articulação das Cartas Topográficas 1:50.000
IBGE - Articulação das Cartas Topográficas 1:250.000
Cartas Topográficas do IBGE 250k
Cartas Topográficas do IBGE 50k
2. Base Imagem
2.1. Imagens IGC IGC - Ortofotos Leste SP 2010
IGC - Ortofotos Oeste SP 2010
IGC - Ortofotos RM Baixada Santista 2001/2002 (AGEM)
IGC - Ortoimagem SPOT 2007/2009 (SMA/CPLA)
2.2. Imagens Landsat 2010
2.3. Imagens Rapideye 2011
2.4. Imagens Rapideye 2013/2014
2.5. Imagens IKONOS 2002 - RMSP
2.6. Mosaico de imagens IKONOS da Bacia do Guarapiranga - 2012
2.7. Ortofotos Região da Bragantina - 2007 (CDHU)
2.8. Ortofotos Região do Vale do Paraíba - 2007 (CDHU)
2.9. Ortofotos Região Metropolitana da Baixada Santista - 2007 (CDHU)
2.10. Ortofotos Região Metropolitana de Campinas - 2008 (CDHU)
2.11. Ortofotos Projeto de Preservação da Mata Atlântica (PPMA) - 2001
2.12. Imagens Quickbird 2009 da APRM Billings - Lei Estadual n° 13.579/2009
3. Base Temática
3.1. Antrópico
Uso ou Cobertura do Solo
Cobertura da Terra do Estado de São Paulo - Ano 2010
Uso e Cobertura da Terra da UGRHI 05 (PCJ) - 2013
Uso e Cobertura da Terra - Guarapiranga - ACQUASED/FAPESP - 2014
Unidades Homogêneas de Uso e Cobertura da Terra 2014 - CPLA/IG
Áreas Urbanas
Aeródromos do Estado de São Paulo - ANAC 2013
Malha Rodoviária DER - Departamento de Estradas e Rodagem
Rodoanel - Trecho Construído até 2010
3.2. Biótico
Biota FAPESP
Inventário Biológico 2008
Conectividade do Estado de São Paulo 2008
Áreas Prioritárias 2008 - BIOTA/FAPESP
Percentual de cobertura vegetal nativa por município
Biomas do Estado de São Paulo
Inventário Florestal 2005
Inventário Florestal 2010
Mapeamento de Vegetação Natural do Estado de São Paulo - Olho Verde (1988/1989)
3.3. Físico
Relevo
Modelo Digital de Elevação do Estado de São Paulo
Relevo Sombreado do Estado de São Paulo
Declividade do Estado de São Paulo em %
Declividade do Estado de São Paulo em Graus
Limite das Sub-Bacias Hidrográficas do Estado de São Paulo
Nota do Editor: Objeto carregado em 13/07/2016 como Bacias Hidrográficas -> Micro-Bacias, sujeito a ajustes.
Regiões Hidrográficas - SMA
Unidades Aquíferas
Cavidades Naturais do Estado de São Paulo - CECAV
Sítios Geológicos e Paleontológicos do Estado de São Paulo
Pedologia do Estado de São Paulo
Geologia do Estado de São Paulo - CPRM 2006
Geomorfologia do Estado de São Paulo
Estruturas Geomorfológicas do Estado de São Paulo
Recursos Minerais do Estado de São Paulo
4. Dados Socioeconômico e Índices
4.1. Demografia
Densidade Demográfica 1940
Densidade Demográfica 1960
Densidade Demográfica 1980
Densidade Demográfica 2000
Densidade Demográfica 2008
Densidade Demográfica 2009
Densidade Demográfica 2010
Densidade Demográfica 2011
Densidade Demográfica 2012
Densidade Demográfica 2013
Densidade Demográfica 2014
Densidade Demográfica 2015
4.2. ICMS Ecológico
Repasse de ICMS Ecológico 2007 - LE Nº 8.510/93
Repasse de ICMS Ecológico 2008 - LE Nº 8.510/93
Repasse de ICMS Ecológico 2009 - LE Nº 8.510/93
Repasse de ICMS Ecológico 2010 - LE Nº 8.510/93
Repasse de ICMS Ecológico 2011 - LE Nº 8.510/93
Repasse de ICMS Ecológico 2012 - LE Nº 8.510/93
Repasse de ICMS Ecológico 2013 - LE Nº 8.510/93
Repasse de ICMS Ecológico 2014 - LE Nº 8.510/93
4.3. Programa Município VerdeAzul
Certificação do Programa Município Verde Azul 2011
Certificação do Programa Município Verde Azul 2012
Certificação do Programa Município Verde Azul 2013
Certificação do Programa Município Verde Azul 2014
4.4. Saneamento Ambiental
Ano 2007 - Saneamento Ambiental
Demanda de água por Setor de Atividade e por UGRHI em 2007
Ano 2008 - Saneamento Ambiental
ICTEM - Indicador de Coleta e Tratabilidade de Esgoto da População Urbana de Município em 2008
IAA - Índice de Atendimento de Água 2008
Demanda de água por Setor de Atividade e por UGRHI em 2008
Ano 2009 - Saneamento Ambiental
ICTEM - Indicador de Coleta e Tratabilidade de Esgoto da População Urbana de Município em 2009
IAA - Índice de Atendimento de Água 2009
Demanda de água por Setor de Atividade e por UGRHI em 2009
Ano 2010 - Saneamento Ambiental
ICTEM - Indicador de Coleta e Tratabilidade de Esgoto da População Urbana de Município em 2010
IAA - Índice de Atendimento de Água 2010
Demanda de água por Setor de Atividade e por UGRHI em 2010
Ano 2011 - Saneamento Ambiental
ICTEM - Indicador de Coleta e Tratabilidade de Esgoto da População Urbana de Município em 2011
IAA - Índice de Atendimento de Água 2011
Demanda de água por Setor de Atividade e por UGRHI em 2011
Ano 2012 - Saneamento Ambiental
ICTEM - Indicador de Coleta e Tratabilidade de Esgoto da População Urbana de Município em 2012
IAA - Índice de Atendimento de Água 2012
Demanda de água por Setor de Atividade e por UGRHI em 2012
Ano 2013 - Saneamento Ambiental
ICTEM - Indicador de Coleta e Tratabilidade de Esgoto da População Urbana de Município em 2013
Demanda de água por Setor de Atividade e por UGRHI em 2013
ICTEM - Indicador de Coleta e Tratabilidade de Esgoto da População Urbana de Município em 2014
ICTEM - Indicador de Coleta e Tratabilidade de Esgoto da População Urbana de Município em 2015
IAA - Índice de Atendimento de Água 2012
IAA - Índice de Atendimento de Água 2013
Municípios com Cadastro de Rede de Drenagem Pluvial Urbana em 2011
Redução de Carga Orgânica por UGRHI 2009
Coleta e Tratamento de Esgoto por Município em 2008
Redução de Carga Orgânica por UGRHI 2010
Coleta e Tratamento de Esgoto por Município em 2009
Demanda de água por Setor de Atividade e por UGRHI em 2012
Demanda de água por Setor de Atividade e por UGRHI em 2013
4.5. Saúde
Mortalidade por doenças do aparelho respiratório na faixa etária de 60 anos ou mais - 2012
Mortalidade por doenças do aparelho respiratório na faixa etária de 60 anos ou mais - 2013
Mortalidade por doenças do aparelho respiratório na faixa etária de 60 anos ou mais - 2014
Mortalidade por doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado - 2012
Mortalidade por doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado - 2013
Mortalidade por doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado - 2014
Mortalidade por pneumonia na faixa etária de 0 a 9 anos - 2012
Mortalidade por pneumonia na faixa etária de 0 a 9 anos - 2013
Mortalidade por pneumonia na faixa etária de 0 a 9 anos - 2014
4.6. Condição de Vida
Escolaridade por Município em 2008
Escolaridade por Município em 2010
Escolaridade por Município em 2012
Longevidade por Município em 2008
Longevidade por Município em 2010
Longevidade por Município em 2012
Riqueza por Município em 2008
Riqueza por Município em 2010
Riqueza por Município em 2012
IPRS - Índice Paulista de Responsabilidade Social em 2008
IPRS - Índice Paulista de Responsabilidade Social em 2010
IPRS - Índice Paulista de Responsabilidade Social em 2012
IPVS - Índice Paulista de Vulnerabilidade Social por Setor Censitário 2010
IDHM - Índice de Desenvolvimento Humano Municipal 2010
4.7. UGRHI por Vocação Econômica - LE 9.034/94
5. Fiscalização
5.1. Dados Históricos Fiscalização
TCRA
Termo de Compromisso de Recuperação Ambiental - TCRA - até 2013
Autorização Ambiental
Autorização Ambiental até 2010 - SIGAM
Autorização Ambiental em 2011 - SIGAM
Autorização Ambiental em 2012 - SIGAM
Autorização Ambiental em 2013 - SIGAM
Autorização Ambiental em 2014 - SIGAM
Autorização Ambiental em 2015 - SIGAM
Autos de Infração
Auto de Infração Ambiental - AIA/2013 - Pontos válidos
Auto de Infração Ambiental - AIA/2012 - Pontos válidos
Auto de Infração Ambiental - AIA/2011 - Pontos válidos
Auto de Infração Ambiental - AIA/2009 a 2010 - Pontos válidos
Auto de Infração Ambiental - AIA/2007 a 2008 - Pontos válidos
Auto de Infração Ambiental - AIA/2006 - Pontos válidos
5.2. Pesca Sustentável - Áreas de Restrição
Mapa da Pesca Sustentável - Arrasto - Linha de Costa
Mapa da Pesca Sustentável - Arrasto - Regiões Estuarinas e Lagunares
Mapa da Pesca Sustentável - Arrasto - ZEE Litoral Norte
Mapa da Pesca Sustentável - Arrasto Motorizado
Mapa da Pesca Sustentável - Artes de Pesca Fixas ou Flutuantes
Mapa da Pesca Sustentável - Emalhe
Mapa da Pesca Sustentável - Embarcações Maiores que 12 metros
Mapa da Pesca Sustentável - Manjuba
Mapa da Pesca Sustentável - Parelhas
Mapa da Pesca Sustentável - Parelhas e Pesca com Compressor
Mapa da Pesca Sustentável - Pesca Industrial
Mapa da Pesca Sustentável - Pesca com Compressor
Mapa da Pesca Sustentável - Redes de Praia
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - APA CIP
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - Barra do Ribeira
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - ESEC Tupinambás
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - ESEC Tupiniquins - Ilha Peruíbe
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - ESEC Tupiniquins - Ilha Queimada Pequena
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - IO/USP
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - Ilha das Cabras
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - Ilha do Bom Abrigo
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - Município de São Sebastião
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - PE Marinho Laje de Santos
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - PE Xixová-Japuí
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - Parque Ilha Anchieta
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - Setor Itaguaçu
Mapa da Pesca Sustentável - Todas as Modalidades - Área de Alcatrazes
Autorização Ambiental em 2015 - SIGAM
Autorização Ambiental em 2014 - SIGAM
Termo de Compromisso de Recuperação Ambiental - TCRA - 2015
Termo de Compromisso de Recuperação Ambiental - TCRA - 2014
Auto de Infração Ambiental - AIA/2016 - Pontos válidos
Auto de Infração Ambiental - AIA/2015 - Pontos válidos
Auto de Infração Ambiental - AIA/2014 - Pontos válidos
6. Gerenciamento
6.1. Gerenciamento de Riscos Naturais
Mapeamentos de áreas de risco
IG - Mapeamento de Áreas de Risco de Erosão do Estado de São Paulo
IG - Mapeamento de Áreas de Risco de Escorregamento do Estado de São Paulo
IG - Mapeamento de Áreas de Risco de Inundação do Estado de São Paulo
IG - Mapeamento de Áreas de Risco de Solapamento do Estado de São Paulo
Mapeamento de áreas de risco de escorregamento, inundação e erosão (período 2000-2010)
Mapeamento de áreas de risco a escorregamento, inundação e erosão - 2011
Mapeamento de áreas de risco a escorregamento, inundação e erosão - 2013
Áreas de Risco na UGRHI 11
Óbitos por acidentes e desastres devido a eventos geodinâmicos (período 2000-2010)
Óbitos por acidentes e desastres devido a eventos geodinâmicos (período 2000-2011)
Óbitos por acidentes e desastres devido a eventos geodinâmicos (período 2000-2013)
Acidentes naturais por escorregamentos entre 2000 e 2010
Acidentes naturais por escorregamentos entre 2000 e 2011
Acidentes naturais por escorregamentos entre 2000 e 2013
Acidentes relacionados a inundação (período 2000-2010)
Acidentes Naturais por Inundação entre 2000 a 2011
Acidentes naturais por inundação entre 2000 e 2013
Pessoas afetadas por acidentes e desastres devido a eventos geodinâmicos (período 2000-2010)
Pessoas afetadas por acidentes e desastres devido a eventos geodinâmicos (período 2000-2011)
Pessoas afetadas por acidentes e desastres devido a eventos geodinâmicos (período 2000-2013)
Municípios com Plano Municipal de Redução de Risco (PMRR) em 2012
Plano Municipal de Redução de Risco - PMRR (até dezembro de 2013)
Municípios com Plano Preventivo de Defesa Civil ou Planos de Contingência em 2012
Municípios com Plano Preventivo de Defesa Civil ou Planos de Contingência em 2013
Setorização de risco alto e muito alto de escorregamentos e inundações (até dezembro de 2013)
Campanha Construindo Cidades Resilientes - 2013
Perigo de Escorregamento
Perigo de Inundação
6.2. Gerenciamento de Riscos Tecnológicos
Estações CETESB - Risco de Acidente de Origem Tecnológica - Norma P461
Estação Meteorológica CETESB - Área de Influência
Emergências Químicas Atendidas pela CETESB - 2014
Emergências Químicas Atendidas pela CETESB - 2015
Emergências Químicas Atendidas pela CETESB - 2016
6.3. Áreas Contaminadas
Áreas Contaminadas e Reabilitadas - Ano 2011
Áreas Contaminadas e Reabilitadas - Ano 2012
Áreas Contaminadas e Reabilitadas - Ano 2013
Áreas Contaminadas e Reabilitadas - Ano 2014
7. Legislação Ambiental
7.1. Norma P4261 Risco de Acidente de Origem Tecnológica
Estações CETESB - Risco de Acidente de Origem Tecnológica - Norma P461
Estação Meteorológica CETESB - Área de Influência
7.2. Zoneamento Minerário RES/SMA 28/1999
Imagens RapidEye 2011 da UGRHI 02 - Paraíba do Sul
Zoneamento Ambiental para Mineração de Areia no Subtrecho da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul - RES SMA Nº 28 - 22/09/1999
7.3. Resolução SMA 72/2015 - Cálculo de Árvore Equivalente
Percentual de cobertura vegetal nativa por município
Conectividade do Estado de São Paulo 2008
Áreas de Alta Vulnerabilidade de Aquíferos - RES SMA 72/2015
Áreas Prioritárias para Intervenção - RES SMA/SSRH 01/2014
Inventário Florestal 2010
Otto Bacias 6 com pontos de captação superficial de água para fins de abastecimento público RES SMA 72/2015
7.4. Resolução Conjunta SSRH N° 001 05/06/2014
Áreas Prioritárias para Intervenção - RES SMA/SSRH 01/2014
7.5. Licenciamento de Aterro
Área de Gerenciamento de Risco Aviário - PCA 3-2/2011
Área de Plano de Manejo da Fauna em Aeródromos - LF Nº 12.725/2012
Área de Segurança Aérea (ASA) - RES CONAMA Nº 04/1995
7.6. APM
EMPLASA - Limite da Área de Proteção de Mananciais 1975
EMPLASA - Área de Proteção de Mananciais 1975 - Cartas Topográficas
EMPLASA - Zoneamento das Áreas de 1ª e 2ª Categorias Destinadas à Proteção dos Mananciais - 1976 - parte A
EMPLASA - Zoneamento das Áreas de 1ª e 2ª Categorias Destinadas à Proteção dos Mananciais - 1976 - parte B
Área de Proteção de Mananciais 1981 - Cartas Topográficas
7.7. APRM Alto Juquery
Limite da Bacia Alto Juquery
Área de Proteção e Recuperação dos Mananciais - Alto Juquery (APRM-AJ) - LE Nº 15.790 - 16/04/2015
7.8. APRM Alto Tietê Cabeceiras
Limite da Bacia Alto Tietê Cabeceiras
Área de Proteção e Recuperação dos Mananciais Alto Tietê Cabeceiras (APRM-ATC) - LE 15.913/2015
7.9. APRM Billings
Limite da Bacia Billings
Compartimento Ambiental APRM - Billings - LE Nº 13.579 - 13/07/2009
Área de Proteção e Recuperação dos Mananciais - Billings - LE Nº 13.579 - 13/07/2009
Imagens Quickbird 2009 da APRM Billings - Lei Estadual n° 13.579/2009
7.10. APRM Guarapiranga
Limite da Bacia Guarapiranga
Área de Proteção e Recuperação dos Mananciais - Guarapiranga (APRM-G) - LE Nº 12.233 - 16/01/2006
Imagens Quickbird/IKONOS 2006 da APRM Guarapiranga - Lei Estadual n° 12.233/2006
7.11. Áreas Protegidas
Unidades de Conservação Estaduais - Proteção Integral
Unidades de Conservação Estaduais - Uso Sustentável
Unidades de Conservação Estaduais - Uso Sustentável (RPPN)
Unidades de Conservação Federais
Unidades de Conservação Federais - Uso Sustentável (RPPN)
Terras Indígenas no Estado de São Paulo
7.12. Licenciamento Minerário RES/SMA 69/1997
Área de Restrição de Exploração Minerária - RES SMA Nº 69 - 06/11/1997
7.13. Zoneamento Agroambiental
Zoneamento Agroambiental para o Setor Sucroalcooleiro
7.14. Zoneamento Ecológico-Econômico
Baixada Santista
Zoneamento Ecológico-Econômico da Baixada Santista - Terrestre
Zoneamento Ecológico-Econômico da Baixada Santista - Entre Marés
Zoneamento Ecológico-Econômico da Baixada Santista - Marinho
Litoral Norte
Zoneamento Ecológico-Econômico do Litoral Norte - Terrestre
Zoneamento Ecológico-Econômico do Litoral Norte - Entre Marés
Zoneamento Ecológico-Econômico do Litoral Norte - Faixa Marítima
8. Limites Administrativos
8.1. Limites Históricos
Limite Municipal 1940
Limite Municipal 1960
Limite Municipal 1980
8.2. Reserva da Biosfera
Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (RBMA) - Fase VI
Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo - RBCV
Limite Estadual
Limite Municipal SP (IGC)
Sedes Municipais
Limite de UGRHI
Limite das Agências Ambientais CETESB 2012
Limite das Agências Ambientais CETESB 2013
Limite das Agências Ambientais CETESB 2014
Sedes das Agências Ambientais CETESB 2012
Centros Técnicos Regionais-Núcleos Regionais de Programas e Projetos
Sedes dos Centros Técnicos Regionais - Núcleos Regionais de Programas e Projetos
Regiões de Governo - Ano 2013
IGC - Regiões de Governo 2014
Sedes das Regiões de Governo - Ano 2014
Regiões Administrativas - Ano 2013
IGC - Regiões Administrativas 2014
Regionais da Defesa Civil - CEDEC
Batalhões da Polícia Ambiental - 2015
Companhias da Polícia Ambiental - 2015
Pelotões da Polícia Ambiental - 2015
Pelotões da Polícia Ambiental que atuam em Unidades de Conservação - 2015
Regiões Hidrográficas - Agências Nacional de Águas
Distritos da Cidade de São Paulo
Limites das Unidades Federativas do Brasil
9. Logradouros
10. Monitoramento
10.1. Água Subterrânea
Indicador de Potabilidade de Águas Subterrâneas - 2013
Vulnerabilidade Natural dos Aquíferos à Poluição
Rede de Qualidade e Quantidade - Aquífero Freático
Rede de Qualidade das Águas Subterrâneas
Nitrato em Águas Subterrâneas - 2013
10.2. Água Superficial
Águas Interiores
IAP - Índice de Qualidade da Água para Abastecimento Público
IAP - Índice de Qualidade da Água para Abastecimento Público 2009
IAP - Índice de Qualidade da Água para Abastecimento Público 2010
IAP - Índice de Qualidade da Água para Abastecimento Público 2011
IAP - Índice de Qualidade da Água para Abastecimento Público 2012
IAP - Índice de Qualidade da Água para Abastecimento Público 2013
IAP - Índice de Qualidade da Água para Abastecimento Público 2014
IET - Índice de Estado Trófico
IET - Índice de Estado Trófico 2009
IET - Índice de Estado Trófico 2010
IET - Índice de Estado Trófico 2011
IET - Índice de Estado Trófico 2013
IET - Índice de Estado Trófico 2014
IQA - Índice de Qualidade da Água
IQA - Índice de Qualidade de Água 2009
IQA - Índice de Qualidade de Água 2010
IQA - Índice de Qualidade de Água 2011
IQA - Índice de Qualidade de Água 2013
IQA - Índice de Qualidade de Água 2014
IVA - Índice de Qualidade da Água para Proteção da Vida Aquática
IVA - Índice de Qualidade das Águas para Proteção da Vida Aquática 2009
IVA - Índice de Qualidade das Águas para Proteção da Vida Aquática 2010
IVA - Índice de Qualidade das Águas para Proteção da Vida Aquática 2011
IVA - Índice de Qualidade das Águas para Proteção da Vida Aquática 2012
IVA - Índice de Qualidade das Águas para Proteção da Vida Aquática 2013
IVA - Índice de Qualidade das Águas para Proteção da Vida Aquática 2014
10.3. Águas Litorâneas
Dados Históricos - Balneabilidade
Qualidade (Balneabilidade) de Praias Litorâneas em 2008
Qualidade (Balneabilidade) de Praias Litorâneas em 2009
Qualidade (Balneabilidade) de Praias Litorâneas em 2010
Qualidade (Balneabilidade) de Praias Litorâneas em 2011
Qualidade (Balneabilidade) de Praias Litorâneas em 2012
Qualidade (Balneabilidade) de Praias Litorâneas em 2013
Qualidade (Balneabilidade) de Praias Litorâneas em 2014
Qualidade (Balneabilidade) de Praias Litorâneas em 2015
Pontos de Monitoramento das Praias 2015
Qualidade dos Cursos D'água Litorâneos 2013
Qualidade dos Cursos D'água Litorâneos 2014
Pontos de Monitoramento da Qualidade dos Cursos D'água Litorâneos
Rede de Monitoramento de Água Costeira
10.4. Ar
Estações de Monitoramento
Estações Ativas de Monitoramento da Qualidade do Ar - Rede Automática
Estações Ativas de Monitoramento da Qualidade do Ar - Rede Manual
Estações Ativas de Monitoramento da Qualidade do Ar - Rede Passiva
Estações de Monitoramento da Fumaça (FMC)
Estações de Monitoramento das Partículas Totais em Suspensão (PTS)
Estações de Monitoramento das Partículas Inaláveis (MP10)
Estações de Monitoramento das Partículas Inaláveis Finas (MP2.5)
Estações de Monitoramento do Dióxido de Enxofre (SO2)
Estações de Monitoramento do Monóxido de Carbono (CO)
Estações de Monitoramento do Ozônio (O3)
Estações de Monitoramento dos Óxidos de Nitrogênio (NO, NO2, NOx)
Estações de Monitoramento da Temperatura (TEMP) e Umidade Relativa do Ar (UR)
Estações de Monitoramento da Direção (DV) e Velocidade (VV) do Vento
Classificação dos Municípios - Decreto Estadual 59113/2013
Classificação dos municípios para Dióxido de Enxofre (SO2) - 2013
Classificação dos municípios para Dióxido de Nitrogênio (NO2) - 2013
Classificação dos municípios para Material Particulado (MP) - 2013
Classificação dos municípios para Ozônio (O3) - 2013
Dados Históricos
Ano 2013 - Distribuição da Qualidade do Ar
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para MP10 - Rede Automática - 2013
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para MP10 - Rede Manual 2013
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para MP2.5 - Rede Automática- 2013
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para MP2.5 - Rede Manual - 2013
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para SO2 - Rede Automática - 2013
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para CO - Rede Automática - 2013
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para O3 - Rede Automática - 2013
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para NO2 - Rede Automática - 2013
Ano 2014 - Distribuição da Qualidade do Ar
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para MP10 - Rede Automática - 2014
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para MP10 - Rede Manual - 2014
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para MP2.5 - Rede Automática - 2014
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para MP2.5 - Rede Manual - 2014
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para SO2 - Rede Automática - 2014
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para CO - Rede Automática - 2014
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para O3 - Rede Automática - 2014
Distribuição Percentual da Qualidade do ar para NO2 - Rede Automática - 2014
Qualidade do ar - Dados Horários
Rosa dos Ventos
10.5. Queimadas
Ano 2015 - Focos de Queimadas
Focos de Queimadas do Satélite AQUA_M-T Acumulado 2015
Focos de Queimadas do Satélite AQUA_M-M Acumulado 2015
Focos de Queimadas do Satélite GOES-13 Acumulado 2015
Focos de Queimadas do Satélite NOAA-15D Acumulado 2015
Focos de Queimadas do Satélite NOAA-18D Acumulado 2015
Focos de Queimadas do Satélite NOAA-19D Acumulado 2015
Focos de Queimadas do Satélite NPP Acumulado 2015
Focos de Queimadas do Satélite TERRA_M-M Acumulado 2015
Focos de Queimadas do Satélite TERRA_M-T Acumulado 2015
Focos de Queimadas do Satélite AQUA_M-T 2 Dias
Focos de Queimadas do Satélite AQUA_M-M Acumulado 2016
Focos de Queimadas do Satélite AQUA_M-T Acumulado 2016
Focos de Queimadas do Satélite GOES-13 Acumulado 2016
Focos de Queimadas do Satélite TERRA_M-T Acumulado 2016
Focos de Queimadas do Satélite NPP_375 Acumulado 2016
Mapa de Risco de Fogo Previsto para Hoje
Mapa de Risco de Fogo Previsto para Amanhã
Mapa de Risco de Fogo Previsto para 3 dias
10.6. Resíduos Sólidos
IGR - Índice de Gestão de Resíduos 2009
IGR - Índice de Gestão de Resíduos 2010
IGR - Índice de Gestão de Resíduos 2011
IGR - Índice de Gestão de Resíduos 2012
IGR - Índice de Gestão de Resíduos 2013
IQR - Índice de Qualidade de Aterro de Resíduos 2009
IQR - Índice de Qualidade de Aterro de Resíduos 2010
IQR - Índice de Qualidade de Aterro de Resíduos 2011
IQR NP - Índice de Qualidade de Aterro de Resíduos Nova Proposta 2012
IQR NP - Índice de Qualidade de Aterro de Resíduos Nova Proposta 2013
11. Unidades de Agregação e Análise
Limite de Macrometrópole - 2015
Rede Urbana Emplasa 2010
Rede Urbana Emplasa 2011
Setores Censitários IBGE - 2010
Limite de Microrregião - 2014
IGC - Regiões Metropolitanas 2014
IGC - Aglomerações Urbanas 2015
Pirapora do Bom Jesus, à beira do rio Tietê
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