quinta-feira, 29 de junho de 2017

Atlas Nacional Digital do Brasil 2017

O Atlas Nacional Digital do Brasil 2017 traz a atualização das seções “Brasil no mundo” e “Sociedade e economia”, além de um caderno temático inédito sobre ‘Cidades Sustentáveis’. A publicação incorpora, em ambiente interativo, as informações contidas no Atlas Nacional do Brasil Milton Santos, publicado em 2010.

A edição 2017 do Atlas Nacional Digital do Brasil revela as profundas transformações ocorridas na geografia brasileira, acompanhando as mudanças observadas no processo de ocupação do território nacional na contemporaneidade, e se estrutura em torno de quatro grandes temas: o Brasil no mundo; território e meio ambiente; sociedade e economia; e redes geográficas.

Além de textos, o Atlas utiliza mapas, tabelas e gráficos para possibilitar um amplo cruzamento de dados estatísticos e feições geográficas, o que facilita o entendimento da diversidade demográfica, social, econômica, ambiental e cultural do território brasileiro.

Clique aqui para acessar ao Atlas Nacional Digital do Brasil 2017.

Geografia das cidades sustentáveis no Brasil

O caderno temático faz uma leitura espacial de um conjunto de informações produzidas pelo IBGE e por outras instituições públicas que abordam a questão da sustentabilidade em sua dimensão urbana, como forma de subsidiar as discussões em torno dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável 11 (ODS11): ‘tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis”.

O caderno é estruturado em torno de quatro eixos temáticos: urbanização, habitação e mobilidade urbana; ambiente urbano e segurança; planejamento, democratização e participação na sociedade; e cultura e patrimônio.

Desigualdades sócioespaciais

Os mapas a seguir são exemplos de como o Atlas aborda temáticas, como as relacionadas à questão da Habitação no Brasil, permitindo a visualização das desigualdades sócioespaciais que marcam, de um lado, a distribuição dos residentes em aglomerados subnormais e, de outro, a espacialidade dos residentes em domicílios adequados.

Nesse sentido, o mapa abaixo mostra que apesar de o fenômeno dos aglomerados subnormais (locais com propriedades de natureza irregular e precariedade do acesso a serviços urbanos básicos) não estar restrito às grandes cidades, é nelas que se apresenta de forma mais significativa. Assim, o padrão espacial do mapa relativo às pessoas residindo em aglomerados subnormais revela que todas as capitais brasileiras possuem elevado percentual de habitantes vivendo nesses locais.


Domicílio adequado, segundo a classificação do IBGE, é aquele que possui abastecimento de água por rede geral de distribuição; esgotamento sanitário por rede geral de esgoto ou pluvial, ou por fossa séptica; e lixo coletado, diretamente por serviço de limpeza ou em caçamba de serviço de limpeza.

Assim, o mapa a seguir destaca que as maiores proporções de população que vivem em domicílios adequados (75% ou mais) se concentram na região de rede urbana mais densa do país. O oeste de São Paulo registra estes percentuais. As capitais de estado do Sudeste e Sul também se destacam, além do Distrito Federal. No outro extremo, destacam-se as baixas proporções de população vivendo em domicílios adequados nas regiões Norte e Nordeste, inclusive nas capitais.
Aplicativo permite navegação em ambiente interativo

O Atlas Nacional Digital do Brasil 2017 é uma aplicação de análise geográfica, voltada para usuários que desejam ter acesso somente ao conjunto de mapas e também para os que possuem um conhecimento mais avançado na busca de informações geográficas online.

Na aplicação é possível acessar todas as páginas do Atlas, fazer download e consultar os dados geográficos, estatísticos e os metadados (informações sobre o dado). O usuário também pode navegar pelos mapas, alterar a escala de visualização, ver e exportar tabelas e arquivos gráficos, personalizar o mapa superpondo temas de várias fontes, gerar imagens, salvar o ambiente de estudo para posterior análise e abrir um ambiente personalizado de estudo.

Ao usuário é permitido ter acesso a todas as páginas da publicação podendo fazer download dessas páginas e consultar, para um melhor entendimento, os seus metadados. Já ao usuário mais avançado, a aplicação permite analisar o mapa em um ambiente interativo.

Para cada tema do Atlas é oferecido o metadado associado. Todos os temas encontram-se como geoserviços e podem ser exportados em outros formatos. A aplicação oferece a visualização temporal de alguns temas permitindo analisar as mudanças ao longo dos anos.

Atlas é organizado em torno de quatro grandes questões

O eixo temático “O Brasil no mundo” aborda questões como a desigualdade social, o acesso a informações, redes geográficas e fontes energéticas.

A relação entre “Território e meio ambiente” ressalta as diversas divisões do território brasileiro e traz mapas de relevo, clima, solos, recursos hídricos, vegetação, fauna ameaçada, além de informações sobre riscos ambientais.

O tema “Sociedade e economia” aborda a dinâmica geográfica, a urbanização, a desigualdade social, saúde, educação, saneamento, cidadania e espaço econômico.

O eixo das “Redes geográficas” considera os sistemas e as redes – geodésicas, cartográficas, viárias, aéreas, comunicação e energia – como componentes da logística territorial e, portanto, da localização geográfica das atividades econômicas no Brasil.

Veja também: Atlas Nacional Digital do Brasil 2016

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Produtos Emplasa Disponíveis via Serviço WMS

link: http://portal.emplasa.sp.gov.br:8080/geonetwork/srv/pt/main.home

A Emplasa elabora e subsidia a implantação de políticas públicas e projetos integrados de desenvolvimento urbano e regional. E mais: realiza estudos diversos e disponibiliza na internet produtos cartográficos para utilização em Sistemas de Informações Geográficas de grande utilidade. Seu acervo cartográfico dispõe de mapeamentos sistemáticos e temáticos, fotografias aéreas e ortofotos solicitados por instituições públicas, universidades e o público em geral. Esses produtos apoiam a aplicação das legislações estaduais relativas ao Uso e Ocupação do Solo, às Áreas de Proteção aos Mananciais e ao Zoneamento Industrial. Também serve como base espacial em diferentes Sistemas do Governo Estadual.


Ortofotos, de 2010/2011, do Estado de São Paulo, com 1 m de resolução espacial;

Folhas Planialtimétricas, de 1980/1981, da RMSP, na escala 1:10 000;

Zoneamento das Áreas de 1º e 2º Categorias Destinadas à Proteção aos Mananciais, de 1976, da RMSP, na escala 1:10 000;

Área de Mata e Demais Formas de Vegetação Primitiva, dentro das Áreas de Proteção aos Mananciais, de 1977, da RMSP, na escala 1:10 000;

Aptidão Física ao Assentamento Urbano, de 1985, da RMSP, na escala 1:50 000;

Geologia, de 1979, da RMSP, na escala 1: 50 000;

Mata e Vegetação de Várzea, Áreas não Abrangidas pela Lei de Proteção aos Mananciais, de 1980, da RMSP, na escala 1:10 000;

Zona de Uso Predominantemente Industrial, de 1980/81, da RMSP, na escala 1:10 000;

Folhas Planialtimétricas, de 1980/1981, da RMSP, na escala 1:10 000 (com atualizações);

Geologia, de 1979, da RMSP, na escala 1:100 000;

Declividade, de 1980, da RMSP, na escala 1:100 000;

Expansão da Área Urbanizada, de 1977, da RMSP, na escala 1:100 000;

Ortofotos, de 2007, da RMSP, com 60 cm resolução espacial; e

Limite da Área de Proteção aos Mananciais, de 1975, da RMSP, na escala 1:10 000;

terça-feira, 27 de junho de 2017

Global Forest Watch

link: http://www.globalforestwatch.org/map/

órgão responsável: A Global Forest Watch começou seus trabalhos em 1997 como uma iniciativa para estabelecer uma rede global de monitoramento florestal, convocada pelo World Resources Institute e parceiros.
O GFW original alcançou muitos resultados para a conservação de grandes áreas florestais intactas.
A WRI (World Resources Institute) continuou o trabalho que o Global Forest Watch começou, trabalhando para melhorar a informação da floresta, combinando a mais recente tecnologia com novas parcerias.
Nos países da Bacia do Congo, a WRI publicou um Atlas Florestal que ajuda os tomadores de decisão a alcançar o manejo sustentável dos recursos florestais através do fortalecimento do planejamento e monitoramento do uso da terra. Estes Atlas estão agora disponíveis para Camarões, República Centro-Africana, República do Congo, República Democrática do Congo, Guiné Equatorial e Gabão. O projeto Floresta e Paisagens na Indonésia trabalha para apoiar as ações do governo e da sociedade civil para um uso efetivo e equitativo da terra nesse país. Este trabalho agora continua como parte do trabalho da WRI sobre florestas e é integrado com o Global Forest Watch. Além dos países listados acima, o GFW publicou o estado dos relatórios florestais para o Canadá, Chile, Rússia e Venezuela e relatórios de políticas relacionados para a Guiana e o Suriname.
A rede GFW também desenvolveu os métodos para mapear paisagens florestais intactas, pilotando esse método na Rússia e no Canadá, e depois expandindo-o para o nível global para o ano 2000. O monitoramento dessas áreas continua, com uma atualização para o ano 2013 publicado recentemente.
Aproveitando o advento das novas tecnologias e a maior conectividade global, o trabalho na próxima geração do Global Forest Watch começou em 2011 com um grupo expandido de parceiros e poderosos novos recursos de monitoramento.


tela inicial:

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Geo Cadastro Técnico Federal - IBAMA

link: http://siscom.ibama.gov.br/ctfapp/#/

órgão responsável: IBAMA/ Ministério do Meio Ambiente

síntese: O Cadastro Técnico Federal de Atividades Potencialmente Poluidoras e Utilizadoras de Recursos Ambientais é o Registro Obrigatório de Pessoas Físicas e Jurídicas que realizam atividades passíveis de controle ambiental.

Menu de Atividades:

1-Extração e Tratamento de Minerais
2-Indústria de Produtos Minerais Não Metálicos
3-Indústria Metalúrgica
4-Indústria Mecânica
5-Indústria de material Elétrico, Eletrônico e Comunicações
6-Indústria de Material de Transporte
7-Indústria de Madeira
8-Indústria de Papel e Celulose
9-Indústria de Borracha
10-Indústria de Couros e Peles
11-Indústria Têxtil, de Vestuário, Calçados e Artefatos de Tecidos
12-Indústria de Produtos de Matéria Plástica.
13-Indústria do Fumo
14-Indústrias Diversas
15-Indústria Química
16-Indústria de Produtos Alimentares e Bebidas
17-Serviços de Utilidade
18-Transporte, Terminais, Depósitos e Comércio
19-Turismo
20-Uso de Recursos Naturais
21-Outros serviços
22-Obras civis
23-Gerenciamento de Projetos sujeitos a licenciamento ambiental federal

Tela inicial:


Navegação:



sexta-feira, 5 de maio de 2017

Open Street Map

link: https://www.openstreetmap.org/

órgão responsável: OpenStreetMap Foundation (OSMF)

síntese:
OpenStreetMap (OSM) é um projeto de mapeamento colaborativo para criar um mapa livre e editável do mundo, inspirado por sites como a Wikipédia. Traduzindo para português o nome significa Mapa Aberto de Ruas. Ele fornece dados a centenas de sites na internet, aplicações de celular e outros dispositivos.
Os mapas foram desenvolvidos e são mantidos com rigor por sua comunidade voluntária de mapeadores, que inserem e revisam dados de receptores GPS portatéis, fotografias aéreas, imagens de satélite e outras fontes livres. Os mapeadores, com seu conhecimento local, editam os mapas com softwares abertos como o iD ou o JOSM. A comunidade mais ampla, também confere e confirma os dados pela interface do próprio site Openstreetmap.org.
Todos os mapas, dados descritivos, e metadados ofertados pelo OSM são dados abertos, disponíveis sob uma licença Open Database License. Além da comunidade que doa as informações postadas, quando faz uso de outras fontes (imagens obtidas por processamento dos dados, tabelas e outros) são compatíveis com a sua licença. Os dados são formalmente operados pela OpenStreetMap Foundation (OSMF) em nome da comunidade de mapeadores.

tela inicial:

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Busca Saúde

Link: http://buscasaude.prefeitura.sp.gov.br/

Síntese: O Busca Saúde da Cidade de São Paulo é um sistema de localização de Estabelecimento ou Serviço de Saúde da rede pública do SUS- Sistema Único de Saúde do Município de São Paulo, que permite a obtenção de informações por meio de consultas automatizadas via Internet.

Critérios de Busca: O Busca Saúde permite aos munícipes realizarem suas consultas sobre a rede de estabelecimentos de atendimento e serviços de saúde do SUS do Município de São Paulo de várias maneiras, conforme explicadas a seguir:
a) Moro neste Endereço: - Nesse modo o usuário poderá localizar a Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência para o local de sua residência além de localizar outros tipos de serviços nas proximidades
b) Endereço – O modo Endereço permite a localização de todos os tipos de serviços próximos a qualquer endereço especificado.
c) Unidade de Atendimento – Por esse modo o usuário poderá localizar os tipos de serviços que deseja consultar em um determinado local (endereço) por meio de uma palavra chave

Tela Inicial e Navegação:

quinta-feira, 6 de abril de 2017

SIFESP

link: http://www.ambiente.sp.gov.br/sifesp/

órgão responsável: Instituto Florestal da Secretaria do Meio Ambiente do Governo do Estado de São Paulo.

síntese: O SIFESP – Sistema de Informações Florestais do Estado de São Paulo foi desenvolvido objetivando disponibilizar informações sobre a vegetação natural e o reflorestamento resultantes de levantamento efetuado pelo Instituto Florestal da Secretaria do Meio Ambiente, através de seu projeto “Inventário Florestal do Estado de São Paulo”.

Para algumas regiões, além das informações sobre a vegetação, são apresentados levantamentos sobre o uso e ocupação da terra. Contém ainda, redes de drenagem, área urbana, rodovias, limites municipais, divisões por bacias hidrográficas e regiões administrativas, sendo todas as informações georreferenciadas.

Mapas Florestais do Estado de São Paulo por município:

São Paulo

Osasco

Mapa Geral do Sistema Cantareira