link: http://www.mapeiasp.sp.gov.br/Mapa
(o usuário deve estar cadastrado no site http://www.mapeiasp.sp.gov.br/Login
órgão responsável: Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano SA – Emplasa, órgão vinculado à Secretaria Estadual da Casa Civil.
síntese: O Sistema Mapeia São Paulo tem por objetivo permitir acesso amplo a qualquer
interessado ao conjunto de Ortofotos produzidas pela Emplasa, como fonte de informação
oficial, segura e precisa para todo o território do Estado de São Paulo.
O seu uso é possível em qualquer dispositivo com acesso à WEB, sendo possível imprimir
áreas das Ortofotos com informações técnicas, garantia de origem (numeração de
controle) e comprovação de autenticidade.
As Ortofotos, que recobrem todo o Estado de São Paulo e seu entorno, foram realizadas na
1ª Etapa do Projeto de Atualização Cartográfica do Governo do Estado – Projeto Mapeia
São Paulo, que compreendeu o Levantamento Aerofotogramétrico, Apoio de Campo,
Aerotriangulação, Modelos Digitais de Superfície e Ortofotos.
A Emplasa está utilizando para esse Sistema a “tecnologia em nuvem” (Cloud Compputing)
que permite ampla capacidade de acesso simultâneo, além de garantir a rápida
visualização de imagens de grande volume.
tela inicial (clique na figura para ampliar):
camadas:
1. Ortofotos
Ortofotos 2010/11
Infravermelho 2010/11 - Este tipo de Ortofotos, dentre outros aspectos, facilita a diferenciação de tipos de vegetação e quantidade de umidade no solo através das tonalidades do vermelho.
Articulação - Cada Ortofoto abrange a área do recorte sistemático das folhas na escala 1: 25 000 e
possui em torno de 650 MB. O conjunto completo do Estado de São Paulo compreende
1.727 Ortofotos, recobrindo 2,5 km em torno do Estado, inclusive das áreas alagadas e as
ilhas marítimas. Ao clicar no interior de um polígono da Articulação será exibido, além da área de
abrangência da Ortofoto, o número que a identifica.
2. Limites Administrativos
Unidade Federativa
Macrometrópole Paulista
Município
Regiões Metropolitanas
São Paulo
Baixada Santista
Campinas
Vale do Paraíba e Litoral Norte
Sorocaba
3. Sistema Viário
4. Dados do Google
Imagem de Satélite
Imagem de Satélite e Eixo de Logradouro
Altimetria
Eixo de Logradouro
Sistemas de Informações Geográficas (GIS) de Ongs, Empresas Privadas e do Governo relacionados a Saneamento, Meio Ambiente, Mapa Urbano Básico, Infra-Estrutura Urbana, Hidrografia, Demografia, etc...
Todos os dados já estão compartilhados publicamente em outros canais, de modo que este espaço não contém nenhuma informação com restrições de confidencialidade.
terça-feira, 12 de julho de 2016
segunda-feira, 11 de julho de 2016
Mapa de ERBs / Cobertura Celular
link: http://telecocare.teleco.cl9.com.br/telebrasil/erbs/
órgão responsável: Telebrasil - Associação Brasileira de Telecomunicações - é uma entidade civil, de caráter privativo e âmbito nacional, sem finalidade lucrativa, que congrega operadores e fornecedores de bens e serviços do setor de comunicações e informação para a defesa de seus interesses e desenvolvimento. A Associação reúne mais de 100 expressivas pessoas jurídicas - e funciona como um portal de entrada para as empresas interessadas em negócios de telecomunicações e um canal institucional de acesso aos órgãos governamentais, como o Ministério das Comunicações, a Anatel e a Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados. É, também, uma engenhosa solução que permite que dirigentes executivos e especialistas discutam e resolvam, num fórum neutro, suas oportunidades de negócios. .
síntese: Estação Rádio Base (ERB) ou "Cell site" é a denominação dada em um sistema de telefonia celular para a Estação Fixa com que os terminais móveis se comunicam.
As ERBs são chamadas popularmente de "antenas".
tela inicial e navegação:
Cobertura Celular
link: http://www.coberturacelular.com.br/
órgão responsável: NEGER Telecom, com dados da Anatel.
síntese: Dado um ponto no Mapa ou endereço o Aplicativo indica qual a antena de celular mais próxima por Operadora e Tecnologia (2G, 3G ou 4G).
tela:
órgão responsável: Telebrasil - Associação Brasileira de Telecomunicações - é uma entidade civil, de caráter privativo e âmbito nacional, sem finalidade lucrativa, que congrega operadores e fornecedores de bens e serviços do setor de comunicações e informação para a defesa de seus interesses e desenvolvimento. A Associação reúne mais de 100 expressivas pessoas jurídicas - e funciona como um portal de entrada para as empresas interessadas em negócios de telecomunicações e um canal institucional de acesso aos órgãos governamentais, como o Ministério das Comunicações, a Anatel e a Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados. É, também, uma engenhosa solução que permite que dirigentes executivos e especialistas discutam e resolvam, num fórum neutro, suas oportunidades de negócios. .
síntese: Estação Rádio Base (ERB) ou "Cell site" é a denominação dada em um sistema de telefonia celular para a Estação Fixa com que os terminais móveis se comunicam.
As ERBs são chamadas popularmente de "antenas".
tela inicial e navegação:
Cobertura Celular
link: http://www.coberturacelular.com.br/
órgão responsável: NEGER Telecom, com dados da Anatel.
síntese: Dado um ponto no Mapa ou endereço o Aplicativo indica qual a antena de celular mais próxima por Operadora e Tecnologia (2G, 3G ou 4G).
tela:
Rede Cicloviária Permanente
link: https://www.google.com/maps/d/viewer?mid=1s2KzsOfFwx2fg_xzWhzD-Q-iONQ
órgão responsável: CET -Companhia de Engenharia de Tráfego.
síntese: A cidade de São Paulo possui 416,2 km de infraestrutura cicloviária permanente, sendo 384,3 km de Ciclovias/Ciclofaixas e 31,9 km de Ciclorrotas.
Bicicletários e Paraciclos link: https://www.google.com/maps/d/viewer?mid=1qW389s52I7-UbJPTjVZ62agpMD8
órgão responsável: CET -Companhia de Engenharia de Tráfego.
síntese: Bicicletário: estacionamento de bicicletas em área pública ou privada dotado de zeladoria presencial ou eletrônica.
Paraciclo: suporte para a fixação de bicicletas que pode ser instalado em área pública ou privada, desde que não atrapalhe a circulação de pedestres e ciclistas, na via ou no interior dos bicicletários.
órgão responsável: CET -Companhia de Engenharia de Tráfego.
síntese: A cidade de São Paulo possui 416,2 km de infraestrutura cicloviária permanente, sendo 384,3 km de Ciclovias/Ciclofaixas e 31,9 km de Ciclorrotas.
Bicicletários e Paraciclos link: https://www.google.com/maps/d/viewer?mid=1qW389s52I7-UbJPTjVZ62agpMD8
órgão responsável: CET -Companhia de Engenharia de Tráfego.
síntese: Bicicletário: estacionamento de bicicletas em área pública ou privada dotado de zeladoria presencial ou eletrônica.
Paraciclo: suporte para a fixação de bicicletas que pode ser instalado em área pública ou privada, desde que não atrapalhe a circulação de pedestres e ciclistas, na via ou no interior dos bicicletários.
S.O.S. Mata Atlântica
link: http://mapas.sosma.org.br/
órgão responsável: Fundação S.O.S. Mata Atlântica, criada em 20 de setembro de 1986.
síntese: Manifesto da Fundação S.O.S. Mata Atlântica:
"O ser humano é parte integrante da natureza.
Acreditamos…
Que a humanidade só garantirá a qualidade de vida quando souber conviver em harmonia com o ambiente em que vive.
Que a responsabilidade da preservação é de toda a sociedade, com ações praticadas no seu dia-a-dia.
Que a sensibilização de um indivíduo é a base da mobilização coletiva.
Que a nossa luta é hoje, agora e deve ser renovada a todo momento.
Não podemos deixar para agir amanhã.
Que a sustentabilidade da vida no planeta depende de uma economia que tenha o sócioambiental como premissa.
Nosso compromisso
É urgente convocar nossa comunidade para o exercício de uma cidadania ambiental, responsável e comprometida com o futuro do nosso território, o bioma Mata Atlântica, patrimônio da humanidade.
Esse é um compromisso de todos nós como reconhecimento do nosso vínculo, solidariedade, respeito e integração com a natureza.
A contribuição da SOS Mata Atlântica é alertar, informar, educar, mobilizar e capacitar para o exercício da cidadania, catalisando as melhores práticas, os conhecimentos e as alianças."
tela inicial:
camadas:
Atlas Remanescentes 2012
Mata
Área natural não florestal
Mangue
Restinga
Área Urbana
Mapa da Lei 11.428/06
Domínio da Mata Atlântica
Fisionomias Vegetais Originais
Contato
Floresta Estacional Decidual
Floresta Estacional Semidecidual
Floresta Ombrófila Aberta
Floresta Ombrófila Densa
Floresta Ombrófila Mista
Formações Pioneiras
Áreas Prioritárias
Extremamente Alta
Muito Alta
Alta
Insuficientemente Conhecida
Unidades de Conservação
Proteção Integral
Uso Sustentável
APA
RPPN
Apoiada
Não Apoiada
Fotos de Campo
Foto
Projetos Clickarvore
Projeto
Projetos Observando
Projeto
órgão responsável: Fundação S.O.S. Mata Atlântica, criada em 20 de setembro de 1986.
síntese: Manifesto da Fundação S.O.S. Mata Atlântica:
"O ser humano é parte integrante da natureza.
Acreditamos…
Que a humanidade só garantirá a qualidade de vida quando souber conviver em harmonia com o ambiente em que vive.
Que a responsabilidade da preservação é de toda a sociedade, com ações praticadas no seu dia-a-dia.
Que a sensibilização de um indivíduo é a base da mobilização coletiva.
Que a nossa luta é hoje, agora e deve ser renovada a todo momento.
Não podemos deixar para agir amanhã.
Que a sustentabilidade da vida no planeta depende de uma economia que tenha o sócioambiental como premissa.
Nosso compromisso
É urgente convocar nossa comunidade para o exercício de uma cidadania ambiental, responsável e comprometida com o futuro do nosso território, o bioma Mata Atlântica, patrimônio da humanidade.
Esse é um compromisso de todos nós como reconhecimento do nosso vínculo, solidariedade, respeito e integração com a natureza.
A contribuição da SOS Mata Atlântica é alertar, informar, educar, mobilizar e capacitar para o exercício da cidadania, catalisando as melhores práticas, os conhecimentos e as alianças."
tela inicial:
camadas:
Atlas Remanescentes 2012
Mata
Área natural não florestal
Mangue
Restinga
Área Urbana
Mapa da Lei 11.428/06
Domínio da Mata Atlântica
Fisionomias Vegetais Originais
Contato
Floresta Estacional Decidual
Floresta Estacional Semidecidual
Floresta Ombrófila Aberta
Floresta Ombrófila Densa
Floresta Ombrófila Mista
Formações Pioneiras
Áreas Prioritárias
Extremamente Alta
Muito Alta
Alta
Insuficientemente Conhecida
Unidades de Conservação
Proteção Integral
Uso Sustentável
APA
RPPN
Apoiada
Não Apoiada
Fotos de Campo
Foto
Projetos Clickarvore
Projeto
Projetos Observando
Projeto
sexta-feira, 8 de julho de 2016
Gis Transpetro
link: https://www.google.com/maps/d/viewer?mid=1N0Uq52yXPUVAmuWdphX5VtZG6Y8&hl=en_US
órgão responsável: Transpetro (Petrobras Transporte S.A.)
síntese: Documento gerado a partir de dados do sistema GIS Transpetro e do sistema WEBDUTOS em 7 de Outubro de 2013.
mapa geral:
Nota do Editor: Os Dutos do Gis Transpetro do Estado de São Paulo foram carregados em 11/07/2016, como Interferente Linear do Tipo Oleoduto. Também foi feita a caracterização gráfica do Terminal Barueri da Transpetro.
Atlas Fotográfico
link: http://www.tucavieira.com.br/Atlas-fotografico
órgão responsável:Tuca Vieira, Fotógrafo independente. Mestrando em História e Fundamentos da Arquitetura e Urbanismo (FAU-USP)
síntese: Tomando como base um guia de ruas – no caso, o Quatro Rodas, o trabalho consiste em produzir uma foto para cada página dupla da publicação, que, por sua vez, corresponde a um número. Assim, cada número, ou página dupla, representa uma seção quadrada que divide a mancha urbana da região metropolitana de São Paulo em 203 partes iguais. Trata-se de um grid rígido com módulos equivalentes a aproximadamente 3 por 3 quilômetros, que varre a capital de norte a sul, da esquerda para a direita.
exemplo:: Em foto de 2004 de Tuca Vieira, a favela de Paraisópolis contrasta com um edifício construído na década de 70 (onde cada apartamento de 355 m²) que tem terraços em forma de leque para que o sol chegue às piscinas de todos os andares.
órgão responsável:Tuca Vieira, Fotógrafo independente. Mestrando em História e Fundamentos da Arquitetura e Urbanismo (FAU-USP)
síntese: Tomando como base um guia de ruas – no caso, o Quatro Rodas, o trabalho consiste em produzir uma foto para cada página dupla da publicação, que, por sua vez, corresponde a um número. Assim, cada número, ou página dupla, representa uma seção quadrada que divide a mancha urbana da região metropolitana de São Paulo em 203 partes iguais. Trata-se de um grid rígido com módulos equivalentes a aproximadamente 3 por 3 quilômetros, que varre a capital de norte a sul, da esquerda para a direita.
exemplo:: Em foto de 2004 de Tuca Vieira, a favela de Paraisópolis contrasta com um edifício construído na década de 70 (onde cada apartamento de 355 m²) que tem terraços em forma de leque para que o sol chegue às piscinas de todos os andares.
quinta-feira, 7 de julho de 2016
Atlas da Competitividade da Indústria
link: http://apps2.fiesp.com.br/atlas/Atlas/MapaInfraestrutura.aspx
órgão responsável:A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) em parceria com a Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade (INVESTE SP) ligada a Secretaria de Desenvolvimento do Estado de São Paulo, elaboraram e disponibilizam o aplicativo de consulta on-line o “Atlas da Indústria Paulista do Estado de São Paulo”.
síntese: Investimentos: identificação das externalidades benignas para atração de investimentos (infraestrutura física e de competitividade regional e local), oportunidades de adensamento de cadeias produtivas locais, atendimento a investidores privados, subsídios à orientação de investimentos públicos e evolução de investimentos privados;
Infraestrutura e logística: identificação de oportunidades de melhoria/redução de gargalos, considerando necessidades específicas das indústrias quanto a operações e distribuição da produção;
Capital humano: identificação das diferenças regionais/setoriais de escolaridade e salários e a decorrente oportunidade de programas de capacitação para escolaridade e produtividade;
Identificação de vocações regionais e classificação da tipologia dos pólos de desenvolvimento de São Paulo: APLs, aglomerações setoriais (com presença ou não de grande indústria na aglomeração local), parques tecnológicos, regiões com denominação de origem;
Tecnologia: adequação de serviços tecnológicos (laboratórios, centros de pesquisa) e elaboração de programas de extensão em GESTÃO e TECNOLOGIA adequados às necessidades regionais, setoriais e de porte;
Formação de recursos humanos: adequação e expansão do ensino técnico e tecnológico conforme a demanda industrial regional;
Monitoramento da competitividade: identificação (construção de série histórica) da evolução do emprego, arrecadação, estabelecimentos, salários, investimentos, etc., possibilitando verificar e adotar medidas referentes a setores/regiões mais dinâmicos, construção de indicadores de competitividade regional e municipal, constituição de fundos e incentivos regionais, etc.
tela inicial:
camadas:
INFRAESTRUTURA
Aeroportos Internacionais
Aeroportos Nacionais
Portos
Ferrovias
Rod. Principais
Rodovias
Rodoanel
Hidrovias
Gasodutos
INSTITUIÇÕES DE APOIO
Sebrae
Senac
Senat
Instituições de Pesquisa
Parques Tecnológicos
Ensino Superior - Estaduais
Ensino Superior - Federais
Ensino Superior - Municipais
Cursos (Senai, Centro Paula Souza, Federal - IFSP)
Laboratórios
DIVISÕES ADMINISTRATIVAS
Regiões Administrativas
Divisão Fiesp DEPAR
Divisão Ciesp
Divisão Municipios
órgão responsável:A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) em parceria com a Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade (INVESTE SP) ligada a Secretaria de Desenvolvimento do Estado de São Paulo, elaboraram e disponibilizam o aplicativo de consulta on-line o “Atlas da Indústria Paulista do Estado de São Paulo”.
síntese: Investimentos: identificação das externalidades benignas para atração de investimentos (infraestrutura física e de competitividade regional e local), oportunidades de adensamento de cadeias produtivas locais, atendimento a investidores privados, subsídios à orientação de investimentos públicos e evolução de investimentos privados;
Infraestrutura e logística: identificação de oportunidades de melhoria/redução de gargalos, considerando necessidades específicas das indústrias quanto a operações e distribuição da produção;
Capital humano: identificação das diferenças regionais/setoriais de escolaridade e salários e a decorrente oportunidade de programas de capacitação para escolaridade e produtividade;
Identificação de vocações regionais e classificação da tipologia dos pólos de desenvolvimento de São Paulo: APLs, aglomerações setoriais (com presença ou não de grande indústria na aglomeração local), parques tecnológicos, regiões com denominação de origem;
Tecnologia: adequação de serviços tecnológicos (laboratórios, centros de pesquisa) e elaboração de programas de extensão em GESTÃO e TECNOLOGIA adequados às necessidades regionais, setoriais e de porte;
Formação de recursos humanos: adequação e expansão do ensino técnico e tecnológico conforme a demanda industrial regional;
Monitoramento da competitividade: identificação (construção de série histórica) da evolução do emprego, arrecadação, estabelecimentos, salários, investimentos, etc., possibilitando verificar e adotar medidas referentes a setores/regiões mais dinâmicos, construção de indicadores de competitividade regional e municipal, constituição de fundos e incentivos regionais, etc.
tela inicial:
camadas:
INFRAESTRUTURA
Aeroportos Internacionais
Aeroportos Nacionais
Portos
Ferrovias
Rod. Principais
Rodovias
Rodoanel
Hidrovias
Gasodutos
INSTITUIÇÕES DE APOIO
Sebrae
Senac
Senat
Instituições de Pesquisa
Parques Tecnológicos
Ensino Superior - Estaduais
Ensino Superior - Federais
Ensino Superior - Municipais
Cursos (Senai, Centro Paula Souza, Federal - IFSP)
Laboratórios
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Regiões Administrativas
Divisão Fiesp DEPAR
Divisão Ciesp
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